Raul Juste Lores será correspondente da Folha em Washington

Raul Justes Lores, atual correspondente da Folha de S.Paulo em Nova York, vai se mudar para Washington e ali, a partir de 25/3, sucederá a Luciana Coelho, que nos últimos dois anos respondeu pelo cargo. Ela sairá de férias por dois meses e em junho regressará ao Brasil e à sede do jornal, para assumir novas funções. Ex-Reuters e CNN, Luciana foi também correspondente em Genebra e Nova York, além de subeditora de Mundo. Com ela regressará o marido, Rafael Garcia, que foi repórter de Ciência da Folha e atualmente é colaborador do jornal, em que mantém o blog Teoria de Tudo, sobre Ciência. Rafael está fora do País há três anos – um como bolsista da Fundação Knight no MIT e outros dois em Washington. Também em 25/3, a Folha reabre a vaga de correspondente-bolsista em Nova York e, conforme a praxe, por ser a primeira nomeação, dispensou o concurso interno e indicou para o posto a repórter da coluna Mercado Joana Cunha. Ela deverá começar seu  trabalho no mesmo dia, com previsão de permanecer nos EUA por um período de nove meses. Com a ida de Joana para NY, Ricardo Mioto, que era coordenador de Artigos e Eventos, já a partir desta 2ª.feira (25/2) incorporou-se à equipe de repórteres de Mercado. Para o lugar dele seguiu Thais Bilenky, até então repórter do portal F5 e da coluna de Mônica Bergamo. Em Brasília, Igor Gielow, indicado para substituir interinamente o diretor Melchiades Filho, que voltará para São Paulo agora em março, será efetivado no comando da sucursal. Hoje com 39 anos, Igor começou na empresa em 1992, como repórter de Polícia e Política na antiga Folha da Tarde, em São Paulo. Depois trabalhou em regionais da Folha, editando cadernos em São José dos Campos, Rio Preto e Campinas. Em São Paulo, foi redator de Mundo, editor-adjunto de Economia, repórter e depois editor-assistente de Política, e coordenador da Agência Folha. Foi ainda correspondente em Londres, em 1996. Em, 2003, foi transferido para Brasília como secretário de Redação, responsável pela Chefia de Reportagem. Especializado em jornalismo internacional, cobriu, entre outros, conflitos em Líbano, Israel e Argélia (1996-97), crise dos reféns no Peru e golpe no Equador (1997), eleições na Rússia (2000, 2007 e 2008), guerra no Afeganistão (2001, 2009 e 2011), conflitos no Paquistão (2001, 2008, 2009 e 2011), morte de Yasser Arafat (2004), morte e beatificação do papa João Paulo 2º (2005, 2011), morte de Osama Bin Laden (2011) e dez anos do 11/9 (EUA, Iraque, Afeganistão e Paquistão, em 2011).