Veja o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de Distrito Federal, Minas Gerais e Ceará: Distrito Federal Marina Mota deixou a equipe do Sindifisco mas segue trabalhando na CNT, onde acumulava o cargo. No lugar dela entrou o repórter Ricardo Moreira. Minas Gerais Denise Mota, ex-jornal Tudo, já está de trabalho novo. Passou a cobrir eleições em O Tempo. Ceará As repórteres Clarissa Capistrano e Joanna Cruz estão agora na NordesTV (SBT no Ceará).
Ex-Bloch recebem parte dos direitos trabalhistas
A Justiça liberou mais uma parcela da correção monetária a que têm direito os ex-empregados da Editora Bloch, habilitados como principais credores da massa falida. A determinação partiu da juíza titular da 5ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, Maria da Penha Nobre Mauro. “Contamos muito com a eficiência e dedicação da juíza e do Ministério Público”, diz José Carlos Jesus, representante da Comissão dos Ex-empregados da Bloch Editores (Ceebe). E prossegue: “Essa é uma conquista, pois temos no Brasil vários indicativos de que a coisa não anda, veja o Jornal do Brasil, a Última Hora. Muitos ficaram pelo meio do caminho; nós, não”. Trata-se do terceiro rateio realizado, e será feito, como das vezes anteriores, por ordem alfabética até o mês de novembro. Neste primeiro momento, serão atendidos aqueles cujos nomes começam com as letras de A a D. A Ceebe emitiu um comunicado, na última 6ª feira (10/10), convocando os credores e orientando o recebimento: – Comparecer de imediato a uma agência do Banco do Brasil, munidos de CPF e carteira de identidade. – Ali, informar claramente que foram para “receber um mandado de pagamento da Massa Falida de Bloch Editores”. – Se houver alguma dificuldade, ir ao 4º andar do Fórum, na av . Erasmo Braga, 115, no Centro do Rio, e dirigir-se à agência local do Banco do Brasil, que faz a coordenação geral da operação. O grupo marcou uma assembleia para o próximo dia 31 de outubro. “Ainda temos muito o que correr atrás, coisas que dependem da Justiça, de modo geral. Não da Justiça do Trabalho, porque ali praticamente tudo foi resolvido. Restam, no máximo, uns dez processos, entre quase 2.500. Mas há outras questões”, informa José Carlos. A empresa faliu em agosto do ano 2000. A Massa Falida aguarda atualmente, em Brasília, o julgamento de um recurso contra a decisão da Justiça sobre as obras de arte que deveriam ir a leilão. E é preciso acelerar esse processo. As obras estão armazenadas em um local a que ninguém pode ter acesso sem autorização judicial e, até hoje, a Massa Falida já teve uma despesa de R$ 2 milhões com a guarda, conservação e seguro, apenas para manter o valor de mercado de um material como esse. Outra pendência é o prédio onde funcionavam os escritórios da Bloch Editores e os estúdios da TV Manchete em São Paulo, no bairro do Limão, na Casa Verde, e que ainda não foi leiloado. Atenção, interessados, para a convocação do dia 31 de outubro.
Crise na fronteira da Síria com a Turquia é tema de especial no SBT
O Jornal da Semana, apresentado por Joyce Ribeiro, exibirá neste domingo (12/10), às 5h45, uma grande reportagem especial.
O repórter Sergio Utsch passou uma semana na fronteira da Síria com a Turquia apurando detalhes sobre a grave crise humanitária que assola a região. Yula Rocha também participa da reportagem mostrando os esforços das Nações Unidas para conter essa guerra.
O especial, que vai ao ar no Dia das Crianças, mostra o lado cruel da vida dos pequeninos da região. Ao todo, mais de 11 mil crianças foram mortas e cerca de um milhão vivem refugiadas.
IstoÉ premia empresas que adotam capitalismo consciente
A Editora Três, por meio da IstoÉ, reconhecerá e homenageará corporações que impulsionam o novo modelo de desenvolvimento, baseado no capitalismo consciente A entrega do prêmio IstoÉ As empresas + conscientes será no próximo dia 23/10, no Espaço Rosa Rosarum, em São Paulo (SP). Dezenove companhias de pequeno, médio e grande portes serão reconhecidas pela sua forma de fazer negócios no Brasil. A premiação abrange melhor pontuação geral; melhor pontuação nas categorias Pequena (receita bruta de até R$ 16 milhões), Média (até R$ 300 milhões) e Grande (acima de R$ 300 milhões); e melhores empresas nas três categorias, em cada uma das cinco dimensões de avaliação (Governança, Modelo de negócios de impacto, Recursos Humanos, Relacionamento com a comunidade e Meio ambiente). “A IstoÉ é uma revista que se envolve com o País. Informa, investiga e estimula a reflexão das pessoas para a construção de um Brasil e mundo melhores”, disse em nota Carlos José Marques, diretor Editorial da Editora Três. As concorrentes começaram a ser avaliadas em junho, por meio da metodologia do B Lab, organização norte-americana criada para certificar corporações alinhadas ao lema “não ser apenas as melhores do mundo, mas as melhores para o mundo”. Os questionários abordaram as cinco dimensões e as respostas geraram pontuação que deu origem ao ranking. A pontuação obtida foi analisada pelo Conselho Consultivo do Prêmio, composto por especialistas com experiência nos temas e nesse tipo de avaliação, levando em conta a média histórica global das mais de mil empresas que já responderam ao questionário. Uma reportagem especial detalhando o estudo será apresentada no evento e chegará às bancas juntamente com a IstoÉ em 25 de outubro. Profissionais interessados em cobrir o evento devem enviar as solicitações pelo http://goo.gl/forms/mmIRQnDsxC.
Jornalismo de dados: Alexander Howard virá ao Brasil para série de eventos
A Abraji, em parceria com o Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo, traz ao Brasil neste mês de outubro o repórter e editor norte-americano especializado em jornalismo de dados Alexander Howard. Ele participará de uma série de cursos e palestras nas cidades de Recife, onde encerrará em 18/10 o 4º Seminário Regional de Jornalismo Investigativo; Florianópolis, para participar no dia 20 da palestra A arte e a ciência do jornalismo guiado por dados; e São Paulo, onde no dia 21 será um dos palestrantes da segunda edição do evento Quem mexeu no meu Jornalismo de dados, na Cásper Líbero. Neste último, participará com Howard o capixaba Fabio Malini. O objetivo do encontro é expor em formato de bate-papo os avanços recentes na área, bem como as implicações da prevalência do jornalismo de dados tanto para o profissional jornalista quanto para o conteúdo publicado e o público leitor. Gratuito, será das 9h às 12h, no Teatro Cásper Líbero (av. Paulista, 900). Inscrições pelo site da instituição.
Câmara analisa projeto sobre retratação nos meios de comunicação
A Câmara dos Deputados analisa o projeto 7175/14, que determina a retratação por calúnia e difamação nos mesmos meios de comunicação nos quais a ofensa foi praticada. Para o autor da proposta, deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), “desconstruir as repercussões negativas divulgadas é uma tarefa árdua àquele que sofreu o dano”. Na opinião do parlamentar, é necessário um tratamento diferenciado para assegurar à vítima da ofensa a efetiva reparação do dano causado. Atualmente, o Código Penal define que o acusado ficará livre de pena se houver retratação da calúnia ou da difamação antes da sentença, mas não estabelece nenhuma exigência ou mecanismo para isso. O PL, que tramita em regime de prioridade, será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois segue para o Plenário.
Mais depoimentos de admirados e votantes
Mais depoimentos de homenageados e votantes Seguimos com a repercussão do resultado da pesquisa inédita, pareceria de Jornalistas&Cia e Maxpress, feita com executivos de Comunicação Corporativa de todo o Brasil, que apontou, entre os mais de 55 mil profissionais em atividade, Os cem mais admirados jornalistas brasileiros. Reproduzimos a seguir novas declarações de homenageados e votantes: Admirados 56º) Bárbara Gancia – “Devo ter recebido um ou dois prêmios na vida, máximo. Um deles, de que me lembro, foi um Prêmio Abril na categoria Beleza, por ter colaborado com a equipe da Lenita Assef (na revista Elle) em uma edição especial sobre maquiagem – óbvio que fui obrigada a integrar a equipe por não ter mais ninguém na Redação para fazer o trabalho. Um típico caso de ‘Entrei de gaiata no navio’. Nunca me inscrevi, não acredito em premiações que funcionam partindo dessa premissa e tampouco das que são votadas pela internet, do tipo que o concorrente está livre para pedir votos ao seu público. No ano passado, fui bastante pressionada por leitores, internautas, ouvintes e assinantes da Globosat que queriam a todo custo que eu convidasse o pessoal a votar em meu nome pelo twitter e facebook na premiação da revista da NET, Monet, que estava elegendo a ‘melhor apresentadora de TV’ e havia colocado o meu nome para concorrer contra a Palmirinha. Não me prestaria a um papel cabotino desses nem que todas as vacas da Holanda tossissem na minha fuça. Que mérito poderia ter uma conquista dessas? Isso não quer dizer que eu não tenha vaidade. Como todo bom jornalista, possuo o ego de pavão argentino, vai daqui até as Malvinas. Mas mesmo se assim não fosse, este presente que vocês me dão agora é uma realização pessoal inenarrável, como diria minha colega de Alta Frequência, na Bandnews FM, Neli Pereira. Saber que esse aval pelo meu trabalho, que muitos nem ‘trabalho’ consideram, foi determinado por uma pesquisa conduzida por profissionais da melhor reputação e teve a participação de mais dois mil executivos, foi refeita em outra instância utilizando os métodos mais precisos disponíveis, e que depois disso tudo, eles concluíram que estou entre os cem jornalistas mais admirados do País (mas longe de ser um das 100 mais bem pagas, que fique claro), que tenho o respeito do público exatamente pelos motivos que eu me bato e me esfolo e tomo cada sopapo que só Deus sabe a cada dia, bem, esse é o melhor prêmio que um jornalista poderia receber. Muito obrigada aos envolvidos, pela seriedade e pela idoneidade.” 73º) Geneton Moraes Neto – “Vou ser cem por cento sincero: minha relação com o Jornalismo é acidentada. Sempre foi. E digo: ainda bem. Faz poucos dias, fui chamado para um encontro com estudantes de Jornalismo. Uma alma ingênua achou que eu poderia dizer algo de útil aos recrutas. Dei um conselho a eles: em nome de Nossa Senhora do Perpétuo Espanto, nossa Padroeira, façam um favor: vivam em crise permanente! Jamais se deem por satisfeitos – nem com vocês mesmos nem com o Jornalismo. ‘Brinquei’: disse a eles que iria fazer, ali, uma ‘confissão’ pessoal que poderia, até, soar ridícula, eu sei, mas, como se dizia antigamente, era ‘rigorosamente verdadeira’. Aos cinquenta e oito anos de idade e, portanto, já um quase-dinossauro, eu estava em crise e em dúvida sobre a escolha profissional! São dúvidas esperáveis e compreensíveis num adolescente recém-admitido na universidade, mas… num pré-dinossauro que caminha com sapatos já gastos e empoeirados? ‘Sim! Por que não?’, responde e pergunta, em voz baixa, meu combalido demônio-da-guarda. Tentei, então, dizer a eles: vivam em crise, cultivem dúvidas devastadoras, declarem-se em estado de prontidão permanente, rebelem-se, rebelem-se, rebelem-se, nem que seja intimamente, contra a mesmice, contra os burocratas da profissão, contra os derrubadores seriais de matérias, contra os que fazem jornalismo para jornalistas – e não para o público –, contra as entrevistas congratulatórias, contra a vaidade tola, contra o tédio profissional, contra a patrulhagem ideológica, contra a empáfia risível, contra o carreirismo, contra a acomodação. Tentem acreditar que o jornalismo pode ser, sim, vívido, interessante, revelador – não o monstro chato e cinzento que exibe suas garras com tanta frequência. Se tenho tantas e tantas e tantas dúvidas, fiquei total, completa e sinceramente surpreendido ao ver meu nome lembrado na lista dos ‘cem jornalistas mais admirados’. Não é falsa modéstia (um praga, aliás): é surpresa – de verdade. O que é que o quase-dinossauro pode dizer, então, além de um sincero obrigado?”80º) Patrícia Poeta – “Fiquei feliz de ver meu nome na lista. Principalmente porque soube que ela foi feita com base em indicações dos profissionais que atuam com comunicação corporativa – os colegas de assessoria de imprensa e departamentos de comunicação. Neste momento da minha carreira, em que decidi enfrentar novos desafios e trilhar novos caminhos, é encorajador ter o reconhecimento de colegas de profissão. Muito obrigada.” 85º) Pedro Bial – “É uma grande honra figurar nesse time. Muito obrigado de coração a todos que reconheceram o trabalho feito com total entrega e dedicação.” Votantes “Foi surpresa ver que a lista de destaques dos profissionais de comunicação seguiu o que se esperaria de uma lista feita pelo público em geral, coincidindo prestígio com exposição. Nesse aspecto, fizeram falta na lista centenária nomes do jornalismo político e econômico de veículos impressos. Mas houve também a feliz lembrança de ícones que estão fora das principais vitrines da mídia, como José Hamilton Ribeiro e Audálio Dantas. Para as próximas edições, sugiro aumentar a lista de votos de cinco para dez nomes. Aliviaria um pouco a nossa consciência.” – José Ramos “Com tanto descaso com essa profissão, acho a iniciativa louvável!” – Myrian Vallone
Memórias da redação ? Mao e o papa
Volta a colaborar com este espaço Sandro Villar ([email protected]), correspondente do Estadão em Presidente Prudente (SP). Mao e o papa Depois de pensar mais que o doutor Silvana, o cientista maluco que perseguia o Capitão Marvel, cheguei à conclusão de que não há Mao Tsé-tung que sempre dure nem Ben Stiller que não se acabe. Pois é, como ainda está inteiraço e gozando de boa saúde, o comediante Ben Stiller não vai acabar tão cedo. Espero que ele escute o Parabéns a você pelo menos mais 50 vezes. E que filme mais algumas sequências de Entrando numa fria. Quanto ao camarada Mao, que não foi um mal necessário aos chineses, ele durou até o dia 9 de setembro de 1976, data em que bateu as botas e outros calçados. Como é de praxe, as rádios deram a notícia da morte de Mao em edição extraordinária e, certamente, as televisões fizeram o mesmo. E não é que na Rádio Tupi de São Paulo o apresentador Barros de Alencar proibiu de imediato que o locutor noticiarista Ciro César, de saudosa memória, desse a notícia? “Notícia aqui não”, reagiu o apresentador. Assim como foi difícil convencer uma famosa jornalista da Globo a dar a notícia da morte do compositor Lupicínio Rodrigues, também foi uma luta persuadir (persuadir é bom) o apresentador da Tupi de que o líder chinês era importante e, portanto, a notícia de sua morte merecia uma edição extraordinária. Quando Ciro César entrou no estúdio com a notícia redigida, Barros de Alencar tocava mais uma musiquinha açucarada em seu programa Só sucessos, talvez o mais ouvido da Tupi naquela época. Ele não interrompeu a música, como seria óbvio, para o locutor transmitir a notícia, o que só foi permitido depois da execução do disco. Isso depois de muita ponderação e saliva gasta. “Logo o Barros, que era um baita comunista?”, brincou um apresentador ao saber do episódio. E em 1963, pouco antes do papa João XXIII morrer, a então chamada imprensa escrita, falada e televisada – hoje mídia, para os íntimos – já mantinha na gaveta o obituário do grande Sumo Pontífice, celebrado como o maior papa de todos os tempos. Sua partida deste mundo louco era esperada a qualquer momento e, nesse caso, as rádios dariam a notícia em edição extraordinária. Foi nessa espera que algumas emissoras cometeram talvez uma das maiores “barrigas” da história do jornalismo. Uma agência internacional noticiou que o papa havia morrido. Se uma agência de prestígio deu a informação, por que não se apressar em dar a notícia? Pois foi o que fez a Rádio Bandeirantes, que à época ficava na rua Paula Souza, no centro de São Paulo. Depois de ler o telegrama da agência, o então diretor de Jornalismo, o grande e saudoso Alexandre Kadunc, não teve dúvidas e, rápido no gatilho, ordenou ao locutor Lourival Pacheco que transmitisse a notícia imediatamente. Afinal, não era qualquer um, era o papa. Pachecão, como Lourival era conhecido e hoje mora no Céu, cumpriu o seu dever. Mas logo depois veio o desmentido. A notícia da morte do papa era inverídica. João XXIII continuava vivinho da Silva. Ou não tão vivinho assim. O que fazer? Kadunc pediu ao locutor para voltar ao estúdio a fim de informar aos ouvintes de que a notícia era falsa. Assim que o operador de som abriu o microfone, Lourival, de improviso, foi curto e grosso: “Infelizmente, o papa não morreu”. Dizem que o Kadunc ficou uma onça e outros felinos. Dizem também que o locutor foi demitido, mas logo depois voltou a trabalhar na Rádio Bandeirantes, por ser bom profissional e amigo de todos, incluindo o autor destes dois “causos” radiofônicos.
Globo Rural não será mais diário
O programa Globo Rural não será mais diário. Em seu lugar, na faixa das 5h da manhã, de 2a a 6a.feira, um novo telejornal será veiculado nacionalmente. O novo programa deverá trazer as principais notícias do dia anterior e da madrugada no Brasil e no mundo , além de cotações agrícolas. A mesma equipe do Globo Rural será responsável pela produção do novo noticiário, cujo nome ainda não foi revelado. As informações são do Meio&Mensagem.
Mudanças no Bate Bola da ESPN
A partir da próxima 2a.feira (13/10), a segunda edição do vespertino Bate Bola, da ESPN, terá dois apresentadores. Bruno Vicari e Marcela Rafael. Vicari (ex-Jovem Pan), que assinou com a ESPN em setembro, concilia o novo posto com apresentação e comentários sobre Esporte no SBT. Marcela, prata da casa, deixa de vez a reportagem de rua para ficar responsável pelas interações nas redes sociais durante o programa. Com eles, também estarão os comentaristas Mauro Cézar, Leonardo Bertozzi e Alexandre Oliveira. João Carlos Albuquerque, até então apresentador do programa, passa a ancorar a terceira edição, às 19h, ao lado dos comentaristas Paulo Vinícius Coelho, Paulo Calçade e Juan Pablo Sorín. Willian Tavares segue na apresentação da primeira edição do BB, com comentários de Zé Elias e Gustavo Hofman. A emissora anuncia ainda a chega do apresentador Rafael Ribeiro, mas ainda não divulgou ele será alocado.







