A agência Radioweb firmou parceria com mais de 500 rádios de todo o País para transmissão da votação na Câmara dos Deputados sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, que ocorrerá neste domingo (17/4). O trabalho será feito a partir do estúdio de Brasília, com ancoragem de Alexandra Fiori, Geanoni Mousquer, Umberto de Campos e Paulo Gilvane, todos com ampla experiência em rádio. A equipe terá 30 pessoas, entre repórteres, produtores, técnicos, diretores e área administrativa da empresa. “Teremos um repórter na Câmara e vários outros acompanhando as manifestações em todo o Brasil”, informa a diretora Daniela Madeira. A transmissão começa às 10h da manhã. Até as 14h serão feitas entrevistas com políticos, personalidades, artistas e intelectuais. A partir da votação na Câmara a preferência passa a ser do repórter do Congresso, Hiury Wdson. Após o resultado, o foco será a repercussão sobre o futuro do processo de impeachment.
Juliana De Mari deixa a Cosmopolitan para seguir carreira de coach
Cristina Naumovs a substitui na direção de Redação da revista
Juliana De Mari já não é mais a Diretora de Redação da Cosmopolitan Brasil, da Editora Abril. A jornalista, que vinha planejando uma virada na carreira, concluiu sua formação em Coach no Instituto de Coaching Integrado (ICI). Seu foco será atuar em Coaching Executivo e Life Coaching para mulheres.
“Quero contribuir para que outras pessoas, especialmente as mulheres, possam desenvolver o máximo do seu potencial”, disse Juliana.
Com MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Instituto de Administração (FIA) e monografia em mentoring para mulheres, Juliana encerra um ciclo de 18 anos na Abril, com passagens por Veja e Exame. Foi ainda diretora de Redação das revistas Você SA e Você RH. Para o lugar dela na Cosmopolitan vai Cristina Naumovs, diretora de Arte da marca, que teve passagens por Vip, Serafina, Glamurama, customizadas da Trip e Criativa, entre outras.
Jornal da Paraíba deixa de circular na versão impressa
Deixou de ser publicada esta semana a versão impressa do Jornal da Paraíba. De acordo com o Comunique-se, a direção da empresa optou por direcionar recursos ao digital, e demitiu cerca de 90 profissionais ligados ao impresso. Além do jornal, a Rede Paraíba de Comunicação controla as operações das tevês Cabo Branco e Paraíba, afiliadas da Globo no Estado, e das rádios Cabo Branco FM e CBN João Pessoa. Segundo fonte do Portal dos Jornalistas, que confirmou as informações, oito profissionais e três estagiários permaneceram no online, além de oito blogueiros, que também produzem conteúdo para o site. “O fim do impresso abalou a todos nós, mas o trabalho que vínhamos fazendo no online continua”, disse.
No DF, Thiago Bronzatto deixa Época e vai para Veja
Thiago Bronzatto deixou a sucursal de Época, onde estava desde fevereiro de 2015, e começou na sucursal de Veja na semana passada. Esta é a segunda passagem dele pela Abril. Trabalhou em São Paulo na Exame de 2009 ao início de 2015, quando mudou para Brasília. Graduado pela Cásper Líbero e com MBA na FIA, ganhou em 2013 o Citi Journalism Awards for Excellence com uma reportagem publicada na Exame que denunciava um esquema de cartel no setor de cimento. O prêmio lhe rendeu um curso na escola de Jornalismo da Universidade de Columbia.
Site traz reportagens para público com mais de 50
A QSocial, agência de comunicação das ex-Folha de S.Paulo Patrícia Trudes da Veiga, Paula Lago e Raquel Bocato, especializada em terceiro setor, faz o conteúdo jornalístico do site Movimento Real.idade, iniciativa do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon lançada nessa terça-feira (12/4) com o desafio de buscar um Brasil melhor, justo e mais preparado para as pessoas com mais de 50 anos. Na pauta, reportagens diárias sobre mercado de trabalho, dinheiro, saúde e estilo de vida para esse público, com personagens fotografados pela agência NaLata, de Renato Stockler e Bruno Miranda, e infografias e animações produzidas pela Editoria de Arte, de Renato Brandão, e do Estúdio Saci, de Fernando Carvall. Os artigos de estreia foram de Diogo Lara, Mirian Goldenberg e Pasquale Cipro Neto. Sugestões de pauta pelo [email protected] ou 11-3484-7750.
Abertas inscrições para o projeto Curtas Universitários 2016
O projeto Curtas Universitários 2016 está com inscrições abertas. O edital prevê a seleção de 20 projetos audiovisuais de estudantes universitários, que receberão apoio financeiro de R$ 6 mil para a realização dos filmes, além de dois dias de workshops com orientações para a produção dos curtas e de uma visita aos estúdios da Globo. A seleção tem como prioridade trabalhos que contenham narrativas com relevância contemporânea para o Brasil e para o mundo. O projeto é uma iniciativa do Departamento de Jornalismo e Mídias Digitais do canal Futura em parceria com a TV Globo e a Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU). O objetivo é estimular a produção de conteúdo audiovisual entre os jovens. As inscrições vão até 15/6.
Ricardo Martins é novo comentarista de esportes da Record
A Record anunciou nesta quinta-feira (14/4) a chegada de Ricardo Martins para seu time de comentaristas esportivos. Paulista, Martins começou no jornalismo na Rádio Educadora, em Piracicaba (SP). Também passou pela Santa Cecília FM, de Santos, em 1998, antes de iniciar na TV Santa Cecília, na qual comandou por 14 anos o programa Esporte por Esporte. Trabalhou ainda nas rádios Guarujá AM, Cacique AM e Atlântica, na Baixada Santista.
Em 2005, foi para a rádio 105 FM, na capital paulista. Após quatro meses, assumiu a coordenação da equipe de esportes, cargo que ocupa até hoje. Passou ainda por RedeTV e Fox Sports, sempre conciliando com o trabalho na rádio. A Record também anunciou o jogador de vôlei Ricardinho na sua equipe de comentaristas para os Jogos Olímpicos de 2016.
A reinvenção do jornalista ? #2 Show me the money!
Primeiras impressões sobre como se manter empreendendo no jornalismo digital Se tem uma coisa que deixa qualquer um encucado quando se fala de empreendedorismo é o dinheiro. Se esse tema se junta com jornalismo aí é que o caldo entorna e a pergunta “Quem vai pagar a conta?” pisca em letras garrafais. “Não é fácil”, é o que se ouve recorrentemente. “Ainda não se mantém”, é o que se lê em boa parte das descrições de projetos listados pelo mapeamento da Pública, que usamos como referência para desenvolver este espaço. Listamos a seguir alternativas usadas por empreendimentos que estão na ativa, para servir de inspiração e (por que não?) pensarmos juntos em novas possibilidades: Anúncios no site – Opção mais trivial, não se tem mostrado suficiente para viabilizar nem as iniciativas menores nem as da grande mídia, por tanto tempo acostumadas a se manterem assim em suas versões não digitais. Além da negociação direta entre anunciante e empreendimento jornalístico, há ainda a possibilidade de se valer do GoogleAdsense. Por meio dele, o site é remunerado via Google, que por sua vez é responsável pelos contratos e aprovações de peças publicitárias com quem anuncia. Ao empreendedor é garantida a opção de bloquear propagandas das quais não gosta, personalizar em que lugar de seu site os anúncios são exibidos e escolher aqueles que mais se adequam ao seu espaço. Pela plataforma, diz o Google, quase US$ 10 bilhões foram negociados só em 2014. Quem faz? Envolverde, Barão de Itararé, Lado M. Financiamento coletivo – O famoso crowdfunding – ou “vaquinha online”, difundida por plataformas como Kickante e Catarse – ganhou contornos de salvador da pátria de muitos entusiastas do jornalismo independente. No entanto, como bem aponta o professor Sérgio Lüdtke (que o compara a uma rifa escolar), não deve ser usado como meio principal de sustento. Uma pegada um pouco diferente é a do financiamento recorrente (plataforma Unlock é um exemplo). Nele, em vez de campanhas pontuais que estabelecem “tudo ou nada”, a doação ao projeto é constante. Quem faz? Coletivo Nigéria, #Colabora, Aos Fatos. Assinatura – Condicionar o acesso ao conteúdo do site a uma assinatura é a aposta de alguns empreendedores. Em geral, escolhe-se determinar uma quantidade X de conteúdo que o leitor pode acessar gratuitamente (dez textos por mês, por exemplo) ou colocar apenas parte do conteúdo disponível a não assinantes. A alternativa é bastante criticada pelos defensores de que, em um ambiente digital, mais cedo ou mais tarde aquele conteúdo exclusivo será replicado abertamente, o que tornaria sem sentido alguém pagar por algo que em breve estará disponível gratuitamente. Quem faz? Nexo, Jota. Branded content – É a menina dos olhos de quem quer ganhar algum dinheiro com a internet. Inclusive grandes grupos têm apostado na estratégia, como Abril e Folha de S.Paulo, que recentemente criaram núcleos dedicados à prática. Pela estratégia, o empreendimento produz um conteúdo que tem a ver com a marca que o contratou. É uma espécie de anúncio denso, em formato de notícia (versão moderna do chamado “publieditorial”, tantas vezes condenado pelos puristas no passado). Entidades como o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) estão constantemente de olho nessas produções, como aconteceu em 2012, especialmente no caso da regulamentação de publicações de blogueiras de moda e beleza. Quem faz? Draft, Papo de Homem. Fundos governamentais e editais – Espaços dedicados a questões relacionadas aos direitos humanos são especialmente beneficiados com a possibilidade de recursos do governo, como não poderia deixar de ser. A dificuldade natural de se encontrar uma empresa disposta a associar sua marca a temas cabeludos – como trabalho escravo e violência doméstica – faz com que seja das poucas alternativas viáveis para financiamento desse tipo de iniciativa. Quem faz? Periferia em movimento, Mulheres de periferia, Catarse. Fundações internacionais, bolsas e doações – São outras soluções para sites dedicados a temas relevantes e economicamente pouco viáveis. Fundações como a Ford – uma das financiadoras da Pública – frequentemente buscam projetos desse tipo para patrocinar. Outras entidades oferecem bolsas específicas, como é o caso do FIJ, fundo especialmente dedicado ao jornalismo investigativo. Quem faz? Jornalismo B, Fluxo, Amazônia Real. Atividades paralelas – Cursos, eventos, curadoria, venda de camisetas e tudo mais de puder estar relacionado ao tema do site pode transformar-se em oportunidade de negócio e fomento à atividade editorial. O segredo é pensar fora da caixinha! Quem faz? Cidades para pessoas, Overloadr, Justificando. Recursos próprios – Aí não tem o que explicar, né?! É o jornalismo movido pela paixão e pela crença de que a profissão é fundamental para a sociedade, como de fato é. Quem faz? Ponte, A Escotilha, Amazônia Real.
Ketchum lança Little George
A Ketchum anunciou na última semana o lançamento da Little George, agência que ficou incubada por mais de um ano e agora chega ao mercado com o objetivo de atuar focada na criação de big ideas e inovação. Segundo comunicado emitido pela agência, “a nova empresa irá combinar o DNA de relações públicas com uma grande capacidade digital, de design e de inovação, oferecendo ideias multiplataforma e criando campanhas relevantes, para fazer os clientes venderem, ao mesmo tempo que constroem suas marcas”. Para comandar a nova operação foi designado Gabriel Araujo, vice-presidente de Criação da Ketchum no Brasil.
Fabrício Costa começa na Baxter
Após pouco mais de um ano na Monsanto, Fabrício Costa voltou ao mercado de saúde/farmacêutico como gerente de Comunicação Corporativa da Baxter no Brasil. Com passagens anteriores por Ketchum e Janssen Farmacêutica, cuidará da comunicação interna e externa da empresa. O novo contato dele é [email protected].






