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sábado, abril 11, 2026

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Marcelo Cosentino despede-se da Toyota e do setor automotivo

Marcelo Cosentino despede-se da Toyota e do setor automotivo
Crédito: Toyota/Divulgação

Após 16 anos de atuação ininterrupta no setor automotivo, Marcelo Cosentino está se despedindo da Toyota e da área. Ele deixa a fabricante no final deste mês e nos próximos dias assumirá um novo desafio em uma empresa de outro segmento, mas que ainda não pode ser revelada.

Depois de iniciar a carreira em 2009 como repórter da Carta Z Notícias, Cosentino passou pelas redações da Editora Escala e de O Globo. Em 2015 migrou para a área corporativa onde teve passagens por Renault, Cummins e Volvo, e desde março do ano passado era gerente de Comunicação Interna e Externa da Toyota.

“Sou muito grato à Toyota pelo período − curto, mas intenso − em que estivemos juntos”, destacou o executivo. “Tenho orgulho das conquistas, das grandes entregas e até mesmo das mudanças que ajudei a implementar. Sigo para um novo desafio, mas continuo torcendo pela marca e pelo incrível time que tive o privilégio de trabalhar junto”.

Enquanto não define um substituto para a vaga, a equipe comandada pelo diretor de Comunicação e ESG Roberto Braun conta com Aline Cerri, Késsia Santos e Karina Arruda, responsáveis por comunicação institucional, e Gabriel Aguiar, cuidando da comunicação de produto.

Faleceu Celso Fonseca, aos 61 anos, em São Paulo

Faleceu Celso Fonseca, aos 61 anos, em São Paulo
Crédito: Reprodução/Arquivo Pessoal do R7

Faleceu de infarto nessa quarta-feira (28/5) Celso Fonseca, aos 61 anos, em São Paulo. Ele teve passagens por veículos como Jornal da Tarde, O Estado de S. Paulo, revista IstoÉ e portal R7, onde atuou por dez anos antes de se aposentar. Na Record, foi responsável pela cobertura cultural, acompanhando os principais eventos e festivais do cenário nacional.

Natural de Ribeirão Preto, formou-se pela Faculdade Cásper Líbero e iniciou a carreira em Jundiaí, no interior de São Paulo. TParticipou como jurado do Troféu Imprensa, do SBT, e do programa Roda Viva, da TV Cultura.

Conforme escreveu Ana Vinhas no portal R7, Fonseca era apaixonado por Corinthians, rock and roll, jazz e pela cidade de São Paulo, tendo chegado a escrever sobre a região central no portal A Vida no Centro.

Folha lança Neural, podcast com Patrícia Campos Mello e Ronaldo Lemos

Folha lança Neural, podcast com Patrícia Campos Mello e Ronaldo Lemos
Crédito: Reprodução/Folha

A Folha de S.Paulo lançou nessa quarta-feira (28/5) o podcast Neural, apresentado por Patrícia Campos Mello, repórter especial do jornal, e Ronaldo Lemos, especialista em inovação. Com episódios semanais, o programa aborda temas ligados a tecnologia, política, economia e comportamento. O podcast vai ao ar todas as quartas-feiras, às 7h, no Spotify, YouTube e outras plataformas de áudio.

No episódio de estreia, o foco foi a diversidade de golpes envolvendo reconhecimento facial e as formas de prevenção. O programa também discutiu diferentes legislações sobre inteligência artificial e analisou a disputa global por terras raras. Segundo os apresentadores, a proposta é criar um espaço acessível para refletir sobre os principais acontecimentos na área da tecnologia e seus impactos.

A direção de Neural é de Anna Penteado. Pela Folha, a coordenação é de Daniel Castro, editor-adjunto de Podcasts, e Beatriz Peres, editora da TV Folha. O design e a consultoria estratégica são da agência AlmapBBDO.

Com retorno de assinaturas impressas e acervo exclusivo, Placar se reposiciona como hub de conteúdo sobre futebol

Com retorno de assinaturas impressas e acervo exclusivo, Placar se reposiciona como hub de conteúdo sobre futebol

A revista Placar anunciou uma série de novidades que incluem o relançamento de sua assinatura impressa, uma nova plataforma digital com acervo exclusivo de edições de anos anteriores, e o Clube Placar, programa de benefícios físicos e digitais. As novidades fazem parte de uma nova fase da publicação, que se reposiciona como hub de conteúdo sobre futebol.

O Clube Placar é um projeto que oferece aos leitores diferentes planos de assinatura com benefícios. O plano Arquibancada dá acesso à revista digital do mês e a um acervo inédito com mais de 40 edições publicadas entre 2018 e 2025, por R$14,90 mensais. Já o plano Cadeira Cativa, que custa R$29,90 ao mês, contém os mesmos benefícios do plano Arquibancada, com a inclusão da versão impressa da revista, que será entregue na casa dos assinantes. As novidades já estão valendo neste mês de maio, a partir da edição de número 1523, cuja capa destaca Raphinha, do Barcelona e da seleção brasileira.

“A digitalização do acervo é um desafio, mas também uma oportunidade única de reconectar passado e futuro do jornalismo esportivo”, declarou Alan Zelazo, Publisher da Placar. Outras novidades incluem uma reformulação do site da publicação e os lançamentos da newsletter Placar Atualizado e de um aplicativo para celular que dará acesso às edições da revista, além de vídeos da Placar TV, tabelas de campeonatos e informações de jogos ao vivo, minuto a minuto.

O adeus a Manoel Vilela, pioneiro na cobertura de Brasília

O adeus a Manoel Vilela, pioneiro na cobertura de Brasília
Crédito: Foto cedida ao Correio Braziliense)

Manoel Vilela de Magalhães morreu, aos 94 anos, em 22 de maio. Pioneiro, que cobriu a inauguração de Brasília, ele estava internado há quase um mês no Hospital Sírio-Libanês e não resistiu a complicações decorrentes de uma pneumonia. O corpo foi sepultado no Cemitério Campo da Esperança.

Vilela chegou a Brasília em abril de 1960, integrando a equipe do Estadão para a cobertura histórica da cerimônia de inauguração da Capital Federal. Desde então, construiu sua vida e carreira na cidade. Atuou por anos como secretário da sucursal do jornal. Em diversos períodos, também foi responsável pela cobertura do Palácio do Planalto e de ministérios, acompanhando de perto os primeiros passos da administração federal na nova capital. Logo após a inauguração da UnB, tornou-se professor de jornalismo. Também passou pelo Senado, chefiando a Secretaria de Imprensa por vários anos e, posteriormente, foi diretor-geral da Casa, função na qual se aposentou.

Mesmo após a aposentadoria aceitou convite do ministro Romildo Bueno de Souza para chefiar a Assessoria de Imprensa do STJ e, em seguida, a Diretoria-Geral, durante a gestão do magistrado como presidente. Após o término do mandato do ministro, ainda integrou as assessorias dos senadores Francelino Pereira e Arthur Virgílio, encerrando sua longa e produtiva atividade jornalística. Nos anos finais, dedicou-se a uma paixão que o acompanhou por toda a vida: o ensino. Chegou a criar uma escola de ensino infantil bilingue em Balneário Camboriú, posteriormente vendida, e foi autor de livros sobre jornalismo.

Marcela Carvalho é a nova diretora de Relações Governamentais da GM

Marcela Carvalho é a nova diretora de Relações Governamentais da GM
Crédito: Reprodução/Linkedin

A General Motors anunciou na última semana a chegada de Marcela Carvalho como nova diretora de Relações Governamentais da fabricante no Brasil. Com mais de duas décadas de experiência no setor público, e passagens pelos Ministérios da Economia e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Exterior, e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial e Câmara de Comércio Exterior (Camex), ela se reportará diretamente a Fabio Rua, vice-presidente de Comunicação, Relações Governamentais e ESG, e terá sua base em Brasília.

No Linkedin, Marcela compartilhou seu entusiasmo com a contratação: “Feliz de me juntar à empresa, como Diretora de Relações Governamentais para América do Sul, em um momento tão estratégico para o setor automotivo e para a região, contribuindo para o fortalecimento do diálogo com governos e instituições em prol de políticas públicas que impulsionem desenvolvimento, inovação e sustentabilidade. Obrigada Fabio Rua e Santiago Chamorro pela oportunidade”.

Preciosidades do acervo Assis Ângelo: O cego na História (7)

Por Assis Ângelo

Pois bem, o romance Esaú e Jacó foi publicado em 1904. Antes disso, o nosso Machado publicara Dom Casmurro (1899).

Sem dúvida, Esaú e Jacó transformou-se num dos dez romances clássicos do bruxo do Cosme Velho.

Depois de publicar Esaú e tal, Machado de Assis deixou-se publicar o seu último livro: Memorial de Aires.

Machado de Assis

Machado era fluminense, como se deve saber.

Morreu em casa, na madrugada de 29 de setembro de 1908. Nesse mesmo dia, madrugada, mês e ano nascia na terra mineira um cara que o futuro haveria de aplaudir: João Guimaraes Rosa.

Rosa, como Machado, inovou a literatura brasileira.

Muitos outros autores do nosso patropi fizeram-se importantes. E não são poucos.

Em 1892, nascia, em Alagoas, um menino que ganharia fama como escritor: Graciliano Ramos de Oliveira.

Leitor amigo, você saberia dizer os pontos de identificação entre Machado de Assis e Graciliano Ramos?

Bom, houve um momento na vida de Machado em que a visão lhe falhou completamente.

Houve um momento na vida de Graciliano em que seus olhos lhe negaram visão. Foi na infância, mas o problema, minimizado, o acompanhou no decorrer dos seus 60 anos de vida.

Como se não bastasse, há outros pontos em comum entre Machado e Graciliano:

Machado era poeta no começo da vida literária.

Graciliano também foi poeta, embora tenha iniciado a carreira como prosador. Seu primeiro conto teve por título O Pequeno Pedinte, publicado num jornalzinho da sua infância. Detalhe: tinha o futuro autor a idade de 12 anos.

Além de poeta, Machado foi quem todos nós sabemos.

Graciliano, por sua vez, foi quem todos nós sabemos.

As histórias de Machado de Assis e de Graciliano Ramos se cruzam em vários momentos.

Graciliano Ramos

Machado nasceu pobre de marré, marré e aleluia!

Graciliano não nasceu em berço de ouro. O pai, um brutamontes, o castigava aos gritos e chicotadas. A mãe o humilhava de todas as formas, chamando-o de “bezerro encourado” e/ou “cabra-cega”.

Bezerro encourado significava, lá no passado nordestino, pessoa enjeitada pela mãe, humana ou vaca de rebanho.

A expressão cabra-cega tem origem antiquíssima. Data de muito antes da Idade Média. Surgiu como brincadeira infantil e como brincadeira acabou. A base era vendar os olhos de uma criança, pois brincadeira de criança era e fazer com que a vendada conseguisse segurar outra criança a quem passasse a venda.

No Nordeste essa brincadeira tinha outra versão: uma criança tinha os olhos vendados e de vara em punho tentava quebrar uma panela ou pote de barro pendurada em algum lugar. Tal panela estava recheada de balas e outras guloseimas. Era uma festa.

Na obra de Machado de Assis há referências à cegueira. Na obra de Graciliano também.

Em 1938, o famoso alagoano levaria às livrarias o livro São Bernardo.

Em São Bernardo, o narrador é um ex-guia de cego.

Órfão de pai e mãe, Paulo Honório foi adotado por uma mulher chamada Margarida, que compartilhava a vida com um cego.

O tempo passou e Paulo, que nunca tirou da cabeça a ideia de ficar rico custasse o que custasse, levou a sua mãe para morar consigo na fazenda que comprou por meios questionáveis.

É uma história fortíssima a que se lê em São Bernardo.

Por questões de ciúmes por uma jovem com quem teve a primeira vez na cama, Paulo é preso e condenado a três anos, nove meses e 15 dias depois de esfaquear um rival. Alfabetizou-se na cadeia, graças a um sapateiro com quem dividia a cela.

E fiquemos por aqui.


Contatos pelos [email protected], http://assisangelo.blogspot.com, 11-3661-4561 e 11-98549-0333

100 anos de Rádio no Brasil: A ameaça do silêncio

Por Álvaro Bufarah (*)

Num país onde a liberdade de imprensa é esculpida como cláusula pétrea da democracia, o microfone da mídia pública norte-americana balança sobre um tripé enferrujado. E balança com força. A recente escalada de tensões entre o governo federal e os sistemas de rádio e televisão públicas dos Estados Unidos acendeu o alerta: o que antes era uma disputa política, agora ameaça virar um apagão informativo em vastas regiões do país.

O estopim mais recente foi uma ordem executiva emitida pelo presidente Donald Trump, que visa a interromper o financiamento da Corporation for Public Broadcasting (CPB) – entidade que repassa recursos federais às emissoras públicas, incluindo os gigantes NPR (National Public Radio) e PBS (Public Broadcasting Service). A medida, ainda em disputa judicial, foi encarada por profissionais do setor como um golpe direto no coração de um sistema que depende fortemente da articulação nacional para sobreviver.

Em reação à decisão, líderes de rádios locais expressaram profunda preocupação. A presidência da Nashville Public Radio, uma emissora comunitária do Tennessee, emitiu um comunicado aos seus apoiadores denunciando o risco iminente de colapso do sistema de mídia pública dos EUA. A crítica, embora pontual, ecoa uma inquietação coletiva: sem o apoio da CPB, centenas de emissoras podem fechar as portas, principalmente aquelas localizadas em regiões rurais, onde já se vive o que especialistas denominam “desertos de notícias” − áreas inteiras sem cobertura jornalística ativa.

Atualmente, segundo dados do próprio CPB, cerca de 1.500 estações públicas em todo o país recebem algum tipo de suporte financeiro, técnico ou de conteúdo da instituição. O corte previsto, mesmo que represente apenas cerca de 5% do orçamento de algumas emissoras, tem efeito dominó: o subsídio cobre custos estruturais essenciais, como o recebimento de programação via satélite, pagamento de direitos autorais musicais e a manutenção das taxas de afiliação com a NPR − responsável por programas emblemáticos como Morning Edition e All Things Considered (CPB, 2024).

Mas a crise não é apenas financeira. Há um pano de fundo político que preocupa. A tentativa do presidente de destituir membros do conselho da CPB sem respaldo legislativo foi barrada judicialmente, mas expôs o grau de intervenção sobre um sistema historicamente construído para ser independente do governo de turno. A NPR chegou a ser expulsa de seus escritórios no Pentágono, restringindo o acesso a fontes e informações estratégicas. Para muitos, trata-se de uma estratégia deliberada de esvaziamento institucional.

O mais preocupante, talvez, seja o impacto direto sobre os ouvintes. Em estados como Kentucky, Montana, Alasca e Alabama, muitas cidades e vilarejos só recebem sinal de rádio pública. É por meio dessas emissoras que moradores têm acesso a informações locais, reportagens investigativas e alertas de emergência − muitas vezes em áreas desprovidas de jornais impressos ou cobertura digital consistente. A University of North Carolina, em estudo publicado em 2022, apontou que mais de 2.500 jornais locais fecharam suas portas nas últimas duas décadas, criando um vácuo que a radiodifusão pública ainda tenta preencher.

Enquanto isso, o financiamento privado segue limitado. Embora a maioria das rádios públicas dependa majoritariamente de contribuições de membros e ouvintes − modelo que garante alguma independência editorial −, essas doações não cobrem as despesas de infraestrutura, muito menos os custos crescentes de inovação tecnológica e produção de conteúdo multimídia.

A inquietação não é apenas americana. Na França, a Radio France enfrentou cortes de pessoal em 2023. No Reino Unido, a BBC viu seu orçamento reduzido em meio a embates com o governo conservador. No Brasil, rádios educativas e universitárias também vivem sob a ameaça do desmonte, especialmente após a extinção do Ministério da Cultura em anos anteriores. A pergunta que se impõe globalmente é: quem vai financiar o que não gera lucro, mas informa com isenção?

A batalha travada pela mídia pública dos Estados Unidos é um espelho para o mundo. Quando a informação deixa de ser um direito e passa a ser uma mercadoria, a democracia perde sua bússola. Em tempos de desinformação viral, de deepfakes e de polarização, o trabalho de uma imprensa confiável, acessível e plural nunca foi tão urgente. Mas se o transmissor for desligado, não haverá quem escute.


Fontes consultadas:

Corporation for Public Broadcasting. Annual Financial Report 2024. Disponível em: https://www.cpb.org

Pew Research Center. State of the News Media 2024. Acesso em: https://www.pewresearch.org

University of North Carolina. The Expanding News Desert Report, 2022. Disponível em: https://www.usnewsdeserts.com

NPR Public Editor. NPR’s Expulsion from Pentagon Space Raises Concerns. Acesso em: https://www.npr.org

New York Times. Trump Moves Against Public Broadcasting Board, 2025. Disponível em: https://www.nytimes.com

Álvaro Bufarah

Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.

(*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo.

Morre aos 66 anos Mário Serapicos, um dos criadores da estrela do PT

Morre aos 66 anos Mário Serapicos, um dos criadores da estrela do PT
Crédito: Reprodução/Construir Resistência

Faleceu em 23/5, aos 66 anos, Mário Serapicos, em decorrência de uma trombose pulmonar. Ele atuou em redações como Veja, Placar, Jornal da Tarde, Folha da Tarde, Quatro Rodas, Náutica e Jornal do Brasil. As informações são do site Construir Resistência.

Serapicos também é apontado como um dos criadores da estrela presente na bandeira do Partido dos Trabalhadores (PT), símbolo concebido em 1980 durante uma reunião de militantes em São Bernardo do Campo. A autoria está registrada em depoimentos disponíveis no site da Fundação Perseu Abramo.

Mário é lembrado por colegas como uma pessoa generosa, intensa e apaixonada pelo jornalismo, pela militância política e pelo Santos, seu time do coração.

“Seu filho mais velho, o doce Gabriel, caminhou até o esquife e o decorou com uma garrafa de Johnny Walker, um exemplar de Cem Anos de Solidão (Gabriel García Márquez era o autor preferido do pai) e uma bandeira do Santos”, relatou Walterson Sardenberg sobre o velório.

Agência Estado e Banco Mercantil lançam portal voltado ao público 50+

Agência Estado e Banco Mercantil lançam portal Viva voltado ao público 50+
Ao fundo: Claudio Marques, Alessandra Taraborelli, Silvia Araújo, Luana Pavani e Fabiana Holtz; À frente: Felipe Cavalheiro, Paula Bulka Durães e Agatha Santos (Crédito: Jean Mendes/Divulgação Broadcast)

A Agência Estado e o Banco Mercantil lançaram o site Viva, plataforma de notícias voltada ao público com 50 anos ou mais. A ideia do projeto é fazer jornalismo de longevidade, trazendo informações qualificadas sobre temas relacionados e de interesse à população 50+. O objetivo é romper os impactos do etarismo e promover a representatividade e inclusão desta população.

O portal oferece as seguintes editorias: Saúde e Bem-estar, Cultura e Lazer, Carreira e Educação, Estilo de Vida, Dinheiro, Cidadania e Direitos e Tecnologia, além de uma Área Premium com conteúdos especiais e exclusivos e acesso antecipado às principais reportagens do site.

A equipe do Viva é composta por Silvia Araújo, editora-executiva; Luana Pavani, editora; Claudio Marques, redator e setorista de CarreiraBianca Bibiano, repórter de Saúde e EducaçãoAlessandra Taraborelli, repórter de Estilo de vida e CulturaFabiana Holtz, repórter de DinheiroPaula Bulka Durães, repórter de Cidadania e Direitos; e os estagiários Agatha Santos e Felipe Cavalheiro.

Ao fundo: Claudio Marques, Alessandra Taraborelli, Silvia Araújo, Luana Pavani e Fabiana Holtz; À frente: Felipe Cavalheiro, Paula Bulka Durães e Agatha Santos (Crédito: Jean Mendes/Divulgação Broadcast)

“A população economicamente ativa no Brasil sai das estatísticas aos 64 anos, quando começa a idade da aposentadoria oficial. Mas isso não significa que a vida profissional pare. Pelo contrário. Há muitas oportunidades e novas formas de trabalho. A palavra-chave é transformação”, diz o portal, em sua página de apresentação. “E como será o futuro da população 50+ no Brasil? O Portal Viva chega para te acompanhar nesta jornada de longevidade”.

O e-mail para contato com a redação é [email protected].

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