Foi lançada nesta terça-feira (9/9) a primeira parte da série A mão invisível das Big Techs. Ao longo de nove meses, 17 organizações de jornalismo, lideradas pela Agência Pública e pelo Centro Latinoamericano de Investigación Periodística (CLIP), investigaram e produziram reportagens sobre as estratégias de influência das chamadas Big Techs na política de 13 países.
A investigação colaborativa e transfronteiriça conseguiu identificar quase três mil ações de lobby envolvendo o setor realizadas em parlamentos e governos de todo o mundo, incluindo o Brasil, onde foi responsável por barrar o PL das Fake News.
Além da Pública, também participaram pelo Brasil ICL Notícias e Núcleo. Elas se juntaram às organizações Crikey (Austrália), Cuestión Pública (Colômbia), Daily Maverick (África do Sul), El Diario AR (Argentina), El Surti (Paraguai), Factum (El Salvador), Investigative Journalism Foundation – IJF (Canadá), LaBot (Chile), LightHouse Reports (Internacional), N+Focus (México), Primicias (Equador), Tech Policy Press (EUA) e Tempo (Indonésia). O projeto tem o apoio da Repórteres Sem Fronteiras e da equipe jurídica El Veinte, e identidade visual da La Fábrica Memética.
Leia agora:
- Como as Big Techs mataram o PL das Fake News
- Pai da presidente da comissão de IA no Congresso fecha acordo com Google no Paraná
- Como a “mão invisível” das Big Techs pressiona governos na América Latina
- Nas sombras, um ex-presidente faz carreira representando as techs
- A turma do block: como as Big Techs montaram equipes de lobby que derrubam projetos de lei










