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terça-feira, abril 7, 2026

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Prêmio Abrelpe prorroga inscrições

Foram prorrogadas até 18/10 as inscrições para o 18º Prêmio Abrelpe de Jornalismo, promovido pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais. Destinada a profissionais de  jornais, revistas, rádio e tevê, a premiação este ano, cujo tema é Novos rumos para a gestão de resíduos no Brasil, vai distribuir R$ 30 mil. Podem participar matérias publicadas entre 1º/10/2012 e 30/9/2013, que devem ser inscritas pelo www.premioabrelpe.org.br.

Gustavo Ruffo deixa o Jornal do Carro

Após rápida passagem pelo Jornal do Carro, do Estadão, Gustavo Henrique Ruffo despediu-se na 6ª.feira (4/10) da casa e passa a se dedicar a novos projetos e frilas. Ruffo, que recentemente faturou o 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo na categoria Internet acumula em sua carreira passagens por Car and Driver, Folha de S.Paulo, Gazeta Mercantil, Oficina Mecânica e Quatro Rodas, entre outras. 

Mauri König apresenta O Brasil Oculto em seu novo livro

Um dos mais premiados jornalistas brasileiros de todos os tempos segundo o Ranking Jornalistas&Cia, o repórter especial da Gazeta do Povo, do Paraná, Mauri König lança nesta semana O Brasil Oculto – Crimes das fronteiras obscuras aos paraísos à beira-mar (ComPactos). A obra é resultado de quase dez anos de pesquisa que culminaram com cinco grandes viagens, em que o autor percorreu ao lado do fotógrafo Albari Rosa, os limites do território brasileiro.

Foram 42 mil quilômetros rodados que resultaram num retrato com a dinâmica do tráfico de pessoas para a prostituição, as rotas usadas pelo crime organizado para traficar crianças e adolescentes de um país a outro, e os negócios ilegais que movimentam a economia informal em alguns dos principais portos do País. “A ideia dessa grande reportagem surgiu em 2004 quando venci o 2º Concurso Tim Lopes com uma matéria que trazia a realidade da fronteira sul do Brasil. Desde então venho alimentando a ideia de estender esse projeto, que só foi possível a partir de 2011 com o apoio da Gazeta do Povo”, explica Mauri.

Dentre as realidades apresentadas, destaque para uma sondagem mais crítica realizada em cinco das doze cidades-sedes da Copa de 2014, em que König investiga o movimento de estrangeiros em busca de turismo sexual com menores nas praias do Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Natal e Fortaleza. Foram 99 locais de prostituição e exploração sexual de crianças e adolescentes investigados pelo jornalista, desses 64 estão ao longo das fronteiras, 19 nas cidades portuárias das regiões Sul e Sudeste e 16 nas praias do Rio de Janeiro e do Nordeste.

Também foram consultadas 219 fontes oficiais e extraoficiais, entre elas, policiais, conselheiros tutelares, juízes, promotores, organizações não governamentais, além das próprias vítimas da exploração sexual e de pessoas direta ou indiretamente envolvidas nesse negócio ilícito. “Foram duas realidades diferentes encontradas nas fronteiras e no litoral, mas com um senso comum no que diz respeito à exploração sexual de menores. Quanto mais para o interior do país, principalmente na fronteira norte, a ausência do estado é mais gritante. As fronteiras são muito permeáveis e permitem as piores situações de violência e exploração. Já no litoral, o que espanta é que mesmo depois de muitas campanhas contra o turismo sexual, sua realidade ainda é muito forte desde o Rio de Janeiro se estendendo por todo litoral do Nordeste”.

Acostumado a sofrer ameaças em suas reportagens, Mauri explica que a experiência o fez mais prudente durante a investigação desse livro. “Quando estávamos planejando a viagem, já analisamos os eventuais riscos e decidimos que não iríamos entrar em situações de grande perigo. É claro ainda assim problemas ocorreram, como por exemplo, quando fomos tirados aos empurrões por leões de chácara em uma boate em Santa Vitória dos Palmares, no Rio Grande do Sul, ou em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, quando imaginávamos estar em uma boate e de repente percebemos que estávamos dentro da casa de um dos maiores traficantes de cocaína e maconha daquela fronteira”.   Serviço: O Brasil oculto (ComPactos) 196 páginas R$ 34,90 Lançamento: 5ª.feira (10/10), às 19h, na Livraria Curitiba, do Shopping Estação.

Mercado de construção ganha nova revista especializada

Chega ao mercado na próxima 5ª.feira (10/10) a revista Construção € Asseio, novo projeto voltado a empresários e especialistas do setor de construção civil. Sob a coordenação editorial de Regina Ramalho, que conta em sua equipe com os repórteres Wilian Miron, Cristiane Navarro e Gabriela Marques, a publicação reúne artigos, entrevistas e reportagens especiais com dicas de construção, infraestrutura e asseio, arquitetura, habitação e urbanismo.

Com periodicidade bimestral e tiragem de 15 mil exemplares, a distribuição da publicação será gratuita, em escritórios de engenharia e arquitetura, construtoras, empresas de limpeza urbana, sindicatos, prefeituras e secretarias municipais de todo o Estado de São Paulo. Interessados em receber a revista, que também contará com versão digital, poderão solicitar pelo www.construcaoeasseio.com.br.

Vaivém das redações!

Confira o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Minas Gerais: São Paulo: Anapaula Ziglio, que recentemente deixou a RedeTV, começou na CNT como repórter e produtora dos jornais diários CNT News, que vai ao ar ás 13h, com apresentação de Layla Dawa, e CNT Jornal, a partir das 22h45, com apresentação de Rogério Siqueira. Bruna Lencioni é a nova editora de Conteúdo da Elemidia. Especialista em Jornalismo Multimídia, começou em 2001 em Limeira, na produção de pauta do Sistema Jornal de Rádio e Televisão, onde no ano seguinte foi repórter. Passou também por Gazeta de Limeira, TV Mix Regional e Hospital Santa Casa de Misericórdia de Limeira. Seu novo contato é [email protected]. Filipe Serrano, que estava desde 2010 como editor-assistente do caderno Link, do Estadão, é o novo editor da revista Info (Abril). Seus novos contatos são 11-3037-3251 e [email protected]. Rio de Janeiro: Mario Sergio Conti estreou na última 5ª feira (3/10) a coluna semanal Reflexões de Conti, no Segundo Caderno de O Globo. Em formato livre, com texto corrido ou em tópicos, ele define o conteúdo: “Quero tratar de assuntos culturais lato sensu”, e aí inclui falar de política. O tema é recorrente, pois seu livro Notícias do Planalto, Prêmio Jabuti em 2000, trata das relações entre a imprensa e o poder. Conti começou na Folha de S.Paulo; esteve por 15 anos em Veja, de onde saiu como diretor de Redação; colaborou com o site NoMínimo e como correspondente da Rádio Bandeirantes em Paris; editou o JB por um curto período. Entrou para a revista piauí quando da fundação, foi o diretor de Redação por seis anos, e segue como colaborador; saiu para apresentar o Roda Viva, em que esteve até agosto deste ano. Mantém um trabalho paralelo como tradutor, dedicando-se atualmente a Em busca do tempo perdido, de Proust, para a Companhia das Letras. Vinicius Medeiros, no Jornal do Commercio, tem nova coluna, Sua franquia, publicada desde a última 2ª feira (30/9). Dedicada ao segmento de franquias, a coluna pretende dar voz às redes e demais players que formam o franchising nacional, em notas e entrevistas curtas com quem faz o setor, e traz resultados, planos de expansão e muitos números. Semanal, sempre às 2as.feiras, aceita sugestões pelo [email protected] ou 21-2223-8575. Distrito Federal: Camila Rodrigues chegou à Revista do Correio Braziliense para a vaga da estagiária Bárbara Pina Cabral, que deixou o jornal. Minas Gerais: No Diário do Comércio, estão de férias os repórteres Leonardo Francia e Tatiana Lagoa e os editores Márcio Panzera e Eric Gonçalves. Na ausência deles, pauta e demandas devem ser encaminhadas para [email protected] ou [email protected]. Na Revista Viver Brasil, mesmo com a folga da editora-executiva da Silvânia Arriel, as sugestões podem continuar sendo encaminhadas para [email protected]. E em O Tempo, a coluna de Raquel Faria, em recesso, volta a ser publicada nesta 2ª.feira (7/10). 

Memórias da Redação ? Lourenço Diaféria

A história desta edição é novamente uma colaboração de Sandro Villar ([email protected]), correspondente do Estadão em Presidente Prudente (SP). Lourenço Diaféria          Já convivi e trabalhei com muita gente boa, mas confesso que nem todos eram como o cronista Lourenço Diaféria (28/8/1933 – 16/9/2008). Ótimo sujeito, ótimo jornalista, um dos reis da crônica. Pouco antes de ele partir deste insensato mundo, bateu saudade e liguei para sua casa no bairro do Sumaré, em São Paulo. Percebi que sua voz estava fraca, ele mal conseguia falar. “O que houve?”, perguntei. “Meu problema é insanável”, respondeu. Evidente mantive a discrição e não entrei em detalhes.          Nem precisava, pois o “insanável” explicava tudo, deixando claro que Diaféria vivia seus últimos dias. Depois da nossa conversa, fiquei mais triste que moda de viola ou, se me permitem outro exemplo comparativo, mais triste que os ministros do PSB que perderam a boquinha no governo da camarada Dilma.          Logo depois telefonei para alguns amigos, igualmente amigos do Diaféria, para avisar sobre o estado de saúde do cronista. Um deles é o jornalista e escritor Mylton Severiano da Silva, o Myltainho, então editor da revista Caros Amigos. Aliás, uma vez fui à casa do Lourenço Diaféria, para entrevistá-lo, e quem encontro lá? O Myltainho, que conversava com o anfitrião na varanda da residência. Os dois bebiam água que sabiá não bebe e só não bebi porque estava a serviço.              Percebi que a casa não era cercada. Depois, o cronista me contou que detestava cercas. “Sem cerca eu posso ver as pessoas na rua”, explicou (logo pensei no personagem do ator Kirk Douglas no faroeste Homem sem rumo, que também odiava cercas). Trabalhei com Lourenço na Rádio Excelsior, hoje CBN, na equipe comandada pelo jornalista Isidro Barioni, outro amigo fraternal do Diaféria. Ele era um dos comentaristas do jornal Ouça, ao lado do saudoso Ennio Pesce, que à época tinha uma coluna no Jornal da Tarde.          Em 1997, quando o Estadão publicou uma crônica minha, fiz questão de mostrar o texto ao Diaféria. “O que você achou?”, eu quis saber. E ele: “Está boa, mas tem muito número”. De fato, havia números para mais de metro. Não se pode poluir uma matéria, ainda mais crônica, com excesso de números. Ele estava certo. Depois da lição do mestre, sempre tomo o maior cuidado com esse detalhe, o de não colocar números a torto e a direito nas mal digitadas linhas que escrevo.          Lourenço Diaféria era um homem bom, simples, culto e amigo de todos, como comprovei em um encontro casual com ele na cidade de Peruíbe. Ele me abraçou efusivamente na rua, fez uma verdadeira festa. Certa vez ficou furioso com uma fotografia na capa de um disco da banda Titãs tirada em um cemitério. O retrato mostrava os músicos deitados em sepulturas, coisa que Diaféria achou de profundo mau gosto.          Vindo do jornal, Diaféria adaptou-se com facilidade ao rádio e “mandou bem”, comentando as notícias com desenvoltura e bom humor. Admirava Zé Bétio, elogiando o coloquialismo e a descontração do sanfoneiro em seus programas. Depois do serviço, adorava tomar conhaque com os amigos na padaria da esquina, na rua das Palmeiras, perto da sede da então Rádio Excelsior.          Não me lembro mais se o conhaque era importado ou era aquele do tipo que dá chicotadas no fígado. Lembro-me de uma crônica na qual ele citava um verso do poeta Alvarenga Peixoto: “Procura ser feliz na eternidade, porque o mundo são breves momentos”. Não tenho dúvidas de que Lourenço Diaféria está feliz na eternidade, pois enquanto esteve neste mundo sempre combateu o bom combate. Grande Diaféria! Se tivesse sido boêmio, poderia ser chamado de Noiteféria.

Joka Finardi lança Super TopMotor

Joka Finardi, que recentemente deixou a revista e portal Auto&Técnica, onde era editor, lançou o site Super TopMotor, que, segundo ele, “chega para trabalhar numa categoria nova, a participação dos veículos na vida das pessoas. Ou seja, uma visão moderna e mais humanizada dos veículos por seus donos. Afinal, há um leque imenso de assuntos a serem explorados de forma mais inteligente e leve. Além dos lançamentos e avaliações de carros e motos, teremos história, celebridades, curiosidades, serviços, tecnologia, competição, enfim, tudo relacionado aos motores. Pretendemos destrinchar os assuntos de uma forma diferente, tornando o veiculo a motor mais humano e mostrando realmente as novidades que serão trazidas ao mercado, no mundo apaixonante dos carros, motos, caminhões, ônibus e logística”. Inicialmente, ele vai tocar o projeto sozinho, mas anuncia que em breve deverá contar com um importante reforço em sua equipe.

Patrícia Campos Mello, direto da Tanzânia

Patrícia Campos Mello, repórter especial da Folha de S.Paulo, foi selecionada para a bolsa International Reporting Project, da Universidade Johns Hopkins, financiada pela Fundação Bill and Melinda Gates (EUA). Durante 11 dias, ela e outros dez colegas, nove deles norte-americanos, produzirão pautas relacionadas a fome, pobreza e segurança alimentar em diversas regiões da Tanzânia. A trajetória de Patrícia na África, que começou na última 2ª.feira (30/9) na cidade de Dar Es Salaam, pode ser acompanhada no blog A vez da África. Mestre em Economia e Jornalismo pela New York University. Patrícia foi correspondente do Estadão em Washington durante quatro anos e cobriu os atentados de 11/9 em Nova York. É autora dos livros O mundo tem medo da China (Mostarda, 2005) e Índia – Da miséria à potência (Planeta, 2008). Em agosto passado, produziu para a Folha o especial Por dentro de Guantánamo, em que detalha o dia a dia do presídio de segurança máxima mantido pelos EUA em território cubano, onde estão presos acusados de terrorismo.

De papo pro ar ? Promessa cumprida

Não conheci o compositor Herivelto Martins nem sua mulher, a grande cantora Dalva de Oliveira, do Trio de Ouro; mas conheci um de seus filhos, o cantor Pery Ribeiro. Numa das centenas de edições do programa São Paulo Capital Nordeste que eu apresentava na Rádio Capital, perguntei a Pery sobre seus pais. Fiz essa pergunta enquanto punha para tocar um disco de 78 rpm com ele cantando em duo com a mãe. Ele começou a chorar, emocionado, dizendo que morreria em paz se conseguisse um dia contar a sua história e a história dos pais num livro. Pery morreu no dia 24 de janeiro de 2012, depois de lançar Minhas duas estrelas.

IICS promove Programa de Jornalismo de Dados e Visualização

O Instituto Internacional de Ciências Sociais está com inscrições abertas para seu recém-lançado Programa de Jornalismo de Dados e Visualização. De curta duração, o curso reunirá profissionais em busca de especialização nos processos de captação de informações pela internet e análise de dados. Com coordenação de Sérgio Lüdtke, o programa contará com aulas de profissionais como Alberto Cairo (Universidade de Miami), Marcelo Soares (Folha de S.Paulo), Florencia Coelho (La Nación) e Fábio Malini (Universidade Federal do Espírito Santo), entre outros. Dentre os temas abordados estão A importância do texto, do jornalismo e da narrativa em visualização, Introdução ao Jornalismo de Dados, Técnicas e ferramentas para extração e análise de dados e Noções de Estatística para jornalistas. O curso acontece nos dias 4 e 5/11 e 16 e 17/12. Mais informações e inscrições pelo www.iics.edu.br ou 11-3177-8396.

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