Conhecida por contar “causos” sobre gafes, perrengues e aconselhar seus seguidores nas lives do Facebook com seu jeito engraçado no canal Você não é todo mundo, que criou no Youtube, Michele Barbosa já se tornou um personagem marcado, recebendo o apelido de capivara, pelas caras e bocas que faz e por mencionar o animal em seus vídeos.
Agora a repercussão de seus vídeos a levará ao palco do teatro Bibi Ferreira na capital paulista (av. Brigadeiro Luís Antônio, 931), para interagir com o público e relatar tudo o que acontece de errado em sua vida, nos dias 5,12,19 e 26 de maio, ás 18h45. Os ingressos serão vendidos a partir de R$ 30 no site do ingresso rápido.
O projeto A Vida no Centro, plataforma de informação e conhecimento sobre o Centro de São Paulo criada por Denize Bacoccina e Clayton Melo, lançou um aplicativo colaborativo de agenda cultural, com dicas de shows, teatro, exposições, cinema, palestras, debates e passeios. A iniciativa marca o começo de uma nova etapa da startup de jornalismo.
O app está disponível em versão beta, como um aplicativo web dentro do avidanocentro.com.br – para acessá-lo, basta clicar na aba Agenda Cultural, no site, ou pelo endereço http://app.avidanocentro.com.br. A próxima etapa será disponibilizá-lo nas lojas de aplicativos para celulares e tablets.
Segundo Denize, o programa funciona de forma colaborativa: “Produtores culturais e assessores de imprensa que tenham um evento para divulgar podem cadastrar as informações. Depois de verificadas pelos editores da plataforma, elas são publicadas e podem ser acessadas pelos leitores em computadores e dispositivos móveis e compartilhadas nas redes sociais. O aplicativo também permite que os usuários marquem o evento de interesse em suas agendas virtuais, como a do Google e a do próprio celular”.
Com a posse de Andrés Sanchez na Presidência do Corinthians, Tiago Oliveira assumiu a Gerência de Comunicação do clube. “Estou aqui desde 8/2 e sou o responsável pela assessoria de imprensa e pela comunicação digital do clube”, disse a J&Cia. “Nesse breve período tivemos duas campanhas bem interessantes: #RespeitaAsMinas e #XenofobiaAquiNão”.
Jornalista com doutorado em Letras, MBA em Administração e Marketing e também graduado em Direito, atuava como chefe de Redação na Secretaria de Segurança Pública pela CDN. Teve passagens, entre outras, por Sabesp, Instituto Butantan, Secretaria de Estado da Saúde, pelas redações de Veja, Estadão e Folha de S.Paulo, nas agências Attachée de Presse MVL e como professor em Faap, FMU e Anhembi-Morumbi. É autor dos livros A evolução da contrarrevolução: o discurso da TFP até os Arautos (Factash, 2007) e Macho pero no mucho: as melhores crônicas (Factash, 2009), este com André Rodrigues. Os contatos dele são [email protected] e 2095-3000, ramal 3095.
Estão abertas as inscrições para a Semana Mulheres em Foco do Conselho Regional de Administração de São Paulo, de 19 a 23 de março. Serão cinco dias de eventos na sede e nas regiões das oito seccionais da entidade no Estado, que destacarão a importância da mulher à frente de grandes instituições, por meio de palestras e cases de sucesso com mulheres de renome nacional.
A RedeTV nomeou Felipe Virgili como o novo chefe de redação transmídia. A indicação para o cargo – criado especialmente para unificar os trabalhos da redação de jornalismo e do portal da emissora – foi definida pelo superintendente de Jornalismo e Esportes do canal Franz Vacek na tarde desta quarta-feira (14/3).
Há seis anos na emissora, Felipe ocupava o posto de editor transmídia da RedeTV, e anteriormente atuou como editor-chefe do portal de notícias do canal.
Com uma reportagem especial sobre envelhecimento, que será publicada na Folha de S.Paulo deste domingo (18/3), Paulo Markun volta a colaborar com o jornal, em que já trabalhou em três oportunidades, a última em 1984/85. Escreverá diretamente de Lisboa, onde passa agora parte do tempo. “Segui os passos do Ricardo Kotscho e volto às ruas”, disse ele ao Portal dos Jornalistas.
Giuliana Miranda continuará enviando notícias para o jornal a partir de Portugal, enquanto Markun vai fazer matérias mais distantes do dia a dia. Ele também seguirá produzindo séries e documentários no Brasil para algumas produtoras.
Um dos fundadores da revista Imprensa, Markun apresentou por dez anos o programa Roda Viva, na TV Cultura de São Paulo. Foi também presidente da mantenedora da emissora, a Fundação Padre Anchieta, e trabalhou nas redes Manchete, Globo, Record e Gazeta, entre outras atividades.
Confira a entrevista:
Portal dos Jornalistas – Qual a sensação de voltar a ser repórter, de voltar à Folha de S.Paulo e de se mudar para Portugal?
Paulo Markun – Penso que nunca deixei de ser repórter. Os documentários, os livros, são reportagens… em outros formatos. Até na Presidência da TV Cultura, certas reuniões me pareciam entrevistas – matéria-prima do repórter. Mas voltar para a rua é muito bom, Mais ainda em Lisboa, onde minha ignorância é um pouco maior. Creio que repórter deve aliar muita curiosidade, pouco preconceito e nenhuma vergonha de perguntar. Portugal ainda tem a vantagem de que a língua é parecida – entendemo-nos, salvo alguns tropeços.
Portal – Aliás, por quê Portugal?
Markun – Estive aqui em 2009 para filmar a série Lá e Cá, coprodução TV Cultura e RTP 2, que dividi com o jornalista Carlos Fino, hoje vivendo em Brasília. O país já me atraiu na época, mas vivia um mau momento. De lá para cá, Brasil e Portugal andaram em rumos distintos. Poder passar boa parte do tempo aqui é uma alegria. Lisboa é uma bela cidade e vive-se melhor e mais barato que no Brasil.
Portal – Pode falar de seu trabalho de estreia e de como será sua nova jornada na Folha?
Markun – Serão reportagens especiais, de temas da atualidade, mas sem a pressão do dia a dia. A primeira é sobre envelhecimento – o maior temor dos portugueses e também objeto de esforços do governo e de entidades privadas. Fui a Gafanha do Carmo, no Norte, onde um Centro Comunitário vem bombando na internet com vídeos e paródias que tem velhinhos de 80, 90 anos como protagonistas. Por aqui bem conhecido, mas ainda pouco divulgado no Brasil. Uma boa história.
Portal – E a próxima reportagem, já está definida?
Markun – Deve ser sobre o movimento das startups, que está mudando a cara de Lisboa e sacudindo a economia de Portugal. O país hospeda até 2020 o maior evento de tecnologia do mundo, a Web Summit.
Portal – Continuará à frente dos documentários e das múltiplas atividades a que sempre se dedicou?
Markun – Claro. Estou finalizando uma série sobre as diretas para o Cinebrasil TV, um documentário sobre médicos cubanos para o cinema e para GloboNews e Canal Brasil e preparando outras séries sobre os protestos de 2013 e sobre envelhecimento. É a vantagem que a tecnologia nos oferece, trabalhar à distância. Nos momentos em que minha presença for necessária no Brasil, é só pegar um voo.
Portal – E Florianópolis, cidade que também sempre foi parte de sua vida, continuará a frequentá-la com frequência?
Markun – Sim. Antes, passava boa parte do tempo em São Paulo, as folgas em Floripa. Agora devo ficar menos em Sampa. Vida lá e cá.
Portal – Um pouco antes, Ricardo Kotscho, agora você… A velha guarda começa a ter novamente vez na atividade-gênese do jornalismo, que é a reportagem? Acha que isso pode instigar outros veículos?
Markun – Li há pouco que o grande repórter Caco Barcellos terá a também veterana Cecília Thompson na equipe do Profissão Repórter. Tomara haja espaço para quem já dobrou o Cabo das Tormentas. Não tem sido a regra, mas espero que os veículos atentem para o fato de que, em outros países, o jornalismo não é território apenas dos jovens. Para alguma coisa deveriam servir os cabelos brancos.
Portal – Como vê o jornalismo atual, sob o impacto das fake news, das redes sociais, da intolerância, da reinvenção dos veículos tradicionais e do surgimento de novos modelos de jornalismo?
Markun – Daria uma longa conversa. Estamos no meio de um processo radical de mudança. Costumo dizer que jornalismo acabou como profissão, carreira, mas não como ofício. O que mais preocupa é esse perigoso casamento de intolerância e mentira. Sob o comando de algoritmos que nenhum de nós sabe exatamente para onde nos levam.
A Agência Pública abriu nesta quarta-feira (14/3) inscrições para o programa de residências da Casa Pública, no Rio de Janeiro, que recebe jornalistas internacionais no primeiro centro cultural de jornalismo do Brasil. O espaço funciona como um polo para a produção, discussão e apoio ao jornalismo independente e inovador na América Latina.
O programa, agora em sua terceira edição, oferece hospedagem e mentoria gratuita para jornalistas interessados em produzir reportagens com temas relacionados aos direitos humanos. A Pública selecionará dois jornalistas por mês para passarem 15 dias morando na Casa Pública enquanto desenvolvem suas pautas. As residências vão até novembro e as inscrições permanecem abertas durante todo esse período. (Veja +).
A Máquina Cohn & Wolfe é a nova agência de relações públicas e comunicação interna do Sebrae Nacional. O trabalho será focado em novas formas de relacionamento com veículos e jornalistas, usando, além dos meios tradicionais, as redes sociais como ponto de contato.
A estratégia de comunicação integrada terá como objetivo reforçar o Sebrae como referência em empreendedorismo e pequenos negócios, construindo a reputação e desenvolvendo relacionamentos com os públicos de interesse, além de esclarecer temas e levantar debates em defesa dos micro e pequenos empresários.
Parte crucial desse esforço de comunicação será o público interno. Os cerca de 8 mil colaboradores espalhados pelo Brasil ficarão sabendo das novidades, iniciativas e mensagens-chave da instituição por meios dos canais internos. Uma equipe com fotógrafo e repórter acompanhará o presidente da instituição em eventos para garantir a cobertura.
A agência também será responsável por criar uma pauta para unificar o discurso em diversas frentes de comunicação, incluindo redes sociais. O time de atendimento ficará alocado majoritariamente em Brasília, com um braço em São Paulo, sob a orientação de Weiller Diniz, VP de atendimento da Máquina Cohn & Wolfe.
O BNP Paribas Brasil anuncia a contratação de Silene Chiconini como diretora de Comunicação e Marketing. Com mais de 25 anos de experiência, passa a comandar as áreas de Marketing, Branding, Digital, Relações Públicas, Comunicação Interna e Voluntariado, além de responder pela Fundação BNP Paribas. Integra ainda o Comitê Executivo do banco, que está sob a liderança da CEO Sandrine Ferdane. Atualmente, um terço do comitê é formado por mulheres.
Formada em Relações Públicas, com MBAs em Administração pela FGV e Universidade da Califórnia, Silene atuou como líder de Assuntos Corporativos da Monsanto na América do Sul e teve passagens por Mars do Brasil, Votorantim Metais, Wal-Mart e Dupont, nas quais liderou equipes de Comunicação, Marketing, Relações Governamentais e Sustentabilidade no Brasil e América do Sul.
Há 15 anos residindo em Israel, onde é atualmente correspondente de Folha de S.Paulo, GloboNews e Rádio França Internacional, Daniela Kresch passou a colaborar com o Instituto Brasil-Israel (IBI), sediado em São Paulo. Nas próximas semanas, começará a contribuir com o IBI em posts diários e aparições ao vivo em redes sociais, além de produzir reportagens e vídeos para o site do instituto.
Carioca, Daniela também colabora com a BBC Brasil em Israel. Formou-se em Jornalismo pela PUC-Rio e fez mestrado em Relações Internacionais pela George Washington University. No Brasil, teve passagens por O Dia, O Globo e Jornal do Brasil.