11.9 C
Nova Iorque
segunda-feira, abril 13, 2026

Buy now

Início Site Página 881

Setembro amarelo: nova/sb vai fundo no tema suicídio

Trinta e duas pessoas se suicidam por dia no Brasil. Na conta, uma a cada 45 minutos, dado que faz do País o oitavo com mais suicídios do planeta, e os números só crescem.

Essa foi uma das razões para que a agência nova/sb, por meio do Comunica Que Muda (CQM), fosse a fundo no assunto, a partir do que se fala nas redes sociais. Foram capturadas 1.230.197 menções sobre suicídio entre abril e maio nas principais redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter e YouTube).

Nesse período, os destaques foram os expressivos números de comentários sobre o crime virtual da Baleia Azul e a série 13 Reasons Why (Netflix), o que fez o tema alcançar seu ápice de buscas no Google dos últimos cinco anos. Setembro é o Mês Internacional da Prevenção ao Suicídio.

Confira a íntegra do dossiê.

Publicidade

Projeto multiplataforma foca novo ciclo político na América do Sul

Roberto Lameirinhas, ex-editor de Internacional do Estadão, e seu filho Lucas, que é profissional de rádio e TV, partem no próximo dia 21/9 para um projeto multiplataforma que deve levá-los a visitar todos os países sul-americanos. A primeira etapa inclui visitas a Colômbia, Equador e Peru, que durarão quase um mês. Segundo Roberto, a ideia é mostrar como os países da região, que nos últimos 20 anos estiveram sob a influência de governos de esquerda, estão se adaptando agora a um novo ciclo, precipitado principalmente pela crise política venezuelana.

“Vamos, por exemplo, à fronteira da Colômbia com a Venezuela, em Cúcuta, para registrar a chegada de refugiados venezuelanos a uma nova Colômbia, com guerrilhas pacificadas e depositária da esperança de tempos menos violentos e mais prósperos – algo como o Brasil era considerado na primeira década deste século”, diz ele. “Estamos negociando a venda desse material para todas as mídias: TV, rádio, internet, agências de notícia, jornais de vários estados e revistas. Espero aproveitar minha experiência de mais de 30 anos como repórter e editor de internacional para fazer esse projeto vingar”.

Roberto ([email protected]), que deixou o Estadão em outubro de 2016 depois de 30 anos de casa, participou de grandes coberturas internacionais, inclusive dos mais importantes processos políticos da América Latina. Foi enviado especial para cobrir os conflitos no Afeganistão, em 2001, e do Iraque, em 2005. Entrevistou, na Colômbia, em 2004, líderes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em um acampamento clandestino da guerrilha nas selvas do país. Esteve duas vezes em Israel, a convite da Federação Israelita do Estado de São Paulo e da Universidade Hebraica de Jerusalém.

 

Publicidade

Renata Agostini começa no Estadão

Renata Agostini deixou a Folha de S.Paulo e começou no Estadão em 4/9 como repórter especial de Economia e Negócios. Entra no lugar de Alexa Salomão, que fez o caminho inverso.

Carioca, formada pela UFRJ, ela estava há cinco anos na Folha, onde entrou na sucursal de Brasília, vindo depois para São Paulo, como repórter da editoria de Mercado e da coluna Painel.Antes, passou por Exame, Veja e GloboNews.

Ainda por lá, saiu Felipe Corazza, chefe de Reportagem da editoria Internacional e que no Estadão.com assinava o China ETC., blog dedicado a assuntos chineses e ao tabuleiro militar, econômico e social da região. E chegou Renato Onofre ([email protected]), ex-Veja e ex-Globo, como sub de Política.

Publicidade

Ana Paula Padrão anuncia reposicionamento da Claudia

Ao assumir em 30/8 o posto de diretora de Redação de Claudia, em evento na capital paulista, Ana Paula Padrão anunciou o reposicionamento da marca. Ela apresentou #EuTenhoDireito, campanha que vai permear todas as plataformas, incluindo revista, site, redes sociais e grandes eventos: “Não precisamos mais dizer para a mulher ‘faça o que você quiser’, porque ela já fez. O que a gente tem que dizer hoje é que ela tem direito de viver a escolha dela e ser respeitada por isso. E Claudia, como nenhuma outra marca, tem condições de reverberar esse conceito”.

De acordo com a Abril, o movimento chega para dar mais visibilidade e repercussão às causas femininas já conquistadas. “Eu não preciso inventar nada. Nosso trabalho é trazer Claudia para um lugar que ela já tem, como maior revista feminina do País. Vamos integrar todas as plataformas e posicionar embaixo do guarda-chuva da hashtag, dando voz a todos os clusters”, completou.

Publicidade

Ctrl+X registra novos casos de censura

O projeto CTRL+X da Abraji, coordenado por Tiago Mali, mapeou dois novos casos de censura a veículos nos últimos dias.

Em 25/8, a juíza Gabriela Jardon Guimarães de Faria, da 6ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, estabeleceu censura prévia ao site Diário do Centro do Mundo e aos jornalistas Kiko Nogueira e Joaquim de Carvalho. A decisão atendeu a pedido do senador Zezé Perrella (PMDB-MG).

A juíza não só manteve decisão liminar proferida em janeiro deste ano, assinada pela magistrada Fernanda Almeida Coelho de Bem, que obriga o site a remover textos que usem o termo “helicoca” como nome ou sobrenome do senador, como foi além: proibiu a publicação de novas notícias com o apelido – uma referência à apreensão, em novembro de 2013, de um helicóptero de sua propriedade carregado com cocaína.

No Piauí, o portal de notícias 180 Graus também foi alvo de censura judicial após a juíza Lygia Carvalho Parentes Sampaio atender a pedido da Construtora Caxé. A empresa havia sido mencionada em reportagens como investigada pelo Tribunal de Contas do Estado. Na decisão, assinada em 23/8, a juíza argumentou que as reportagens “atingiam a honra dos autores” e que a liberdade de expressão poderia ser censurada quando “exercida sem consciência e responsabilidade”.

Com este último caso, o projeto Ctrl+X registra 452 pedidos na Justiça para impedir que alguém diga ou publique algum tipo de conteúdo. Desses, ao menos 134, quase um terço, foram aceitos pelos juízes.

 

Publicidade

Votação em primeiro turno nos +Admirados vai até 14/9

Vai até quinta-feira (14/9) o primeiro turno, de livre indicação, que apontará os finalistas do Prêmio Os +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, organizado por este J&Cia em parceria com a Maxpress.

Integrado por cerca de 53 mil nomes, entre jornalistas de redações de todo o Brasil e profissionais de assessoria de imprensa e comunicação corporativa, o colégio eleitoral é convidado a indicar até cinco jornalistas da área, de qualquer plataforma ou região, e até três veículos, nas categorias Jornal, Revista, Rádio, TV, Internet e Agências.

Quem deseja participar e não recebeu a carta com o link de votação, basta solicitar o cadastro pelo [email protected]. O evento já tem confirmados Gerdau e BTG Pactual como patrocinadores máster e conta com o apoio da Latam e o apoio institucional de Abrasca e Ibri. O almoço de premiação será em 27/11, no Hotel Renaissance, em São Paulo, devendo reunir cerca de 120 convidados, entre premiados, familiares e personalidades da economia.

Abraji critica ataques de João Doria à imprensa

A Abraji distribuiu nota em 5/9 com críticas ao prefeito paulistano João Doria, que em 4/9 voltou a atacar a rádio CBN e a repórter Camila Olivo por esta ter denunciado que moradores de rua foram acordados em 19/7 por jatos de água de caminhões da Prefeitura. Confira a íntegra:

“O prefeito João Doria, do PSDB, voltou a atacar a reportagem da rádio CBN nesta segunda-feira (4.set.2017). O político tenta desqualificar o trabalho da repórter Camila Olivo, que em 19/7 noticiou que moradores de rua da Praça da Sé haviam sido acordados por jatos de água de caminhões da prefeitura.

A prefeitura sustentou que imagens de câmeras da região desmentiam a repórter. A equipe da CBN conseguiu os vídeos via Lei de Acesso à Informação, mas eles não mostram o local do incidente. Ao repercutir o assunto com Doria em 4/9, o repórter Pedro Durán foi hostilizado.

O prefeito questionou a experiência do repórter. Depois, referindo-se a Camila Olivo, afirmou que o procedimento esperado de uma jornalista durante a cobertura teria sido filmar os jatos d’água. Para Doria, a ausência de vídeos de celular seria prova de que a profissional mentia. Por fim, o político atacou a isenção de Camila Olivo, informando um suposto passado partidário que inabilitaria a jornalista para a cobertura.

Não é a primeira vez que Doria ataca a imprensa em lugar de responder aos questionamentos de reportagens. Em vídeo de 7/7, o prefeito desqualificou o trabalho de apuração do jornalista Artur Rodrigues, da Folha de S.Paulo, autor da manchete Doações empacam, e somente 8% do valor prometido por Doria é efetivado. Antes, em 9/6, atacou a reportagem da CBN que alertava para a doação à Prefeitura de medicamentos próximos de vencer. Em vídeo, Doria negou que estivesse distribuindo medicamentos vencidos – algo que a reportagem não afirma em nenhum momento.

Ao desqualificar o jornalismo em vez de responder aos questionamentos da imprensa, Doria nega à sociedade o direito intrinsecamente democrático de vigiar os atos dos administradores.

Para além disso, suas respostas são usadas por grupos com larga audiência na internet para desacreditar o trabalho da imprensa. É direito de todo cidadão contestar e criticar reportagens, assim como é dever da imprensa e dos jornalistas ouvir e publicar as críticas. Isso, entretanto, não justifica tentativas de intimidação virtual que podem se transformar em agressões verbais e físicas.”

A Prefeitura enviou em 6/9 nota em resposta ao texto da Abraji. No entanto, ao publicá-la, a diretoria da Abraji destacou “que a Secretaria de Comunicação, ao tergiversar, não aborda o principal: os ataques do prefeito a profissionais e a veículos de comunicação”.

Jornalismo é tema do Brasil Latino desta segunda-feira (11/9)

No Brasil Latino (Rádio USP) desta segunda-feira (11/9) setembro, o tema é o jornalismo na América Latina. Na pauta, questões como o papel da mídia na formação da opinião pública, a isenção ou não da imprensa no acompanhamento dos fatos políticos do continente e a liberdade de expressão.

O âncora Marco Piva entrevista Alexandre Barbosa, professor do curso de Jornalismo da Escola de Comunicações e Artes da USP, e Ana Magalhães, editora e fundadora da revista digital Calle 2, dedicada a temas latino-americanos.

Brasil Latino vai ao ar todas as segundas-feiras, às 17h, pela Rádio USP FM 93,7 (São Paulo) e Rádio USP FM 107,9 (Ribeirão Preto). A produção de áudio é de Paul Martins, com texto de Vitor Coutinho Piva e curadoria musical de Carlinhos Antunes. Contatos pelo [email protected].

Record Rio passa a usar novo sistema de gestão de mídia

* Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro

 

A Record TV no Rio vai reformular, este mês, seu sistema de gestão de mídia. Passa a usar o Dalet Galaxy, um sistema produzido pela empresa Dalet, com sede na França e desenvolvimento em Israel, Inglaterra e Itália. O software – uma plataforma com foco em produção de notícias –, utilizado por emissoras em mais de 80 países, e pela Record em algumas afiliadas no Brasil, será implantado agora no Rio, integrando as áreas responsáveis pela produção da notícia.

“A solução será responsável por todo o processo, desde a entrada do conteúdo, passando pela edição, exibição e arquivo”, afirma Edcley Araújo, diretor de Tecnologia da emissora. “Passamos por dois meses intensos nos dedicando à produção do dia a dia e a implantação do novo sistema com ajustes, treinamentos e testes. Chegou a hora de colocar em prática aquilo que foi construído por todos os profissionais das áreas de Jornalismo, Operações, Programação e Tecnologia”.

Projor e OI começam a mapear o jornalismo local

Para mapear o jornalismo local no Brasil, o Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo, que mantém o Observatório da Imprensa, anunciou nesta quinta-feira (31/8) que começa a fazer o Atlas da Notícia, um grande levantamento para identificar iniciativas de notícias espalhadas por todos os cantos do País.

Como primeira etapa do projeto, está convocando empresas jornalísticas, associações, universidades, sindicatos, profissionais da área e até consumidores de notícias a colaborarem com a construção de um banco de dados que mostrará como estão distribuídos os veículos produtores de jornalismo no território nacional, fornecendo conhecimento importante sobre o tema. Esses dados, que serão abertos para o público ao fim do desenvolvimento da plataforma Atlas, servirão de fonte para estudos acadêmicos e outros tipos de pesquisa sobre a imprensa brasileira.

Quem quiser sugerir algum veículo para integrar o levantamento basta acessar o formulário pelo site, identificando o nome da organização, a cidade onde se localiza sua sede, o Estado e outras especificações, como segmento principal e endereço eletrônico. O Projor incentiva pessoas a divulgarem os veículos que conhecem, independentemente de considerarem que algum deles já tenha sido mencionado; segundo o instituto, essa possível redundância o ajudará a certificar a informação. As informações serão, então, estruturadas e avaliadas pelos organizadores, a fim de garantir a veracidade, a precisão e a padronização dos dados.

A agência Volt Data Lab é responsável pela validação das informações, pela estruturação do banco de dados e pela construção da plataforma.

O Projor solicita que, além de colaborar com o levantamento, os interessados compartilhem em suas redes, para que mais pessoas possam participar e ajudar a visualizar o jornalismo local no Brasil.

Para colaborações técnicas ou parcerias, o contato é [email protected]. Para outras informações e pedidos de entrevista, os contatos são a presidente do Projor Angela Pimenta (11-973-955-189) e o editor do Volt Data Lab Sérgio Spagnuolo (11-996-511-844).

 

Publicidade

Últimas notícias

pt_BRPortuguese