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Alexandre Gonçalves e Fabrício Theophilo lançam Informe Blumenau

Alexandre Gonçalves deixou há pouco mais de um mês a direção de Jornalismo da RICTV, em Blumenau, e ao lado de Fabrício Theophilo lançou o portal de jornalismo independente Informe Blumenau. Com proposta multimídia, que mistura a experiência de televisão com a facilidade da internet, a página tem o objetivo de trazer a informação falada do jeito que os internautas querem acessar. Além dos espaços de notícias, o Informe Blumenau promove alguns programas gravados, sendo o carro-chefe o Informe Blumenau Entrevista, que recebe semanalmente um convidado para debater a cidade e assuntos relacionados à cidade.

ABI ajuíza ADIN em que questiona a nova lei sobre direito de resposta

A Associação Brasileira de Imprensa ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal, com pedido de liminar, em que questiona a lei que regulamenta o direito de resposta, sancionada pela presidente Dilma no início do mês. Em 17/11, a também a OAB ajuizou ADIN para derrubar trecho da nova norma.  “A lei desconhece o princípio da ampla defesa e do contraditório ao não oportunizar ao suposto ofensor, em prazos e formas iguais, a comprovação da inexistência de ofensa”, diz a ABI. “A Constituição da República, ao garantir o direito de resposta proporcional ao agravo, também deve garantir o direito de se opor nos mesmos prazos e condições”. Segundo a entidade, a lei é uma afronta à liberdade de imprensa e de expressão, além de ofender princípios de ampla defesa, contraditório, igualdade das partes, devido processo legal e juiz natural. A ação sustenta, ainda, que a norma questionada baseou-se na antiga Lei de Imprensa, que em 2009 foi declarada incompatível com a Constituição Federal pelo próprio STF.

Abraji protesta contra execução de blogueiros no Maranhão

Ítalo Diniz foi assassinado a tiros em Governador Nunes Freire, a 460 km de São Luís no dia 13 de novembro. Oito dias depois, em 21/11, Orislândio Roberto Araújo (conhecido como Roberto Lano) foi executado em Buriticupu, região centro-oeste do Maranhão. Em comum, mantinham blogs em que criticavam políticos locais, além de publicarem reportagens sobre a região. Nos dois casos, os executores estavam em motocicletas e fugiram logo após atirar contra os comunicadores. Em nota, a Abraji considera preocupante a sequência recente de execuções de blogueiros no Estado. Desde a semana passada, a associação apura as circunstâncias das mortes dos dois. Para colegas de Ítalo, o crime foi represália a sua atuação no blog. Luciano Tavares, outro comunicador da região de Governador Nunes Freire, disse ao Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ) que Diniz “irritava apoiadores do ex-prefeito da cidade [adversário do atual]” com suas críticas. Uma pessoa próxima a Diniz disse à Abraji estar certa de que a morte dele teve razões políticas. Além da página na web, Ítalo também trabalhava como assessor de imprensa do prefeito de Governador Nunes Freire, Marcel Curió (PV). Cinco dias antes de ser assassinado, Roberto Lano publicou em seu blog uma crítica ao atual prefeito de Buriticupu, José Gomes (PMDB). Lano também era conhecido por sua atividade como promotor de eventos na região e locutor, inclusive em campanhas políticas. “A Abraji insta as autoridades maranhenses a apurar com precisão e celeridade a motivação de cada um dos crimes. É preciso esclarecer se as execuções foram consequência do que os blogueiros publicavam e punir os responsáveis. Só assim será possível evitar novos crimes contra a liberdade de expressão”, diz a entidade.

Octo está no ar

TVCom dá lugar ao pluricanal com novos formato e linguagem O Grupo RBS, por meio do núcleo de Inovação e Linguagem, deu início ao primeiro projeto elaborado a partir das premissas do The Communication (R)Evolution (TCR), estudo que investiga impactos da revolução digital na indústria da comunicação, liderado por Flávia Moraes, diretora-geral de Inovação e Linguagem do Grupo. Octo entrou no ar na última 2ª.feira (23/11) no canal 36 UHF, substituindo a TVCom no Rio Grande do Sul, em versão piloto, na internet e no mobile. O projeto é orientado por quatro princípios: colaboração, inquietação, pluralidade e geolocalização. “Estamos definindo Octo como outra coisa”, disse Flávia em nota. “É um canal vivo, em construção, para quem se considera jovem. Nossa ideia é dar voz às pessoas, à diversidade, à inovação, promover o diálogo sem barreiras. Estaremos sempre pautados pela construção, pelo otimismo, pela agenda positiva, inspirando boas ideias e reflexões”.  Sete temas principais (moods) conduzem a linha editorial de Octo, criando uma rede de discussão e debate e ainda guiando a pauta, com foco em entretenimento. Os conteúdos são organizados conforme o comportamento do público e dão destaque a temas como sustentabilidade, cuidados com a saúde, respeito à diversidade, desejos para o País, a relação com os animais, as transformações da sociedade e inovação. No âmbito comercial, o projeto pretende oferecer ao mercado soluções disruptivas. Haverá conteúdos desenvolvidos especificamente para os interesses de cada cliente, a partir de branded content e merchandising. Não há intervalos comerciais. O desafio é criar novas formas e novos formatos para que as marcas se conectem com os seus públicos.

Roberto Feith deixa a Objetiva

Roberto Feith deixou a Editora Objetiva pouco mais de um ano após a fusão com a Companhia das Letras. Segundo Maurício Meirelles escreveu no Painel das letras da Folha de S.Paulo, em abril ele já deixara o comando da casa passando a atuar como consultor da diretoria, editor especial e representante do Grupo Companhia das Letras em entidades de classe, funções das quais agora se desligou. Meirelles informou ainda na coluna que, procurado, Feith teria dito que a saída já estava planejada desde o começo e que cogita voltar ao Jornalismo – ele trabalhou na TV Globo nos anos 1970 e 1980, antes de fundar a Objetiva.

Burson-Marsteller fechará 2015 com crescimento próximo dos dois dígitos 

Em entrevista ao Portal dos Jornalistas, Francisco Carvalho, que está completando dez anos à frente da agência, fala dos próximos desafios da Burson no País Mais longeva agência internacional no Brasil, às vésperas de completar 40 anos no País, a Burson-Marsteller está entre as empresas do setor que fechará 2015 no azul e com um crescimento que, segundo seu presidente Francisco Carvalho, se aproximará dos 10%. No mês em que completa dez anos no cargo, Francisco, que é formado em Jornalismo pela Universidade Católica de Santos, cidade em que nasceu, e que tem mais de 25 anos de experiência em comunicação e programas de reputação corporativa, falou ao Portal dos Jornalistas sobre os reflexos do período de dificuldades do País nos negócios da agência, mostrando-se otimista sobre o futuro: Portal dos Jornalistas – Mais tradicional e longeva agência internacional de relações públicas no Brasil, a Burson-Marsteller já viveu outras crises por aqui. Como a subsidiária brasileira e a matriz encaram o atual momento do Brasil? Francisco Carvalho – Desde que chegou ao País, em 1976, a Burson-Marsteller já vivenciou diversas crises econômicas e políticas, algumas delas muito mais severas do que a atual. Por isso mesmo, apesar de nos preocupar, acreditamos que ela também vai passar e o País retomará o seu curso natural de crescimento. No ano que vem, a propósito, completaremos 40 anos de atividades no Brasil. Com a mesma visão de longo prazo que sempre pautou as decisões de negócio no País, vamos comemorar a data com uma reflexão sobre como serão os próximos 40 anos e o impacto do nosso trabalho no futuro da nova economia.  Portal dos Jornalistas – Como a agência espera fechar 2015, em termos de faturamento e de carteira de clientes, e que cenários projeta para 2016? Francisco – Vamos fechar 2015 com um crescimento de receita pouca coisa abaixo dos dois dígitos percentuais, porém com margem de lucro saudável, no mesmo nível dos anos anteriores. Para o ano que vem, estamos projetando um crescimento um pouco mais modesto, mas prevendo manter o mesmo percentual de rentabilidade. Na verdade, o segredo da nossa longevidade é saber cuidar da saúde da margem como condição fundamental para conquistar a confiança dos nossos acionistas, preservar o padrão de qualidade dos serviços prestados e assegurar as condições de crescimento profissional dos colaboradores.  Portal dos Jornalistas – Há uma queixa generalizada das agências em relação à pressão exercida pelos clientes pela renegociação de contratos. Como o mercado e a própria Burson-Marsteller estão reagindo a isso? Francisco – Nosso desafio é demonstrar que a reputação é o bem mais valioso do cliente e precisa ser protegido durante a crise e, portanto, esse é um item que não pode deixar de receber investimentos. Precisamos ser criativos e resilientes na parceria de longo prazo, fomentando cada vez mais a confiança mútua no relacionamento e a cocriação de soluções de comunicação que otimizem investimentos e ajudem as empresas a vender mais, a conquistar vantagens competitivas e market share. O posicionamento “Being More”, instituído globalmente pela Burson-Marsteller há cerca de dois anos, não poderia ser mais adequado para traduzir a nossa postura com os clientes nesse momento de dificuldades por que passa o Brasil. Portal dos Jornalistas – Em que pese ter sido difícil, 2014 foi um ano de crescimento para o setor, pois muitas agências conseguiram ampliar sua rentabilidade exatamente pelos negócios gerados pela crise. Em 2015 isso tem sido diferente? Francisco – Não no caso da B-M, que fechará 2015 com um percentual de crescimento de receita um pouco menor que o de 2014, porém com o mesmo percentual de lucratividade do ano anterior. A agência é reconhecida internacionalmente pela experiência em gestão de crises e esse serviço tem sido crucial para garantir a saúde financeira da empresa no Brasil. Tanto em 2014 como em 2015, ajudamos várias empresas em crise a responder apropriadamente e com rapidez. Não acreditamos que essa demanda diminuirá em 2016, sobretudo em relação aos serviços de preparação para situações de crises, definindo processos, comitês, manuais e fazendo simulações de treinamento para avaliar se o time interno está em conformidade com os procedimentos de comunicação indicados. Estudo recente da B-M aponta que 49% das empresas não têm um plano de crise e que 50% delas esperam experimentar uma crise nos próximos 12 meses. Portal dos Jornalistas – As concorrências diminuíram ou se mantiveram, a despeito da crise? Francisco – Elas diminuíram um pouco em setembro, mas retomaram a praticamente o mesmo nível de demanda a partir da segunda quinzena de outubro. Portal dos Jornalistas – Quais os desafios de uma agência de PR nesse mercado? Francisco – Encontrar o seu espaço de relevância diante de um cliente que procura cada vez mais por soluções integradas de comunicação, num momento de profundas transformações não só em relação ao poder e à velocidade da informação, mas também na maneira cada vez mais complexa como as pessoas estão se informando. O maior desafio do nosso setor é conseguir uma negociação baseada em valor e não em preço nos processos de concorrência, que são cada vez mais liderados pelas áreas de compra. Portal dos Jornalistas – Quais as novidades da agência para este final de ano e para 2016? Francisco – Estamos apresentando ao mercado novos produtos sofisticados de analytics, como o Big Data Brand Audit, e novas abordagens de content performance. O objetivo, claro, é ajudar nossos clientes a comunicar os seus propósitos corporativos e suas novidades mercadológicas com a máxima eficiência e diferenciação. Além disso, vamos começar 2016 em um escritório novo, que terá praticamente o dobro de área e um leiaute arquitetônico que estimulará ainda mais o trabalho colaborativo e a integração das diversas especialidades de comunicação.

Critical Mass, do Grupo Omnicom, é nova aposta do Grupo In Press

Quase um ano após anunciar sociedade com a DAS/Omnicom e trazer para o Brasil a FleishmanHillard, a In Press amplia a parceria lançando no Brasil agência digital do grupo O Grupo In Press, integrado por marcas como In Press, Brodeur, FleishmanHillard e VBrand, está trazendo para o mercado brasileiro a Critical Mass, agência digital do Grupo Omnicom especializada em inovação e tecnologia para comunicação digital (experience design, no termo em inglês). Com ela, o grupo passa a oferecer uma atuação mais especializada em tecnologia e criação focada em user experience. É um complemento à oferta já existente no campo de RP, que tem força em relacionamento com influenciadores digitais, social media, monitoramento. “Ela chega para completar nosso portfólio de soluções digitais, colocando a tecnologia a serviço da comunicação para transformar o negócio de nossos clientes”, diz Kiki Moretti, CEO do Grupo In Press. “E nos permite dar mais um passo na internacionalização do grupo. A Critical Mass atuará muito fortemente junto à nossa própria carteira de clientes, atrairá outros clientes locais e globais e dará uma contribuição importante para aumentar nossa participação no mercado e enfrentar com mais consistência a crise econômica, que tende a se agravar em 2016”. Fundada há 19 anos em Calgary, no Canadá, a Critical Mass tem hoje 750 colaboradores em três continentes e escritórios em Nova York, Chicago, Nashville, Los Angeles, Londres, Toronto, Costa Rica, Hong Kong e Cingapura, além de Calgary e agora São Paulo. Entre outros trabalhos, desenvolveu o Nike ID, primeiro site de personalização de tênis, o primeiro configurador de carros criado para a Mercedes Benz, a primeira integração do Apple Watch com o internet banking do Citibank e refez todo o e-commerce do Sunglass Hut, criando a primeira aplicação de reconhecimento facial que facilita a escolha do melhor modelo para tipo de rosto do cliente. Entre os clientes globais estão Nissan, Clorox, SAP, Citi, Luxottica e HP. “A Critical Mass é considerada uma das mais inovadoras e criativas agências do Grupo Omnicom”, afirma Kiki. Para liderá-la chega ao Grupo In Press Alfredo Reikdal, executivo com mais de 20 anos de experiência nas áreas digital e de publicidade, com passagens por empresas como Artplan, Razorfish, Coca-Cola e Globo.com. A operação brasileira será um espelho das operações da agência no mundo, seguindo a mesma metodologia e os mesmos processos. “A exemplo dos outros escritórios da agência, nosso time multidisciplinar também contará com estrategistas de negócio, creative technologists, experience designers e uma forte liderança na gestão e condução dos projetos”, explica o executivo. Uma novidade que a agência traz para o mercado brasileiro é o CM Innovation Lab. Independentemente dos projetos dos clientes, o time terá um percentual do seu tempo para trabalhar no desenvolvimento de aplicativos, testes de novas tecnologias e prototipação de produtos. “Com isso podemos aportar inovação para os nossos clientes constantemente, além de deixar o time sempre up to date”, diz Alfredo.  Expansão – O novo negócio obrigou o Grupo In Press a alugar um novo andar no prédio da av. Juscelino Kubitschek, em São Paulo, em que concentra grande parte das atividades. São agora cinco, num total de 3 mil m2 de escritórios. Critical Mass e FleishmanHillard dividem esse novo andar. Segundo Kiki, a nova agência terá inicialmente uma equipe sênior, com aproximadamente dez integrantes, que estão agora sendo contratados: “Trata-se de uma atividade que requer sobretudo inteligência e criatividade, razão pela qual não necessita de uma equipe numerosa. E sempre que houver necessidade de um trabalho operacional conjugado temos as próprias equipes do Grupo In Press e também a alternativa de contratação de freelances”. Com a aposta num crescimento mínimo de 10% no faturamento bruto do Grupo In Press em 2015 (em 2014 foi de pouco mais de R$ 101 milhões), Kiki diz que uma das grandes preocupações atuais responde pelo nome de custo: “De fato, fomos bem na expansão do faturamento, seja pela inércia do crescimento de 2014, que avançou para 2015, seja pelo esforço conjugado de toda a equipe em buscar novos negócios para a organização. Não conseguiremos repetir o crescimento histórico de 25% alcançado nos últimos anos, mas chegar aos dois dígitos num cenário de crise econômica como a que enfrentamos é uma grande vitória. Creio que em 2016 esse cenário será ainda mais desafiador, razão pela qual a ênfase em expandir as fronteiras de atuação mostra-se estratégica para continuar crescendo”. Segundo ela, no entanto, nem tudo são flores, em que pese fechar no azul num ano de queda do PIB. Um fator de grande preocupação, assegura, é a elevação de custos, que, no caso da In Press, está na faixa dos 13%, sobretudo em decorrência do impacto do reajuste da folha de pagamento, com o dissídio coletivo: “Num cenário como o atual, em que também os clientes estão revendo seus custos, não temos como repassar esse aumento aos contratos. Com isso, vemos-nos obrigados a absorver parte dessa elevação e a adotar uma política de contenção de gastos, que permita chegar ao equilíbrio das contas e atravessar esse período crítico sem comprometer a saúde financeira da organização”. Sobre os investimentos na Critical Mass, Kiki diz que foram basicamente em instalações, equipe e, claro, transferência de know how: “Com a Critical passamos a ter acesso a experiências globais e também à inteligência das equipes espalhadas por vários países, num dos negócios que mais crescem dentro do grupo Omnicom. E vamos colocar tudo isso à disposição de nossos clientes e do próprio mercado”. Outro ponto que ela destaca é a excepcional oportunidade de o Brasil vir a ser hub na parte de desenvolvimento, que hoje se concentra na Costa Rica: “Com a desvalorização cambial, o Brasil ficou muito interessante e competitivo, além de contar, no caso da In Press, com a vivência da Vbrand, especializada em estratégia e conteúdo em vídeo multiplataforma para marcas”. Outras informações com Hebe Veiga ([email protected]).

Associação dos Correspondentes Estrangeiros passa a editar newsletter

A Associação dos Correspondentes Estrangeiros em São Paulo passou a editar uma newsletter que traz assuntos de interesse desses profissionais e alguns links para o site que o argentino Carlos Turdera vem montando.

O objetivo é mostrar o trabalho dos associados fora dos veículos para os quais trabalham e, com isso, fortalecer laços com os colegas brasileiros. Carlos diz que “a newsletter e o site fazem parte do meu compromisso de cuidar da mídia digital e projetos de conteúdo da ACE no mandato da Stijntje Blankendaal, que assumiu como nova presidente da nossa associação em junho”.

Vem aí o Ranking dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros 2015

Reunião do Conselho Consultivo, na última semana, aprovou mais oito premiações que farão parte da iniciativa e alterações na grade de pontuação Consolidado em seu formato, o Ranking J&Cia dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros chega com novidades à sua quinta edição. Além de ampliar mais uma vez a base de premiações analisadas, que subiu de 128 para 136, a iniciativa promoverá neste ano um pequeno ajuste na pontuação em duas categorias de prêmios. A partir desta edição, as premiações Específicas Nacionais, que rendiam aos vencedores 20 pontos, passam a conceder mais cinco pontos, 25 no total, enquanto as premiações de Votação Direta Regional, casos dos prêmios ARI (Rio Grande do Sul) e o recém-incluído Sistema Fiepa (Pará), passam a render aos vencedores 20 pontos, em vez dos 25 até então considerados. “São mudanças que deverão deixar o levantamento mais justo e a distribuição de pontos mais coerente”, destaca Fernando Soares, coordenador da pesquisa e editor de J&Cia. “Ao compararmos a evolução dos pontos pela abrangência do prêmio, ou seja, se ele é Regional, Nacional ou Internacional, ou pela sua temática, se é Específica ou Geral, percebemos que a diferença entre uma premiação Específica Nacional e uma Específica Regional era muito pequena, de apenas cinco pontos. Com a mudança, a diferença passa para dez pontos, valorizando ainda mais as iniciativas nacionais”. “O mesmo vale para as premiações de votação direta. Enquanto premiações como Comunique-se e Troféu Mulher Imprensa, que são de Votações Diretas Nacionais, rendem menos pontos do que as premiações Gerais Nacionais, no âmbito regional essas duas subcategorias (Votação Direta e Geral) até então se equivaliam. Com a mudança, uma premiação Geral Regional (25 pontos) passa a ter peso maior que uma de Votação Direta (20 pontos)”. As alterações serão aplicadas retroativamente, mas não mudarão os resultados das edições anteriores do Ranking.

Escala terceiriza títulos e corta 20

A Editora Escala anunciou na última 2ª.feira (23/11) que cinco títulos – Casa & Construção, Construir Mais por Menos, Decora Baby, Dieta Já e Meu Pet –, cuja produção editorial era feita parcialmente por colaboradores externos, passarão a ser feitos totalmente por empresas parceiras. Com isso, devem sair perto de 20 profissionais que integravam as equipes de produção dessas revistas. ercílio de Lourenzi, presidente da Escala, disse ao Portal dos Jornalistas que a editora tem a tradição de trabalhar com essa sistemática na produção de conteúdo: “Isso é o que faz com que a empresa consiga manter um portfólio bem diversificado e relativamente grande de títulos. Também possibilita o lançamento de novas revistas, mesmo em tempos bicudos, como foram os casos das revistas Vida Natural, cuja produção editorial é feita por empresa parceira, e da semanal Auto Fácil, de produção editorial com equipe interna, ambas lançadas neste ano dificil de 2015”. Segundo ele, “as atuais mudanças se encaixam na postura histórica da empresa e visam maior dinamismo, flexibilidade e sustentabilidade na produção editorial de conteúdo”.

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