Maria Esther Bueno (Crédito: Tomaz Silva/Agência Brasil)
O jornalista e escritor Odir Cunha está terminando de escrever sua próxima obra, a biografia de Maria Esther Bueno, a maior tenista brasileira da história, tricampeã de Wimbledon e tetracampeã do US Open. Com o título Maria, a vitória da arte, o livro será lançado em outubro deste ano, com cerca de 300 páginas e 50 fotos sobre a trajetória de Maria Esther Bueno.
Segundo o autor, a vida e a carreira de Maria Esther “são um exemplo não só para tenistas e esportistas, mas para todos que precisam de inspiração e de exemplos para enfrentar e vencer suas adversidades”. Em outubro, mês do lançamento da biografia, a tenista, que faleceu em 2018 em decorrência de um câncer no lábio, completaria 85 anos.
Odir lançou uma campanha de financiamento coletivo na plataforma Kickante para pagar os custos de produção e impressão do livro. Quem contribuir até 31 de agosto receberá um exemplar impresso, uma dedicatória do autor e terá seu nome impresso no último capítulo da obra. Contribua aqui.
Odir Cunha (Crédito: Twitter)
Com quase 50 anos de carreira no jornalismo, Odir Cunha iniciou sua trajetória na profissão no Jornal da Tarde, onde ganhou dois Prêmios Esso, em 1978 e 1979. Posteriormente, trabalhou no Sistema Globo/Excelsior de Rádio. Foi produtor de programas esportivos da Rádio Globo. Na televisão, trabalhou como editor e comentarista. Fundou a Ampla Comunicação, assessoria de imprensa onde trabalhou por 10 anos. Curador do Museu Pelé, também organizou diversas exposições no Sesc.
Como escritor tem mais de 30 livros publicados, entre eles biografias de outras personalidades históricas do esporte, como Pelé, Guga Kuerten e Oscar Schimidt. Escreveu também o livro oficial do Centenário do Santos Futebol Clube (100 anos de futebol arte) e o histórico Dossiê que unificou os títulos brasileiros de futebol a partir de 1959.
Felipe Malta deixará o comando do Primeiro Impacto para assumir a direção de Jornalismo do SBT em Brasília. Ele deverá continuar apresentando o telejornal até a primeira quinzena de julho, e após isso seguirá para a nova função.
Em comunicado à imprensa, Malta agradeceu pela oportunidade: “Recebo o convite muito honrado pelo SBT ter notado a minha entrega nos bastidores, paralela à atuação em frente às câmeras, e confiado a mim este posto tão estratégico”.
Ele também desejou sorte aos colegas de São Paulo, especialmente à equipe do Primeiro Impacto, com que trabalhou durante um ano e meio: “Em breve, estarei de volta a Brasília e 100% focado em entregar o meu melhor para a nossa equipe de lá”.
Felipe Malta é formado pela Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília e iniciou sua carreira no SBT como estagiário em 2011. Desde então, atuou como produtor, repórter local, repórter nacional, editor-chefe, apresentador de telejornais locais, plantonista da bancada do SBT Brasil e titular do Primeiro Impacto em rede nacional.
Na nova posição, terá a missão de liderar a equipe de Brasília nos projetos atuais e futuros.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes ordenou na quarta-feira (19/6) a retirada da censura imposta por ele mesmo a reportagens sobre Jullyene Lins, ex-esposa de Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados. Nas reportagens, Lins falou sobre supostas agressões cometidas pelo parlamentar contra ela.
Atendendo a um pedido da defesa de Lira, Moraes havia ordenado na terça-feira (18/6) a retirada do ar de dois vídeos e dois textos jornalísticos com afirmações de Jullyene Lins. Foram duas entrevistas em vídeo com a ex-esposa do parlamentar, uma da Folha de S.Paulo e outra da Mídia Ninja, e duas reportagens escritas sobre o caso, do portal Terra e outra do Brasil de Fato. Um dia depois, porém, Moraes recuou e retirou a censura.
O ministro do STF afirmou que as informações obtidas após a realização dos bloqueios mostraram que o conteúdo censurado era de “reportagens jornalísticas que já se encontravam veiculadas anteriormente, sem emissão de juízo de valor” e que as reportagens não podem ser consideradas como “conteúdo ofensivo e inverídico”.
Nas reportagens sobre o caso, Jullyene Lins acusa Arthur lira de tê-la agredido fisicamente. Em 2015, o parlamentar foi absolvido no âmbito do processo, mas a versão de Lins é a de que ela foi ameaçada para que mudasse seu depoimento na ação.
Reportagem da Agência Pública segue censurada há 9 meses
Uma reportagem da Agência Pública que trazia um relato inédito de Jullyene Lins sobre o caso, segue censurada há nove meses. A 6ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) decidiu pela remoção da reportagem e confirmou a decisão em abril deste ano. A defesa da Pública foi ao STF e fez uma reclamação contra a censura, que foi indeferida por Alexandre de Moraes. A Pública recorreu da decisão e o caso foi a julgamento da primeira turma do STF, mas o julgamento está no momento suspenso em razão do pedido de vistas da ministra Cármen Lúcia.
A reportagem da Pública abordava casos graves que teriam ocorrido em 2006 e que não foram analisados pelo STF. O veículo afirma que a reportagem teve “propósito informativo e de interesse público, feita com base em documentos judiciais e fontes que deram seu depoimento sobre os fatos, sem qualquer ofensa a quem quer que seja”.
“Com isso, a população fica privada do acesso a informações importantes sobre um homem público”, escreveu a Pública. “A decisão de manter censurado o nosso jornalismo de interesse público, é uma afronta à liberdade de imprensa e ao bom jornalismo”.
Estão abertas as inscrições para a graduação presencial em Escrita Criativa do Instituto Vera Cruz. Com duração de 2 anos e meio, o curso tem uma programação voltada para escrita ficcional, de poesia, dramaturgia, de não ficção literária e de roteiro e também de projetos editoriais e audiovisuais.
O curso visa a capacitar os alunos a trabalhar com a escrita em diversas vertentes, como textos literários em editoras e empresas de comunicação; conteúdos jornalísticos para veículos impressos e digitais, emissoras de rádio, TV e em redes sociais; redações publicitárias e comunicação interna; roteiros para cinema, TV, podcasts e games, peças teatrais; setores de comunicação em empresas de mídias sociais; mostras e festivais; assessoria de imprensa e checagem de informação, entre outros.
As aulas são realizadas de segunda a sexta-feira, das 18h30 às 22h, no campus do Instituto Vera Cruz (Rua Baumann, 73, Vila Leopoldina – São Paulo). A mensalidade é de R$ 2.800. Além das aulas presenciais, os estudantes devem cumprir uma carga horária mínima de atividades complementares. A partir do segundo ano da graduação, os alunos participam de seleções para estágios profissionais nas editoras parceiras do Instituto Vera Cruz: todavia, Ubu e Fósforo.
Interessados devem se inscrever no processo seletivo, realizado de forma remota. Além da inscrição, é preciso enviar um texto literário de autoria própria, uma carta apresentando os interesses no curso e o currículo ou histórico escolar. É possível utilizar a nota do Enem para ingresso no curso. O Instituto Vera Cruz oferece bolsas de estudo de até 80%.
O Digital News Report, do Reuters Intitute. que apontou o Brasil como o país onde mais gente confia das notícias em comparação às demais nações pesquisadas na América Latina, é considerado o mais amplo retrato do comportamento do público em relação às fontes de informação online, examinando a situação de países em seis continentes.
O relatório trata como notícia informações recebidas por qualquer fonte − do acesso a um veículo de comunicação a conteúdo factual distribuído via redes sociais ou aplicativos de mensagem, produzidos por organizações de mídia ou canais independentes. Os autores assinalam que os resultados refletem o que as pessoas dizem, e não necessariamente o que fazem.
Mas é uma importante referência para a indústria e para quem se interessa pela contribuição do jornalismo para a sociedade, revelando as percepções sobre temas como o papel das mídias sociais, a inteligência artificial na imprensa, a desinformação e a disposição de pagar para se informar.
Dentre essas questões, medir a confiança é importante, porque um dos grandes desafios do jornalismo tem sido manter a credibilidade diante das fake news, de movimentos para desacreditar a imprensa e da disputa com influenciadores, que se tornaram fontes primárias de informação, sobretudo para os jovens.
Para ilustrar o crescimento de sua importância, o estudo ressalta a quantidade expressiva de citações dos nomes de Lionel Messi, Taylor Swift e das Kardashians como fontes de informação, embora eles não tratem de assuntos noticiosos em suas redes sociais.
No Brasil, as grandes organizações de mídia são mais confiáveis aos olhos do público, segundo o estudo.
A confiança no noticiário manteve-se estável em relação a 2023 no mundo, com taxa de 40%, mas ainda está quatro pontos abaixo do índice atingido durante a pandemia do coronavírus, de acordo com o relatório.
A Finlândia segue como o país com os níveis mais elevados de confiança global nas notícias (69%), enquanto Grécia (23%) e Hungria (23%) apresentaram os níveis mais baixos.
O Brasil ficou em 15º entre os 47 países pesquisados, mas teve queda de 19 pontos em relação a 2015, quando o cenário midiático era bem diferente.
O Instituto alerta que as baixas pontuações em alguns países, como EUA (32%), Argentina (30%) e França (31%), podem estar ligadas à polarização política e cultural.
O que forma a credibilidade?
Nic Newman, autor do relatório, salienta que as percepções não dizem respeito apenas à produção jornalística, sendo influenciadas também por fatores políticos e sociais.
A pesquisa identificou quatro fatores que constroem a confiança nas notícias: padrões elevados, abordagem transparente, falta de preconceitos e representação justa.
Newman explicou que as respostas são consistentes entre países, idades e pontos de vista políticos. E observou que abordagens negativas ou críticas em matérias não emergiram na pesquisa como razões importantes para comprometer a credibilidade, “significando que o público ainda espera que os jornalistas façam perguntas difíceis”.
(Crédito: Ozan Safak/Unsplash)
Em relação à fadiga de notícias, métrica em que o Brasil registrou aumento (47%, contra 41% em 2023), o País nem é o pior do mundo. Na Argentina, 77% do público declararam em 2017 ter interesse em notícias, taxa que despencou para 45% em 2024. No Reino Unido, a queda em relação a 2015 foi quase a metade.
Smartphone é rei
O relatório investigou também os equipamentos usados para acessar notícias online. No Brasil, 82% dos entrevistados disseram informar-se pelo celular, 51% pelo computador e apenas 30% pelos tablets.
Na avaliação sobre meios, o online (incluindo sites de notícias, aplicativos e redes sociais dos veículos) domina no Brasil, com 74% de acesso a notícias por eles. Mídias sociais (incluindo influenciadores) e TVs aparecem quase empatados, com 50% e 51% respectivamente.
O uso de veículos impressos como fonte de informação continua baixo. Mas se serve de consolo aos amantes do papel, estacionou no Brasil desde a pandemia, com 11% dos entrevistados na pesquisa declarando informar-se por eles.
Leia mais sobre o relatório do Instituto Reuters e veja o documento completo em MediaTalks.
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Estão abertas até 20 de julho as inscrições para a 46ª edição do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, que valoriza e incentiva trabalhos jornalísticos sobre temas relacionados à defesa da democracia, da cidadania e dos direitos humanos.
O prêmio tem sete categorias: Produção jornalística em texto, Produção jornalística em áudio, Produção jornalística em vídeo, Produção jornalística em multimídia, Fotografia, Arte (ilustrações, charges, cartuns, caricaturas e/ou quadrinhos) e Livro-reportagem (obras editadas e lançadas no ano de 2023).
O vencedor de cada categoria receberá o troféu símbolo do Prêmio Vladimir Herzog, criado pelo artista plástico Elifas Andreato. Haverá também uma Menção Honrosa em cada uma das categorias inscritas.
Podem ser inscritos trabalhos publicados ou veiculados entre 31 de julho de 2023 e 20 de julho de 2024. No caso da categoria Livro-reportagem, serão aceitos livros editados entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2023. A taxa de inscrição é de R$ 50 para cada trabalho inscrito.
A Sessão pública de julgamento e divulgação dos vencedores será em 10 de outubro, com transmissão ao vivo nas plataformas do Instituto Vladimir Herzog. A cerimônia de premiação e a tradicional Roda de Conversa com os ganhadores será realizada em 29 de outubro, no Tucarena, em São Paulo.
Instituto Vladimir Herzog comemora 15 anos de atuação com exposição sobre luta pela democracia
O Instituto Vladimir Herzog, inclusive, comemora 15 anos de atuação. Para celebrar o marco, a entidade está organizando a mostra Sobre Nós – 60 anos de resistência democrática no Brasil, que traz um panorama histórico da luta pela democracia no Brasil por meio de documentos históricos e expressões culturais.
A exposição percorrerá a história recente da luta democrática no Brasil, passando pela Ditadura Militar, a Comissão Nacional da Verdade, as manifestações de junho de 2013, a ocupação de escolas por alunos secundaristas em 2015, entre outros acontecimentos históricos. A mostra vai exibir também, de 11 a 14 de julho, o especial É preciso estar atento, com quatro filmes que dialogam diretamente com as histórias contadas pelas obras. A exposição estreia em 2 de julho, na Cinemateca Brasileiras, em São Paulo (Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino).
A Press Manager, sistema de gestão para assessorias de imprensa, empresas e profissionais de comunicação, está promovendo um levantamento com base nos jornalistas cadastrados em seu mailing para apontar quais as maiores redações e grupos de comunicação do Brasil.
O estudo toma como base os cerca de 55 mil profissionais e 15 mil veículos com atuação no Brasil cadastrados e ativos no mailing da plataforma e considera apenas os jornalistas contratados ou que colaboram de maneira fixa para as publicações.
De acordo com o levantamento, o Grupo Globo é o que mais emprega no Brasil, com 1.205 profissionais cadastrados, mais que o dobro do segundo colocado, o Grupo Record, com 458. O Grupo Bandeirantes fecha o pódio com 352 jornalistas atuando em seus veículos.
Entre os jornais, somadas as versões impressas e online, a Folha de S.Paulo tem a maior redação do País, com 226 jornalistas, seguida por O Globo, com 156, e Estadão, com 155 profissionais.
Já entre as revistas, a liderança é de Exame, que atualmente emprega 44 jornalistas em sua redação, enquanto Veja, na segunda posição, conta com 34 profissionais, e IstoÉ fecha o pódio, com 30.
“Estes números são fruto da atualização diária promovida por nossa equipe, que na média, a cada 60 dias, confere e atualiza todos os contatos cadastrados em nosso banco de dados”, explica o sócio-diretor Leandro Sobral. “Não são números absolutos, pois não há um cruzamento de informações com o RH das empresas. Também não consideramos, por exemplo, colunistas ou colaboradores, mesmo que fixos, que atuem em mais de uma publicação; por isso, o número real, em alguns casos, tende a ser maior, mas este levantamento ajuda a ter uma ideia do tamanho e das principais redações brasileiras”.
Nos próximos dias, novos levantamentos, considerando outras plataformas, como rádio e tevê, e recortes regionais deverão ser divulgados. As informações serão publicadas em primeira mão no Jornalistas&Cia.
* Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro
Peter Lemos Barcelos faleceu, aos 41 anos, de câncer, em 18 de junho. Lutou contra uma metástase durante um ano, mantendo a postura positiva e cheia de energia, como era sua marca registrada. Deixou os filhos Artur (16) e Alice (13 anos).
O corpo foi sepultado dia seguinte (19/6), no Jardim Sulacap, Zona Oeste do Rio. A cerimônia, emocionante, foi ao som de jazz, com parentes e amigos vestidos de branco e soltando balões com mensagens escritas para ele.
Carioca, jornalista e publicitário, tinha pós-graduação em História Contemporânea Universal pela UFF. Foi repórter no Jornal do Brasil e na EBC. Começou na comunicação corporativa da CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos). Passou depois à área pública, como secretário de Comunicação e Eventos na Prefeitura de Resende, no Estado do Rio. Esteve ainda na RioTur (Empresa de Turismo do Município) e nas secretarias estaduais de Turismo e de Transportes do Rio de Janeiro.
Há quase quatro anos, era gerente de comunicação na FSB, para atendimento ao Rio Ônibus, o Sindicato das Empresas de Ônibus da cidade do Rio. Ali marcou sua passagem com o trabalho de reposicionamento da imagem do setor.
O próximo dia 16 de julho marcará os 125 anos da realização da primeira transmissão da voz e da música por ondas de rádio da história da humanidade, experiência levada a cabo pelo padre-cientista gaúcho Roberto Landell de Moura, realizada entre o Colégio Santana, na zona norte de São Paulo, e a Ponte das Bandeiras, conforme atesta a farta documentação reunida pelo biógrafo de Landell, jornalista Hamilton Almeida.
A efeméride merecerá uma edição especial de Jornalistas&Cia, com a participação de Almeida, em texto em que apresentará detalhes do evento e de sua repercussão no País naquele final do Século XIX.
A mesma edição trará uma linha do tempo sobre a intensa movimentação que vem sendo realizada desde 2010 com vistas ao reconhecimento do padre-inventor, além de dezenas de depoimentos de colegas jornalistas. Lembrará ainda outras atividades desse período celebrando o feito e exortando a sociedade brasileira a levar adiante a luta pelo reconhecimento desse ilustre brasileiro, ainda pouco conhecido em seu próprio País, a despeito de ter sido um dos mais importantes cientistas do mundo.
Marcas que queiram apoiar a edição e a causa podem entrar em contato com Silvio Ribeiro pelo silvio@jornalistasecia.com.br.
O Congresso em Foco é o veículo especializado em política mais lido pelos parlamentares federais. O levantamento é do Instituto de Pesquisa em Reputação e Imagem (Ipri), da FSB Holding. A pesquisa apontou que 53% dos congressistas (50% dos deputados e 67% dos senadores) leem o CF. O veículo atinge acima dos 50%, em uma lista de oito parlamentares citados na pesquisa.
Entre os veículos tradicionais de ampla cobertura dos Três Poderes, o Poder360 ficou em segundo lugar, seguido de O Globo. A pesquisa foi realizada de 17/10 a 22/11/2023 e entrevistou 187 deputados e 23 senadores. Segundo Ipri o, a amostra de parlamentares reproduz a proporção das bancadas partidárias no Congresso. Confira mais detalhes.
Aliás, o Prêmio Congresso em Foco divulgou em 17/6 a lista preliminar dos parlamentares, no Senado e na Câmara dos Deputados, concorrentes ao prêmio deste ano, nas categorias Clima e Sustentabilidade e Cidades Inteligentes. Os premiados serão anunciados em cerimônia no dia 29 de agosto.