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Palestra aborda dados nunca investigados da Lista de Furnas

Joaquim de Carvalho realiza nesta 3ª.feira (10/11), às 19h, no Instituto Barão de Itararé (rua Rego Freiras, 458 – São Paulo), palestra sobre uma série de reportagens que investigaram a Lista de Furnas, produzidas por ele e publicadas no Diário do Centro do Mundo entre setembro e outubro. O projeto foi financiado pelos leitores por meio de uma campanha de crowdfunding, estratégia de financiamento coletivo que vem sendo cada vez mais empregada no jornalismo. O evento também contará com a presença do promotor José Carlos Blat. A Lista de Furnas se refere a uma relação com os nomes de 156 políticos que teriam recebido, como financiamento de suas campanhas nas eleições de 2002, dinheiro de caixa 2 de empresas que prestaram serviços para a estatal Furnas Centrais Elétricas. Joaquim de Carvalho, que já passou por Veja, Jornal Nacional e outros veículos, traz nesse especial uma investigação acerca do escândalo, esclarecendo pontos não explorados pela mídia, que, em sua maioria, pouco falou e investigou sobre o tema.

Assessorias debatem novas estratégias empresariais a partir de ferramentas digitais

Câmara de Comércio França-Brasil, Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) e MSLGroup Andreoli promovem nesta 3ª.feira (10/11), a partir das 9h, no Espaço Sumaré Aberje (rua Amália de Noronha, 151, 6º – São Paulo), um encontro para debater estratégias empresariais a partir do uso de tecnologias digitais e redes sociais. O evento terá como tema central Inovação Digital: muito além do Facebook e será baseado no estudo Inside the Driving Forces of Disruptive Innovation, produzido este ano pela matriz do MSLGroup em Nova York. No comando da palestra estará Marcelo Minutti, head de Inovação e Práticas Digitais do MSLGroup Andreoli e professor de inovação e empreendedorismo do IBMEC. “As áreas de relações públicas, publicidade, vendas e atendimento ao cliente passam atualmente por uma verdadeira revolução e, para quem pretende manter-se competitivo no mercado, precisa desenvolver novos modelos de comunicação”, disse Minutti em nota. Inscrições gratuitas!

Funcionários da EBC entraram em greve

Atualizada em 10/11/2015, 16h40 Os trabalhadores da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) decidiram entrar em greve a partir de zero hora desta 3ª.feira (10/11). A decisão foi tomada em assembleia realizada em 5/11 e envolve as quatro praças de atuação da empresa: São Paulo, Rio de janeiro, Brasília e São Luís. Diz nota do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo que, “em negociação desde o mês de setembro, a empresa se manteve intransigente em oferecer zero de reajuste para as cláusulas econômicas. Os trabalhadores, por sua vez, mantiveram a contraproposta de 9,43%, referente ao IPCA do período. Na última rodada a empresa refez a proposta, oferecendo um reajuste de 2,5% para este ano e 2,5% para 2016 e fazendo valer a Convenção Coletiva de Trabalho por 2 anos”. Na assembleia do dia 5 os profissionais aprovaram o envio de uma carta à presidente Dilma Rousseff e ao ministro-chefe da Secom Edinho Silva cobrando “respeito aos trabalhadores, ao caráter público da EBC e sua importância para a democratização da comunicação no Brasil”. Rodrigo Dindo, superintendente Executivo de Comunicação, Marketing e Negócios da EBC, disse ao Portal dos Jornalistas que, nesse primeiro dia de greve, a empresa avaliava a situação da programação e conversava com representantes dos veículos que não aderiram à paralisação para melhor operacionalidade do jornalismo nesse período. Em nota, a Gerência de Comunicação Institucional da empresa informou que, na sétima reunião da ACT entre a Comissão de Negociação da EBC e os representantes das entidades sindicais, realizada em 9/11, em Brasília, “a empresa apresentou nova proposta de reajuste anual de salários de 3,5%, no limite das suas possibilidades. Diante desse quadro de greve, apesar das tentativas de negociação da empresa, não resta outra opção a não ser ingressar com pedido de Dissídio Coletivo junto ao TST. A direção da EBC lamenta a deflagração da greve e mantém sua disposição para encontrar uma solução negociada. E reitera que respeita o Direito de Greve, consagrado na Constituição Federal, mas também considera importante que seja respeitado o direito daqueles que quiserem trabalhar. Por desempenhar atividades essenciais, a EBC espera que o mínimo de pessoal a ser determinado pela Justiça do Trabalho seja respeitado pelos sindicatos e acompanhado pelos gestores”. Reunidos novamente no início da tarde desta 3ª, os funcionários decidiram pela manutenção da greve e da pauta de reivindicações.

A censura no Pará é tema de livro de Paulo Roberto Ferreira

Paulo Roberto Ferreira lança A censura no Pará, obra que aborda o período da ditadura militar no Estado. Diversos registros de jornais antigos e depoimentos de jornalistas da época estão reunidos no trabalho, narrando a caminhada da imprensa paraense desde 1964 até a reconquista da democracia, 21 anos depois. A obra é resultado de um levantamento em cinco jornais que circulavam no Pará antes e logo após o golpe militar. “Eu queria compreender como a mídia tratava a conjuntura que resultou na deposição do presidente João Goulart e desmistificar o discurso da neutralidade da imprensa paraense”, disse o autor ao Leia Já. Com 40 anos de profissão, jornalista e professor universitário, Ferreira passou por diversos jornais de renome, trabalhou como apresentador e diretor de tevê, comentarista em rádio, funcionário público na Caixa Econômica Federal e até secretário do Estado de Comunicação. Chegou a perder o emprego na Caixa Econômica por estar envolvido com o grupo de trabalhadores da empresa. Certa vez, ao ser intimado para depor na Polícia Federal, seu chefe recebeu ordens de não o liberar do expediente para isso. “O objetivo era criar um constrangimento para que eu não aparecesse para depor, pois assim a polícia iria me prender. E ao me prender minha ficha ficaria mais suja na empresa. Nunca consegui cargos de confiança dentro da Caixa, pois meu nome era tido como inimigo do regime”, contou.

Alex Barbosa deixa a TV Centro América

O repórter Alex Barbosa foi desligado da TV Centro América, afiliada da Globo em Mato Grosso. A informação é de Daniel Castro, do Notícias da TV. Repórter de rede, que produz para os telejornais de cobertura nacional, Barbosa foi preso no último dia 12/10, quando simulava tráfico de cocaína em uma reportagem em que testava a fragilidade do combate ao tráfico na fronteira do Brasil com a Bolívia. Alex e mais três funcionários da TV Centro América transportavam 240 quilos de gesso embalados como se fossem pacotes de cocaína. Eles permaneceram sete horas detidos na Polícia Federal de Cáceres (MT). Ainda segundo Daniel, Barbosa agora aguarda a decisão da Globo sobre seu futuro profissional. O repórter deverá ser contratado por outra afiliada da rede ou absorvido por alguma das emissoras da rede. 

ECA-USP promove Semana de Fotojornalismo

A ECA-USP promove de 9 a 13/11 a 9ª Semana de Fotojornalismo da Jornalismo Júnior, empresa júnior da escola. O tema desta edição é Rua. No primeiro dia do evento, Cristiano Mascaro, Moacyr Lopes e Bruno Paes Manso comentarão sobre Liberdade de imprensa x Direito de imagem. Na 3ª, Solange Ferraz mediará debate com Vinícius Lima e André Soler sobre Personagens da rua – Direitos humanos. No dia 11/11, haverá workshop e saída fotográfica, com prêmios para as melhores fotografias produzidas. Na 5ª.feira será a vez de Marlene Bergamo e Rafael Vilela, mediados por Simoneta Persichetti, falarem sobre Manifestações de rua. Em 13/11, Rodrigo Zaim e Gustavo Gomes, com mediação de Dani Sandrini, abordarão Street Photography (o estilo puro). O evento será na Casa de Cultura Japonesa, na Cidade Universitária. Para participar, é necessário colaborar com 1kg de alimento não perecível (exceto sal e açúcar).

Columbia seleciona jornalistas especializados em Educação 

A Universidade de Columbia, em Nova York, está com inscrições abertas para a seleção de quatro bolsistas Spencer. Os candidatos devem ser jornalistas especializados em educação. Os aprovados passarão um ano letivo produzindo uma grande reportagem com monitoria de um docente da Columbia Journalism School e acompanhamento de algum outro professor da Universidade, à escolha do bolsista. O programa de aulas envolve tanto disciplinas de jornalismo quanto da Teachers College, escola de educação pioneira nos Estados Unidos. Os bolsistas também poderão cursar quaisquer disciplinas que desejarem dentro da universidade.  A bolsa cobre todos os custos com a universidade e fornece 75 mil dólares para custear a estadia em Nova York durante as aulas. Além desse valor, há ainda 7,5 mil dólares destinados a cobrir gastos com pesquisas (montante normalmente usado para cobrir custos de viagem). O programa começa na última semana de agosto de 2016 e se estende até maio de 2017. Esta é a primeira vez que jornalistas da América Latina poderão concorrer. Não há, no entanto, nenhuma cota de vagas reservadas para repórteres de qualquer região. O programa é inteiramente em inglês, e por isso os candidatos devem ser fluentes no idioma. Além das aulas, o período em Columbia servirá para os bolsistas trabalharem no projeto apresentado na inscrição, e a infraestrutura da universidade poderá ser usada para esse fim. Os alunos também são registrados como estudantes de pós-graduação, e, como tal, têm todos os benefícios, inclusive acesso às bibliotecas e a serviços de saúde. A bolsa Spencer foi criada na Faculdade de Jornalismo da Universidade Columbia em 2007 com financiamento da Fundação Spencer. Seu objetivo é aprimorar a cobertura por meio da aproximação do repórter com a pesquisa acadêmica na área educacional. Saiba mais.

Jornal JÁ quer viabilizar edição sobre Cais Mauá com financiamento coletivo

No ano em que completa três décadas de existência, o jornal JÁ, de Porto Alegre, aposta em seu primeiro projeto de financiamento coletivo. O objetivo é realizar uma investigação profunda sobre a revitalização do Cais Mauá e suas implicações na orla do Guaíba. “A orla é a área mais importante e valiosa de Porto Alegre, mas hoje o acesso a ela está muito limitado. Queremos propor uma grande discussão sobre as alternativas que existem para devolver esse espaço à população”, justifica em nota o diretor do JÁ, Elmar Bones. O projeto Dossiê Cais Mauá tem 30 dias para arrecadar o valor pretendido – a campanha se encerra em 3 de dezembro. São duas metas diferentes: uma mais enxuta, de R$ 9 mil, ativa a produção de reportagens especiais mensais, que começam a ser publicadas no site do JÁ ainda em novembro. A ambição da equipe, porém, é atingir R$ 17 mil em doações para viabilizar a edição de um jornal impresso que conte toda a história da área, desde os tempos em que ainda era usada como porto até o recente debate sobre sua revitalização. Os apoiadores podem doar valores a partir de R$ 10. Além de contribuir com a execução do projeto, quem participar recebe recompensas, como livros e revistas da JÁ Editores, materiais extras especiais sobre o tema – e ainda a possibilidade de participar das reuniões de pauta do projeto. 

A4 e Holofote se fundem e formam a A4&Holofote

A4 e Holofote são agora uma só, sob o nome de A4&Holofote. “A fusão das duas empresas resulta numa assessoria com 35 anos de experiência na construção da imagem e reputação de sucesso de grandes empresas e marcas do Brasil”, diz trecho da nota que anunciou a fusão das duas agências. A liderança da nova A4&Holofote é de Mai Carvalho, Paulo Figueiredo e Almir Soares. A direção das equipes fica a cargo de Nela Carvalho e Claudia Kucharsky, ambas ao lado dos sócios desde início das duas empresas. O endereço é rua Joaquim Antunes, 470t – tel.: 11-3897-4122.

Com fins sociais, Revista Traços é lançada na Capital Federal

Foi lançada nesta 4ª feira (4/11), na área externa do Museu da República, em Brasília, a Revista Traços. A publicação, que conta com apoio de Incentivo à Cultura do DF, Secretaria de Cultura e Bancorbrás, propõe-se a ser um veículo de inserção social, já que será comercializada por moradores de rua, os chamados “porta-vozes da cultura”, em pontos estratégicos da cidade.

Ela terá preço de capa de R$ 5, dos quais R$ 4 ficarão com o vendedor, que utilizará R$ 1 da venda para comprar um novo exemplar, criando, dessa forma, um ciclo de geração de renda. Já existem projetos similares em mais de cem cidades do mundo. Segundo o músico e jornalista André Noblat (filho de Ricardo Noblat), editor-chefe da revista, que idealizou o projeto com sua mãe Rebeca Scatrut, “foram dez anos de correria para viabilizá-la na Capital Federal. Ao longo desse tempo até surgiram oportunidades de lançar a revista, mas não o principal, que é o acompanhamento da pessoa em situação de rua. Quando fui conhecer outras publicações, percebi que é isso que garante o sucesso da iniciativa. É uma vitória. A gente conseguiu reunir grandes parceiros que possibilitaram as condições necessárias para realizar o projeto”.

“A revista vai ter um bom conteúdo, é visualmente linda e ainda tem um projeto social maravilhoso, que é o que também nos move”, reforça o chefe de Redação José Rezende Jr.. “Vamos recuperar aquele jornalismo com missão, com responsabilidade social”.

Rezende teve passagens por Correio Braziliense, O Globo, IstoÉ e JB. E é autor de três livros de contos e um livro infanto-juvenil, e ganhou o Jabuti de Melhor Livro de Contos em 2010. A edição de estreia traz na capa uma entrevista com o bandolinista candango Hamilton de Holanda. O artista fala sobre sua relação com a cidade e sobre seus inúmeros projetos. As fotos foram realizadas na Concha Acústica da cidade, num cenário deslumbrante, como costuma acontecer nos períodos de seca do Centro-Oeste, pelo fotógrafo Bento Viana, que assina a direção de fotografia.

O projeto – Os vendedores da Traços estarão identificados com coletes e bonés em bares, restaurantes, pontos comerciais e eventos culturais da cidade. Parceria com Abrasel e Sindhobar ajudou a sensibilizar os estabelecimentos comerciais que funcionarão como pontos de venda fixos.

Os beneficiários do projeto foram selecionados no Centro Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) da 903 Sul e capacitados por meio de oficinas nas quais foram desenvolvidos diversos temas, como jornalismo, fotografia, vendas, além do código de conduta da revista. No total, serão 50 vendedores, e a ideia é que cada um possa construir uma rede de clientes em seu ponto. Cada “porta-voz da cultura” recebe gratuitamente um lote inicial de 30 exemplares.

Mais informações com Fábia Pessoa (61-9692-9835) e Marcus Lacerda (9359-2909).

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