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domingo, abril 12, 2026

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Miriam Leitão lança seu quarto livro infantil em São Paulo

Miriam Leitão lança na tarde domingo (4/12), em São Paulo, seu quarto livro infantil O estranho caso do sono perdido. A história, que começou a ser escrita há três anos, surgiu durante um diálogo de Miriam com a neta Mariana, filha de seu filho e também jornalista Matheus Leitão. Cansada por conta de uma intensa agenda de viagens e reuniões, e com dificuldades para pegar no sono, a jornalista procurava um remédio para dormir, quando ouviu da menina: “Vovó, por que você não consegue dormir com seu próprio sono?” “Achei a pergunta genial, sabia que já tinha o gancho para uma história. Então comecei a criar todo o contexto”, disse Miriam a O Globo. “É o livro mais ficcional que escrevi e acho que a falta de sono acomete muita gente. É o mal do século”. O lançamento na capital paulista será na Livraria da Vila (rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena), das 16h às 19 horas.

Pela sobrevivência do Jornal Pessoal, de Lúcio Flávio Pinto

Paraense de Santarém, sociólogo pela USP, vencedor de dezenas de prêmios, incluindo Internacional Press Freedom Award, Colombe d’Oro per la Pace, Esso e Herzog. Desde 1987, o dono dessas credenciais – Lúcio Flávio Pinto – edita seu Jornal Pessoal, em Belém (PA), que agora busca ajuda para sobreviver. Na publicação conta apenas com a ajuda do irmão, Luiz Pinto, com ilustrações e edição; e de seu público, que compra o pequeno gigante jornal quinzenalmente nas bancas. Mas esse dinheiro há muito não suporta os (ainda que módicos) custos da operação do Jornal Pessoal: em torno de R$ 6 mil por edição. Com isso, o mais longevo veículo alternativo da imprensa contemporânea do Brasil provoca também um imenso sacrifício pessoal a Lúcio – de empréstimos a vários processos judiciais (quatro deles ainda em curso), passando por ameaças e agressões. Uma conta que não fecha. Na tentativa de equilibrá-la, ele lançou uma campanha de financiamento coletivo, via Kickante. A meta de R$ 160 mil garante por dois anos um sopro de vida ao guerreiro da Amazônia. Do contrário, o Jornal Pessoal encerrará suas atividades no início de 2017. E aí, vamos ajudar?

Marcus Lauria reforça equipe de CarPoint News e Revista Torque

Novidade na redação do site CarPoint News e da Revista Torque, ambos editados por Marcus Lauria. As publicações passaram a contar a partir de 1º/12 com reportagens de Priscila Alves, que chegou para cobrir prioritariamente eventos do setor. “Como a demanda de textos, fechamentos e testes está alta, além de alguns trabalhos paralelos, eu e o editor de testes Marcelo Silva estamos sem muito tempo para viajar, então resolvemos contar com o apoio da Priscila”, destacou Marcus. Já nos dois primeiros dias de trabalho ela cobriu um evento da MAN Latin America, em São Paulo. “Sempre me interessei por carros e grande parte desse interesse, é claro, deve-se ao fato de ter convivido com alguns aficionados que me passaram um pouco dessa paixão; já o restante foi pela própria direção em si”, explica Priscila. “Se há uma sensação de que não me esqueço é a da primeira vez que dirigi. Agora, por algumas coincidências da vida, deparei-me com a oportunidade de conhecer melhor o mundo automotivo. Espero que possa contribuir e me encantar ainda mais”. Além dela e de Marcelo, a equipe conta com o apoio do estagiário Yuri Ravitz. Os contatos para eventos e empréstimos de veículos continuam sendo [email protected] e [email protected].

Justiça determina quebra de sigilo telefônico da jornalista Andreza Matais

O juiz Rubens Pedreiro Lopes, do Departamento de Inquéritos Policiais de São Paulo, determinou a quebra do sigilo de dados telefônicos da jornalista Andreza Matais, editora da Coluna do Estadão. De acordo com o jornal, a decisão foi tomada em 8/11 e mantida em sigilo. A determinação autoriza o acesso da Polícia Civil aos registros de três linhas de celular, um deles em nome da Folha de S.Paulo. “A jornalista não é suspeita de crime. O objetivo é identificar a fonte de uma série de reportagens de sua autoria, publicada em 2012 pelo jornal Folha de S.Paulo”, diz o Estadão. Ainda segundo o jornal, a investigação que originou a quebra do sigilo foi aberta a pedido do ex-vice-presidente do Banco do Brasil Allan Simões Toledo, citado em reportagem que revelou uma sindicância para investigar movimentação atípica de R$ 1 milhão identificada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). No processo, Andreza alegou que não iria se manifestar para preservar o sigilo da fonte. A Abraji condenou a decisão em nota publicada nessa quarta-feira (30/11): “É com indignação que a Abraji vem, mais uma vez, lembrar a membros da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário que o sigilo da fonte é uma garantia constitucional (Art. 5º, inciso XIV) e não pode ser violado. A Abraji repudia a decisão de Lopes e roga à Justiça que a reverta, cumprindo a Constituição Federal e observando o Estado democrático de direito em que o País ainda vive”. Em nota assinada pelo presidente Domingos Meirelles, também a ABI repudiou a decisão do juiz: “Não se pode tolerar a vivificação de velhos mecanismos de controle da expressão do pensamento adotados durante a ditadura militar. A carta de 1988 assegura que o sigilo da fonte não pode ser violado sob qualquer pretexto”.

Melhora o estado de saúde de Rafael Henzel

É boa a recuperação de Rafael Henzel, único jornalista sobrevivente à tragédia com voo da Chapecoense, em Medellín (Colômbia). Henzel segue internado e ainda hoje deve receber a visita de parentes. Repórter da Rádio Oeste de Chapecó, ele viajava com o time da Chapecoense para cobrir a primeira final internacional do clube. O acidente aéreo resultou em 71 vítimas fatais, sendo 22 jornalistas.

GBR, de Guilherme Barros, funde-se com CR, de Cláudia Rubinstein

A GBR, criada recentemente por Guilherme Barros, fundiu suas operações com a CR, de Cláudia Rubinstein, que opera desde abril de 1998.

“Com isso”, assinala Guilherme, “aumentamos a carteira de clientes e ampliamos a capacidade de atendimento ao abrirmos um braço na área de mídias digitais, com uma equipe já experiente e excelentes resultados”.

Guilherme foi por muitos anos da Folha de S.Paulo, onde liderava a coluna Mercado Aberto, que criou e que Maria Cristina Frias assumiu com a saída dele. Esteve no comando da comunicação da Fiesp por um período, já então ensaiando passos na direção de sua própria agência. Cláudia Rubinstein especializou sua agência no universo digital, trabalhando com influencers em vários segmentos.

Aos Fatos publica diretrizes para checagem em redes sociais

Africa Check, Agência Lupa, Agência Pública – Truco, Aos Fatos, Colombiacheck, Chequeado, Dogruluk Payi, FactCheck.org, FactCheckNI, Full Fact, Istinomer, Istinomjer, Observador, OjoPúblico, Pagella Politica, PolitiFact, South Asia Check, TheJournal.ie FactCheck, The Washington Post Fact Checker e Turkey and Facts são as agências de checagem que assinaram carta endereçada a Mark Zuckerbeg, CEO do Facebook, em defesa da adoção de critérios claros para identificar notícias falsas na rede social. Baseado nas premissas do documento assinado em conjunto, o site Aos Fatos publicou seis diretrizes básicas para auxiliar “quem duvida e, sobretudo, quem não questiona o que é distribuído nas redes”. Na lista estão buscar fontes confiáveis, questionar, certificar-se de que no texto há referências, prestar atenção à linguagem, ver se o texto é assinado e se é possível contatar o veículo e observar que redes sociais são um começo, mas não a melhor fonte. Veja a íntegra. 

Agência Pública investiga relação de falência do Rio com benefícios fiscais

Adriano Belisário e André Duchiade estão à frente de investigação da Pública – divulgada em 24/11 – sobre a relação entre a falência do Estado do Rio de Janeiro e a concessão de benefícios fiscais, cercada por denúncias de ilegalidades, injustiças e negligências.

Documentos obtidos pela agência confirmam que os descontos cedidos a empresas desempenharam um papel-chave no caos financeiro do estado. Em um deles, os auditores estaduais afirmam: “O assunto precisa ser enfrentado de forma radical. O ajuste das finanças estaduais passa pela reavaliação a fundo das renúncias tributárias”.

IWMF busca mulheres jornalistas para reportagens na África

A International Women’s Media Foundation está à procura de jornalistas mulheres interessadas em realizar uma viagem para a produção de reportagens na Tanzânia e em Ruanda, em fevereiro de 2017. Elas fazem parte do programa African Great Lakes Reporting Initiative, organizado pela IWMF. Um grupo de seis jornalistas irá produzir reportagens sobre o desenvolvimento rural e econômico da cidade de Mwanza, no norte da Tanzânia. Ao mesmo tempo, um segundo grupo de seis repórteres fará a cobertura do engajamento cívico na capital de Ruanda, Kigali. A viagem será de 17 a 28 de fevereiro. Ambos os grupos de jornalistas iniciarão sua jornada em Nairóbi, no Quênia, onde receberão orientações sobre a história da região, além de um treinamento de três dias sobre ambientes hostis e primeiros socorros. Depois, as jornalistas seguirão para seus destinos finais. A IWMF cobrirá todas as despesas de viagem, como vistos, passagens aéreas, hospedagem, alimentação e tradutores.  As interessadas em se inscrever devem ter três ou mais anos de experiência profissional (estágios não contam), fluência em inglês e provar o interesse de um editor ou ter um histórico de publicação em veículos de comunicação proeminentes. Inscrições até 6/12 no site do IWMF.

Instituto europeu oferece bolsa para jornalismo científico

A European Geosciences Union (EGU) abriu inscrições para a sexta edição da Bolsa de Jornalismo Científico. O programa permitirá que jornalistas – com o auxílio de uma bolsa de € 5.000 – produzam reportagens a respeito de pesquisas em andamento sobre a Terra e ciências planetárias ou espaciais. A bolsa dá prioridade para reportagens e pautas que foquem em propostas inovadoras sobre assuntos da pesquisa geocientífica ainda não discutidos na esfera pública. Ela oferece aos jornalistas a oportunidade de acompanharem os geocientistas em seus laboratórios e de desenvolverem um conhecimento aprofundado sobre as pesquisas, descobertas e motivações deles. Para se inscrever, é necessário enviar uma proposta de pauta para a EGU até 11 de dezembro. Os selecionados receberão parte da bolsa como adiantamento e a outra parte depois da publicação das reportagens. Os formulários de inscrição e de proposta de pauta podem ser encontrados no site da EGU e devem ser enviados no formato PDF para a gerente de Mídia e Comunicação Bárbara Ferreira ([email protected]).

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