Estadão relança banco de dados sobre corrupção no Brasil

Em parceria com o Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas da USP, o Estadão relançou durante a Festa Literária Internacional de Paraty a Corrupteca, biblioteca digital especializada em corrupção no Brasil. O projeto, criado em 2012, teve sua base de itens pesquisáveis ampliada de 90 mil para mais de 8 milhões, integrando 5,4 mil fontes de dados, entre periódicos, bibliotecas, universidades e outras instituições do Brasil e do mundo. Entre outras, foram integradas a hemeroteca do Senado Federal, que armazena 226 mil itens produzidos pelo Legislativo, e as estrangeiras de Espanha, Congresso Americano e França, além dos acervos das universidades de Harvard, Yale e MIT. “A ampliação do repositório de dados foi possível por causa da adoção de outras instituições ao protocolo Open Archive”, explica Giovanni Eldasi, diretor de Tecnologia da Corrupteca. Com o protocolo, os materiais das instituições ficam visíveis na rede e permitem a integração com outras bases. “Os novos acervos digitais integrados potencializam enormemente a pesquisa científica e as propostas de soluções na área de corrupção, que é o objetivo primordial da Corrupteca”, completa.