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sábado, abril 11, 2026

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Ainda dá tempo para participar do Prêmio ABEAR

Podem concorrer matérias sobre aviação, sob diferentes enfoques, e de todas as mídias As inscrições para o 3º Prêmio ABEAR de Jornalismo, promovido pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), estão chegando ao fim. O Prêmio estimula, reconhece e valoriza matérias jornalísticas com foco na aviação nacional e que contribuam para o desenvolvimento do setor e também para estimular o hábito de voar. Na edição deste ano, duas premiações especiais são promovidas pelo Prêmio: Imprensa Regional e o Grande Prêmio ABEAR. Para garantir a oportunidade de conquistar R$ 48 mil em prêmios, os participantes devem inscrever suas matérias até o dia 22 de setembro. Os trabalhos devem ser inclusos nas seguintes categorias, conforme o tema central da pauta: Cargas, Inovação e Sustentabilidade, Competitividade, Imprensa Setorizada e Experiência de Voo. Podem participar trabalhos veiculados em jornal, revista, rádio, televisão ou internet no período de 1º de outubro de 2014 a 20 de setembro de 2015. O regulamento pode ser consultado no site, por meio do qual também podem ser realizadas as inscrições. . Eventuais dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail [email protected]. O 3º Prêmio ABEAR de Jornalismo conta com o apoio deste Portal dos Jornalistas.

Edson Franco assume a coordenação do site Canal Rural

Já está de casa nova Edson Franco, um dos cerca de 60 profissionais desligados no grande corte promovido pelo Terra no início de agosto. Ele começa nesta 2ª.feira (14/9) como coordenador editorial do site do Canal Rural. Nesse posto, será responsável pela equipe de editores, redatores, colaboradores e estagiários, além de retrabalhar para a internet o conteúdo gerado pelo canal. “Meu desafio maior será fazer crescer a audiência do site de maneira consistente e orgânica, bem como atrair público de fora do nicho do agronegócio”, explica Edson. “Antes de pensar em mudanças, o plano é implementar práticas vencedoras de produção na internet”. Formado em Jornalismo pela PUC-SP, Edson começou em 1979 na Folha de S.Paulo como arquivista, tendo passado por diversas funções até ser promovido a editor em 1994. Comandou os cadernos Regionais, Turismo, Veículos e Imóveis e Construção, além da TV Folha. Passou ainda pelas revistas Galileu, Ele Ela e IstoÉ. Em 2012 assumiu o posto de editor-executivo IstoÉ Online e desde novembro de 2013 estava no Terra. É coautor do livro Música Popular Brasileira Hoje (Publifolha, 2002), organizado por Arthur Nestrovski, e editor do livro Zózimo Diariamente (EP&A, 2005).

Hoje em Dia lança caderno mensal para veículos premium

Batizado de Auto Papo Premium, suplemento será editado por Boris Feldman. Primeira edição circulou neste domingo (13/9) com 40 páginas O jornal mineiro Hoje em Dia, editado pelo Grupo Bel, lançou neste domingo (13/9) o caderno Auto Papo Premium. Direcionado ao segmento de veículos de luxo, o espaço será editado por Boris Feldman e irá compor a linha editorial da publicação para o mercado automotivo. O Hoje em Dia também conta com uma coluna diária e um caderno semanal de oito páginas, que circula aos sábados, ambos com o nome de Auto Papo. A primeira edição do caderno, inicialmente planejado para ser mensal, saiu com 40 páginas e tiragem de 20 mil exemplares, sendo 15 mil entregues junto com a versão de domingo do Hoje em Dia, e outros cinco mil com distribuição dirigida em regiões nobres de Belo Horizonte. “Em um mercado que vem passando por constantes quedas, o único segmento que cresce é o premium; então vamos atrás dele”, comenta Boris, que contará ainda em sua equipe com o repórter Marcelo Ramos e com Sérgio Melo nas avaliações e matérias técnicas.

As melhores cidades do Brasil: vencedores serão anunciados em 17/9

IstoÉ e Austin Ratings – agência classificadora de risco de crédito do País – uniram-se para criar o ranking e prêmio As melhores cidades do Brasil, um levantamento sobre o nível de desenvolvimento socioeconômico dos 5.565 municípios brasileiros. Serão premiados municípios de pequeno, médio e grande portes, a partir de uma série de parâmetros agrupados em quatro indicadores fundamentais: social, econômico, fiscal e digital.   Para desenvolver o ranking foi utilizado pela primeira vez o Índice de Inclusão Social e Digital (IISD), criado pela Austin, responsável pela compilação e análise dos dados. O estudo reúne mais de 500 indicadores de diferentes fontes para mapear onde estão as melhores práticas no País. O ranking será revelado no próximo dia 17/9, durante cerimônia com os vencedores a ser realizada em São Paulo. Ao todo serão distribuídos 84 prêmios. Interessados em fazer cobertura devem solicitar credenciamento pelo [email protected] ou 11-3277-8891, ramal 22, até 16 de setembro. 

Felipe Mortara e Filipe Araújo no Caminho de Santiago

O repórter Felipe Mortara e o fotógrafo Filipe Araújo, ambos do Estadão, embarcam em 19/9 para Santiago de Compostela, na Espanha, numa expedição que percorrerá os 800 km do Caminho de Santiago. A cobertura será publicada no caderno Viagem, editado por Adriana Moreira, e no Estadão.com.br. Além das mídias sociais, a viagem poderá ser acompanhada via whatsapp 11-941-589-679, pelo qual repórter e fotógrafo enviarão, em tempo real, mensagens de voz, imagens e relatos do dia a dia peregrino. Quem ingressou nesse grupo já está recebendo informações preliminares sobre o trajeto e os preparativos da viagem. A previsão é de que o caderno especial, com os detalhes da expedição, circule em 24 de novembro.

Jornalistas deixam veículos impressos e fomentam o mercado online

É cada dia mais comum profissionais do jornalismo impresso migrarem para novas mídias, como portais e blogs. Muitos buscam novas colocações e outros estão atrás de maior autonomia, independência e realização profissional. Em Belo Horizonte, muitas redações estão sendo reduzidas e algumas foram até extintas, como as da Rádio Guarani e de Veja BH. As vagas de trabalho nessa área estão diminuindo e diversos profissionais estão perdendo seus empregos. Para continuar no mercado e trabalhar com a profissão escolhida, os jornalistas estão migrando para as novas mídias e descobrindo novas oportunidades de trabalho pela da internet.  Luciana Avelino, ex-editora do grupo VB Comunicação, tem 20 anos de experiência em mídias tradicionais e, desde que saiu da Viver, está trabalhando em seu novo projeto, a Revista Eletrônica Luciana Avelino, que aborda assuntos como arquitetura, beleza, bem-estar, gastronomia e cultura, entre outros. Ela conta que as novas mídias têm apresentado um crescimento significativo nos últimos anos e podem ser vistas como uma evolução do jornalismo: “Nas gerações anteriores, os trabalhos na internet eram mínimos e poucos profissionais se arriscavam a trabalhar nessa área. Atualmente, a situação é totalmente contrária. A mídia online tem-se tornado fundamental para a divulgação de notícias”. Luciana acredita que a mídia online é uma alternativa para os profissionais que querem continuar trabalhando com jornalismo e não veem recursos nas mídias tradicionais: “Nessa área, temos dois perfis de trabalhadores. Encontramos quem já tem conhecimento sobre as faculdades e cresceu em meio a essa evolução e, também, quem está em busca de novos conhecimentos, depois de dedicar anos a outros meios e se aperfeiçoar para dar sequência a novos trabalhos”. Para Téo Scalioni, sócio e fundador do portal Minas Inova, a internet é uma tendência não só da comunicação, mas de diversas áreas: “As pessoas estão conectadas, chamam o motorista ou táxi pelo aplicativo, pedem comida da mesma forma, escutam e compartilham músicas na internet. E na comunicação não seria diferente. No mundo online as coisas são mais dinâmicas. As notícias e informações são na hora. Não ficam velhas. Se acontece algo na parte da manhã, os jornais impressos passarão as informações apenas no outro dia, ficando velhas, uma vez que as pessoas já viram. A internet possibilita novas formas de trabalho e ainda tem a força da interatividade”. Segundo ele, o mercado online está engatinhando e várias organizações ainda não descobriram as infinitas oportunidades da web. Entretanto, empresas tradicionais que não anunciavam no digital estão começando a fazê-lo. Quem não estava nas redes sociais, mesmo as empresas e instituições governamentais, agora já está. “O segmento tem profissionais que estão se reinventando e aprendendo. A linguagem na web é diferente, com textos menores, mais dinâmicos. O tratamento é impessoal e leve. O perfil, portanto, tem que ser de alguém com espírito livre e aberto para aprender, pois, diariamente, chegarão coisas novas, uma plataforma diferente e um assunto inovador, em que será necessário se adequar e aperfeiçoar”, constata. 

Alemanha oferece bolsas de 3,6 mil euros para jornalistas

A associação Internationale Journalisten-Programme, com o apoio do Ministério das Relações Exteriores da Alemanha, oferece bolsas no valor de 3.600 euros a jornalistas da América Latina. Os bolsistas terão a oportunidade de trabalhar durante março e abril de 2016 como redatores em veículos de comunicação do país. O objetivo do programa é estreitar as relações entre Alemanha e América Latina também no campo das comunicações. Os candidatos devem ter idade entre 23 e 35 anos, bons conhecimentos no idioma alemão – em casos excepcionais serão aceitos também fluência em inglês ou espanhol –, vínculo empregatício com um veículo de comunicação brasileiro ou trabalhar na redação de empresas públicas de comunicação. Profissionais empregados em agências de Relações Públicas não poderão participar. Veja mais detalhes no site do programa. 

Meu primeiro chefe no jornalismo

* Por Luís Nassif

No dia 1º, minha filha Mariana me lembrou que completava 45 anos de jornalismo. Tinha me esquecido. A data me levou e lembrar os primeiros dias de jornalismo. Meu primeiro emprego formal foi de estagiário da revista Veja. Terminei o colegial, prestei vestibular, passei na Escola de Comunicações e Artes da USP.

Chegando a São Paulo, o grande Luiz Fernando Mercadante – então dirigindo a revista Realidade – me convidou para um almoço. Nem precisava de convite. Era na casa de tia Zélia, que se casara com ele muito moça. Tiveram dois filhos, separaram-se, dali para frente Luiz Fernando teve muitos amores mas sempre manteve a ligação umbilical com tia Zélia, seu porto seguro.

Luiz Fernando entrara para o jornalismo por meio do vô Issa, que o apresentou a Carlos Lacerda. Muito jovem tornou-se repórter político prestigiado na Tribuna da Imprensa, morando um tempo na casa do pai de Luiz Garcia. Garcia era redator-chefe e o melhor e mais discreto jornalista da Veja daqueles tempos. Luiz Fernando tentou, primeiro, o Jornal da Tarde, com o Laerte Fernandes. Mas, no primeiro semestre, não consegui me matricular no turno da manhã na ECA e não tive como estagiar no JT.

A segunda oportunidade foi na Veja, em um almoço na casa da tia para o qual Fernando levou o Luiz Garcia e o Talvani [Guedes da Fonseca]. Já tinha conseguido a mudança para a parte da manhã e ficara com as tardes liberadas. E aí chego no Talvani, meu primeiro chefe e um tipo curiosíssimo, do qual tenho ótimas recordações.

Veja foi criada em 1967, com uma redação inchada. Nos anos seguintes a redação foi se adequando ao tamanho da revista, enquanto procurava o equilíbrio financeiro. Entrei em 1º de setembro, na primeira abertura de estágio da revista, junto com os queridos Dailor Varella e Ângela Ziroldo.

Depois de três meses de estágio, recebi o honroso convite para substituir Tárik  de Souza, que tirara férias da editoria de Música. O editor de Artes e Espetáculo era Carmo Chagas. A estrutura de redação da Veja era meio estranha, provavelmente copiando a Time. Havia as editorias-mãe. Por exemplo, Artes e Espetáculos. Debaixo delas, as subeditoriais. No caso, Música, Teatro, Artes Plásticas e Comportamento e Gente. Depois, uma reportagem Geral subordinada a um chefe de Reportagem, mas atendendo às pautas dos editores.

Acho que o modelo visava, através dos repórteres generalistas, suprir a visão mais técnica e fechadas das editorias especializadas. Creio ter-me saído bem na Música. Cometi alguns atrevimentos, com críticas dos recém-lançados Ivan Lins e Tim Maia, outra crítica de um show do Chico Buarque na Boate Dobrão. Uma reportagem sobre o grande violonista José Lanzac, o maior do País nos anos 1920, mas que morrera esquecido em São João da Boa Vista.

Já tinha um bom conhecimento de estrutura de composição, noções básicas de harmonia e assimilei rapidamente o estilo ferino da editoria, cujo modelo máximo era José Ramos Tinhorão como redator da seção Gente. No final do mês Talvani me aborda no corredor.

– Nassif, amanhã quero falar com você, mas na condição de amigo.

No dia seguinte, mal cheguei à redação ele me chamou para uma reunião em uma das salas fechadas.

– Quem está falando com você não é seu chefe, mas seu amigo. Amanhã vou te fazer uma proposta de salário de Cr$ 500. É o dobro do que você está ganhando, mas não é justo. Não aceite nada abaixo de Cr$ 1.500,00.

Não entendi nada, mas segui as recomendações. Talvani era do Rio Grande do Norte. Eram três irmãos jornalistas, que brigavam como o diabo entre si. Cuidávamos de nunca tomar partido. No dia seguinte ele me chama de novo:

– Nassif, tenho aqui uma proposta para te efetivar, de Cr$ 500.

Conforme o combinado, recusei e exigi Cr$ 1.500. E ele:

– Bom, lamento muito. Vou tentar encontrar um emprego para você na Folha ou no Estado.

Não entendi nada. Mas como tinha acabado de chegar do interior, não quis discutir. No interior aprendemos a não discutir com loucos. Fui até a mesa do Carmo e me despedi. Ele:

– Mas por que está indo embora?

Contei a conversa com o Talvani.

– Tire esta semana e vá para Santos namorar. Segunda o Tárik volta e iremos conversar com o Sérgio Pompeu.

Sérgio era um dos redatores-chefe, ao lado do Luiz Garcia, e o ponto de equilíbrio emocional de Mino [Carta] na redação. Na 2ª voltei, fui com o Carmo e o Tárik na sala do Sérgio e rapidamente fechou questão em torno dos Cr$ 1.500. Saí aliviado da reunião e topei com Talvani no corredor. Nem tive oportunidade de lhe agradecer a dica.

– Nassif, veio nos visitar?

– Não, vim trabalhar. O Sérgio aceitou minha proposta.

Talvani ficou indignado. Foi até a sala do Sérgio, bateu boca dizendo-se desautorizado. Mas na 3ª.feira não teve remédio. Passei a trabalhar como efetivo, sob a chefia dele. Até então estava alocado para Música e Comportamento. Ele me avisou que a moleza acabara. Dali por diante, seria só pedreira. No meio das pedreiras, surgiu uma pauta agradável da Economia. Os editores eram Paulo Henrique Amorim e Emilio Matsumoto. Uma pauta sobre o circo Orlando Orfei. Era um personagem fantástico. Aliás, morto há algumas semanas.

Talvani me passou a pauta e me ordenou que não pedisse fotógrafo para o chefe dos fotógrafos. Ele mesmo queria fotografar. Esqueci e pedi fotógrafo, não por birra mas porque sempre fui meio esquecido de detalhes. Fui à tarde para entrevistar Orfei, à noite no circo e na manhã seguinte na redação, para redigir a matéria. Ainda não me havia acostumado com o burburinho da redação, por isso me escondia na baia de Artes e Espetáculos para escrever. Estava imerso entre leões, tigres, bailarinas e domadores quando ouço o grito de Talvani:

– Nassif, venha aqui!

Fui, atravessei a baia central e parei de pé em frente sua mesa.

– Quem você pensa que é para ficar na baia de Artes e Espetáculos? Você é um foca, ouviu?, um foca!

Voltei para a baia e tentei prosseguir com a matéria, mas não dava. As teclas embaralhavam-se na minha frente, não conseguia enxergar nada. Levantei, saí da baia, entrei de novo na baia da Geral, como um autômato, chutei uma cadeira que estava na minha frente e parei em frente o Talvani, ele sentado, eu de pé:

– Olha aqui, vá gritar com as suas negas! Quem tem chefe é índio! Nunca mais grite comigo!

E voltei bufando. Ainda nem me acalmara, quando Talvani entrou na baia da editoria.

– Vim aqui para pedir desculpas.

E eu, ainda com o sangue fervendo:

– Não aceito!

– Como, não aceita?

– Não aceito. Você me ofendeu em público e vem pedir desculpas em particular?

Talvani levantou-se, meio sem graça, e voltou para a sua baia. Aí caiu a minha ficha. Besta, precisando do emprego e faço essa besteira de não aceitar desculpas de chefe. Não se passaram cinco minutos e Talvani me chamou de novo. Lá fui eu, esperando a demissão. Cheguei na sua mesa, ele tinha convocado todos os repórteres presentes. E, na frente deles, me pediu desculpas. Dali em diante, foi o melhor chefe de Reportagem que encontrei, sempre entusiasmado com o trabalho, os furos, sem entrar no jogo de panelinha dos repórteres mais antigos.

Seu único defeito foi o entusiasmo com minhas musiquinhas, o que o levou até a montar um lobby junto a Caetano Velloso, levando uma fita que gravamos em seu apartamento. Caetano deve ter pensando o mesmo que eu, depois da conversa de amigo com Talvani:

– Esses jornalistas são todos meio loucos.

 

* Luís Nassif é diretor da Agência Dinheiro Vivo e do Jornal GGN.

+Admirados Região Sul ? Um saxofonista na liderança

Luís Fernando Veríssimo, o 39º colocado entre os Cem + Admirados Jornalistas Brasileiros, foi o campeão de indicações da região Sul, com 8.215 pontos. Escritor de sucesso (com 5,6 milhões de livros vendidos, só perde para Paulo Coelho entre os autores brasileiros), é também um jornalista querido e de grande influência, graças à coluna que mantém há anos em jornais como Estadão, O Globo e Zero Hora. Em 2º na região ficou Dulcinéia Novaes Felizardo Vieira, repórter de rede da RPC/Globo, de Curitiba, com 3.960 pontos. Entre os “dez mais” da região, mais dois são do Paraná: o apresentador Fernando Parracho, colega de Dulcinéia na RPC, que ficou em 9º lugar, com 1.840 pontos, e o repórter investigativo Mauri König, em 5º, com 3.240 pontos, que até agosto passado atuou na Gazeta do Povo; os demais são do Rio Grande do Sul, três deles repórteres na RBS: Giovani Grizotti, 3º colocado, com 3.475 pontos; Rosane Marchetti, 4ª, com 3.270; e Jonas Campos, 10º, com 1.815. Completam o time Ruy Carlos Ostermann, comentarista da Rádio Gaúcha, 6º colocado, com 2.315 pontos; Letícia Duarte, repórter especial de Zero Hora, 7ª, com 2.225; e Eugênio Esber, diretor de Redação da revista Amanhã, 8º, com 2.210. Luís Fernando Veríssimo Filho do escritor Érico Veríssimo (1905-1975) – autor de O tempo e o vento, Clarissa e Olhai os lírios do campo, entre outros clássicos da Literatura Brasileira –, Luis Fernando Verissimo nasceu e fez seus estudos em Porto Alegre. Mas passou parte da juventude nos Estados Unidos, para onde a família se mudou em função do trabalho de Érico como professor universitário. Lá se apaixonou pelo jazz e aprendeu a tocar saxofone. Começou no Jornalismo como copidesque em Zero Hora, onde foi editor de Nacional e Internacional e passou a assinar uma coluna. Mudou para a Folha da Manhã, também em Porto Alegre, onde ampliou o leque de sua coluna escrevendo sobre Cinema, Literatura, Música, Gastronomia, Política e Comportamento. De volta a Zero Hora, passou a publicar a coluna também no Jornal do Brasil. Tinha 37 anos quando estreou como escritor, lançando uma coletânea de crônicas com o título O popular. O sucesso viria logo depois, com o livro A grande mulher nua. A partir daí, tornou-se um escritor prolífico, com dezenas de livros de contos e crônicas, quatro romances, três livros infantojuvenis, sem contar inúmeras participações em coletâneas. Seus livros foram publicados em mais de uma dúzia de países. Avesso a mídias digitais – mantém e-mail por necessidade profissional –, não participa de nenhuma rede social e não usa celular. Extremamente tímido e caseiro, foge de eventos sociais e detesta se expor. Diz que prefere tomar injeção a dar entrevista. Mostra-se mais desinibido apenas quando toca saxofone porque “se esconde atrás do instrumento”.  

+Admirados Região Sudeste ? Maioria está também entre os +Admirados nacionais

Seis dos +Admirados nacionais estão também entre os “dez mais” do Sudeste, embora dois em posições diferentes. Mantiveram os postos na indicação regional Ricardo Boechat (1º, com 12.635 pontos), Caco Barcellos (2º – 9.570), Eliane Brum (3ª – 6.020) e Elio Gaspari (5º – 5.120); já Miriam Leitão, 6ª na votação nacional, ficou em 7º na regional, com 4.830 pontos; e Sandra Annenberg, 7ª na primeira, é 10ª nesta, com 4.215 pontos. Em 4º está Ancelmo Gois, com 5.215 pontos (foi 19º na indicação nacional); em 6º, Chico Pinheiro, com 4.830 pontos (14º nacional); em 8º, Heródoto Barbeiro, com 4.480 pontos (20º nacional); e em 9º, Carlos Alberto Sardenberg, com 4.270 pontos (17º nacional). Ricardo Boechat Ricardo Boechat, líder dos +Admirados nacionais e da Região Sudeste, é o típico profissional multimídia, atuando como âncora do Jornal da Band (TV), âncora das manhãs jornalísticas da Band News FM (rádio) e colunista da revista IstoÉ. Filho de um diplomata brasileiro, nasceu em Buenos Aires, na Argentina. O início de carreira foi em 1970, no extinto Diário de Notícias, no Rio de Janeiro. Desde então, seja como colunista, repórter, executivo ou âncora, tornou-se um dos mais influentes jornalistas contemporâneos da imprensa brasileira, conquistando inúmeros prêmios, como Esso, White Martins e Comunique-se, o que o levou a ocupar, em 2014, o 11º lugar entre os mais premiados jornalistas brasileiros de todos os tempos, no Ranking de Jornalistas&Cia.  

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