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Klester Cavalcanti assume a Diretoria de Redação do Diário do Pará

Klester Cavalcanti

Convite para se transferir de São Paulo para Belém chega às vésperas do lançamento de seu quinto livro, A dama da liberdade Klester Cavalcanti assumiu na última 2ª.feira (15/6) a Diretoria de Redação do Diário do Pará, jornal com sede em Belém, fundado em 1982 pela família Barbalho e que está entre os maiores da região Norte.

No dia 23, no entanto, ele fará uma pausa em seu novo trabalho, regressando a São Paulo, para a noite de autógrafos de A dama da liberdade, seu quinto livro, na Livraria Saraiva do Shopping Eldorado, a partir das 19h30.

Nascido em Recife e formado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, Klester viveu e trabalhou em Belém entre 1998 e 2000, como correspondente da revista Veja para a Amazônia. Volta, 15 anos depois, indicado pela ex-chefe no Grupo Estado Cláudia Belfort e a convite do atual presidente da empresa Jader Filho, com a proposta de levar para o veículo a múltipla experiência adquirida nessas duas décadas, tanto na mídia impressa, entre jornais e revistas, quanto digital.

Vale lembrar que, depois de Belém, convidado pelo então editor Laurentino Gomes, Klester Cavalcanti transferiu-se para a Veja em São Paulo, iniciando um ciclo que o levaria, na sequência, pelas revistas Viagem e Turismo, Caminhos da Terra, VIP e Contigo, todas da Abril, chegando a editor-chefe nas duas últimas. Também passou pelo Grupo Estado entre 2010 e 2012, primeiro como editor de Cultura do Jornal da Tarde e editor da Revista JT e, depois, como coordenador do Portal do Estadão, ao lado de Luís Fernando Bovo.

Finalmente, foi editor-executivo da IstoÉ Gente. Jader Filho disse ao Portal dos Jornalistas que a contratação faz parte de um amplo pacote de mudanças para que o jornal se ajuste aos novos tempos: “Embora os impressos aqui ainda tenham relevância, grandes tiragens [o Diário circula com 32 a 35 mil exemplares durante a semana e 40 mil aos domingos] e publicidade, precisamos nos preparar para a transição, não podemos esperar a água bater no nariz. Para isso, estamos começando a tomar uma série de medidas, que ainda não posso divulgar. A vinda do Klester faz parte desse pacote.

Ele veio bem recomendado, tem um perfil que considero adequado, já viveu aqui e conhece a realidade local. Chega com a missão de oxigenar os nossos processos, trazer novas ideias e formar pessoal”. Ele afirmou não se preocupar com alguma eventual resistência pelo fato do novo diretor ser de fora do Estado: “Não podemos ficar isolados. Esse intercâmbio vai ser muito bom para nós. Além do mais, vou acompanhar bem de perto o processo. Ainda que eu seja presidente da empresa, gosto do ofício, estou sempre junto da Redação”.

Klester Cavalcanti vai comandar uma equipe que tem perto de 70 profissionais.

Imprensa escrita está entre as mais confiáveis instituições, diz estudo da FGV

O estudo IPCLBrasil (Índice de Percepção do Cumprimento da Lei), realizado pela Fundação Getúlio Vargas, apontou a imprensa escrita em quarto lugar entre as instituições mais confiáveis no Brasil. O estudo foi realizado no primeiro trimestre de 2015 e ouviu 1.650 pessoas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco, Amazonas e Distrito Federal. À frente da imprensa (45%), ficaram na lista as Forças Armadas (68%) e a Igreja Católica (57%); e ao lado dela, também com 45%, o Ministério Público. O IPCLBrasil é composto por dois subíndices: o de Percepção, cujos indicadores são legitimidade, instrumentalidade, controle social e moralidade; e o de Comportamento, que avalia a frequência com que os entrevistados disseram ter condutas que violam leis e regras sociais.

Jornalista turco preso denuncia falta de liberdade de imprensa no país

Hidayet Karaca, gerente geral de uma das principais redes de televisão da Turquia, preso durante o período de eleições em dezembro passado, manifestou-se recentemente, de dentro da prisão, sobre a liberdade de imprensa no país. Em carta, publicada em The Guardian, Le Monde e Frankfurter Allgemeine Zeitung, entre os outros, ele diz que é “vítima de uma caça às bruxas que tem sido lançada contra a imprensa livre, independente e crítica na Turquia, porque o governo cada vez mais autoritário não gosta de criticismo ou da exposição de crimes cometidos dentro dos órgãos governamentais”.

Hidayet foi detido sob a acusação de liderar um grupo terrorista. Junto com ele, outros 24 jornalistas e profissionais da mídia também foram levados, mas a maioria foi liberada rapidamente. Confira abaixo a íntegra da carta, que também está disponível em vídeo no site do The Guardian: Meu nome é Hidayet Karaca. Estou escrevendo esta carta em minha cela na prisão, tentando alcançar o mundo livre. Sou gerente geral de uma das principais redes nacionais de TV, chamada Samanyolu, que transmite 14 canais em turco, inglês, árabe e curdo, dezenas de estações de rádio e portais de notícias.

Sempre fomos fortes defensores e promotores dos direitos fundamentais, estado de direito e democracia e continuaremos a fazê-los em total concordância com as regras, regulamentos e leis. Sou vítima de uma caça às bruxas que tem sido lançada contra a imprensa livre, independente e crítica na Turquia, porque o governo cada vez mais autoritário não gosta de criticismo ou da exposição de crimes cometidos dentro dos órgãos governamentais.

Qualquer jornalista que descubra a roupa suja de altos funcionários do governo é imediatamente rotulado como traidor e sujeito a um assassinato de caráter, abuso, perseguição e até mesmo processos legais sob acusações falsas, sem nenhuma evidência. Está claro que o Presidente Recep Tayyip Erdogan e seus aliados no governo declararam guerra contra a mídia independente, tendo como pano de fundo as enormes investigações de corrupção que incriminaram altos funcionários do governo em 17 e 25 de dezembro de 2013.

Desde então, o governo recorreu a todos os tipos de táticas de intimidação para amordaçar a mídia e livrar-se do escândalo de corrupção. Primeiro, o governo tentou forçar a falência de nossa rede de transmissão, intimidando nossos anunciantes, o que teve certo impacto em nossas receitas. Depois, os órgãos reguladores, dominado por pessoas leais ao governo, ostensivamente, abusaram de seu poder ao impor penalidades financeiras em nossa rede e parar nossa programação, que cobre acontecimentos importantes.

Enquanto nós só tínhamos recebido uma ou duas multas do órgão regulador em 21 anos de história de transmissão até dezembro de 2013, desde então, começou a chover multas em nossa rede porque estávamos cobrindo os casos de corrupção. Ao todo, estamos enfrentando cerca de US$ 2 milhões em penalidades financeiras. Ao mesmo tempo, a repressão e pressão, em geral, passou de ruim a pior, resultando em buscas em casas e escritórios de jornalistas e detenção de adolescentes por, supostamente, insultarem o presidente.

O governo passou leis antidemocráticas por meio de um Parlamento conivente, subordinando o Judiciário ao Executivo e criando tribunais especiais para processar – ou melhor, perseguir – críticos e oponentes. Em 14 de dezembro de 2014, a polícia fez buscas em meios de comunicação e deteve dezenas de indivíduos, incluindo eu. O promotor, citando um episódio que foi ao ar cinco anos atrás como parte de uma série de TV que agora foi descontinuada, prendeu não somente a mim, mas também ao produtor, diretor e roteiristas da série, assim como um assistente que trabalhou apenas como estagiário em certo período.

Fomos acusados de “formar e liderar uma organização terrorista” com base naquele episódio, que apresentava a luta da Turquia contra grupos terroristas, incluindo a al-Qaeda. Toda a investigação, conforme a entendemos, baseia-se na queixa de um dos líderes de um grupo turco pró-al-Qaeda, alegando que o episódio de ficção manchava seu nome. Certamente, não é coincidência que fui julgado por um juiz que não escondia sua afeição e louvor pelo partido governante, que quer amordaçar a imprensa livre de qualquer jeito. Eu disse ao juiz que se roteiristas, atores, produtores, diretores e gerentes de meios de comunicação estivessem sendo processados sob leis antiterrorismo com base em uma novela, então aquele seriam um julgamento fraudulento e politicamente motivado.

A detenção de profissionais de mídia coincidiu com o aniversário das investigações de corrupção que o governo tentava varrer para debaixo do tapete. As buscas também tentaram distrair a atenção do público dos escândalos de corrupção. Eu sabia que a decisão sobre meu caso havia sido tomada antes mesmo de eu ter me apresentado diante do juiz para me defender. Pedi ao juiz que explicasse a qual organização terrorista eu, supostamente, pertencia e onde estavam as armas e munição da mesma. O juiz não conseguiu responder, mas prosseguiu de qualquer forma e me prendeu para aguardar julgamento. Faz quase um mês que perdi minha liberdade. (agora mais de 5 meses, maio de 2015) Quando confrontados com uma onda de condenação e criticismo na Turquia e no mundo sobre a detenção de jornalistas, líderes turcos descreveram a situação como parte de uma conspiração internacional.

Presidente Erdogan adotou, inclusive, uma posição hostil contra a União Europeia e disse aos líderes europeus que cuidassem de suas próprias vidas. Há uma pressão crescente sobre a mídia e, francamente, qualquer um que, simplesmente, exerça seu direito democrático de liberdade de expressão. O direito à diferença de opinião está seriamente ameaçado na Turquia. Jornalistas críticos foram demitidos de seus empregos por telefonemas de figuras políticas a donos de meios de comunicação. As manchetes da maioria dos jornais não são feitas em salas editoriais, mas em círculos políticos. Empresas que anunciam comerciais na mídia crítica e independente são ameaçadas pelo governo. Uma democracia Orwelliana está em funcionamento, já que o governo transformou a organização de inteligência em uma agência de investigação partidária que se ocupa em fichar cidadãos desavisados, invadindo suas vidas privadas.

Uma caça às bruxas à McCarthy foi lançada contra qualquer um que falhe em seguir a ideologia prevalecente do partido governante. Por isso, dezenas de milhares de funcionários públicos, muitos da polícia e judiciário, foram realocados, removidos e até mesmo expurgados sem qualquer benefício. Grupos cívicos que defendem a liberdade, democracia e direitos também são alvos dessa caça às bruxas. Meu nome é Hidayet Karaca. Faço este chamado da prisão. A liberdade de imprensa está ameaçada e a democracia foi suspensa na Turquia. O clima de medo tem um efeito estarrecedor em todos os grupos midiáticos que não estão alinhados com as políticas do governo e foram forçados ao silêncio. Apesar desse quadro completamente obscuro, nunca perdi minha fé na democracia. Sei que estou pagando o preço por defender aquilo que acredito.

Esse é o preço que, talvez, deva ser pago pela liberdade, autonomia, direitos e, acima de tudo, pela democracia. A mídia tem a responsabilidade de informar ao público sobre o que o governo está fazendo. Estou em paz com minha consciência, pois fiz o meu melhor parar servir ao interesse público em minha capacidade de profissional da mídia. Fiz o meu trabalho e continuarei fazendo-o enquanto puder. A carta foi assinada por Hidayet Karaca, Cela número 6, Bloco A5, Prisão Silivri, em janeiro de 2015.

A conta dos passaralhos: mais de mil demitidos em cerca de 50 redações

O projeto de jornalismo de dados Volt Data Lab publicou uma reportagem em que consolida A conta dos passaralhos, desde 2012. No trabalho conduzido por Sérgio Spagnuolo (editor de Volt), apurou-se que “em pouco mais de três anos (2012 a junho de 2015), foram contabilizadas pelo menos 1.084 demissões de jornalistas em cerca de 50 redações, incluindo as principais empresas de comunicação brasileiras, a grande maioria por cortes de custos”, diz trecho do texto. Os dados utilizados na pesquisa foram obtidos pela contagem do número de demissões a partir de informações dos sites especializados Portal dos Jornalistas, Portal Imprensa e Comunique-se.

Filho de Pablo Escobar debate com jornalistas em São Paulo

Ferréz, Dênis Russo Burgierman e Ricardo Anderáos participam nesta 4ª.feira (17/6) de debate com Juan Pablo Escobar, autor do livro Pablo Escobar, meu pai, sobre a intimidade da sua vida familiar ao lado do maior narcotraficante que a Colômbia já teve e que aponta detalhes pouco conhecidos a respeito das principais transações ilícitas realizadas por ele. O evento é uma parceria entre a editora Planeta do Brasil e o Instituto PDR, com apoio cultural de Humanitas360, Itaú Cultural, Instituto Cervantes e Livraria Cultura. Ele será no Itaú Cultural (av. Paulista, 149), a partir das 20 horas. A entrada é franca, com retirada de ingressos a partir das 19h, porém sujeita a lotação da sala.

Laurent Sourisseau, do Charlie Hebdo, participará do Congresso da Abraji

Evento também homenageará Claudio Weber Abramo, da Transparência Brasil Laurent Sourisseau, conhecido como Riss, novo diretor do semanário satírico Charlie Hebdo, estará em 4/7, das 11h às 12h30, no 10º Congresso da Abraji para analisar as consequências do atentado à liberdade de expressão e o direito de imprensa na França.

Riss foi ferido por um tiro mas sobreviveu ao ataque à sede do jornal francês, em janeiro deste ano, prendendo a respiração e fingindo-se de morto. Em tratamento para recuperar os movimentos do braço e sob proteção policial 24 horas por dia, ele contará a história do jornal e falará sobre os desafios que tem enfrentado com sua equipe reduzida e traumatizada. A palestra será mediada por Frank la Rue, antigo relator especial da ONU sobre liberdade de expressão.

Este ano, a homenagem do Congresso da Abraji será para Claudio Weber Abramo, vice-presidente da ONG Transparência Brasil, que receberá o Prêmio Abraji de Contribuição ao Jornalismo de 2015, em 2/7, às 16 horas. O prêmio foi criado com a finalidade de destacar pessoas e instituições cujo trabalho auxilia o jornalismo brasileiro. Claudio foi diretor executivo da Transparência Brasil e colaborou com Folha de S. Paulo, Valor Econômico, entre outros. Este Portal dos Jornalistas e o informativo Jornalistas&Cia dão apoio de divulgação ao Congresso.

Gustavo Ruffo fatura o AEA de Meio Ambiente

A dobradinha entre o repórter freelancer Gustavo Henrique Ruffo e a revista Quatro Rodas, que em 2014 já havia resultado em uma Menção Honrosa no Prêmio AEA de Meio Ambiente, voltou a render bons frutos neste ano. Com a reportagem Reinvenção da roda, que traz detalhes da tecnologia que utiliza motores elétricos nas rodas dos carros, a dupla recebeu o prêmio principal na categoria Jornalismo do concurso da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva. O anúncio foi feito em 8/6, no XVII Jantar de Meio Ambiente, na sede da Fecomercio, em São Paulo. “O Paulo Campo Grande [N. da R.: editor de testes da Quatro Rodas] me pediu para tocar a matéria. Ele tinha visto o sistema, achou interessante e me passou o material da empresa. Entrei em contato com ela, entendi a proposta e escrevi”, explica Gustavo. “Motores elétricos em rodas são um assunto que acompanho há algum tempo. Não é uma proposta exatamente nova, mas a empresa que detém a tecnologia tinha algumas inovações interessantes, como a potência do motor. Bastariam dois para um carro chegar a 204 cv, mais do que muito esportivo à venda por aí. Também pode ser instalado em qualquer carro atual, transformando o veículo em elétrico”. A reportagem de duas páginas e infográfico foi publicada na seção Auto-serviço da edição 659 da revista, de agosto de 2014. Mas apesar da alegria pelo prêmio, Gustavo, que hoje integra o time de editores do Flatout, faz um desabafo: “Para mim, a importância é provar que é possível ser um bom jornalista mesmo sem o diploma em Comunicação. É uma luta minha desde que fiz o 28º Programa de Treinamento em Jornalismo da Folha de S.Paulo, em 1998. Lutei para pegar o MTB e ficar com tudo regular e até hoje batalho para conseguir a carteira internacional de jornalista, mas a Fenaj me nega isso, mesmo com meus 17 anos de carreira. Também sou advogado – tenho formação em Direito, pelo Largo de São Francisco –, mas nunca exerci. Até entendo os colegas que defendem o diploma, ainda que não compartilhe da opinião. Só que muita gente abusa nessa defesa e é desrespeitosa, creditando até erros crassos de português a gente teoricamente sem a formação ‘necessária’. Podemos ter formação diferente, mas não necessariamente pior. Já vi muita gente com diploma de jornalismo fazendo barbaridades e isso não fez de mim um crítico dessa formação, ainda que eu a considere deficiente em muita coisa. Fiz um semestre e desisti. Acho que existe espaço para todos e o bom profissional se garante, tenha ou não o tal diploma. Acho que o que deve entrar em discussão é a seriedade na lida e o amor pelo que se faz. Esse novo reconhecimento mostra que eu busco ter sempre os dois. Mas ainda não estou satisfeito. Quero ver agora se igualo a marca do Hairton Ponciano Voz, que venceu esse prêmio três vezes! Mas tem muito chão pela frente, além do fato de ele poder ganhar mais uns tantos prêmios e mudar a referência”. Além do prêmio principal para Gustavo, o Prêmio AEA deste ano concedeu duas Menções Honrosas na categoria Jornalismo: as reportagens Moda em SP, reuso de água é praxe na indústria, do editor de Autoinforme Joel Leite, e Volume morto – qual hatch popular gasta menos combustível, de Carlos Cereijo, para a revista Car and Driver. A iniciativa reconheceu ainda trabalhos nas categorias Acadêmica, Responsabilidade Ambiental, Responsabilidade Social, Tecnologias Diesel e Tecnologias Otto.

EBC promove o I Encontro de Pesquisadores em SP, RJ e DF

A Empresa Brasil de Comunicação promove, em parceria com a Unesco no Brasil, o I Encontro de Pesquisadores da EBC, nesta 3ª.feira (16/6) em Brasília, em 23 e 24/6 no Rio de Janeiro e em São Paulo em 26/6. O evento visa a apresentar e tornar conhecidas as pesquisas desenvolvidas por profissionais que atuam na EBC, como o projeto do Centro de Pesquisa Aplicada, Desenvolvimento e Inovação em Comunicação Pública, dirigido por Joseti Marques, que será lançado oficialmente no dia 25 de setembro. Além de contar com trabalhos de pesquisa nas categorias de doutorado, mestrado e especialização, o Centro e os futuros Encontros de Pesquisadores também abrirão espaço para a apresentação de trabalhos produzidos por profissionais da empresa. Mais informações com Ana Lúcia Guimarães (61-2106-3536 e [email protected]) ou Demétrio Weber (3538 e d.weber@). Serviço: Brasília    Data: 16 de junho Cerimônia de abertura: 9h Apresentação dos trabalhos: Das 14h às 18h Local: EBC-Espaço Cultural da EBC Endereço: Setor Comercial Sul – SCS – Quadra 08, Bloco B-60 1º Piso Inferior – Edifício Venâncio 2000 – Asa Sul Rio de Janeiro Data: 23 e 24 de junho Apresentação dos trabalhos: Das 14h às 18h Local: Mezanino EBC Endereço: Rua da Relação, 18, sobreloja – Lapa São Paulo Data: 26 de junho Apresentação dos trabalhos: Das 14h às 18h Local: Auditório EBC Endereço: Avenida Monfarrej, 1.200 – Vila Leopoldina  

Verminosos por Futebol lança série de reportagens sobre futebol de subúrbio de Fortaleza

O site Verminosos por Futebol, mantido por Rafael Luis, publicou em seu hotsite sua primeira série de reportagens sobre o futebol de subúrbio em Fortaleza.

Com o objetivo de contar boas histórias das 56 ligas de bairros, 2 mil times amadores, 50 mil jogadores e 200 campos que existem na capital cearense.A primeira matéria da série Futebol de Raiz é sobre Flávio Aurélio Silva, o Ceguim, único técnico deficiente visual no futebol de subúrbio da cidade.

Rodrigo Ribeiro é o novo editor da revista Carro

Menos de três meses após sua saída do caderno Máquina, do Agora São Paulo, período em que atuou como freelancer para diversas publicações, Rodrigo Ribeiro já está de volta ao dia a dia das redações. Ele é o novo editor da revista Carro, da Motorpress Editora, respondendo ao editor-chefe Wilson Toume. Apesar do foco principal na versão impressa, também dará suporte à área digital da publicação, sob o comando de Claudio Luis de Souza. Ele mesmo postou a novidade em sua página no facebook: “São quase dez anos de experiência no setor automotivo, mas isso não diminui a ansiedade e animação que acompanham cada mudança em minha vida profissional. O mais novo capítulo dessa história se iniciou na última 2ª.feira (1º/6), quando comecei na Revista Carro. Trabalhar com automóveis é sempre legal, mas fica ainda melhor quando se está em uma equipe com ninguém menos que o Wilson Toume e Claudio de Souza, dois jornalistas que dispensam apresentações. O mesmo vale para o glorioso Leonardo Barboza e o Hector Vieira, dupla igualmente importante na equipe. Diante de tanta gente boa, pretendo fazer valer a confiança todos os dias, gerando conteúdo atraente para a revista e o site. E, após essa fase de transição, não posso deixar de agradecer a quem me deu apoio na forma de colaborações: Rodrigo Lara, Ricardo Ribeiro, Henrique Skujis, Marlos Ney Vidal e, claro, Luís Perez. A todos, meu sincero obrigado. E pé no acelerador para todos nós!”. No Agora, Rodrigo vinha atuando como repórter desde agosto de 2014 e deixou a casa no começo do abril, quando foi anunciada a redução da periodicidade do caderno. Antes, havia passado também pelo time de Carros do R7, Car and Driver, Auto & Técnica, Webmotors e iCarros. Seu novo e-mail de contato é [email protected].

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