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Matthew Shirts e Patrícia Hargreaves deixam a Abril

Mathew Shirts e Patrícia Hargreaves, que integravam o núcleo Abril Branded Content (ABC), criado num dos recentes movimentos da Editora Abril, deixaram a empresa.

Californiano, Mathew estava em sua segunda passagem pela Abril. Na primeira, no início dos anos 1990, atuou na revista Super Game Power (SP). Nessa sua segunda passagem por lá, após trabalhar em Folha e Estadão, estava desde 1999, tendo atuado em NatGeo, Veja e Planeta Sustentável, de onde migrou para o núcleo ABC.

Patrícia, outra com um bom tempo de casa, foi diretora de Redação da Contigo, além de ter atuado em AnaMaria, Tititi, Recreio, Mundo Estranho e Aventuras da História.

Ainda na Abril, registro para as saídas dos diretores de Arte Tarcísio Moraes Alves, de Quatro Rodas, e Valdécio de Oliveira, da Veja São Paulo, além de Walter Nunes, repórter de Política de Veja.

Tarcísio estava na Arte de Quatro Rodas há perto de 13 anos. Começou como frila e foi subindo até o posto máximo da área. Formado em Jornalismo pela Unesp, Walter Nunes foi repórter de Política da Editora Globo de 2004 a 2011. Em seguida, passou a produtor do Fantástico, na TV Globo, onde permaneceu até 2015. Em agosto do mesmo ano começou na reportagem de Veja. Com 30 anos de casa celebrados em outubro último, o diretor de Arte do Núcleo Cidades de Veja, Valdécio de Oliveira ([email protected]), também deixou a editora, onde começou como auxiliar de produção na primeira edição de Veja São Paulo e passou praticamente todo o seu tempo de casa.

CCS apoia criação do Observatório da Violência contra Comunicadores

Reunido em 15/2, o Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional (CCS) aprovou parecer em que condena “todo e qualquer tipo de violência contra os profissionais de comunicação” e propõe a criação do Observatório da Violência contra Comunicadores, vinculado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. O parecer também recomenda a aprovação de três projetos que tratam do uso de coletes a prova de balas e demais equipamentos de proteção individual por parte de profissionais do jornalismo que cobrem conflitos ou operações sociais, e ainda sugere a criação de um protocolo para as forças policiais em casos de violência contra comunicadores.

Celia Ribeiro deixa o Grupo RBS após 50 anos

Após 50 anos de atuação no Grupo RBS, a colunista Celia Ribeiro encerrou sua carreira de articulista semanal na revista Donna, de Zero Hora. A decisão do afastamento partiu dela própria e foi anunciada ao público com destaque na capa da edição de Donna de 14 de fevereiro. Célia está com 86 anos, 60 dos quais atuando na imprensa, em rádio, tevê e veículos impressos. O início de carreira foi aos 26 anos escrevendo críticas de teatro no jornal A Hora. Depois, atuou nas rádios Guaíba e Gaúcha, nas revistas do Globo e Cláudia, nas tevês Piratini e Gaúcha. Em 1970 começou a trabalhar em Zero Hora, onde foi repórter, editora e colunista, nas plataformas impressa e digital. Em 2015, completou meio século como colaboradora do Grupo RBS.

Eulina Oliveira acerta com a Folha de S.Paulo

Especializada em mercado financeiro e cobertura de empresas, e com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA, Eulina Oliveira começou na Folha de S.Paulo como repórter da editoria de Mercado.

Ela ficou por mais de 16 anos na Agência Estado, onde foi subeditora do Newspaper, produto que resume as principais notícias do dia, e editora assistente na equipe de Empresas e Setores do serviço em tempo real Broadcast.

Antes, passou por Diário Popular (atual Diário de S.Paulo) e Folha da Tarde (atual Agora) , entre outros veículos. E voltam para reforçar a reportagem de Mercado da Folha Mariana Carneiro, que estava como correspondente em Buenos Aires, e Érica Fraga, que curtia licença-maternidade.

Pedro Doria retorna ao Estadão como colunista

Pedro Doria estreou em 12/2 coluna sobre tecnologia no Estadão. Passa a escrever na página de opinião, sem prejuízo de sua atuação, também como colunista, em O Globo. “A coluna vai discutir os incríveis impactos que a tecnologia tem em nosso cotidiano e mostrar como as decisões de algumas empresas, como Apple, Google e Facebook, têm impacto direto na maneira como nos relacionamos e nos informamos”, explicou ao Comunique-se. Doria comandou a área de conteúdos digitais do Estadão como editor-chefe até 2011. Em seguida, passou a editor executivo de O Globo, função que exerceu até setembro passado.  

Sempre pode piorar: jornalistas brasileiros estão entre os mais pessimistas

Os jornalistas brasileiros estão entre os mais pessimistas da América Latina no que diz respeito à evolução da economia do País nos próximos 12 meses. É o que aponta pesquisa realizada pela Ipsos, ao detalhar que 35% dos profissionais de imprensa acreditam que, em um ano, a situação econômica estará pior que a atual; e outros 43% apostam que a situação continuará igual. Apenas 20% dos jornalistas do País, segundo o estudo, acreditam que a economia vai melhorar nesse período. Na América Latina, esse resultado só é melhor do que o da Venezuela, onde 72% dos jornalistas disseram que a economia irá deteriorar nos próximos meses. O país com jornalistas mais otimistas na região é a Argentina, onde 49% disseram que a situação econômica vai melhorar. Outros 29% afirmaram que o cenário ficará igual, enquanto 19% apontaram para uma piora. Em novembro, o empresário Mauricio Macri venceu as eleições presidenciais argentinas após doze anos de kirchnerismo. O segundo país mais otimista é Cuba. Ali 36% dos profissionais acreditam que a economia nacional estará melhor. Em julho do ano passado, os Estados Unidos anunciaram a volta de relações diplomáticas após 54 anos de ruptura. De acordo com a pesquisa Ipsos, 43% dos jornalistas cubanos acreditam que a economia continuará igual nos próximos meses, enquanto 17% veem deterioração. A pesquisa também aferiu a percepção dos profissionais latino-americanos sobre a economia de países da região. Quando questionados sobre a economia do Brasil, 100% classificam a situação atual como ruim, o que constitui a pior avaliação da região. Sobre a evolução da economia brasileira nos próximos 12 meses, 58% disseram acreditar que a situação estará pior, contra 42% que esperam melhora. Apesar da maioria negativa, o percentual dos que esperam avanço para o Brasil é o maior entre os países pesquisados, ficando na frente do resultado de Argentina. Dos pesquisados, 30% esperam evolução positiva para a economia argentina.

Abraji e Instituto Vladimir Herzog repudiam ameaças a Leonardo Sakamoto

A Abraji divulgou em 12/2 nota em apoio a Leonardo Sakamoto, que recentemente foi vítima da publicação de uma falsa entrevista no jornal mineiro Edição do Brasil. O caso ganhou proporção nas redes sociais, após ser atribuída a Sakamoto a afirmação de que aposentados seriam inúteis à sociedade. No texto publicado pela Abraji, e que rapidamente ganhou o apoio do Instituto Vladimir Herrzog, a entidade diz esperar que as autoridades apurem o caso com rapidez e identifiquem os responsáveis pelas ameaças contra o jornalista. “A impunidade em casos como este serve de estímulo para que mensagens de ódio se transformem em crimes violentos”, ressaltou o comunicado. Já para o Instituto Vladimir Herzog, “a internet é como uma arma, não tem moral. Pode ser usada para o bem ou para o mal, dependendo de quem e como a empunha. E potencializa qualquer manifestação individual. Por isso, especialmente a quem a utiliza se impõe o dever de respeito à liberdade de expressão alheia”. Sakamoto explicou o caso completo em um post publicado em 3/2 no blog que mantém no UOL.

Depois de 30 anos, Mirian Dutra fala sobre relacionamento com FHC

Após três décadas de um inquebrantável silêncio, Mirian Dutra decidiu falar sobre seu “exílio”, seu relacionamento com ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e como foram todos esses anos como funcionária praticamente inativa da Globo na Europa, da qual se desligou oficialmente em dezembro passado, após 35 anos de contrato. A autora da façanha é Fernanda Sampaio e a entrevista está na edição nº 100 da revista Brazil com Z, que circula na Espanha. Foram três horas de conversa, no dia 19 de janeiro, em Madri. Nela, Mirian faz uma série de revelações sobre como foi humilhada o tempo todo pela Globo, conta que o romance com FHC durou cerca de seis anos e afirma, entre outras coisas, que foi induzida a mentir no final da gravidez, dizendo que o filho que esperava era de um biólogo. Suas palavras: “Quando eu estava grávida de sete meses do Tomas, a coisa estava para explodir. O filho dele o obrigou a fazer uma coisa. FHC me obrigou a dar uma entrevista para a Veja dizendo que o pai do meu filho era um biólogo, pode olhar na hemeroteca, em julho de 1991, naquela seção Gente. Quem é a Mirian Dutra pra aparecer na Gente dizendo que vai ter o segundo filho de um biólogo?! Foi Fernando Henrique com Mário Sérgio Conde [NdaR; Conti]. Isso foi um acerto feito com o diretor da Veja. Eu estava de férias absolutamente sob pressão com um barrigão. A pressão? Que ia destruir a minha vida e acabar comigo”. Confira a íntegra.

A nova corrida de Rodolfo Lucena

Nesta 4ª.feira (17/2), às 8h, Rodolfo Lucena – que já correu em homenagem à cidade de São Paulo e em apoio aos sem-terra – dá largada a uma nova corrida temática: Corrida por Manoel, homenagem a Manoel Fiel Filho, operário metalúrgico morto há 40 anos pela ditadura militar, três meses depois do assassinato de Vladimir Herzog, em circunstâncias semelhantes. “Vou fazer 40 dias de corrida por percursos que lembram a vida e a morte de Manoel, assim como a luta pela democracia no Brasil”, disse Rodolfo ao Portal dos Jornalistas. Em muitos desses trajetos, que relembrarão a luta contra a ditadura, pela democracia, pela liberdade e pela justiça, o maratonista será acompanhado por convidados. Entre eles, além de familiares de Manoel, estão os advogados Samuel Mac Dowell e Marco Antonio Rodrigues Barbosa, que representaram a família dele em processo contra a União, o ex-preso político e diretor do Núcleo Memória Maurice Politi e a coordenadora do Memorial da Resistência Katia Regina Neves. Cada trajeto será registrado em foto e vídeo; reportagem sobre o percurso de cada dia, com entrevistas e documentação histórica, será publicada no blog de Lucena. 

Está disponível o e-book Para entender as mídias sociais

Vinte e seis artigos de 28 autores compõem o terceiro volume do e-book colaborativo de Para entender as mídias sociais, já disponível no blog do projeto, que leva o mesmo nome. A exemplo dos dois primeiros volumes, este também tem organização de Ana Brambilla (jornalista, doutoranda em comunicação, professora da Faculdade Cásper Líbero) e de Cristiano Santos (jornalista, palestrante e social media da Editora Globo). As temáticas são variadas, embora sigam um eixo fundamental: a crítica sobre as redes sociais. Editado por Edições VNI, de Salvador, o trabalho de 243 páginas é publicado sob licença Creative Commons, que impede a comercialização, mas autoriza a reprodução e a distribuição do material sob menção de fonte. O projeto gráfico foi criado e executado pelo designer Cássio Aguiar. A capa tem criação do designer Alexandre Zanardo. A escolha dos autores foi feita por chamada pública no blog e em redes sociais, em meados de 2013. Foram mais de 90 propostas de artigos, tendo sido selecionadas aquelas que melhor se encaixavam na proposta de lançar um olhar crítico para o universo das mídias sociais. Assim, textos acadêmicos e ensaios livres passaram a compor um trabalho que objetiva ser um disparador de discussões. Temas não recorrentes nos debates sobre redes sociais também mereceram lugar, atendendo à necessidade de ampliar a visão de públicos e usos que esses espaços têm. Evento com autores Para marcar o lançamento, os autores participarão de uma mesa redonda em 15/3, no auditório do Senac Lapa Scipião (rua Scipião, 67 – São Paulo), a partir das 19h30. Por causa dos vários autores que vivem em outras cidades, será armada uma videoconferência para garantir a participação do máximo possível de colaboradores, assim como dos designers, para atualização do debate e interação com o público. Projeto e formato O projeto Para Entender as Mídias Sociais é um desdobramento do flash book organizado pelo historiador Juliano Spyer, durante a Campus Party de 2009, intitulado Para entender a internet, que reuniu vários profissionais de comunicação digital em atividade no mercado para descrever, em textos curtos, os principais conceitos que atravessavam a internet naquele momento. 

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