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terça-feira, abril 7, 2026

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Livro mostra o trabalho jornalístico nas periferias

Mara Rovida, professora da pós-graduação em Comunicação e Cultura da Universidade de Sorocaba (Uniso), lança o livro Jornalismo das periferias: o diálogo social solidário nas bordas urbanas (CRV), que mostra o trabalho jornalístico de veículos de notícias que cobrem bairros periféricos.

A obra é fruto de uma pesquisa de campo que ela realizou entre 2017 e 2020, com quatro coletivos de jornalistas que cobrem 39 municípios em São Paulo: Agência Mural de Jornalismo de Periferias; Nós, Mulheres da Periferia; Alma Preta; e Periferia em Movimento. Cada um tem características editorias e de cobertura diferentes entre si, mas todos agem com o objetivo de dar visibilidade e voz às periferias.

O livro pode ser adquirido em formato impresso ou digital por R$ 40 no site da editora CRV. Interessados em comprar um exemplar autografado pela autora podem entrar em contato com ela pelo [email protected].

Fake news instiga britânicos a rejeitarem vacina, mas maioria pede regulação

Por Luciana Gurgel, especial para o J&Cia

Luciana Gurgel

“Vacina para o Natal” foi a manchete de vários jornais britânicos nessa terça-feira (21/7), traduzindo a esperança de que o pesadelo do coronavírus esteja chegando ao fim, no embalo de previsões animadoras sobre a eficácia da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford. Ao mesmo tempo veio uma notícia preocupante: um em cada quatro britânicos pode recusar a imunização, ainda que informado sobre a sua segurança.

Parece até que os que advogam por controle sobre as plataformas digitais para estancar a proliferação de fake news estavam adivinhando. No mesmo dia, o Comitê de Digital, Cultura, Mídia e Esporte do Parlamento publicou o longo, esperado e duro relatório sobre desinformação na pandemia, instando o Governo a apontar de imediato um órgão regulador para as redes sociais.

O perigo do movimento antivacina − A pesquisa feita pelo empresa ORB mostra o alcance da desinformação propagada nas redes. O movimento antivacina é um exemplo. Ele começou para valer após um artigo publicado em 1999 na insuspeita revista médica The Lancet, sobre o qual falamos aqui.

Levou dez anos para que o artigo fosse removido por falta de evidências. Tempo suficiente para alavancar uma das maiores − e agora mais perigosas − fake news da história.

É certo que o fato de ser uma vacina nova para uma doença nova pode despertar insegurança. Mas os partidários do movimento souberam aproveitar o clima de incerteza. A pesquisa indica que 23% dos britânicos não tomariam a vacina.

Pode parecer pouco diante dos 73% que pretendem se imunizar − o restante não sabe. Mas para a contenção da doença que transformou vidas e derrubou economias, faz diferença. O vírus continuará fazendo estragos mesmo após a ciência ter conseguido domá-lo.

Também impressiona o fato de o Reino Unido ser um país escolarizado e com imprensa sólida. Além da vasta gama de veículos privados, o país tem uma das melhores redes públicas de comunicação, a BBC, que atinge todo o seu território com canais de TV, emissoras de rádio e noticiário online.

Se em um país bem informado a fake news da vacina prospera, assusta pensar o que acontece em nações sem as mesmas condições. De todas as notícias falsas que passaram a circular pelas redes a respeito da Covid-19 − algumas bizarras como a sugestão do presidente Trump de injetar desinfetante no corpo para eliminar o vírus −, a da vacina está entre as que pode ter mais consequências práticas, porque alimentou-se de um movimento anterior e pela sua abrangência.

Relatório cobra ação do governo − No Reino Unido, as pressões na direção de regular as plataformas são fortes. O relatório da comissão parlamentar publicado esta semana faz uma detalhada análise do problema e cobra a designação de um órgão de controle, alegando que isso havia sido prometido há 15 meses, na sequência do White Paper sobre danos online.

Odocumento sustenta que a legislação atual é atrasada e não trata dos danos causados pela desinformação. E que as empresas de tecnologia usam modelos de negócio que desestimulam ação contra informações erradas, oferecendo oportunidade para pessoas mal-intencionadas  ganharem dinheiro com conteúdo falso.

Diante do risco de a desinformação neutralizar parte do efeito que a vacina contra o coronavírus pode ter sobre a saúde pública global, cresce a responsabilidade da imprensa e de outros atores da sociedade − governos, corporações, ONGs − de ajudar a conter esse outro vírus: o das fake news relacionadas à imunização contra a Covid-19. E de agir para reverter seus efeitos.

Já as plataformas digitais têm nas mãos a oportunidade de utilizar os meios tecnológicos de que dispõem para demonstrar que os benefícios por elas trazidos não são menores do que seus efeitos colaterais. A pandemia é uma ótima hora para isso.

Comunique-se apresenta novo produto para a Comunicação Corporativa

O Grupo Comunique-se apresenta ao mercado na próxima terça-feira (28/7), às 11h, em live no YouTube, um novo produto de relacionamento com stakeholders. Resultado, segundo o CEO Rodrigo Azevedo, de um investimento de R$ 2 milhões e 12 meses de desenvolvimento, “reúne o estado da arte em desenvolvimento de software e user experience, e consolida, na mesma aplicação, diversas ferramentas para ampliar a performance de times de comunicação”.

“A proposta do produto”, completa, “é ir além do relacionamento com jornalistas, tendo uma visão 360 graus de multipúblicos”. O próprio Rodrigo é quem fará a apresentação. Para participar, cadastre-se aqui.

Justiça do Piauí decide pelo retorno do jornalista Arimateia Azevedo à prisão

Arimateia Azevedo voltará a uma das unidades prisionais do Piauí

Em decisão emitida na manhã desta quarta-feira (22/7), o Tribunal de Justiça do Piauí decidiu por não acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa de Arimateia Azevedo, e ainda reverteu sua prisão domiciliar. Com isso, o jornalista, criador e diretor do Portal AZ, retornará a uma das unidades do sistema prisional piauiense.

Por dois votos a um, foi revogada a liminar que substituiu a prisão preventiva por domiciliar, concedida em razão da pandemia do novo coronavírus. O desembargador Joaquim Dias de Santana Filho, relator do habeas corpus, votou pela manutenção da prisão preventiva, substituindo-a pela domiciliar, enquanto os desembargadores José Ribamar Oliveira e José James votaram pela recusa da ordem.

Arimateia está preso preventivamente desde 12/6 em decorrência de uma acusação de extorsão contra o cirurgião plástico Alexandre Andrade. O motivo seria um acerto para que não publicasse notícias sobre um caso de erro médico envolvendo Alexandre, que quase resultou na morte de uma paciente.

Segundo a defesa de Arimateia, a acusação apoia-se exclusivamente na palavra do médico, que teria procurado o jornalista para evitar publicações que mostravam o caso. No pedido de habeas corpus, sustentou ainda que o jornalista é hipertenso, diabético e cardíaco, e que que a prisão imposta a ele representa indiscutível constrangimento ilegal, por conter inúmeras nulidades. Entre as justificativas, estão o fato de Arimateia não possuir antecedentes criminais e ter endereço fixo.

 (Com informações do Meio Norte)

Justiça define nesta quarta-feira (22/7) se concede habeas corpus a jornalista preso no Piauí

Arimateia Azevedo, diretor do Portal AZ

O Tribunal de Justiça do Piauí julga nesta quarta-feira (22/7) dois habeas corpus impetrados pela defesa de Arimateia Azevedo, criador e diretor do Portal AZ, que pede a revogação da prisão preventiva, proteção aos dados telefônicos e o fim da censura imposta ao profissional há quase 40 dias.

Arimateia está preso preventivamente desde 12/6 em decorrência de uma acusação de extorsão contra o cirurgião plástico Alexandre Andrade. O motivo seria um acerto para que não publicasse notícias sobre um caso de erro médico envolvendo Alexandre, que quase resultou na morte de uma paciente.

Segundo a defesa de Arimateia, a acusação apoia-se exclusivamente na palavra do médico, teria procurado o jornalista para evitar publicações que mostravam o caso. Insiste ainda que há ausência de justa causa para a ação penal e para a prisão preventiva, decretada sob a alegação de risco para a ordem pública. Os advogados entendem que o caso também causa perplexidade porque se trata de prisão preventiva de um jornalista conhecido, sem antecedentes criminais e com endereço fixo.

Em nota, o Sindjor-PI classificou a medida como “desproporcional, sobretudo considerando ser a pessoa privada de liberdade um profissional com trabalho e residência fixos, reconhecido respeito de seus pares e da comunidade”.

Polícia abre inquérito para investigar jornalistas do Cidade Alerta (Record TV)

A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar a conduta dos jornalistas do programa Cidade Alerta (Record TV), após mostrarem a imagem de um homem como suspeito de ter assassinado uma mulher de 18 anos, na cidade de Salto (SP). Mesmo borrada, era possível identificar o rosto dele. O indivíduo em questão foi assassinado com sete tiros horas após a exibição de sua imagem na TV.

Durante a reportagem, o apresentador Luiz Bacci afirmou: ”O programa ainda não tem autorização para mostrar sem esse borrão. Mas quem conhece esse homem já passa informações para a polícia. Quem é amigo desse homem sabe quem é”.

O colunista Maurício Stycer (UOL) procurou a emissora para perguntar por que o Cidade Alerta exibiu a imagem do homem mesmo sabendo que ele poderia ser identificado. A Record respondeu que “entre amigos, familiares, testemunhas e moradores da região de Salto, todos já sabiam quem era”.

Segundo o repórter Rogério Pagnan (Folha de S.Paulo), “a polícia afirma que (Alécio Ferreira) Dias não era suspeito de crime algum. Diz que só foi procurada por produtores do programa quando a matéria já estava no ar, com uma série de informações imprecisas”.

Stycer, em sua coluna no UOL, fez uma análise sobre programas policiais na TV: “Programas jornalísticos têm a obrigação de dar notícias, não de serem notícia. O Cidade Alerta contrariou mais uma vez este princípio básico e voltou a ser notícia esta semana por motivos trágicos. (…) Por serem considerados jornalísticos, programas como o Cidade Alerta podem ser exibidos em qualquer horário. Todas as restrições sobre a apresentação de cenas violentas em novelas durante o dia não valem para os jornalísticos”.

AdsPlay oferece curso gratuito sobre mídia programática em 24/7

A AdsPlay realiza nesta sexta-feira (24/7) um workshop gratuito para jornalistas sobre mídia programática, que buscará desmitificar o tema, além de explicar o que é, como funciona, quais as principais siglas e termos técnicos, e discutir o conceito de pirâmide do marketing digital.

De forma resumida, a mídia programática ajuda as empresas a decidirem com quais usuários vão interagir, quem querem impactar com a sua marca, e determinarem a hora, dia e momento certos para as interações. O tema ganhou relevância por causa de fatos recentes como a CPI das Fake News, o aumento de anúncios online automatizados e iniciativas como o Sleeping Giants no Brasil e no mundo.

O workshop terá duração de uma hora e será ministrado por Edu Sani, CEO da AdsPlay; e Bruno Campos, CMO da AdsPlay. O evento, que tem apoio de divulgação deste Portal dos Jornalistas e do J&Cia, será realizado na plataforma Google Meet. Inscreva-se!

Levantamento da RSF aponta que ataque à imprensa é método no governo Bolsonaro

A Ong Repórteres Sem Fronteiras (RSF) divulgou em 13/7 a segunda parte de uma série de publicações sobre liberdade de imprensa no Brasil. De acordo com o relatório, foram 21 novos ataques à imprensa por parte do presidente Jair Bolsonaro no segundo trimestre de 2020, totalizando 53 episódios nos seis primeiros meses do ano.

Os casos de assédio e agressão partem não só do presidente, mas também de seus filhos, que ocupam mandatos legislativos, e de ministros. Segundo o documento, pelas redes sociais, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), disparou 43 ataques contra a imprensa; o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) foi autor de 47; e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) foi responsável por 63 hostilidades. “O trio ampliou as agressões a jornalistas considerados incômodos demais à família e ao governo”, diz trecho do informe.

O ex-ministro da Educação Abraham Weintraub e a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, também aparecem no relatório com 16 e 4 ataques, respectivamente. No levantamento da Abraji de autoridades que mais bloquearam jornalistas, uma forma de cercear a liberdade de imprensa, Weintraub aparece em segundo lugar, atrás apenas do presidente.

“No governo Bolsonaro, o ataque à imprensa é método”, afirmou em entrevista à Abraji Emmanuel Colombié, diretor regional da RSF para a América Latina. “A hostilidade propagada por essa rede, que chamamos de ‘sistema Bolsonaro’, tem sérias consequências, porque encoraja apoiadores do governo a fazer o mesmo, multiplicando as engrenagens desse sistema”.

Para Colombié, esses ataques permanentes encontram um eco específico nas redes sociais, nas quais o presidente e seus aliados são particularmente ativos e onde não hesitam em espalhar informações falsas. Ao todo, a RSF registrou 101 ataques diretos a veículos de comunicação no primeiro semestre.

Segundo Marcelo Träsel, presidente da Abraji, o discurso estigmatizante de Jair Bolsonaro e seus apoiadores — aliado a teorias conspiratórias contra a imprensa — legitima as agressões sofridas por jornalistas durante a cobertura de eventos políticos ou da pandemia. “Muitos apoiadores do governo federal têm invadido as transmissões das emissoras de televisão para ofender repórteres ou criticar a empresa para a qual trabalham. Durante os eventos de apoio ao presidente em Brasília e em outras cidades, jornalistas foram agredidos por militantes ao tentar fazer entrevistas ou registrar as atividades”, exemplifica.

Em abril de 2020, a RSF divulgou relatório sobre a deterioração da liberdade de imprensa no Brasil. O país, que ocupava a 105ª posição em 2019, caiu para a 107ª. Para a organização, a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência da República contribuiu para derrubar o país no ranking pelo segundo ano seguido.

(* Com informações da Abraji)

Congresso Mega Brasil será online, gratuito e distribuído por treze manhãs

Crise traz oportunidade de ampliação de audiência e formato inovador, que inclui sessões matinais, programação complementar e o Crème de la Crème, reunindo o melhor do Congresso

O 23º Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégicas Corporativas será inovador e estratégico, como aponta o próprio nome do evento. Marcado inicialmente para os dias 11 e 12 de agosto, no Teatro do CIEE, em São Paulo, ele foi transformado num evento online, gratuito e, ao em vez de uma programação intensiva concentrada em dois dias, terá seu conteúdo distribuído por treze manhãs, entre os dias 10 e 14/8 e 17 e 19 de agosto, com a Programação Oficial; e entre 24 e 28 de agosto, com a Programação Complementar. Sempre no horário de 9h30 às 12 horas. E para que ninguém perca os detalhes do evento, a Mega Brasil, além de colocar a íntegra dos debates e apresentações on demand em seu canal no YouTube, vai preparar o especial Crème de la Crème, com o melhor do Congresso.

As inscrições estão abertas e são gratuitas

Pela primeira vez na história. o Congresso Mega Brasil será gratuito e aberto a todo o mercado. Os participantes terão acesso livre à íntegra da programação, o que inclui mesas de debates, conferências, Arena da Inovação, Fórum do Pensamento e Prêmio Personalidade da Comunicação, além da Programação Complementar. Os participantes também terão direito, nesse caso mediante pagamento, a certificados de participação, acesso on demand a toda a programação do evento e ao especial Crème de la Crème, uma análise profunda de todo o conteúdo, mostrando o que o Congresso apresentou de melhor e mais inovador, pelo olhar de especialistas de grande experiência e reconhecida trajetória na atividade. Para participar da 23ª edição do Congresso Mega Brasil, basta fazer a inscrição clicando aqui.

Uma homenagem diferente a Laurentino Gomes, Personalidade da Comunicação 2020

Também o Prêmio Personalidade da Comunicação, este ano homenageando o jornalista e escritor Laurentino Gomes, autor da trilogia 1808, 1822 e 1889 e que atualmente dedica-se a uma segunda trilogia, sobre Escravidão, vai ganhar um novo formato. No lugar do evento presencial, que aconteceria na noite do primeiro dia do Congresso, haverá uma entrevista com o homenageado, diretamente de sua residência em Itu, sobre sua trajetória pessoal e profissional e a transição do jornalismo para a literatura, atividade que o transformou num dos mais reconhecidos e bem sucedidos escritores da língua portuguesa.

TOP Mega Brasil será em setembro

A sexta edição do TOP Mega Brasil, premiação que distingue as feras da comunicação corporativa, também mudou. Será realizada de forma independente – e não mais na mesma programação do Congresso Mega Brasil – em setembro e, assim como o Congresso, será online.

Outra novidade da premiação é a criação da categoria Comunicadores do Serviço Público, que, a exemplo das duas outras (Executivos de Comunicação Corporativa e Agências de Comunicação), terá premiação nacional (TOP 10) e regional (TOP 5 das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul).

A votação do 1º turno do TOP Mega Brasil, iniciada em fevereiro passado e suspensa em decorrência da crise da Covid-19, será retomada e anunciada nos próximos dias.

Quase 30 organizações associaram-se ao Congresso Mega Brasil

A despeito da crise causada pela pandemia do coronarírus, a edição 2020 do Congresso Mega Brasil acontecerá em formato online e gratuito graças ao apoio de algumas das mais importantes marcas brasileiras. São elas: Vale (patrocinadora master), Ajinomoto, Carrefour, CIEE, Chevrolet (GM), Gerdau, Grupo In Press, Latam, MVR, Nespresso, Samsung, Philip Morris, Roche, Syngenta, Votorantim e Weber Shandwick.

O encontro reúne também o apoio institucional de Aberje, Abracom, ABRH, Cebeds e Sistema Conferp/Conrerp; e o apoio de divulgação de Jornal da Comunicação Corporativa, Rádio/TV Mega Brasil Online, Jornalistas&Cia, Portal dos Jornalistas e I’Max.

Congresso será transmitido pelo canal Mega Brasil no YouTube

A transmissão integral do Congresso será feita pelo canal da Mega Brasil no YouTube, o mesmo que abriga os programas da própria Mega Brasil e que também promoveu os lançamentos virtuais das edições 2020 do Anuário da Comunicação Corporativa e do Prêmio Jatobá PR. O evento será integralmente ancorado pelos jornalistas Marco Antonio Rossi e Eduardo Ribeiro, diretores da Mega Brasil e idealizadores deste evento, que é realizado de forma ininterrupta desde o final dos anos 1990.

Programação oficial é um mergulho profundo no mundo da Comunicação

A programação oficial do Congresso Mega Brasil está sendo mantida na íntegra no novo formato, sobretudo pela contemporaneidade das discussões e reflexões propostas. Ela é integrada pelos seguintes painéis:

1) Prêmio Personalidade da Comunicação 2020, homenageando o jornalista e escritor Laurentino Gomes;

2) Conferência de abertura: Humanismo Comunicação, reputação e valorização do ser humano – O papel do Legislativo na construção de um novo Brasil;

3) Arena da InovaçãoO Humanismo no centro de gravidade;

4) Mesa de debates: A Comunicação Corporativa e os múltiplos canais – quais os critérios na hora de estabelecer estratégias e relevâncias;

5) Mesa de debates: Sustentabilidade – Economia Circular e Reputação nos Negócios, uma receita positiva;

6) Mesa de debates: Empresas Cidadãs – O papel social das marcas e sua relação com as políticas públicas;

7) Mesa de debates: Cultura organizacional – Marca, cultura e reputação em meio às transformações na sociedade e ambiente de negócios;

8) Fórum do Pensamento: Sociedade Líquida, seus encantos e consequências;

9) Conferência: O impacto da Comunicação no Terceiro Setor;

10) Mesa de debates: A Comunicação, o Marketing Digital e os Influenciadores – Do que as empresas procuram e as marcas precisam?;

11) Mesa de debates: Gestão de Crise: Os ensinamentos do Coronavirus – Desafios para a Comunicação diante da pandemia global;

12) Mesa de debates: Diversidade e Inclusão nas empresas – Ganhos e desafios;

13) Mesa de debates: Ideologia – A sociedade polarizada e os impactos no mundo corporativo.

Programação Complementar mostrará a Comunicação sob os efeitos da Covid-19

Efeito da crise, o evento está ganhando também uma Programação Complementar com lideranças da área focada exclusivamente nas soluções de comunicação para o enfrentamento da pandemia da Covid-19. Os temas complementares programados são os seguintes:

14) Como a Comunicação está ajudando as organizações a enfrentar a pandemia;

15) O papel da Comunicação no pós-pandemia e nos desafios do “novo normal”;

16) As lições da pandemia na Comunicação com os Empregados – Legados e desafios;

17) A crise e os propósitos empresariais – Como a Comunicação está contribuindo e influenciando as organizações neste novo momento do capitalismo humanizado;

18) A Covid-19 e o que mudou na vida dos profissionais de Comunicação Corporativa.

Outras informações pelo 11-5576-5600 ou [email protected].

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