A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) anunciou na última semana a contratação de Renata Agostini, que há um ano e meio vinha atuando como repórter especial e colunista de O Globo em Brasília, para assumir o cargo de diretora de Comunicação da entidade.
“Assumir a Comunicação da Anfavea é um desafio que me enche de orgulho e me motiva muito”, comemorou Renata. “O setor automotivo é um dos motores da economia e tem papel estratégico para o Brasil. Minha missão será ampliar os canais de diálogo da entidade com a sociedade e seus diferentes públicos de interesse”.
A chegada da nova executiva, que ficará baseada em Brasília, também resultou na mudança do comando da área, que deixa a sede da entidade em São Paulo e passa a operar a partir do escritório do Distrito Federal, onde já atua o presidente recém-empossado Igor Calvet. Apesar da mudança, o time de atendimento à imprensa ([email protected]), sob o comando do gerente Glauco Lucena, seguirá na capital paulista.
Com quase 20 anos de experiência em redações, Renata teve passagens por CNN Brasil, Estadão, Folha de S.Paulo, Exame, GloboNews e Veja. Ela assume o cargo que nos últimos seis anos e meio vinha sendo ocupado por Andre Jalonetsky, e que deixou a entidade em abril.
Começou nesta quarta-feira (17/9) a décima edição do prêmio +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, promovido por Jornalistas&Cia. Em seus 30 anos de trajetória, o J&Cia consolidou-se como uma plataforma que busca valorizar o jornalismo brasileiro e, dentro dessa história, já são dez anos dedicados ao reconhecimento dos profissionais e veículos que se destacam na cobertura de economia, negócios e finanças.
No primeiro turno, os eleitores podem indicar até cinco profissionais e veículos em cada categoria. Os mais votados avançam para o segundo turno, em que disputarão um lugar entre os TOP 50 +Admirados do País. Já entre os veículos, estão em disputa as categorias Agência de Notícias; Áudio (Programa de Rádio/Podcast); Canal de Vídeo (YouTube/Instagram); Jornal (Impresso e/ou Digital); Programa de TV; Revista (Impresso e/ou Digital); e Site/Portal.
A participação é simples: basta acessar o link da votação, preencher um breve cadastro e registrar as indicações. O primeiro turno vai até 2 de outubro, os finalistas serão divulgados em 6 de outubro e a cerimônia de premiação está marcada para 24 de novembro, no espaço Bisuti Cardoso de Melo, em São Paulo.
Eduardo Ribeiro, diretor deste J&Cia, destaca que “chegar à décima edição dos +Admirados de Economia, Negócios e Finanças justamente no ano em que o Jornalistas&Cia celebra 30 anos é simbólico. Mostra que nossa missão de valorizar o jornalismo se renova e se fortalece a cada ciclo”.
Vinicius Ribeiro, diretor de projetos, enfatiza a relevância da iniciativa: “Ao longo desta década, vimos gerações de jornalistas e veículos se destacarem e inspirarem novos profissionais. É uma honra conduzir esse processo e, ao mesmo tempo, um estímulo para seguirmos ampliando o reconhecimento e o alcance dessa iniciativa”.
Neste ano comemorativo, o prêmio conta com patrocínio de APqC, BTG Pactual, CNseg, Deloitte, Febraban e Grupo Nexcom; apoio de Honda, Press Manager e Portal dos Jornalistas; além do apoio institucional do IBRI e apoio de divulgação da 2Live.
Após um primeiro turno bastante movimentado, com indicações e indicados de todo o Brasil, a terceira edição do Prêmio +Admirados Jornalistas Negros e Negras da Imprensa Brasileira traz neste especial a relação de profissionais e publicações classificados para a sua fase final. A iniciativa é organizada por Jornalistas&Cia, em parceria com os sites Neo Mondo e 1 Papo Reto e com a Rede JP – Jornalistas Pretos. Seguem na disputa 142 jornalistas de redação, 14 profissionais de imagem, 16 veículos liderados por jornalistas negros e outros 14 que se destacaram por suas coberturas em temas relacionados à justiça racial no Brasil.
Entre os Jornalistas que seguirão na disputa por um lugar nos TOP 50 +Admirados do Ano, 99 atuam no Sudeste, 19 no Centro-Oeste, 15 na Região Norte, sete no Nordeste e apenas dois na Região Sul. As mulheres, que ocuparam o lugar mais alto do pódio nas duas primeiras edições, com Zileide Silva (2023) e Aline Midlej (2024), são novamente a maioria entre os finalistas, com 83 indicações.
Além de eleger os TOP 50 Jornalistas +Admirados do Brasil, o segundo turno, que começa nesta terça-feira (16/9) e segue até 30 de setembro, definirá também os TOP 5 nas categorias Profissionais de Imagem (foto e vídeo) e Veículos (Geral e Liderados por Jornalistas Negros ou Negras).
Para votar, basta acessar este link, preencher um rápido cadastro e escolher, do 1º ao 5º colocado, até cinco opções dentre os finalistas de cada uma das categorias. Cada posição renderá uma pontuação, seguindo a ordem de 100 pontos para o 1º colocado, 80 para o 2º, 65 para o 3º, 55 para o 4º e 50 para o 5º. O resultado final será obtido da soma dessas pontuações.
Na cerimônia de premiação, marcada para 10 de novembro, na Câmara dos Vereadores de São Paulo, além dos troféus aos TOP 10 +Admirados Jornalistas e aos primeiros colocados das demais categorias temáticas, serão entregues as homenagens especiais aos Decano e Decana (Troféu Luiz Gama), Revelação do Ano (Troféu Tim Lopes) e Personalidade do Ano (Troféu Glória Maria).
O Prêmio +Admirados Jornalistas Negros e Negras da Imprensa Brasileira conta com patrocínios de Unilever e Uber, apoio de GSS Carbono e Bioinovação e apoio de divulgação da 2Live. Empresas interessadas em apoiar o projeto podem obter mais informações com Vinicius Ribeiro ([email protected]).
O Instituto Conhecimento Liberta (ICL) lançou a Revista Liberta, publicação que será disponibilizada aos sábados com novas abordagens sobre os principais acontecimentos da semana, utilizando o slogan “Independência em cada palavra”. O valor da assinatura é de cerca de R$ 15 mensais.
A revista, 100% digital, trará para os assinantes reportagens exclusivas, análises aprofundadas e conteúdo editorial crítico e independente; curadoria de notícias feita por jornalistas, intelectuais e pesquisadores; e acesso a edições especiais e coberturas temáticas de temas relevantes.
São colunistas fixos da publicação Leandro Demori, Jamil Chade, João Cezar de Castro Rocha, Luís Costa Pinto, Andrea Dip, Márcia Tiburi e o grupo de humor Sensacionalista. Cada edição da revista terá ainda articulistas convidados. A edição de estreia, no último sábado (13/9), abordou caminhos do Brasil depois da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe de estado.
Em processo que move desde 2023, o Ministério Público Federal (MPF) pediu a cassação das concessões públicas da Jovem Pan por propagar informações falsas durante as eleições de 2022. O órgão pede também que a empresa pague uma multa de R$ 13,4 milhões por danos morais coletivos. A expectativa é que o caso seja julgado até novembro.
Segundo o MPF, a Jovem Pan foi responsável por veicular uma grande quantidade de fake news durante as eleições presidenciais de 2022 e apoiou teses que atentavam contra a democracia. Além da cassação das concessões públicas e da multa por danos morais coletivos, o órgão pediu que a Jovem Pan veicule, por quatro meses, conteúdo de direito de resposta em sua programação.
“A veiculação sistemática, pela emissora, de informações falsas, acompanhadas de incitações reiteradas à desordem e à intervenção das Forças Armadas sobre os Poderes constituídos, foi um dos componentes essenciais para o clima de insurreição que s golpistas pretendiam instaurar. Foram delitos graves”, declarou o MPF.
Caso a Justiça atenda o pedido do MPF, apenas as concessões públicas de rádio da Jovem Pan podem ser cassadas. O canal de notícias na TV paga e o canal do YouTube da empresa seguiriam operando normalmente.
Em Nota, a Jovem Pan contestou as acusações do MPF, destacando que a empresa “não é ré em nenhuma das ações penais recentemente julgadas pelo Supremo Tribunal Federal, tampouco figurou como investigada em quaisquer dos inquéritos que lhes deram origem” e que “não há, nesta ação, qualquer imputação de índole criminal”.
A Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (FENAERT) lamentou o processo da MPF contra a Jovem Pan: “A livre programação das emissoras, o direito à informação e a pluralidade de vozes são fundamentos indispensáveis de qualquer democracia sólida e não podem ser relativizados. A retirada de uma outorga de radiodifusão, além de representar medida extrema e desproporcional, compromete a segurança jurídica e abre perigoso precedente para todo o setor da comunicação social no país”.
A agência Carta Amazônia lançou em 11/9 o Carta Maps, projeto de geojornalismo pautado exclusivamente na COP30. A plataforma apresenta uma série de mapas interativos com múltiplos temas de interesse – com geolocalização, textos, fotos e vídeos – e atualizados periodicamente com informações sobre o encontro, que será realizado em novembro, em Belém.
Através do geojornalismo, a iniciativa visa investigar, dialogar e mostrar ao público diversos mapeamentos de dados sobre produtos, serviços e notícias da Conferência da ONU e da cidade-sede da COP30, coletadas de modo cruzado com base em dados e informações de cidadãos, universidades, governos e jornalistas.
“Compreendemos o geojornalismo como uma importante ferramenta de interpretação e comunicação baseada no espaço geográfico – seus lugares e territórios – e alinhada com os princípios do jornalismo”, destaca Adison Ferreira, cofundador e diretor de jornalismo da agência. “Essa iniciativa será mais um canal de informação e educação da agência Carta Amazônia, pautado na defesa da cidadania, do meio ambiente, justiça climática e no combate à desinformação sobre a região”.
O começo da tarde daquele 8 de janeiro de 2023 pegou de surpresa os brasilienses e brasileiros em geral.
Era um domingo ensolarado quando pelo menos 4 mil malucos e malucas quebraram tudo que encontravam na Praça dos Três Poderes. Muitos foram presos e pelo menos 1,6 mil tiveram de prestar contas à Justiça.
No começo da noite de 11 de setembro de 2025 os principais líderes golpistas pegaram penas pra eles inesperadas.
Ditadura, sabemos, é coisa que não presta.
Livro dos Cegos é obra do jornalista Marcio Salgado. Conta a história de uma mulher desaparecida durante os chamados anos de chumbo (1964-1974). Quem anda louco à procura da personagem é o filho, Antônio. O narrador, em determinado momento, depara-se com anotações em Braille feitas por alguém de nome Jeremias e com isso passa a juntar pedrinhas do jogo. Interessantíssimo.
Enquanto a ficção e a realidade se juntam no livro de Salgado, a realidade nua e crua ponteia a vida de uma mãe em busca do filho que fora sequestrado e levado à Base Aérea do Galeão, no Rio, onde teria sido assassinado. Corria o ano de 1971. A mãe chamava-se Zuzu e o filho Stuart. Ela morreu cinco anos depois do filho, vítima de um atentado provocado por trogloditas da ditadura militar.
Foi em 1976 que o baiano Milton Coelho de Carvalho foi preso e duramente castigado por ser militante do PCB. Perdeu a visão durante sessões de tortura. Morreu em abril de 2024, em Sergipe, aos 82 anos de idade.
Pululam nas crônicas, contos, poemas e romances a figura do cego, do míope…
No ótimo Fogo Morto (1943), do paraibano José Lins do Rego, acham-se o cego Torquato e o vagabundo José Passarinho. A este personagem é perguntado com quem aprendeu a cantar. Adorava beber e cantar. Era das proximidades do seleiro mestre Amaro. E ele responde mais ou menos assim: “Aprendi a cantar cantiga com um cego de Itambé”.
Em Fogo Morto aparecem soldados rasos, capitães, tenentes, coronéis, além de delegado, cangaceiro e juiz.
Tem até suicídio em Fogo Morto.
Num conto do autor paulistano Antônio de Alcântara Machado (1901-1935) intitulado Apólogo Brasileiro Sem Véu de Alegoria, o protagonista é um cego conhecido pela alcunha de Baiano. É rabequeiro. Ele está num trem lotado. De repente, o seu guia diz que o trem está completamente às escuras. E o cego na dele. O trem chega a seu destino aos trancos e barrancos, com seu interior todo depredado. A razão foi simples: o cego baiano improvisou um discurso dizendo que estava tudo errado, pois o preço das passagens cobria o que fosse preciso. Não cuidar do trem era algo impensável. Ao desembarcarem, pessoas eram abordadas pela polícia local. Um policial perguntou a um sujeitinho que carregava uma Bíblia nas mãos como tudo começou. E a resposta veio depressa: “Foi aquele cego”.
O policial, com cara amarrada, não pensou duas vezes e ao portador da Bíblia deu voz de prisão, dizendo: “Com autoridade não se brinca!”.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Jusbrasil lançaram um painel com dados estatísticos sobre processos judiciais relacionados à liberdade de imprensa. O projeto, feito com o sistema de Inteligência Artificial do Jusbrasil, permite a consulta de processos por estado, tema, valor da causa, área do direito, tipo de decisão, tribunal, comarca, assunto, entre outros tópicos.
O painel foi lançado durante o Seminário Liberdade de Imprensa e Poder Judiciário, realizado pelo CNJ, em agosto. Segundo os dados coletados, desde 2015, foram identificados pouco mais de 24 mil processos considerados como de alta relevância, ou seja, que impactam significativamente a liberdade de imprensa no Brasil.
O tema central que mais aparece nos processos é de danos morais por reportagem, com cerca de 66% do total registrado, seguido por remoção de notícia (12,7%), propaganda eleitoral irregular (8,35%) e pedido de direito de resposta (6,4%). A maior parte dos processos detectados tramita na área cível (84%).
Entre os assuntos dos processos, a maioria aborda indenização por danos morais (cerca de 4.8 mil), e direito de imagem (quase 3 mil). Um dado positivo é que a maioria dos juízes/colegiado entendem a atividade jornalística julgada como exercício regular da profissão, com cerca de 60% do total registrado. E em cerca de 38% o entendimento foi de que o jornalismo aplicado extrapola o exercício regular da categoria.
O Mapa da Regulamentação é uma seção disponível no site da ABCPública que reúne normas aplicadas à comunicação dos mais diversos órgãos e instituições no Brasil. O objetivo é oferecer a profissionais, estudantes e pesquisadores uma plataforma de consulta a modelos e referências de regulamentação da área. O banco do mapa conta atualmente com mais de 200 normas e está em constante atualização.
Nele é possível encontrar normas publicadas pelos mais variados órgãos, a exemplo de Políticas de Comunicação, Manual de gerenciamento de Redes Sociais, de Relacionamento com a Mídia, de Governança de Portais, de Transmissão ao vivo de Eventos, de Cerimonial, de Identidade Visual, etc. Criada e mantida pelo Comitê de Regulamentação, o Mapa é uma das fontes de pesquisa promovida pela ABCPública. Além disso, um sistema de georreferenciamento possibilita a pesquisa por localização geográfica.
“É uma excelente fonte de consulta, mantida pelo Comitê de Regulamentação, e tem ajudado muitas pessoas da associação e fora da associação, já que é um serviço disponível ao público em geral. Eu mesma fiquei responsável por conduzir a construção da política de comunicação do meu antigo órgão, e utilizei muitos documentos disponíveis no Mapa da Regulamentação como benchmarking”, explica a coordenadora do comitê, Rachel Gonçalves.
A ideia do mapa surgiu em 2021, a partir da identificação de duas necessidades: compartilhar, entre os membros da ABCPública, as normas estruturantes dos setores de comunicação dos órgãos e incentivar a criação desses documentos como parte de um processo de transparência, um dos pilares da Comunicação Pública. Na época, Jéfferson Curtinovi, membro da associação, ficou à frente do grupo de trabalho criado para lançar a plataforma. Esse trabalho deu origem ao Comitê de Regulamentação da associação, sendo Jéfferson o primeiro coordenador.
Para acessar o Mapa de Regulamentação, clique aqui.
Também é possível para o público ajudar a completar o Mapa de Regulamentação. Caso o documento de algum órgão público ainda não esteja disponível, basta acionar a ABCPública por algum dos canais disponibilizados e enviar o arquivo para ser adicionado.
Se antes o talento de rádio era medido em décimos de audiência Nielsen, hoje ele se redefine no ímã invisível que cria − sua marca pessoal. Essa marca transcende o estúdio, vive em plataformas, podcasts, eventos e, sobretudo, no coração do público.
Um estudo recente da Radio Ink afirma que o ativo mais valioso que um talento pode ter já não é sua posição nas grades de audiência, mas sua presença estratégica como marca. É o que permite sobreviver quando estações mudam, formatos são reinventados ou empresas são vendidas. O caso de Dave Ramsey, que expandiu um programa local para um império com livros, eventos e network de podcasts, não é exceção: é exemplo do caminho a seguir.
O cenário global do podcast exemplifica essa nova dinâmica. Em 2025, espera-se que 584 milhões de pessoas ouçam podcasts − alta de quase 7% em relação ao ano anterior − e esse número pode ultrapassar 650 milhões até 2027. Esses números impressionam, mas é ainda mais revelador que todo ouvinte dedica em média 7 horas por semana a conteúdos sonoros.
E o mercado responde em sintonia: a receita publicitária em podcasts nos EUA deverá ultrapassar US$ 2,3 bilhões em 2025, com crescimento anual de 25%. Além disso, 76% dos ouvintes tomam alguma ação após ouvir um anúncio em podcast, um indicador claro de engajamento e confiança gerados.
A introdução de vídeo nos podcasts só intensificou essa expansão. Em 2024, mais de 250 milhões de usuários assistiram podcasts em vídeo pela Spotify, e gigantes como YouTube ultrapassaram 1 bilhão de ouvintes mensais, com mais de 400 milhões de horas visualizadas em TVs.
Apoio à marca pessoal não é apenas marketing: é construção de confiança. Uma pesquisa da agência Magid revela que apresentadores de rádio e podcasts são percebidos como altamente autênticos e conectados às comunidades que servem. Essa ligação emocional rende frutos − especialmente em publicidade −, em que anúncios lidos por hosts demonstram maior credibilidade, e emissoras que combinam rádio com presença digital reforçam a conscientização da marca.
O valor da personal branding não é mito: acadêmicos confirmam sua potência. Uma análise qualitativa de estratégias para radialistas destaca a importância de consistência, autenticidade e engajamento ativo com o público por meio de plataformas digitais como redes sociais, podcasts e sites pessoais. E, num cenário mais amplo, o personal branding emerge como crucial para criadores de conteúdo ganharem destaque, confiança e oportunidades − dos conteúdos digitais ao marketing de influência.
Imagine um estúdio de rádio − microfones, sons quentes, vozes que se conectam −, mas que não termina ali. A marca pessoal revela-se quando o radialista abre um simples site ou grava um podcast extra, criando pontes com públicos que nunca ouviram sua frequência.
A marca é a identidade que você carrega para além da antena. E no ritmo acelerado do mundo moderno, essa identidade é o que faz sua voz persistir. Quando você confia na sua marca, cultiva audiência e constrói plataformas… é a sua história que segue viva, e não apenas o formato do seu programa.
Fontes de Pesquisa
Radio Ink – Your Brand Speaks Louder Than Ratings (2025) − radioink.com
Business Insider – Video Podcasting Trends (2025) − businessinsider.com
ResearchGate – Personal Branding Strategies for Radio Broadcasters (2024) − researchgate.net
Álvaro Bufarah
Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.
(*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo.