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Zero Hora amplia para 41 o número de colunistas

Desde o último sábado (5/8), o gaúcho Zero Hora passou a ter 41 colunistas, 12 deles novos, entre eles Dráuzio Varella, Luciano Potter, Pedro Ernesto Denardin, Daniel Scola e Sara Bodowsky.

No primeiro caderno do impresso, a nova seção Duas Visões contemplará diferentes pontos de vista de um mesmo assunto, analisado por dois articulistas com posições divergentes. A repórter de Economia Giane Guerra ganhará a coluna Acerto de Contas, na qual falará sobre movimentos do mercado gaúcho e investimentos pessoais, como já faz no Diário Gaúcho. Também no caderno, o interino Mário Corso assumirá o espaço ao final da edição.

No DOC, a novidade é a chegada do apresentador e editor-chefe da Gaúcha Daniel Scola, que ocupará um espaço de entrevistas ao lado da coluna de Paulo Germano. Claudia Laitano migrará sua coluna de sexta-feira para o encarte e ganhará mais espaço para falar sobe cultura, comportamento e cotidiano.

O Fíndi terá um conceito de guia, com conteúdo focado em lazer e entretenimento, com dicas sobre passeios, restaurantes, feiras, shows, teatros e cinemas. Luciano Potter passará a assinar Fíndi do Potter, com dicas de música, shows e entretenimento no fim de semana; Sara Bodowsky trará o Roteiro da Sara para o conteúdo; Júlia Alves deixará o caderno Donna para assinar a coluna Fíndi da Rede Social, com dicas de festas; enquanto Flávia Requião, editora de Variedades do DG, escreverá sobre TV aberta. TV fechada será abordada pela colunista Vanessa Scalei.

O médico Dráuzio Varella fechará o caderno Vida, junto com o colega de profissão JJ Camargo, que já escreve para o impresso. Paulo Gleich, que escreve quinzenalmente para o DOC, migrará para o Vida, no qual revezará o espaço, também de 15 em 15 dias, com o psicanalista Abrão Slavutsky.

O Esporte será rebatizado e passará a se chamar Jornada Esportiva e agregará nomes como Pedro Ernesto, Diori Vasconcellos e Marcos Bertoncello, que escreverão comentários e assuntos como arbitragem e estatística.

(* Com informações do Coletiva.net)

Débora Bergamasco deixa IstoÉ e começa em Época

Débora Bergamasco deixou a direção da IstoÉ em Brasília e começou em 1º de agosto na equipe de Época. No lugar dela, assumiu Ilimar Franco, que deixou O Globo em fevereiro, onde esteve por 17 anos, dez dos quais se dedicando à coluna Panorama Político. Na IstoÉ, conta com o trabalho dos repórteres Ary Filgueiras e Eduardo Militão.

Kátia Morais, editora de Jornalistas&Cia no DF, conversou com Débora:

Jornalistas&Cia – Como foi essa mudança?

Débora Bergamasco – Recebi um convite do diretor da sucursal em Brasília, Luíz Alberto Weber, que foi meu diretor no Estadão, e achei a proposta interessante, nesse momento em que o Grupo Globo passa por um momento de sinergia. Tem também o Diego Escosteguy (editor-chefe, baseado em SP), que é uma referência no jornalismo. Tudo pesou a favor. Estou animada.

J&Cia – Quanto tempo você permaneceu na IstoÉ?

DB – Foram dois anos de um trabalho bem legal na Editora Três. Conquistei mais uma etapa na carreira e tenho muito carinho pela publicação. Fiquei por lá três semanas até que eles definissem um nome para me suceder.

J&Cia – E na Época, como será?

DB – Vou cobrir Política. Não chego para a vaga de ninguém especificamente, pois foram feitas muitas mudanças na redação ultimamente. Estou com muitas expectativas.

Atualização: Após três dias desaparecido, Wagner Hiroi é encontrado

Wagner Hiroi
Wagner Hiroi
Última atualização: 8/8, às 20h56

 

Foi localizado no início da noite dessa terça-feira (8/8) o radialista Wagner Hiroi. Ele estava desaparecido desde a manhã de sábado (5/8).

Segundo a Webrádio Coringão, uma das emissoras onde trabalha, o jornalista passa bem, mas ainda não há informações sobre o motivo de seu desaparecimento.

Durante transmissão na Jovem Pan, o comentarista Wanderley Nogueira informou que Hiroi estaria passando por problemas pessoais, tendo inclusive desligado seu telefone e saído das redes sociais desde seu desaparecimento. Além da emissora corintiana, o radialista também integra a equipe da Webrádio Mooca.

 

Buenos Aires Herald fecha as portas após 140 anos

The Buenos Aires Herald, o mais antigo e um dos últimos jornais de língua inglesa da América Latina, encerrou suas atividades após 140 anos. O anúncio foi feito pelo Twitter da publicação em 31/7, pouco menos de um ano após mudar sua periodicidade para semanal e demitir a maioria dos funcionários.

“Não há muito a dizer agora, para ser honesto”, explicou o editor James Grainger também pelo Twitter. “Nos disseram que a última edição foi nesta sexta-feira. Não há mais para adicionar neste momento”.

Confira mais informações sobre a história do jornal no blog Jornalismo nas Américas, do Centro Knight.

André Degasperi é nomeado gerente de RP da Unisys para a América Latina

André Degasperi
André Degasperi

A Unisys anunciou a contratação de André Degasperi para assumir sua Gerência de Relações Públicas para América Latina. Ele passa a integrar a equipe de Marketing e Comunicação, liderada por Marcos Santos, diretor para a região. Antes, foi por um ano gerente de Comunicação Externa da Whirlpool e atuou em agências.

Em sua nova função ficará baseado em São Paulo, de onde responderá pelo planejamento, execução e mensuração das atividades de comunicação com a imprensa e demais stakeholders, incluindo a elaboração e edição dos conteúdos publicados nos canais digitais da empresa na América Latina.

Jornalista com MBA em Comunicação, Mercados e Tecnologia da Informação pela FIA e Master em Marketing Internacional pela Université Pierre-Mendés (França), Degasperi tem mais de 15 anos de experiência em comunicação corporativa.

Diogo de Oliveira é o novo editor da revista Autoesporte

Diogo de Oliveira - Reprodução: Facebook
Diogo de Oliveira – Reprodução: Facebook

Após quase cinco anos editando o canal R7 Carros, do Portal R7, Diogo de Oliveira ([email protected] e 11-3767-7722) retorna à revista Autoesporte, agora como editor. Ele entra no lugar de Leandro Alvares, que saiu no mês passado.

Esta será sua segunda passagem pela casa, onde já havia atuado como repórter e subeditor entre maio de 2011 e novembro de 2012. Carioca, Diogo é formado em Jornalismo pela Facha, com pós-graduação em Comunicação Empresarial pela Universidade Cândido Mendes. Antes de sua primeira passagem pela revista, foi repórter do Carsale, entre 2009 e 2011.

“Recomeço minha história na Editora Globo como membro do time da revista Autoesporte, pela segunda vez! Um elo que se fortalece com uma marca pela qual tenho imensa admiração”, destacou Diogo.

“Ele retorna agora trazendo ainda mais experiência, totalmente alinhado aos princípios e valores editoriais da marca”, comentou o diretor de Redação Marcus Vinícius Gasques.

Outra novidade na equipe foi a promoção de Tereza Consiglio, que dentro da hierarquia de funções da Editora Globo passa de Repórter 1 a Repórter 2. “É um reconhecimento às iniciativas dela no site e nas redes sociais, além de apoio à coordenação geral do time, no impresso e no digital”, disse Gasques.

Malu Weber vai para a Johnson & Johnson

Malu Weber

Malu Weber deixou em 26/7 a Votorantim Cimentos, onde esteve por 16 anos e desde 2014 era diretora Global de Comunicação e Marca. Ela vai assumir em 10/8 a Diretoria de Comunicação para a América Latina da Johnson & Johnson Medical Devices, além de integrar o bord global da empresa. Para o lugar dela foi promovida Viviane Mansi, que desde 2015 era gerente Global de Branding e Comunicação.

Formada em Jornalismo pela Unaerp, de Ribeirão Preto, Malu atuou como editora, repórter e âncora na EPTV, filiada local à Rede Globo de Televisão. Em 1999 transferiu-se para a Claro, como coordenadora de Comunicação e, em 2001 assumiu a Gerência Geral de Comunicação Corporativa no Grupo Votorantim.

Viviane Mansi

Viviane iniciou a carreira profissional na área farmacêutica, na Merc, onde foi gerente de Comunicação Corporativa (1998) e gerente de Assuntos Corporativos (2007). Em 2011, assumiu a Gerência de Comunicação Corporativa da Takeda Pharmaceuticals do Brasil, ali permanecendo até 2014, quando se transferiu para a GE, como gerente sênior de Comunicação e Public Affairs.

McDonald´s investe no PR multiplataforma para surpreender públicos de interesse

Phellyx apresenta a cozinha do McDonald's e todos os seus processos - Reprodução: YouTube
Phellyx apresenta a cozinha do McDonald’s e todos os seus processos – Reprodução: YouTube

Atenta ao cenário atual da imprensa e mídia brasileiras em geral, a área de Comunicação Corporativa do McDonald’s agora se consolida como a guardiã da reputação da marca e investe na otimização das mais diversas mídias disponíveis para contar suas histórias, que vão além dos produtos de seus restaurantes.

Nas últimas duas semanas, a empresa registrou dois cases de sucesso: para celebrar a marca de um milhão de visitas às suas cozinhas, colocou em seus canais digitais um vídeo irreverente, provocador e com boa dose de humor do influenciador Phellyx, que apresenta a cozinha do restaurante e todos os seus processos; e em 26/7, para reinaugurar seu restaurante localizado na avenida Henrique Schaumann (SP), transmitiu com os influenciadores Mohamad Hindi e Fernando Escarião uma live nas redes sociais da marca, revelando uma nova experiência aos clientes do restaurante-conceito.

Até 27/7, a primeira ação havia gerado 7,2 milhões de visualizações, mais de 45 milhões de impressões e 98% de social brand health (sentimentos positivos + neutros). No Facebook, o vídeo chegou a ter 42% de alcance orgânico, número três vezes maior do que a média para posts e oito vezes maior que a média para vídeos. A segunda foi assistida ao vivo por quase cinco mil espectadores e, junto com outra postagem na fanpage da página no dia seguinte, gerou um total de 9 milhões de impressões, mais de um milhão de visualizações e 35.665 interações.

David Grinberg, diretor de Comunicação do McDonald’s, disse sobre as experiências:. “Precisamos cada vez mais buscar opções que ultrapassem a assessoria de imprensa tradicional e aproveitem os benefícios oferecidos por todas as mídias disponíveis. A nossa estratégia tem sempre contemplado a diferença, o novo, o inesperado para conquistar espaço e proteger a reputação da marca perante seus públicos de interesse”.

Folha passa a tratar Venezuela como ditadura

Em nota no caderno Mundo de sexta-feira (4/8), a Folha de S.Paulo informou a seus leitores que, a partir da edição de sábado (5), passa a designar o regime de Nicolás Maduro na Venezuela como ditadura.

Segundo a nota, de acordo com o Manual da Redação do jornal, o termo se aplica à “dominação de uma sociedade por meio de um governo autoritário exercido por uma pessoa ou um grupo, com repressão e supressão ou restrição de liberdades individuais”. Da mesma forma, o jornal adotará o termo “ditador” para Nicolás Maduro.

A Folha justifica a decisão: “A rápida deterioração da democracia na Venezuela, com a supressão dos poderes do Legislativo, o aparelhamento do Judiciário, a prisão de opositores, o cerceamento à imprensa e a repressão a protestos que já contabiliza mais de cem mortos se consolida agora com uma Assembleia Constituinte cuja eleição teve as regras subvertidas para favorecer o chavismo”.

Em São Roque, O Democrata chega aos 100 anos

Rodrigo (esq.) e Maíque junto à linotipo do museu
Rodrigo (esq.) e Maíque junto à linotipo do museu

Diferentemente da maioria de seus congêneres do interior do País, O Democrata, pequeno semanário que circula em São Roque, cidade de 85 mil habitantes a 60 km de São Paulo, parece não ter do que se queixar: completou 100 anos em 1º de maio passado e com boa liquidez.

Rodrigo Boccato, 35 anos, que há um mês assumiu a gestão do jornal a pedido dos tios-avós Élcio, Rubens e Sérgio, garante que tanto a longevidade quanto a situação financeira confortável devem-se ao fato de, desde a sua fundação, manter a linha de atender à comunidade com isenção e independência.

Ele representa a quinta geração da família à frente do jornal, fundado em 1917 por seu trisavô materno Antônio Vilaça, com os irmãos Manuel e Argeu. Heitor (seu bisavô) e Francisco Boccato o adquiriram dois anos depois. Os filhos destes – Osmar (o avô, já falecido) e os três tios-avós que o chamaram – assumiram em seguida. O pai, Osmar Henrique, o Maíque, que é diretor do jornal, recentemente adquiriu dos tios o controle acionário da empresa.

Formado em Publicidade, Rodrigo morou por sete anos em São Paulo até começar no jornal, em fevereiro. Ficou quatro meses tomando pé dos negócios, antes de assumir em definitivo. Com ele chegou a irmã, Priscila, gerente comercial. Seu tio Élcio continua assinando como responsável, mas na prática ele é o editor-chefe.

Segundo Rodrigo, O Democrata tem hoje uma circulação de cinco mil exemplares e 100 mil acessos/mês no site. E começou recentemente a fazer testes com um canal no YouTube. Está inclusive contratando pessoal de edição e design. Tem 11 empregados registrados, quatro deles jornalistas, além de colaboradores.

“Acho que nosso principal desafio é seguir mantendo a isenção e o espírito de comunidade”, afirma. “No momento em que eu parar de falar das coisas tipicamente locais, vou perder audiência. Se eu não falar do menino que foi para a seleção infantil de beisebol, do campeonato de veteranos, dos nadadores do clube, onde essas notícias vão sair? Aqui ainda predomina o espírito comunitário, as pessoas cuidam das coisas locais. O jornal faz parte disso, tem papel importante nessa divulgação. O que acontece aqui no dia a dia não vai passar no Fantástico. É claro que não noticiamos mais brigas de vizinhos, cachorros atropelados, mas se você quer saber o que acontece na sua cidade precisa ler o jornal local. Só aparece fora daqui quando explode algum escândalo. E como não temos uma emissora de tevê, estamos criando a nossa. Com a internet ficando cada vez mais acessível, o conteúdo vai acabar migrando para a tevê. Com isso esperamos manter o nosso jornalismo, nem que seja em outra plataforma. E vamos segurar o impresso enquanto der. Enquanto houver dez comprando, estaremos vendendo”.

Embora rode em Itu, O Democrata tem uma pequena gráfica para impressos em geral, que em breve vai se mudar para novas instalações. E adotou a manutenção da praça defronte à sua sede, para onde está transferindo maquinário antigo e compondo um pequeno museu do centenário.

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