19.7 C
Nova Iorque
quarta-feira, abril 1, 2026

Buy now

" "
Início Site Página 5

Entidades consideram preocupante decisão de busca e apreensão em casa de jornalista no Maranhão

Flavio Dino e Alexandre de Moraes (Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Entidades defensoras da liberdade de imprensa consideraram preocupante a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que determinou a realização de busca e apreensão na residência do comunicador maranhense Luís Pablo Conceição Almeida, responsável pelo site Blog do Luís Pablo. A medida, solicitada pela Polícia Federal, investiga um suposto crime de perseguição contra o também ministro do STF, Flávio Dino.

Em seu blog, Luís Pablo publicou reportagens sobre um automóvel utilizado por Flavio Dino. Nos textos, o comunicador afirma que o ministro estaria utilizando um veículo blindado do Tribunal de Justiça do Maranhão para viagens particulares em São Luís (MA). Junto aos textos, Luís Pablo publicou também fotos do carro.

Segundo a decisão, as postagens podem configurar crime de perseguição e exposição de informações que poderiam colocar em risco a segurança de Dino e sua família. Para Moraes, Luís Pablo pode ter realizado monitoramento e vigilância do veículo e divulgou dados que podem afetar a integridade física ou psicológica da vítima. O magistrado mencionou ainda a possibilidade de participação de outras pessoas na obtenção das informações.

Baseando-se nestes indícios, Moraes autorizou a realização de busca e apreensão na residência de Luís Pablo. Foram apreendidos computadores, tablets, documentos e outros dispositivos eletrônicos para análise. A decisão determinou ainda a coleta e preservação das publicações feitas pelo jornalista na internet e em redes sociais.

Entidades defensoras da liberdade de imprensa consideraram a decisão preocupante. Em nota conjunta, Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e Associação Nacional de Jornais (ANJ) escreveram que “a atividade jornalística, independentemente do veículo e de sua linha editorial, conta com a proteção constitucional do sigilo da fonte. Qualquer medida que eventualmente viole tal garantia deve ser entendida como um ataque ao livre exercício do jornalismo. O fato de a decisão se inserir no chamado inquérito das fake news, que não tem objeto determinado ou prazo de duração, e ainda ser aplicada a uma pessoa que não conta com prerrogativa de foro, torna ainda mais grave a situação”.

Para a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji),”ainda que a informação divulgada fosse sigilosa, já ficou pacificado no Judiciário brasileiro que o jornalista tem o direito de publicar informações – sigilosas ou não – de interesse público. E não pode ser criminalizado por isso. O jornalismo deve ser exercido com responsabilidade, prezando pela verificação das informações e a preservação da segurança dos envolvidos. No entanto, ao autorizar a busca e apreensão de celulares e computadores de um jornalista, o ministro também pode acabar por violar o direito ao sigilo da fonte, garantia constitucional de jornalistas no Brasil”.

Relatório mostra que nem a Europa está imune às ameaças ao jornalismo

Por Luciana Gurgel

Luciana Gurgel

Enquanto outras guerras – em Gaza e agora no Irã – reduziram a atenção internacional sobre o conflito que já se estende há quatro anos na Ucrânia, seus efeitos devastadores para o jornalismo continuam no centro das preocupações com a liberdade de imprensa na Europa.

É o que aponta o relatório On the Tipping Point: Press Freedom 2025, publicado na semana passada pelo Conselho da Europa como resultado de um trabalho conjunto de 15 organizações, entre elas Federação Internacional de Jornalistas (IFJ), Repórteres Sem Fronteiras, Comitê para a Proteção de Jornalistas, PEN International, Article 19, Index on Censorship e European Broadcasting Union.

Segundo o documento, a liberdade de imprensa continuou sob pressão constante na Europa em 2025, afetada por intimidações jurídicas e digitais, ataques físicos, tentativas de captura da mídia e repressão transnacional.

A guerra entre Rússia e Ucrânia é apontada como a ameaça mais grave aos jornalistas na região. De acordo com registros do Conselho, quatro profissionais morreram, outros ficaram feridos, e muitos seguem detidos em territórios ocupados ou continuam desaparecidos.

Fora da zona de guerra, o cenário também é marcado pela violência física. O relatório afirma que jornalistas em diversos países europeus têm sido frequentemente agredidos durante protestos, por agentes policiais, ativistas políticos e manifestantes.

Esse tipo de ataque foi relatado em um quarto dos países abrangidos pelo levantamento, com os níveis mais altos registrados em Geórgia, Sérvia e Turquia.

O documento também reúne casos de prisões, espionagem com softwares de vigilância, processos judiciais intimidatórios (conhecidos como SLAPPs), interferências políticas em veículos de imprensa e um problema histórico que segue comprometendo a atividade jornalística: a falta de financiamento.

Leia a matéria completa e acesse o relatório em MediaTalks.


Para receber as notícias de MediaTalks em sua caixa postal ou se deixou de receber nossos comunicados, envie-nos um e-mail para incluir ou reativar seu endereço.

Esta semana em MediaTalks

Axel Springer compra Daily Telegraph por £570 milhões e quer torná-lo principal voz da centro-direita em língua inglesa. Leia mais

ONG processa governo Trump por uso de vistos para perseguir e censurar pesquisadores que criticam Big Techs donas de redes sociais. Leia mais

Netflix adquire de Ben Affleck empresa de IA para o cinema e o nomeia conselheiro. Leia mais

ABCPública: Comunicar bem também é política pública

Webinário debate Inteligência Artificial e Comunicação Pública em lançamento de e-book

Por Lília Gomes de Menezes, Vice-presidente de Comunicação da ABCPública

“Houve uma falha de comunicação!” Em quase todas as crises, no setor público ou privado, essa costuma figurar entre as causas diagnosticadas quando se busca entender por que uma ação não produziu os resultados esperados pela gestão. Mesmo sendo identificada e mencionada com frequência, há décadas, no âmbito organizacional, o seu índice de recorrência parece não baixar.

São vários os fatores que podem contribuir para esse cenário. Entre eles estão a estrutura precária das áreas de comunicação, o baixo investimento em qualificação profissional, o não posicionamento da área como estratégica. No âmbito da administração pública, o que se observa é que entre a lei e a prática, em geral, o caminho costuma ser longo.

Desde a Constituição de 1988, quando o direito à informação foi introduzido na categoria de direitos fundamentais, o poder público passou a ter o dever de assegurá-lo ao cidadão, tanto quanto outros direitos sociais como saúde, educação, lazer, trabalho digno. Os governos estão obrigados a assegurar ao cidadão esse direito em suas três perspectivas: “de ser informado, de se informar e de informar”, como descreveu o jurista portugues José Gomes Canotilho, em 1993. Isso porque o acesso a qualquer outro direito, depende necessariamente da plena oferta do direito à informação, por meio do qual o cidadão poderá conhecer as regras do jogo, cumprir seus deveres,  exercer  os direitos, ter voz para defender suas necessidades, fiscalizar a aplicação do dinheiro público.

A simples introdução do direito à informação na categoria de direito fundamental sinaliza a obrigatoriedade de os governos investirem na estruturação de canais de interação com o cidadão, que possibilitem a concretização dos direitos de ser informado e de se informar.  Isso quer dizer que, para além de traduzir os serviços, atribuições, obrigações do órgão público, há que se estruturar e dar funcionamento efetivo aos canais de recebimento e oferta de respostas às demandas levadas pelo cidadão.

A máquina pública brasileira movimenta um orçamento da ordem de trilhões. De acordo com o site do Senado, para 2025 foram previstos R$ 245 bilhões para despesas com a saúde pública, R$ 226 bilhões para a educação, R$ 972 bilhões da Previdência Social (LOA 15.121). Traduzir em ações comunicativas a avalanche de informações que perpassa a gestão de tantos orçamentos, desde a entrada do dinheiro em caixa até a sua entrega em forma de serviço ao cidadão, exige estruturas de comunicação pública qualificadas, independentes, multidisciplinares e, obrigatoriamente, capazes de entrar em relação com todos os segmentos da diversa população brasileira.

Seja na seleção do assunto e de fontes, no formato do conteúdo, na escolha da linguagem, colocar o cidadão no foco da agenda dos canais de comunicação dos órgãos públicos deve ser a escolha óbvia e consensual na administração pública.

No entanto, não se chega a esse patamar sem uma hierarquia normativa que sustente a independência de atuação das áreas de comunicação. A largada foi dada em 1988 com a Constituição Federal; depois fortalecida por legislações infraconstitucionais como a Lei da Transparência (LC nº 131/2009) e a Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011).

Agora, é a hora e a vez dos atos administrativos, como políticas de comunicação, que assegurem o cumprimento dos princípios da comunicação pública no âmbito de cada órgão ou ente público, dando perenidade a projetos, e protegendo as iniciativas de comunicação de mudanças apenas por receber uma nova administração.

A Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública) acaba de publicar a Recomendação nº 1/2026, que trata da carreira do comunicador público, um documento que sinaliza pilares fundamentais para a entrega de comunicação fundada nos princípios da comunicação pública.

O documento pontua, dentre outras necessidades, a consolidação de políticas de comunicação, a formação contínua de profissionais, a estruturação de carreira com contratação por concurso público, a revisão de planos de cargos e salários, o posicionamento da comunicação como área estratégica.

Ao contrário de uma lógica arraigada na área pública, baseada na visibilidade pessoal ou a mera propaganda institucional, a efetiva interlocução com o cidadão, por meio de uma comunicação bem estruturada, pontual e estratégica, reforça a legitimidade e aumenta a credibilidade. Esse é o alicerce sólido que sustentará a instituição em situação de crise e, com certeza, tem potencial para reduzir a incidência do recorrente e desgastado diagnóstico: “houve uma falha na comunicação”.

Leia a Recomendação na íntegra aqui.

Prêmio Mural de Jornalismo Local 2026 tem votação aberta ao público

Crédito: DIvulgação/Agência Mural

A Agência Mural iniciou a votação para a 2ª edição do Prêmio Mural de Jornalismo Local 2026, que escolherá as melhores reportagens publicadas pela rede de correspondentes do veículo ao longo de 2025. Nesta edição, além da votação do júri, haverá também votação popular, na qual os leitores da Mural ajudarão a escolher os melhores trabalhos. A votação vai até 25/3.

São ao todo 55 reportagens divididas em sete grandes categorias: Democratize-se, sobre política e direitos humanos, com reportagens que abordam temas como moradia, enchentes e racismo ambiental; No Corre, voltada para economia e trabalho, com trabalhos que vão desde o cachorro-quente de Osasco até o futebol de várzea na zona leste; Ponto a Ponto, focada em transporte e mobilidade, com matérias sobre mudanças em itinerários de ônibus e histórias de apaixonados por kombis; Em Rolê, sobre cultura, gastronomia e esporte, com reportagens sobre memórias de bairro, artistas periféricos, cultura do skate e expressões das quebradas; Sobre-Viver, voltada ao meio ambiente e à saúde, com trabalhos envolvendo mudanças climáticas, aterros sanitários e famílias em situação de risco; e Vale Nota?, com foco em educação, que tem histórias sobre iniciativas de educadores, escolas improvisadas e o fechamento de unidades escolares.

Além do prêmio de votação popular, a Agência Mural reconhecerá a melhor reportagem em cada uma das categorias e premiará também o correspondente que mais publicou no período e também a reportagem com maior audiência.

Participe da votação aqui.

BM&C News tem novos programas em março

Rafael Lara

O canal BM&C News – 547 na Claro, 579 na Vivo, entre outras operadoras – lança três programas em março, para reforçar sua presença no noticiário de mercado de capitais, governança corporativa e investimentos internacionais. A notícia é do site Bastidor.TV.

Em 9/3 estreou Repcast, às 22h, programa de entrevistas que discute reputação corporativa e geração de valor. Reúne executivos e investidores para analisar como a credibilidade afeta decisões de investimento e a percepção do mercado. Discute imagem institucional, gestão de crises, transparência e relacionamento com stakeholders.

Rota Fácil, exibido às quartas-feiras, às 22h30, é voltado para pequenas e médias empresas que pretendem chegar ao mercado de capitais. Desenvolvido juntamente com a BEE4, plataforma regulada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), mostra como estruturar seus negócios para atrair investidores. Em cada episódio, um empresário apresenta seus projetos a especialistas, que avaliam critérios como governança, estrutura societária e estratégia.

Rafael Lara apresenta o semanal Global Wallet, sobre o cenário internacional de investimentos e os impactos da economia global sobre o investidor brasileiro. Vai ao ar também às quartas, às 23 horas. Analisa tendências macroeconômicas, movimento dos mercados globais e oportunidades de diversificação de portfólio fora do Brasil. Lara já está à frente do programa diário Closing, com o fechamento de mercado.

Encontro organizado pela Agrojor receberá jornalistas de 23 países

A Rede Agrojor – Rede Brasil de Jornalistas Agro realizará pela primeira vez no País o Mid Term Executive Meeting, da Federação Internacional de Jornalistas Agropecuários (IFAJ). O encontro, de 15 a 20 de março, em São Paulo, receberá mais de 50 jornalistas de 23 países, que ao longo dos seis dias de encontro percorrerão 11 municípios do interior paulista para visitas de campo em fazendas, instituições de pesquisa e agroindústrias

O Mid Term Executive Meeting é a reunião anual da diretoria global da IFAJ, sediada em sistema rotativo em algum dos mais de 60 países membros da federação, que reúne 5.500 jornalistas em todo o mundo. No Brasil, a viagem de imprensa ocorrerá nos municípios de Guarulhos, São Carlos, Piracicaba, Charqueada, Descalvado, Pirassununga, Mogi Guaçu, Araraquara, Holambra e Campinas.

“O Executive Meeting será uma excelente oportunidade para mostrarmos tanto a seriedade da Agrojor em sua organização quanto o trabalho desenvolvido no setor agro do País”, afirma Vera Ondei, presidente da Rede Agrojor. “O resultado desse encontro poderá nos fortalecer na disputa para sermos a sede do Congresso Mundial da IFAJ futuramente”.

Mega Brasil abre inscrições para a 16ª edição de seu Seminário de Comunicação

Estão abertas as inscrições para a 16ª edição do Seminário Mega Brasil de Comunicação Interna e Relacionamento com Empregados, que este ano debaterá o tema As corporações e a humanização nas relações de trabalho, com executivos de algumas das mais importantes organizações do País. O evento, marcado para 21 de maio, das 9h às 16h20, será novamente nas instalações da ESPM Tech, que apoia a iniciativa, na rua Joaquim Távora, 1.240, no bairro da Vila Mariana, em São Paulo.

Marco Rossi, diretor da Mega Brasil e curador dessa nova edição do Seminário, comenta os objetivos da iniciativa: “Falar de humanização nas relações de trabalho não é um exercício de benevolência, mas uma necessidade de sobrevivência. Uma corporação que não humaniza suas relações é uma estrutura estéril, onde o talento se esvai e a inovação morre no silêncio do medo. O 16º Seminário Mega Brasil de Comunicação Interna e Relacionamento com Empregados não está aqui apenas para falar de trabalho, mas para falar de vida, de respeito e da construção de um lugar onde valha a pena estar”.

Na palestra de abertura, a professora Patrícia Gil, da ESPM, vai se debruçar sobre o tema A inquietude da nova geração e os desafios do mundo corporativo para a retenção de talentos.

A ela se seguirão três mesas, reunindo cases emblemáticos de algumas das mais importantes organizações do País, todas elas referências nas respectivas áreas de atuação.

Estão confirmadas no evento as apresentações de:

  • Alexandre Junior, supervisor de Comunicação e Responsabilidade Social da São José Agroindustrial, com o case Comunicação sem Barreiras: Estratégias Multicanais para Engajar Públicos Diversos;
  • Juliana Annunciato, gerente de Comunicação Interna Brasil da Natura, com Natura Creators | Pessoas confiam em pessoas – e a Natura também;
  • Karla Magalhães, gerente de Desenvolvimento Organizacional, Cultura e Comunicação Interna da Sompo, com O clima de hoje é: confiança se constrói com comunicação. Como a estratégia de Comunicação Interna e a repaginação dos canais sustentaram um grande movimento de mudança na Sompo;
  • Mariana Sekeres, coordenadora de Comunicação Interna, Endomarketing e Patrocínios da Caixa Vida e Previdência, com Quando o patrocínio vira experiência: conectando cultura, pessoas e propósito;
  • Priscila Quaresma, gerente de Comunicação Interna e Marca Global na Votorantim Cimentos, com O desafio de comunicar com o público operacional na Votorantim Cimentos;
  • Thiago Massari, líder de Comunicação Integrada da Bayer, com Como a estratégia “Em Foco” está reduzindo a sobrecarga informacional e conectando colaboradores às prioridades da Bayer.

Também estão confirmadas as participações de Adriano Zannigerente de Cultura, Comunicação Interna e Experiência do Colaborador no Grupo Casas Bahia; Elizeo Karkoski Pereira, diretor executivo da P3K Comunicação; Leila Gasparindo, CEO do Grupo Trama Reputale; e Priscilla Staell, gerente de Comunicação na JTI.

As inscrições custam R$ 578 até 18 de abril. Outras informações aqui.

ESPN reforça sua equipe para a cobertura da Série B

Isabela Correa e Raisa Martins

De olho na cobertura da Série B do Campeonato Brasileiro, com quem tem contrato assinado até o ano que vem, a ESPN anunciou nos últimos dias uma série de reforços em diversos estados.

Isabela Correa

Isabela Correa, ex-repórter dos telejornais SC no Ar e Balanço Geral, da NDTV Record, e com passagem pela NSC TV, foi contratada para atuar na cobertura de Avaí e Criciúma em Santa Catarina.

No Ceará, Raisa Martins deixou o Sistema Verdes Mares, onde era repórter do Globo Esporte CE, e chega para cobrir Fortaleza e Ceará, equipes que caíram para a Série B em 2025 e lutarão para voltar à elite neste ano.

Raisa Martins

Dividindo-se entre Pernambuco, onde jogam Sport e Náutico, e Alagoas, com o CRB, estará Antônio Gabriel, que deixa o Sistema Jornal do Commercio, onde era repórter da Rádio Jornal, após dez anos de casa.

Sem a presença da dupla Remo e Paysandu, que em 2026 jogarão as séries A e C, respectivamente, Melbya Rolim deixou o Pará para atuar com o futebol paulista, acompanhando Botafogo-SP, Novorizontino, Ponte Preta e São Bernardo. Ela vai se juntar ao ex-colega Matheus Raymundo, que também está capital paulista. Ambos trabalharam na TV Cultura do Pará.

Antonio Gabriel

Junto com a plataforma Disney+ Premium, a ESPN exibirá mais de 340 partidas da Série B em 2026. Apenas as de Náutico e São Bernardo como mandantes, adquiridas pela Globo, ficam fora do pacote.

(Com informações da coluna Outro Canal, da Folha de S.Paulo)

Amado Mundo fará live do Oscar 2026 com repórter em Los Angeles e concurso interativo

O canal Amado Mundo fará no próximo domingo (15/3) uma live simultânea à cerimônia do Oscar 2026 para debater, ao vivo, a presença do Brasil na premiação, além dos resultados do evento. A live será comandada por Guilherme Amado, fundador e publisher do canal; Beatriz Bulla, apresentadora do projeto; e Miguel Barbieri, colunista especializado em cinema.

Durante o Oscar, o Amado Mundo terá ainda a cobertura da repórter Isabella Faria, com entradas ao vivo diretamente de Los Angeles, nos Estados Unidos. Além de jornalista, Faria é também roteirista e crítica de cinema e vai mostrar durante a cerimônia o clima da cidade e a torcida brasileira pelo filme O Agente Secreto. Também participarão da live nomes importantes do cinema brasileiro, como a diretora Dandara Ferreira, de Meu nome é Gal, Vou tirar você desse lugar eO nome dela é Gal; o diretor Karim Aïnouz, de A vida invisível, Praia do Futuro e Madame Satã; e o ator Antônio Saboia, de O bacurau e Os últimos dias de Gilda.

A live será em formato de “segunda tela”, no qual os telespectadores acompanham a transmissão do evento pelos canais oficiais, mas também se conectam ao Amado Mundo em busca de análises e contextualizações sobre os filmes: “A ideia de uma live de ‘segunda tela’ é que o público sinta que está assistindo ao Oscar com a gente. Enquanto a premiação acontece, a gente opina, contextualiza e amplia a conversa com as participações especiais. Vai ser um um grande ponto de encontro para quem gosta de cinema e quer torcer junto pelo Brasi”, declarou Beatriz Bulla.

Além da cobertura do Oscar, o Amado Mundo promoverá durante o evento um concurso cultural interativo. Ao longo da live, os telespectadores serão convidados a enviar fotos e vídeos da torcida pela vitória de O Agente Secreto. O conteúdo mais criativo ganhará uma viagem para Lisboa, em Portugal, com todas as despesas pagas, incluindo passagem e hospedagem.

Assista à live do Oscar 2026 no canal do Amado Mundo.

No Dia Internacional das Mulheres, repórter é agredida verbalmente durante final do Campeonato Gaúcho

Marcelo De Bona (à esq.) e Alice Bastos Neves (Crédito: GZH)

Alice Bastos Neves, apresentadora da RBS TV, foi agredida verbalmente no último domingo (8/3), Dia Internacional das Mulheres, durante a cobertura da final do Campeonato Gaúcho entre Internacional e Grêmio. Minutos antes do começo da partida, um torcedor direcionou xingamentos à jornalista, chamando-a inclusive de “vagabunda”, e mostrando o dedo do meio à ela.

Pouco tempo antes do início da final, Aline e o colega Marcelo De Bona falavam sobre as expectativas do jogo, os jogadores e a postura que os dois times provavelmente teriam dentro de campo. Em um determinado momento, Aline fica em silêncio pois havia avistado o homem, acompanhado da esposa, que direcionou xingamentos à apresentadora. Em seguida, ela explicou o ocorrido para os telespectadores.

“Sabe por que perdi a concentração? Porque tem um senhor que me olhou e me chamou de vaga… (vagabunda). Não vou nem continuar. E ele está ao lado da esposa. Ele fez isso e a esposa sorriu. Não vou pedir para mostrar o senhor porque fica muito chato. Tudo isso em 8 de março, a gente pisa no gramado e o senhor faz isso”, desabafou Aline.

Em nota, o Grupo RBS repudiou o ocorrido: “A empresa repudia toda e qualquer forma de violência dirigida a jornalistas no exercício da profissão e preza pelo respeito às mulheres”. Entidades como Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul (Sindjors) também se solidarizaram com Aline, destacando que trata-se de “não de um caso isolado, mas de um problema estrutural que atravessa o cotidiano das redações, das arquibancadas, das redes sociais e das ruas”.

Últimas notícias

pt_BRPortuguese