Sindicatos de jornalistas de estados e municípios em que a RedeTV está presente uniram-se para denunciar a emissora por utilizar o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda para reduzir o salário de seus funcionários. O programa foi criado para ajudar setores penalizados pelos impactos econômicos da pandemia, mas, segundo os sindicatos, o setor de rádio e televisão não se encaixa no programa, uma vez que a audiência e insertes publicitários teriam aumentado nesse período. A RedeTV é a única grande emissora de TV a adotar nacionalmente o programa do governo.
Segundo as entidades, empregados da RedeTV têm sido chamados para assinar contratos individuais de redução de salário, sob pena de serem demitidos. Aqueles que resistiram foram desligados da emissora. Nos termos repassados aos funcionários, está escrito: “Cláusula 1ª – Este aditivo decorre de expressa manifestação de vontade do (a) EMPREGADO (A) em prorrogar por mais 60 (sessenta) dias o 1º aditivo (do acordo individual) iniciado em 24/07/2020 para redução proporcional de salário e jornada (diária ou semanal) em 25% (vinte e cinco por cento), preservado o valor do salário hora de trabalho”.
O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo (SJSP) enviou ofício à emissora em que destaca “o absurdo de penalizar os funcionários e suas famílias com a redução de salário em um momento de pandemia”. Segundo o SJSP, a emissora tem dinheiro para fazer vários investimentos, como a renovação do contrato do apresentador Sikêra Jr., a contratação de Luís Ernesto Lacombe e o interesse em adquirir os direitos de transmissão da Copa Libertadores da América, mas alega não ter verba para depositar o FGTS ou pagar o PPR, por exemplo. (Saiba+)
As denúncias tem como alvo Daniela Falcão, diretora-geral da joint venture entre o Grupo Globo e a editora internacional Condé Nast, responsável pela publicação no Brasil das revistas Vogue, Glamour, GQ e Casa Vogue.
O texto é de Chico Felitti, que recentemente postou um relato nas redes sociais sobre uma contribuição editorial que fez para a Glamour em 2019 e só depois publicada descobriu tratar-se de conteúdo publicitário. Segundo Chico, após as criticas viralizarem, ele passou a ser procurado por ex-funcionários com os relatos de assédio que deram origem a reportagem atual.
No total, ele ouviu entre julho e agosto 27 pessoas que passaram pelo grupo e relataram uma cultura tóxica arraigada na editora. Feliti destaca em trecho da reportagem: “Conhecida por sua ética de trabalho incansável, seu perfeccionismo implacável e estilo de microgestão, Daniela Falcão é principal responsável pela cultura trabalhista da Globo Condé Nast, disseram os ex-funcionários ouvidos pelo BuzzFeed News, e mais de um deles a comparou à editora que ganhou vida na interpretação de Meryl Streep no filme O Diabo Veste Prada (2006)”,.
Entre as principais denúncias, estão situações de abuso, gritos e xingamentos, muitas vezes durante jornadas de 24 horas ininterruptas de trabalho, além de casos recorrentes de colaboradores que tinham de assumir funções profissionais que fugiam aos seus contratos sem receber nada por isso.
Mônica Salgado
Dentre os entrevistados, destaque para o relato de Mônica Salgado, que chegou a ser redatora-chefe da Vogue e lançou em 2012 a versão brasileira da revista Glamour. Ela dirigiu a revista por cinco anos, até se desligar da Globo Condé Nast, em março de 2017, um ano após passar a se reportar a Daniela Falcão.
A jornalista fez coro a reclamação de outros entrevistados, que alegaram que denúncias à diretoria do grupo ou ao RH eram inúteis. “Já houve profissional de RH chorando comigo em sua sala, confessando se sentir impotente e injustiçada tanto quanto nós, que recorríamos ao departamento em busca de ajuda”, explicou Salgado.
Segundo o BuzzFed News, tanto as Edições Globo Condé Nast, quanto Daniela Falcão foram procuradas para comentar as alegações. Os contatos foram feitos por e-mail, WhatsApp e telefone, e, após os primeiros contatos, a empresa pediu datas específicas das alegações dos ex-funcionários ouvidos pela reportagem, a fim de verificá-las.
As informações foram enviadas pela reportagem, mas o grupo não respondeu a nenhuma das alegações específicas de abuso. Em nota, a empresa afirmou apenas que não tolea comportamentos abusivos ou qualquer forma de assédio em suas equipes e que há um canal de Ouvidoria para o recebimento de denúncias e uma área de Compliance independente.
A empresa, porém, não negou nem confirmou as alegações de abuso e preferiu não responder a alegações específicas, já Daniela Falcão preferiu não se manifestar publicamente.
Quando vim para São Paulo, em dezembro de 1970, queria fazer pós-graduação na USP (o primeiro mestrado da América Latina só seria implantado em 1972) e minha pesquisa sobre jornalismo tinha como principal alvo o Jornal da Tarde. Como profissional da área e como professora na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, admirava à distância a edição inovadora do vespertino paulistano. Mal sabia eu que já em 1971 viria a trabalhar nessa redação. Murilo Felisberto (1939-2007), o editor-chefe, me recebeu e ao saber de meu interesse em incorporar o JT à minha pesquisa imediatamente me convidou para ler e comentar o jornal com os editores, diariamente.
Que desafio: de manhã, trabalhar no curso de Jornalismo da USP com o laboratório recém-criado, a Agência Universitária de Notícias; à tarde ler inteirinho o Jornal da Tarde, escrevendo à margem observações de conteúdo e estilo; à tardinha chegar ao centro e sentar com o grupo de criação do jornal, partilhar com eles minha leitura (crítica?). É aí que entra a presença forte de um líder de equipe, Laerte Fernandes. No meu trânsito profissional, não conheci um núcleo de prática e reflexão tão coeso como esse. E, entre os jornalistas que se dispunham a aperfeiçoar a edição do dia seguinte, lá estavam na reunião, de segunda a sexta-feira, Laerte, Fernando Mitre, Ivan Ângelo, entre outros. Durante dois anos, nesse ambiente em que recebiam com respeito uma iniciante da pesquisa, aprendi quanto o JT se diferenciava no mercado brasileiro.
Hoje, a perda de Laerte Fernandes − parceiro de profissão e amigo que até há pouco encontrava vez por outra num café da praça Buenos Aires, em Higienópolis − me faz desejar que essa preciosa herança permaneça viva na memória e na experiência dos jovens jornalistas do futuro.
Cremilda Medina
A colaboração desta semana é de Cremilda Medina, pesquisadora e professora titular sênior da Universidade de São Paulo, autora da edição inaugural da série Jornalistas&Cia Academia.
Em reunião virtual realizada em 27/8, a Associação Nacional de Jornais (ANJ) reelegeu Marcelo Rech (Grupo RBS) presidente da entidade para o biênio 2020-2022. No mesmo evento, foram definidas as composições da Diretoria, do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal.
Em discurso, o presidente da ANJ destacou tópicos relevantes para o jornalismo nacional, como a necessidade de plataformas digitais pagarem veículos de notícias pelo uso de seus conteúdos, além do combate à desinformação, transparência durante o trabalho e defesa da liberdade de imprensa.
Além de Rech, integram a nova Diretoria os vice-presidentes Carlos Fernando Lindenberg Neto, o Café, da Rede Gazeta (ES); Maria Judith de Brito, da Folha de S.Paulo; Álvaro Augusto Teixeira da Costa, do Correio Braziliense; Ana Amélia Cunha Pereira Filizola, da Gazeta do Povo; Antonio Carlos Peixoto de Magalhães Junior, do Correio (BA); Francisco Mesquita Neto, de O Estado de S.Paulo; Jaime Câmara Júnior, de O Popular (GO); João Roberto Marinho, de O Globo; Luciana de Alcântara Dummar, de O Povo (CE); Mário Alberto de Paula Gusmão, do Jornal NH (RS); Sylvino de Godoy Neto, do Correio Popular (SP); e Walter de Mattos Junior, do Diário Lance! (RJ).
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) divulgou em 26/8, Dia Internacional da Igualdade Feminina, uma pesquisa sobre as condições de trabalho de jornalistas mulheres que são mães, durante a pandemia de coronavírus. A pesquisa, realizada entre 7 e 17 de agosto, foi respondida por 629 profissionais de todo o País. Os dados revelaram sobrecarga de trabalho na maioria das participantes.
Segundo o levantamento, cerca de 60% das mães jornalistas estão trabalhando de casa, e 63% dividem as tarefas de cuidar dos filhos com os maridos. Porém, quase 86% das entrevistadas sentem-se sobrecarregadas pelo trabalho durante a quarentena, por conciliarem atividades da profissão com tarefas domésticas.
Vale lembrar que a maioria das participantes (cerca de 83%) têm filhos que cursam até o 5º ano do Ensino Médio, desde bebês até crianças de 10 a 11 anos, em fase de intenso aprendizado.
Em pergunta aberta sobre a sobrecarga de trabalho, os relatos incluíram dificuldades de ajudar os filhos durante aulas remotas; de conciliar esta e outras responsabilidades com o trabalho jornalístico; cobranças por desempenho no teletrabalho sem qualquer tipo de empatia por parte de seus superiores; e a sensação de estarem o tempo todo tendo que se colocar à disposição para o trabalho.
A Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom), em parceria com o movimento de transformação e renovação Brahma Kumaris, faz nesta terça-feira (1º/9), às 17h30, live sobre estabilidade em tempos de crise.
Carlos Henrique Carvalho, presidente-executivo da Abracom, e Vânia Bueno, fundadora da Anima Convivência, conversam com Ken O’Donnell, coordenador para a América do Sul da Brahma Kumaris. Ele vai falar sobre equilíbrio emocional, saúde mental e como aplicar técnicas de meditação no trabalho para combater o estresse.
A live será realizada na plataforma Microsoft Teams. Para receber o link gratuito de acesso, envie nome, cargo e empresa para eventos@abracom.org.br.
Mais estratégica e essencial do que nunca, a Comunicação agigantou-se ao longo dos últimos meses no combate da pandemia, atuando no apoio às principais lideranças políticas e empresariais no esforço em informar, combater fake news e levar conteúdos consistentes à sociedade. Essa é a principal conclusão do recém-encerrado 23º Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas, realizado, de forma online e gratuita, ao longo de 15 manhãs, de 10 e 28 de agosto.
Segundo Eduardo Ribeiro, diretor da Mega Brasil, a solidariedade talvez seja o grande legado da pandemia para as empresas e mesmo para o ambiente da comunicação: “Ao longo das 15 manhãs, o Congresso revelou, dia a dia, o poder que a pandemia teve de unir forças, recursos e pessoas para combater não só a pandemia, mas sobretudo seus efeitos, em especial junto aos mais vulneráveis. E coube à comunicação um papel estratégico em alinhar as ações, os discursos, os insigths, o engajamento e a mobilização dos vários stakeholders. Foi possível ver no evento o quanto as empresas caminharam na direção de seu papel social e cidadão”.
Para Marco Rossi, também diretor da Mega Brasil e curador do evento, o Congresso apontou as tendências que estão chegando e vieram para ficar: “Foi importante ver e constatar como a Comunicação se engrandeceu nesse processo, reiventando-se e ajudando as empresas a também se reinventarem, seja na consolidação do trabalho à distância, na valorização do humanismo, no afloramento de um olhar ainda mais social e no próprio modo de fazer comunicação, com inovações na linguagem, nas plataformas, nos fluxos e na interação com os vários públicos. O impacto foi imenso, mas as respostas e a reação da comunicação, um grande ensinamento para as próprias organizações”.
O evento, que registrou mais de 7 mil visualizações ao longo da jornada e que contou com o apoio de 30 organizações, teve como tema central Comunicação, Tecnologia e Humanismo – Tendências e Transformações. Dele participaram cerca de 60 convidados, distribuídos em 20 painéis, entre eles a Arena da Inovação, que debateu O Humanismo no centro de gravidade; o Fórum do Pensamento, sobre Sociedade Líquida; e o Prêmio Personalidade da Comunicação, que homenageou o jornalista e escritor Laurentino Gomes.
Também frequentaram a arena virtual do evento temas como Ideologia, Políticas Públicas, Cultura Organizacional, Terceiro Setor, Diversidade (com ênfase nos refugiados), Comunicação Inclusiva e um painel acadêmico debatendo As transformações que o coronavírus provocou no metabolismo da comunicação e da sociedade, com as professoras Lucia Santaella, da PUC-SP, e Maria Manuela Martins, da Universidade do Minho (Braga – Portugal).
A Mega Brasil está preparando o painel Crème de la Crème, com o melhor do Congresso, que poderá ser visto pelos participantes inscritos. Os convidados desse painel são os jornalistas Carol Silvestre, Cristina Vaz de Carvalho, Maria Luiza Abott, Ricardo Mituti, Rosana Dias e Sandro Rego.
Jornalistas de Santa Catarina relatam baixa qualidade de dados sobre a pandemia
Profissionais de imprensa de Santa Catarina relataram à Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) que estão tendo dificuldades para acessar dados sobre a pandemia de coronavírus. Eles também criticam a qualidade das informações, que é baixa.
Desde junho, o Governo de Santa Catarina não faz mais coletivas de imprensa sobre a pandemia. O boletim epidemiológico do Estado informou que os detalhes dos casos, que eram publicados diariamente, não estariam mais nos informes, mas disponíveis em um arquivo de dados abertos. Segundo a denúncia, o problema é que a qualidade dos dados é ruim, com diversas informações duplicadas e imprecisas, e quem não tem o conhecimento necessário para analisar e interpretar tais dados acaba perdendo informações importantes sobre a pandemia.
Cristian Edel Weiss, repórter da NSC, afiliada da Rede Globo em Santa Catarina, conta que sua equipe vem rastreando os registros errados. Na semana passada, foram 28 óbitos duplicados. Tais informações podem confundir não apenas a imprensa, mas também o Ministério da Saúde, que usa como fonte as secretarias estaduais de saúde. Ele destaca, por exemplo, o caso de uma mulher que foi declarada como “morta”, e depois como “recuperada”.
Procurada pela Abraji, a assessoria de imprensa do governo catarinense declarou que foram testadas diferentes estratégias de comunicação durante a pandemia. Segundo a assessoria, a equipe segue atendendo pontualmente pedidos de jornalistas e o secretário de Saúde, André Motta Ribeiro, concede entrevistas individuais regularmente.
FIJ aponta nove mortes de jornalistas por Covid-19 no Brasil; na América Latina são 171
A Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) divulgou uma pesquisa sobre os impactos da Covid-19 nos profissionais de imprensa na América Latina. Os dados apontam que, até 19 de agosto, 171 jornalistas morreram de coronavírus na região, nove deles no Brasil.
A pesquisa usou informações de 13 países. Peru, com 82 profissionais de imprensa mortos, e Equador, com 40, são as regiões com maior número de vítimas de coronavírus da região. Brasil, com nove, está em 4º lugar, atrás do México, com 13 mortos.
As vítimas da doença no Brasil citadas no levantamento foram: Rodrigo Rodrigues, apresentador Sport TV (Rio de Janeiro – 28 de julho); José Raimundo Alves, repórter cinematográfico freelance (Salvador − 5 de agosto); Mário Marques Nunes Jr (Bob Jr.), repórter cinematográfico da TV Meio Norte (Terezina – 24 de julho); Letícia Neworal Fave, assessora de imprensa da Universidade do Futebol (Jundiaí/SP − 19 de junho); Lauro Freitas Filho, editor do Jornal Monitor Mercantil (Rio de Janeiro – 28 de maio); Alexandre Rangel, assessor de imprensa da Câmara Municipal de Fortaleza (Fortaleza − 15 de maio); Marcos Dublê, repórter cinematográfico da TV Metrópole (Fortaleza − 7 de maio); Luiz Marcello de Menezes Bittencourt, da Rádio USP (São Paulo − 30 de abril); e Roberto Fernandes, da TV/Rádio Mirante (São Luís – 22 de abril). A pesquisa não levou em conta três radialistas: Márcio Garçone, da TV Band Rio e CNT (Rio de Janeiro – 5 de maio); Robson Thiago, operador de câmera do SBT Rio (Rio de Janeiro − 21 de abril); e José Augusto Nascimento Silva, editor de vídeo do SBT Rio (Rio de Janeiro – 13 de abril).
As professoras Ana Cecília Nunes, da Pucrs, e Ana Marta Flores, da Universidade de Nova de Lisboa, estão fazendo uma pesquisa sobre inovações em jornalismo durante a pandemia. O objetivo é escrever um artigo científico, mapeando estas inovações e compreendendo como os profissionais de imprensa estão lidando com este período.
A pesquisa tem apenas duas perguntas: a primeira é para saber a que grupo o participante pertence, e a segunda para descrever ou colocar links de exemplos de inovações que tenha visto. Não é preciso se identificar para responder à pesquisa. É possível entrar em contato com as professoras através dos e-mails ana.nunes@pucrs.br e amflores@fcsh.unl.pt.
O Arena de Ideias, da In Press Oficina, vai abordar nesta quinta-feira (27/8), às 9h30, pelo canal da agência no YouTube, as transformações necessárias para impactar positivamente o cenário da comunicação durante a pandemia. A moderação é de Patrícia Marins, sócia-diretora da In Press. Inscrições gratuitas.
A plataforma Bora Saber lança o curso online Jornalismo investigativo. Apurar: populismo e fake news, ministrado pela repórter especial da Folha de S.Paulo Patrícia Campos Mello. Em três aulas, ela discutirá como líderes populistas utilizam as redes sociais para criar grandes redes de desinformação e fake news. O curso será de 20 a 22 de outubro, das 19h às 20h30, na plataforma Zoom.
A primeira aula será sobre Fake News. A eleição do Whatsapp no Brasil, o assassinato de reputações. A segunda abordará a Ascensão do populismo no mundo e a pandemia. E a terceira e última tratará de Máquina do ódio. Bolsonaro e o manual de Viktor Obrán para acabar com a mídia crítica. O curso custa R$ 290. Inscreva-se!
O Knight Center lança o curso gratuito No rastro digital do dinheiro público: Como fiscalizar gastos da União, estados e Municípios, coordenado pelo economista Gil Castello Branco, fundador da ONG Contas Abertas. As aulas, online, duram quatro semanas, com início em 7 de setembro.
Natália Mazotte, diretora da Abraji, e Carlos Brenner, vice-secretário-geral da Associação Contas Abertas, também são instrutores do curso. O objetivo é capacitar jornalistas para que possam fiscalizar e analisar o fluxo do dinheiro público. O curso inclui videoaulas, leituras, fóruns de discussão, questionários e encontros no Google Meets. Inscreva-se!