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domingo, abril 12, 2026

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UniCarioca e FNPJ promovem Encontro de Professores de Jornalismo do Rio

Evento, que é aberto a profissionais da área e estudantes, discutirá questões relacionadas a novos currículos e impacto social UniCarioca e o Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) realizam na próxima 2ª.feira (17/8) o 7º Encontro de Professores de Jornalismo do Rio de Janeiro. O evento, que acontecerá na unidade de Rio Comprido, das 8h às 21h, discutirá questões relacionadas ao tema Ensino de Jornalismo: novos currículos e impacto social, e é aberto a todos os comunicólogos, com ou sem graduação. Antônio José Chaves, coordenador de Jornalismo e do MBA Mídias Sociais da UniCarioca, que comanda o projeto, comenta: “Ao longo do encontro, serão abordados temas como a implementação das diretrizes curriculares de Jornalismo em cada curso no estado, que trazem mudanças como a volta do estágio obrigatório na área”, comenta Chaves em nota. O evento terá palestras, reuniões de grupos de trabalho, painéis de trabalhos discentes e apresentação de comunicações científicas, de relatos de experiências e de pôsteres elaborados por professores, profissionais e pesquisadores participantes. “Para os alunos será uma ótima oportunidade de participar da discussão sobre o ensino e o impacto dos novos currículos em sua vida acadêmica e profissional”, diz o professor. Saiba mais sobre as inscrições para o evento. 

Maria Fernanda Delmas vai dirigir a Comunicação da Coca-Cola

Flávia Barbosa volta ao Brasil e a substitui na Economia de O Globo Maria Fernanda Delmas, editora de Economia de O Globo desde março do ano passado, deixa a empresa em que esteve por 11 anos para assumir a Diretoria de Comunicação da Coca-Cola. Será substituída por Flávia Barbosa, atual correspondente de O Globo em Washington, nos Estados Unidos, que volta ao Brasil para começar no novo cargo no início de setembro. Até lá, a adjunta Luciana Rodrigues edita interinamente a Economia. Fernanda entra em uma vaga nova, criada depois que a Coca-Cola reformulou o organograma no início do ano. A Vice-Presidência de Relações Corporativas, a cargo de Claudia Lorenzo, passou a englobar antigas vice-presidências e tem agora sob sua responsabilidade as diretorias: Comunicação, com Fernanda Delmas; Saúde e Bem-estar, com Andréa Mota; Valor Compartilhado, com Pedro Massa; e uma quarta, que lida com formadores de opinião e a área de governo, com Victor Bicca.

Adriana Carranca estreia coluna em O Globo e Estadão

Adriana Carranca estreou em 8/8 coluna semanal em O Globo e Estadão, sobre temas internacionais e política externa. De acordo com nota do primeiro, a ideia é reunir análises e boas histórias que ajudem o leitor a se aprofundar nos temas tratados no noticiário. “Em todas as minhas reportagens e nos livros, eu procuro trazer ao leitor brasileiro histórias do mundo com as quais ele possa se relacionar”, disse em nota Adriana, que já viajou a trabalho para mais de 40 países e escreve principalmente sobre conflitos, tolerância religiosa e direitos humanos, com olhar especial sobre a condição das mulheres. Sobre o convite, ela ressalta que “é um reconhecimento do meu trabalho, que me deixa muito feliz e com o mesmo frio na barriga de quando comecei em um jornal diário. Um desafio grande, mas que me dá uma alegria muito maior”. A coluna de Adriana Carranca será publicada sempre aos sábados, simultaneamente, nos dois jornais.

Lourival Sant?Anna reforça o Time das nove da CBN

A partir desta semana, o Time das nove da CBN recebe o reforço de Lourival Sant´Anna, no CBN Internacional, que vai ao ar às 5as.feiras, logo após o Repórter CBN. Experiente na cobertura de conflitos internacionais, Lourival emprestará seus conhecimentos na abordagem do panorama mundial. Ele trabalhou em O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e no serviço brasileiro da BBC, e é autor dos livros Viagem ao mundo dos taleban e O destino do jornal. 

ONU busca assessor de comunicação sênior no Rio

O Centro de Informação da ONU para o Brasil, com sede no Rio de Janeiro, está à procura de um assessor de comunicação sênior para substituir Valeria Schilling, que vai se aposentar no final se setembro. A entidade busca um profissional experiente, com vivência internacional, fluência em inglês e português, texto impecável, capacidade de criar parcerias e manter relações de alto nível em redações, ministérios e universidades, além de organizar eventos, produzir notas e supervisionar a redação do site www.onu.org.br. Além do salário – que a ONU promete ser bastante competitivo –, há no pacote de benefícios plano de saúde, plano de aposentadoria e seis semanas de férias por ano. O prazo para as candidaturas se encerra nesta 6ª.feira, 14 de agosto.

Jornalismo, profissão de risco

* Por Paula Vasconcelos, correspondente de J&Cia em Belo Horizonte

 

A ONG Artigo 19 lançou no início de julho o documentário Impunidade mata, sobre a história do jornalista Rodrigo Neto, assassinado em decorrência de investigações e denúncias sobre o envolvimento de policiais em crimes na região do Vale do Aço, em março de 2013, na cidade de Ipatinga.

O documentário discute não apenas o assassinato de Rodrigo, mas o que pode ser feito de forma a coibir casos de violência e morte semelhantes. De acordo com a apuração da ONG, 14 comunicadores foram assassinados entre 2012 e 2014 no Brasil. As investigações não avançaram em 58% dos casos graves nos últimos dois anos.

Em Minas Gerais, tivemos também o caso recente do jornalista Evany José Metzker, morto decapitado em Padre Paraíso. A suspeita é de que o assassinato tenha sido motivado pelas investigações que ele fazia sobre organizações criminosas e crimes políticos na região do Vale do Jequitinhonha.

Camila Dias, repórter investigativa da rádio Itatiaia, afirma já ter passado por situações de perigo no exercício da profissão: “Um exemplo é um caso emblemático que aconteceu aqui em Belo Horizonte, em que duas pessoas, em princípio inocentes, foram mortas por quatro policiais, gerando muita manifestação. Os repórteres que estavam nessas manifestações e eu, inclusive, fomos apedrejados. Muitas pessoas, sem capacete, sem nada, levaram pedradas na cabeça. Pensando nisso, recentemente a Polícia Militar passou a oferecer um curso sobre como atuar na cobertura de manifestações”.

Camila acredita ser necessária a criação de uma lei para os jornalistas em situação de perigo: “Acho que o nosso sindicato deveria ser mais atuante para cobrar do legislativo a orientação ou criação de uma lei que coloque no jornalismo um adicional de periculosidade, porque estamos expostos a diversos tipos de perigo”.

Em depoimento ao documentário, Kerisson Lopes, presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, explica que o profissional que receber ameaças deve denunciá-las prontamente: “A primeira coisa é denunciar. Isso deve ser feito no Ministério Público local, nas autoridades competentes ou no Sindicato. A partir de casos recorrentes, criamos uma força-tarefa. Temos relação direta com a Secretaria de Defesa do Estado, assim, qualquer tipo de ameaça ou denúncia que chega ao Sindicato comunicamos imediatamente para haver um acompanhamento das autoridades estaduais”.

O Projeto de Lei 114/2014 do Senado, de autoria da senadora Angela Portela (PT-RR), atualmente em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, prevê que jornalistas devem ser beneficiados com o adicional de periculosidade. O benefício de 10% sobre o salário seria destinado aos profissionais que trabalham na cobertura de eventos de risco durante, pelo menos, três jornadas diárias no mês da remuneração. Segundo pesquisa produzida pela ONG Repórteres Sem Fronteiras, o Brasil é o terceiro país com maior número de jornalistas mortos na América Latina. Ainda temos muito que avançar no sentido de valorizar a profissão e dar garantias para que os profissionais tenham mais segurança para exercer suas funções. A aprovação dessa lei já seria um progresso e uma forma de a sociedade afirmar o valor que a profissão tem para o exercício da democracia brasileira.

José Hamilton Ribeiro será homenageado na segunda edição de Repórter

Idealizada por Eliane Brum, a série Repórter, promovida pelo Itaú Cultural, terá sua segunda edição em setembro, celebrando os 60 anos de reportagem de José Hamilton Ribeiro.

O objetivo do projeto é “registrar a memória de quem conta a história do hoje, transformando-a em documento histórico para a consulta das gerações futuras. E, ao mesmo tempo, a ousadia de também construir memória, ao pensar sobre os desafios de fazer reportagem nesta época, na qual jovens jornalistas precisam encontrar um modo de fazer seu trabalho no contexto de um modelo de negócio em crise, assim como repórteres experientes confrontam-se com o imperativo de criar alternativas para continuar narrando o presente com toda a complexidade, as nuances e o respeito à alteridade que a reportagem exige”.

Em José Hamilton Ribeiro: 60 anos de reportagem, quatro grandes repórteres foram convidados para entrevistar “o” grande repórter: Audálio Dantas, Clóvis Rossi, Lúcio Flávio Pinto e Ricardo Kotscho, com mediação de Eliane.

Além da homenagem a Zé Hamilton, Repórter proporcionará, no mesmo dia, um encontro com Lúcio Flávio (às 15h) e o painel Narrativas de Transição (17h), com Bruno Paes Manso (Ponte), Laura Capriglione (Jornalistas Livres), Bruno Torturra (Fluxo), Kátia Brasil (Amazônia Real) e Rene Silva (Voz da Comunidade).

O evento será em 2/9, das 15h às 22h, no auditório do Itaú Cultural em São Paulo (av. Paulista, 149). É aberto ao público, com retirada de senha 30 minutos de antecedência. Haverá transmissão ao vivo pela internet e tradução em Libras.

Conselho de Comunicação Social deverá mudar regimento interno

Reunido pela primeira vez com a nova composição empossada em julho, o Conselho de Comunicação Social decidiu que, até novembro, trabalhará para promover alterações em seu regimento interno. O alcance e os parâmetros dessa revisão ainda serão decididos por uma comissão especial. O vice-presidente Ronaldo Lemos, professor de Direito na Universidade Estadual do RJ, será o relator. Ele e outros dois conselheiros passam a compor um grupo de trabalho que decidirá, até setembro, a dimensão da reforma do regimento. As mudanças têm a ver com a recente polêmica em torno da nova composição do Conselho. Parlamentares e entidades da sociedade civil, liderados pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, entraram com um mandado de segurança no STF pedindo a anulação do ato de nomeação. Eles alegam irregularidades na sessão do Congresso em que os novos membros foram eleitos. Com a polêmica, o presidente do Conselho, advogado Miguel Ângelo Cançado, informou que dois conselheiros nomeados renunciaram a seus cargos: o jornalista Murilo César Ramos e o representante das empresas da imprensa escrita Lourival Santos. Ambos eram suplentes. Lourival chegou a tomar posse com os demais conselheiros em julho. O Conselho também definiu o funcionamento de suas cinco comissões: Tecnologia da Informação em Comunicação; Conteúdos em Meios de Comunicação; Liberdade de Expressão e Participação Social; Publicidade e Propaganda; e Projetos Legislativos. Esta última era chamada Comissão do Marco Regulatório do Setor das Comunicações, mas os conselheiros decidiram renomeá-la para torná-la mais abrangente. As comissões se reunirão nos mesmos dias dos encontros ordinários do Conselho – a primeira 2ª.feira de cada mês – pela manhã. Porém, apenas duas comissões farão reuniões em cada um desses dias. A próxima está marcada para 14 de setembro.

Alex Solnik fecha com o Brasil 247

Alex Solnik é o mais novo colaborador do Brasil 247, onde, segundo o diretor Leonardo Attuch, irá fazer entrevistas especiais, “resgatando o espírito da antiga Interview. Muitas delas serão capa da nossa revista no Flipboard. O foco maior será em personagens da área cultural e da vida política”. Ucraniano de nascimento mas naturalizado brasileiro desde 1971, Alex também é colaborador da revista Brasileiros, escritor e integrou o primeiro time da revista Imprensa. A propósito de denúncias veiculadas na imprensa em 3/8 de que o Brasil 247 recebeu ao menos R$ 120 mil do dinheiro desviado da Petrobras, por meio da consultoria Jamp, do delator Milton Pacowitch, Attuch disse ao Portal dos Jornalistas que “os donos da Jamp nos procuraram como representantes da Engevix e fizeram uma proposta de parceria para a produção de conteúdo sobre o setor de engenharia. Fizemos um contrato e tudo foi contabilizado, tributado etc.. Foi uma relação comercial legítima, como tantas outras. Vamos manter aqui a mesma linha editorial”.

Mauricio Stycer lança segunda edição de História do Lance

Mauricio Stycer lança a segunda edição, revista e atualizada, de História do Lance! – Projeto e prática de jornalismo esportivo (e-galaxia), agora em versão digital. O preço varia conforme a plataforma. Esta nova edição da obra, que mostra o processo de criação do diário esportivo, ganhou as opiniões de Ugo Giorgetti, Antero Greco, José Geraldo Couto e Matias M. Molina, além de manter as originais de Juca Kfouri, Luiz Henrique de Toledo e Sergio Miceli. Stycer foi o primeiro editor executivo do Lance.

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