Cerca de um ano e meio após sua saída da Record, Ana Paula Padrão está de volta à tevê para assumir o comando da versão brasileira do MasterChef, show de talentos que estreia nesta 3a.feira (2/9) na Band, às 22h45. O concurso, com 17 episódios, tem como objetivo transformar um cozinheiro amador em chef profissional. Os candidatos terão seus pratos julgados pelos chefs Erick Jacquin (La Brasserie), Henrique Fogaça (Sal Gastronomia) e Paola Carosella (Arturito). O vencedor receberá R$ 150 mil, um carro e um curso de três meses na Le Cordon Bleu, em Paris. Ana Paula, que havia se afastado da tevê para cuidar de suas empresas, a produtora Touareg e o portal Tempo de Mulher, contou em entrevista ao Portal dos Jornalistas o que a motivou a voltar à telinha, os desafios de comandar um programa com formato diferente do habitual e sua nova rotina, entre outras coisas. Portal dos Jornalistas – Quais os desafios de estar à frente, pela primeira vez, de um programa que não é jornalístico? Ana Paula Padrão – O maior desafio que tenho encontrado é a rotina intensa. Eu não imaginava que fosse assim. Começamos as gravações no final de julho, e desde então gravamos 12 horas por dia, 7 dias por semana. O programa, apesar de não ser um reality, já que não há confinamento, precisa ter uma continuidade que não permite grande intervalo entre as gravações. Fazer esse tipo de formato é muito mais difícil do que eu imaginava, é preciso ter uma equipe muito grande, com funções bem distribuídas, estar sempre atento a tudo, porque não há como voltar e gravar de novo. É como estar ao vivo o tempo inteiro. Começamos a gravar às 7h e só paramos as 19h. Portal dos Jornalistas – O que a motivou a voltar para a tevê aberta depois de um ano e meio fora? Ana Paula Padrão – Quando me fizeram a proposta tomei um susto, não tinha a menor ideia do que era o programa, e pensei: Eu? Cozinha? Mas depois vi o formato e percebi uma boa oportunidade de fazer algo fora do jornalismo, diferente, mas sem fugir completamente do que já sei fazer. Nunca me imaginei fazendo um programa de entretenimento, porque não acreditava que teria uma passagem tranquila, já que a carga de credibilidade e responsabilidade sobre uma pessoa que sempre esteve ligada ao jornalismo é muito alta, e é algo que não posso perder, não posso frustrar quem me acompanha. Mas o Master é um formato inocente, não tem apelo sexual, não é um programa exibicionista, é um concurso de cozinheiros amadores. E lá eu sou uma espécie de cronista, apresento os participantes, o que não deixa de ser um trabalho de repórter, e também dou as regras do jogo. É uma experiência nova, mas que se encaixou comigo, lá eu posso ser exatamente quem eu sou, mais divertida, mais alegre. Portal dos Jornalistas – Com a rotina intensa de gravações, como ficou sua agenda? Como tem conciliado com o Tempo de Mulher e a Touareg? Ana Paula Padrão – Na verdade não tenho uma agenda. Minha agenda é gravar o programa, porque com tantas horas de gravações quando saio de lá só consigo pensar em ir para a minha casa. Nesse momento não dá para me dedicar a outras atividades, nem mesmo para sair muito. É claro que em meus intervalos eu ligo para as empresas, tento dar uma acompanhada, mas nesse um ano e meio em que estive dedicada a elas deixei tudo muito bem organizado para que funcionasse mesmo nesse afastamento temporário, e tenho pessoas muito competentes trabalhando comigo. Antes de aceitar o convite conversei nas empresas, expliquei que estaria meio ausente nesse período, e deixamos tudo bem alinhado. Apesar do ritmo ser cansativo, estou adorando fazer esse programa. A equipe já está acostumada a isso, então trabalham bem-humorados, o clima é leve, não é maçante. O esgotamento físico é normal pela carga horária, mas estou realizada, feliz. Portal dos Jornalistas – Após o término do programa, continuará na Band ou pretende retomar as atividades nas suas empresas? Ana Paula Padrão – O meu contrato com a Band é de um ano. Nós começamos a nos relacionar por esse produto específico, mas não estou fechada a outros convites. Só que ainda não chegamos a conversar sobre o que será feito depois, ainda não temos nada claro. Por causa das gravações, nem para isso tenho tido tempo. Mas vamos ver o que surge quando o programa terminar. Portal dos Jornalistas – Estão com algum projeto novo no Tempo de Mulher? Ana Paula Padrão – Sim, estreamos em nesta 2ª.feira (1º/9) o Escola de Você, um projeto com 60 aulas, em formato de vídeo, veiculadas diariamente, cada uma com 5 a 6 minutos. Em linguagem simples, são aulas para ensinar as mulheres a trabalhar suas autoestima, autoconfiança e assim melhorar em qualidade de vida, área profissional e familiar. Ao fim dos três meses de aulas, cada inscrita ganha um certificado de Curso de Extensão concedido pela Universidade de Brasília, parceira no projeto. Para se inscrever no curso é muito simples, basta se cadastrar no http://www.escoladevoce.com.br.
Vaivém das Redações!
Veja o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia: São Paulo Thiago Medaglia ([email protected]) deixou a Editora Horizonte em que estava há quase um ano. Lá, como diretor Editorial, coordenava a revista Horizonte Geográfico, livros de arte e projetos educacionais. Antes, ficou três anos na revista National Geographic como editor assistente. Mariana Ghirello (ex-Consultor Jurídico, Terra e DCI) começou na reportagem da revista Advogados Mercado & Negócios, sob a direção de Marina Diana (colunista do iG desde 2009) e Sheila Wada. Mariana vai exercer a mesma função na revista Concursos Jurídicos, também chefiada por Marina, que deve ser lançada em meados de outubro. Rio de Janeiro Suzana Blass ([email protected]) tem a coluna Gastronomia & Etc no caderno Niterói de O Dia. Publicando matérias sobre o tema desde o final de maio, quando o suplemento começou a circular, o formato evoluiu para a coluna semanal. Suzana visita restaurantes, delicatessen, charcuteries, em busca de novidades do outro lado da ponte. Ela comenta: “Niterói está vivendo um momento muito bom nessa área. A Universidade Estácio de Sá abriu um dos primeiros cursos de gastronomia na cidade, e muita gente com quem eu tenho conversado é oriunda daí – os pais ajudam, e os formados montam um estabelecimento. Fora os outros que estão surgindo. Antes da Lei Seca, a gastronomia se concentrava em São Francisco. Depois, apareceram outros polos nos bairros: Jardim Icaraí, Pendotiba, Piratininga. Niterói está crescendo muito, com a instalação do Comperj, complexo petroquímico da Petrobras em Itaboraí, área que abrange também Maricá. Isso está movimentando a economia da cidade, vem muita gente do Brasil inteiro para trabalhar, não só em petróleo e gás, mas também na construção. Há uma estimativa de que restaurantes e afins respondam hoje por 30% das atividades econômicas da cidade”. O editor do caderno, Daniel Pereira, começou há pouco uma coluna na pág. 2. Minas Gerais Elias Santos, apresentador do Caleidoscópio na TV Horizonte, aceitou convite para atuar como âncora do programa de rádio do candidato ao Governo de MG Fernando Pimentel. Com isso, licenciou-se da TV Horizonte. Até o final do ano, Simone Moreira o substituirá no programa. Pautas devem ser encaminhadas para [email protected]. Eloara Bahia ([email protected]) deixou o Diário do Comércio e ainda não definiu os próximos passos profissionais. Foi substituída por Letícia Villas (leticiavillas@diariodocomércio.com.br). Erardo Lázaro, que atuava na Rádio Inconfidência, passou a comentarista do noticiário factual na Expresso Rádio, de 2ª a 6.feira, às 21h30. Seus comentários podem ser ouvidos no www.expresoradio.com.br. O jornal Pela Ordem, da OAB-MG, tem novos profissionais: Ricardo Guimarães assume a Assessoria de Comunicação; Alessandra Garcia, Ariane Queiroz e Pollyanna Bicalho reforçam a equipe de jornalistas. E-mails formados por [email protected]). Roberta Zampetti, apresentadora do Brasil das Gerais na Rede Minas, está de férias até o final de setembro. Nesse período, serão exibidos programas inéditos gravados com antecedência. Bahia Depois de seis anos em A Tarde, Donaldson Gomes deixa o jornal para ser editor adjunto de Economia no Correio. Em A Tarde, ele trabalhou na reportagem e também foi responsável pela coluna Tendências e Negócios, publicada aos domingos no caderno Empregos. Donaldson também já passou por Tribuna da Bahia e assessoria da Prefeitura de Salvador. Quem assina a coluna agora é o editor de Economia Geraldo Bastos ([email protected]). Priscila Chammas Daú deixou a Economia do Correio e começou como assessora de Comunicação e Imprensa da Oi para Bahia e Sergipe. Marlene Lima também foi para a operadora como analista na área de Comunicação Interna e Eventos, após ter deixado a Penha Papéis.
PC Guimarães leva para livro o Jogo do Senta, entre Botafogo e Flamengo
Paulo Cezar Guimarães, o PC, lança Jogo do Senta: a verdadeira origem do chororô, seu primeiro livro sobre o futebol. O autor retoma um episódio do Campeonato Carioca ocorrido há 70 anos: em um clássico pela disputa entre Botafogo e Flamengo, quando o Botafogo fez seu quinto gol na partida, o time do Flamengo sentou-se no gramado para protestar e pressionar o árbitro para que anulasse o gol. Decidido a desmentir quem achava que esse jogo nunca existiu, era apenas folclore, PC encarou o desafio de produzir um livro sério sobre um caso jocoso. Mergulhou em jornais da época, entrevistou os dois lados, recuperou imagens, descobriu até testemunhas oculares. O prefácio é do botafoguense Roberto Porto, comentando a rivalidade que atravessa gerações. Para dar voz ao outro lado, o posfácio é do rubro-negro Marcos Eduardo Neves, biógrafo de Heleno de Freitas, que elogia a preservação da memória. A orelha, trazendo humor, como se espera, é de Maurício Menezes. O lançamento oficial será dia 9/9, às 19h, na sede do Botafogo F.R. (rua Venceslau Brás, 72), no Rio. Mas há outros eventos programados: em 11/9, às 19h, haverá debate entre o autor e Roberto Assaf sobre o jogo que ficou famoso, na biblioteca da Faculdade Hélio Alonso-Facha (rua Muniz Barreto, 51, também em Botafogo); e em 18/10, o encontro Botafogo sem fronteiras, em Macaé, Estado do Rio. O livro está à venda no site da editora Livros de Futebol (www.livrosdefutebol.com), e PC pode ser contatado [email protected].
Memórias da redação ? Jornalista não pode desligar
A história desta semana é de Almyr Gajardoni ([email protected]), profissional que em mais de 50 anos de atividade atuou, entre outros, em Folha de S.Paulo, Correio da Manhã, Veja, Jornal do Brasil, IstoÉ, Superinteressante, revista da Fiesp e suplemento D.O. Leitura, do Diário Oficial do Estado de São Paulo. É também escritor. Jornalista não pode desligar Vou contar aqui o que me aconteceu em duas viagens ao exterior (coisa antiga), para deixar bem marcado para vocês um mandamento de nossa profissão que não pode ser negligenciado: jornalista nunca desliga. Você pode estar em férias, de licença para o casamento, preparando o enterro de sua mãe. Não importa, alguma coisa aconteceu, você tem de estar lá, caneta e papel na mão para anotar, câmera fotográfica ou de filmar em punho para ilustrar, sem direito a desculpas por um trabalho mal feito. Em 1968, eu estava na sucursal da Folha de S.Paulo em Brasília, encarregado da cobertura do Congresso Nacional. Havia uma entidade chamada Liga Parlamentar Internacional que periodicamente reunia, em algum lugar do mundo, representantes dos parlamentos nacionais para uma conversa fiada que nunca levava a nada. Naquele ano fui selecionado, entre todos os jornalistas credenciados no Congresso, para acompanhar a delegação brasileira. A reunião seria em Dacar, capital do Senegal, na África. Tinha uma passagem de primeira classe, viajei na segunda classe e assim pude encompridar a viagem para ir conhecer a Europa, principalmente a Itália, terra de meus quatro avós. Desembarquei em Roma, ali fiquei uns dez dias, deslumbrei-me com o teto da Capela Sistina, a biblioteca do Vaticano, a então famosíssima Via Veneto. Peguei um trem para o norte, desembarquei em Florença, e aí, sim, foi um deslumbramento que carrego pelo resto da vida, mas não vem ao caso falar dele aqui. Naturalmente segui viagem até Veneza, logo ali adiante, onde fiquei três dias igualmente deslumbrantes e peguei um trem noturno que me deixaria em Paris, na manhã seguinte. Paris, ao contrário de Roma, estava uma chatice: chuva sem parar, frio, preços altos, carros da polícia e dos bombeiros correndo para todos os lados, com as sirenas berrando, pilhas de paralelepípedos arrancados das ruas, jovens correndo de um lado para o outro. Fiquei num hotel próximo ao Arco do Triunfo e já matei, de saída, um dos tantos cartões postais da cidade. Passei rapidamente pelos outros, fiquei um dia inteiro andando pelo Louvre, fiquei bem meia hora olhando a Mona Lisa e decidi: não tinha paciência para aguentar aquele bagunça, os ônibus mudavam de trajeto, não se conseguia táxi em lugar nenhum. Comprava jornais para saber se havia alguma notícia do Brasil, não me importei com o que escreviam sobre aqueles acontecimentos na cidade, que ignorei olimpicamente. Segui para Nova York, etapa final da viagem, onde pretendia apenas comprar duas lentes grande angular e uma teleobjetiva para minha câmera fotográfica. E, assim, nas duas noites que ali passei, pude assistir, na televisão do quarto do hotel, o amplo noticiário sobre a grande revolução de hábitos e costumes que abalava Paris, de onde eu tinha fugido, e logo abalaria o mundo todo com suas palavras de ordem inovadoras – “é proibido proibir”, “a imaginação ao poder” e coisas do gênero. Se não tivesse fugido do frio, teria feito, com certeza, a matéria da minha vida, antes que aquilo começasse a interessar aos nossos jornais e revistas e aos estudantes aqui no Brasil. – x – Em 1976, era editor de Política da Veja. O ditador do período, Ernesto Geisel, visitaria o Japão, país interessadíssimo em estreitar seus laços conosco para ampliar seu mercado internacional (o Brasil tinha o mesmo interesse) e a embaixada japonesa convidou vários jornais de São Paulo, Rio, Manaus, Belém, Pernambuco, Rio Grande do Sul, e a Veja para uma visita prévia ao país. A tarefa ficou comigo e para lá segui, um mês antes de Geisel. Haveria um programa oficial para a estada dos jornalistas convidados, que terminaria dez dias antes da chegada do presidente brasileiro. Todos os outros jornalistas da comitiva voltaram para o Brasil, ao fim do nosso programa, só eu fiquei esperando a chegada de Geisel. Nesse curto espaço de tempo aconteceram dois fatos notáveis. No dia 9 de setembro morreu ali pertinho o lendário Mao Tsé Tung, líder da revolução comunista da China e naquele momento ainda governante do país. Dois dias depois, um piloto russo (vamos lembrar que Rússia, ainda comunista, e Estados Unidos, estavam no auge da Guerra Fria) simplesmente aterrissou num aeroporto secundário do Japão com o seu MIG-25, um poderoso avião de caça, novinho em folha, ainda desconhecido no Ocidente, e pediu asilo aos Estados Unidos. Cheguei a sonhar em ir para a China, consegui localizar um jornalista brasileiro que lá vivia, mas ele me desiludiu: para ir àquele país nos tempos normais, não bastava ir a uma embaixada e solicitar um visto de entrada, como se faz em todo mundo: era preciso obter um convite oficial do governo chinês. Naquele momento conturbado, naturalmente, nem pensar. Consegui enviar para Veja montes de informações sobre os dois acontecimentos que arranquei de jornais japoneses escritos em inglês, noticiário da televisão também em inglês e assim abasteci a editoria de Internacional aqui em São Paulo. Alguns dias depois, Geisel desembarcou em Tóquio, acompanhei toda a sua movimentação, inclusive a viagem no Trem Bala até Quioto, a antiga e histórica capital do país, mais ao norte. Aí estava abastecendo a minha Editoria de Política. Pelo menos cinco vezes compareci com gigantescas pilhas de laudas datilografadas (computadores e internet ainda não haviam sido inventados) para enviar o material para São Paulo, via telex. E aí presenciei o que até hoje me parece um milagre. O operador falava bem o inglês, mas nada de português. Era fácil me entender com ele conversando. Mas quando lhe entregava o maço de papéis, ficava perplexo: ele punha a folhinha de lado, começava a bater no teclado com a naturalidade e facilidade que teria para escrever em japonês, sem jamais interromper o trabalho. Ele não entendia nenhuma palavra que estava escrevendo, assim, copiava letra por letra. A toda velocidade. Sem erros, conforme pude constatar no imenso rolo de papel que ele me entregava findo o trabalho.
Irã leva dois prêmios no Salão Internacional de Humor de Piracicaba
O 41º Salão Internacional de Humor de Piracicaba, no interior de São Paulo, anunciou em 23/8 a lista de seus vencedores, entre os quais estão dois iranianos: Afshin Nazari que ganhou na categoria Cartum e o Grande Prêmio Zélio de Ouro; e Ali Miraee, que venceu em Charge. Os brasileiros Robinson José da Silva, Raimundo Rucke, Rafael Limaverde e Moacir Knorr levaram a melhor respectivamente em Caricatura, Tiras/HQ, prêmio Saúde Unimed e prêmio Águas do Mirante. Da Ucrânia, Vladimir Kazanevsky venceu o prêmio temático Indignação, e o peruano Walter Alvarez Toscano ficou com o prêmio Câmara de Vereadores. O vencedor do prêmio júri popular Alceu Marozi Righetto será conhecido após votação pela internet. No total, foram distribuídos R$ 51.500 em dinheiro aos vencedores. Este ano, 576 artistas de 55 países enviaram 2.562 trabalhos para o Salão. Destes, 368 foram selecionados para a mostra principal, que permanece até 12 de outubro.
Abraji lança ferramenta que compila ações judiciais de remoção de conteúdo
A Abraji, em parceria com Folha de S.Paulo, Estadão, UOL, Zero Hora, Gazeta do Povo, Google, Ibope e Datafolha, lançou nesta 4ª.feira (27/8) Eleição Transparente, ferramenta que compila ações judiciais e mapeia quais são os partidos que mais entram com pedidos de remoção de conteúdo. O projeto, desenvolvido com o apoio do Google, também permite ao visitante do site filtrar os dados e visualizar os pedidos de censura por candidato, Estado ou empresas que foram alvo das notificações. A base de dados é alimentada diretamente pelos representantes legais das empresas parceiras, que se cadastram no site e preenchem um formulário com detalhes sobre a notificação judicial. Informações pelo [email protected] ou 11-3159-0344.
Xico Sá lança nesta 5ª.feira em São Paulo O livro das mulheres extraordinárias
Xico Sá lança nesta 5ª.feira (28/8) em São Paulo O livro das mulheres extraordinárias (Três Estrelas), das 18h30 às 21h30, na Livraria da Vila (rua Fradique Coutinho, 915). Na obra, por meio de perfis e crônicas, o comentarista do programa Saia Justa, do GNT, homenageia 127 mulheres brasileiras, entre elas Gisele Bündchen, Juliana Paes, Thais Araújo e Isis Valverde.
Revista Impactto (MG) amplia circulação e é destaque no Vetor Norte
Publicação completa quatro anos com projetos de expansão comercial e editorial Criado em 2010 por Ruan Carlos Moreira e Demétrius Alves, o Grupo Impactto de Comunicação se destaca como um dos principais canais de comunicação do Vetor Norte. Dentre seus produtos jornalísticos está a Revista Impactto, publicação bimestral, gratuita e com tiragem de 20 mil exemplares. Além da distribuição nas 13 cidades da região metropolitana que compõem o Vetor Norte, a Impactto passa a circular também em Belo Horizonte. Para Ruan Carlos, a criação de um veículo íntimo das questões ligadas às necessidades e características locais é uma das razões do sucesso: “Sabemos que a região está em franco crescimento. Vivemos um momento de expansão e relacionamento, estágio promissor para o desenvolvimento de novas ações. A Impactto vem com a proposta de oferecer ao leitor o que há de mais atual nos assuntos relacionados às rotinas do VN”. Os projetos de ampliação compreendem também a criação de anuários: “Até o fim de 2015, planejamos a publicação de especiais ligados aos segmentos de maior desenvolvimento da região, como a logística e o setor imobiliário. O objetivo é tornar a revista um dos cinco principais veículos do gênero da capital mineira. Para isso, estamos investindo em novos profissionais, mais experientes e que trazem para o Grupo a expertise do mercado”. Ruan se refere à contratação de Tetê Rios, profissional que passou pelas redações de O Globo, Estado de S.Paulo, Estado de Minas, Hoje em Dia e Jornal da Tarde.
Murillo Camarotto começa no Valor Econômico no DF
Murillo Camarotto chegou à sucursal do Valor Econômico em Brasília para a vaga deixada por André Borges, que seguiu para o Estadão em julho. Murilo, que trabalha na cobertura de Infraestrutura, era correspondente do jornal em Recife.






