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ANJ lança cartilha com orientações para eleições 2012

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) oferece em seu site uma cartilha com orientações a associados para as eleições municipais deste ano. Publicado desde 2002, o documento traz informações como datas importantes do pleito e regras sobre o tratamento que deve ser dado a notícias e propaganda eleitoral.

E é em relação a esta que o diretor-executivo da entidade Ricardo Pedreira mostra maior preocupação:  “Novas regras surgiram em relação à limitação de anúncios por candidato, algo que não existia até um tempo atrás”.

Segundo determinação da Justiça Eleitoral, válida já na campanha de 2010, cada candidato pode divulgar no máximo até dez anúncios por veículo, mas o texto não definia as regras para essa contagem. “No último período eleitoral esse limite já estava estabelecido, mas não estava claro se isso também valia para os demais políticos aliados citados na propaganda, como deputados, governadores, senadores e presidentes. Agora a Justiça esclareceu essa questão e definiu que esse limite é por citação”, informa Ricardo.

Significa que, no caso das eleições municipais, se um candidato a vereador publicar um anúncio, conhecido como dobradinha, onde também cita o prefeito que apoia, esse anúncio será computado dentro da cota individual de cada candidato citado. Detalhes sobre as novas regras para anúncios e informações sobre datas e orientações de cobertura estão disponíveis na cartilha Eleições 2012.

Memórias da Redação – To be or not to be: that’s the question

A história desta semana é outra vez de autoria de Plínio Vicente da Silva ([email protected]), ex-Estadão, atualmente vivendo em Roraima.   To be or not to be: that’s the question A lerdeza do ser humano em livrar-se de alguns vícios é a razão de muitas vezes a gente não conseguir fazer com que o real se sobressaia ao imaginário. Para ilustrar melhor a historinha que pretendo contar aqui, que faz parte das minhas memórias de redação, recorro ao filme O homem que matou o facínora, de 1962, um dos clássicos do cinema faroeste que levaram a marca de John Ford. A película conta a saga de Ransom Stoddard, personagem interpretado por James Stewart, um rábula que, em 1910, lavava pratos para sobreviver numa cidadezinha do velho Oeste. Depois foi eleito senador ao ser considerado herói por ter eliminado Liberty Vance, um perigoso fora da lei vivido por Lee Marvin. Vinte anos depois ele e a esposa, Halie Stoddard (Vera Miles) retornam à cidadezinha palco da cena, agora para o funeral do cowboy Tom Doniphon (John Wayne), que se tornara seu amigo e protetor, embora tenha perdido para o advogado e senador a mulher que amava. O moral da história é que ambos desejavam acabar com a tirania imposta à população pelo bandido e seus comparsas, cada um à sua maneira: Stoddard de forma pacífica, pela palavra; Doniphon de forma violenta, pelas armas. Na entrevista a um jornalista, o senador confessa que não fora ele quem matara o bandido. Descoberta a farsa, o repórter se depara com um dilema: manter a história ou contar a verdade, o que acabou gerando a famosa frase “Quando a lenda torna-se mais forte que a realidade, publique-se a lenda…”. Valho-me dessa pequena resenha para contar um fato em que me envolvi anos atrás, ainda correspondente do Estadão em Roraima, quando fui procurado pelo fotógrafo J. Pavani, profissional de primeira linha, com trabalhos publicados em vários países. Viera me convidar para coordenar textos e imagens de um projeto que pretendia transformar em livro uma excursão que fizera com os militares do 2º Batalhão Especial de Fronteiras, agora 7º Batalhão de Infantaria de Selva, sediado em Boa Vista. A missão, cumprida entre 3 e 6 de setembro de 1998, teve a finalidade de fincar marco geodésico no monte Caburaí, um dos tepuy do maciço das Guianas, e hastear a Bandeira nacional no ponto mais setentrional da fronteira norte do Brasil, na divisa territorial com a República da Guiana. A intenção de Pavani, causa abraçada depois pelo também fotógrafo e jornalista Platão Arantes – este assim acabou publicando recentemente uma obra sobre o assunto –, era e continua sendo mudar o conteúdo dos livros de Geografia para que a frase “Do Oiapoque ao Chuí” seja substituída pela nova realidade, “Do Caburaí ao Chuí”. Disse-lhe, naquela época, com a experiência de quem está há mais de 50 anos na estrada, que essa era uma missão ingrata, pois a lenda continuaria sendo mais forte que a verdade. E não deu outra. Eu não aceitei o convite e os livros de Geografia não mudaram. Ou, se mudaram, foram tão poucos que não dá para ter certeza. Mesmo que Paulo Renato, ministro da Educação de FHC, tenha garantido a todos que essa mudança seria a posição oficial do MEC. Hoje, qual Quixote de La Mancha e seu Sancho Pança, os dois mantém uma incrível disposição para sustentar essa briga, a de fazer os brasileiros adotarem o novo slogan, cuja frase define os limites setentrionais e meridionais do território brasileiro. De sua parte, os moradores do Oiapoque protestam. Para eles, de lá ao Chuí é a distância continental, de costa a costa, pelo Atlântico; já a daqui é a distância territorial, de latitude a latitude, em terra firme. Enfim, se estão certas ou erradas, as pretensões dos amapaenses e roraimenses me parecem igualmente justas. Em todo o caso, só para ajudar os que leem esta coluna a se decidirem, aqui vai o link do You Tube – http://migre.me/9GOtu – com o qual poderão ver e ouvir o clipe e a música, muito boa por sinal, produzidos por Platão Arantes e Kleber Gomes. Que o auditório faça sua escolha: deixar de lado a realidade – “Do Caburaí ao Chuí” – ou manter a lenda – “Do Oiapoque ao Chuí”. Eu cá comigo, vestindo as penas de um tucano, ainda estou em dúvida: ser ou não ser, eis a questão…

Vaivém das redações!

Confira o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de São Paulo (capital e interior), Rio de Janeiro, Distrito Federal, Minas Gerais e Rio Grande do Sul:São Paulo: Depois de cinco anos na Abril, primeiro no site Abril.com e nos últimos três anos como editora do M de Mulher, Carol Hungria ([email protected]) está de casa nova. Ela começou na última 4ª.feira (4/7) como editora-chefe da edição online do Harper?s Bazaar. Além da Abril, teve passagem por Agora São Paulo e Blue Bus, mas, ao contrário do que seu sobrenome leva a crer, não é parente de Julio Hungria, publisher do site.Alberto Pereira Jr. começou recentemente como repórter de Ilustrada da Folha de S.Paulo. No grupo Folha desde o final de 2007, Alberto começou como repórter na Folha.com e havia quatro anos era também repórter do caderno Show e colunista do Zapping, no Agora SP. São Paulo ? Interior: Em A Cidade, de Ribeirão Preto, Jean Vicente assumiu a edição de Cidades. Silvia Pereira é a nova editora do Caderno C. Ela entrou no lugar de Ângelo Davanço, que passou à recém-criada função de editor de Praças, respondendo pela sinergia e edição do material comum entre A Cidade e Tribuna Impressa, de Araraquara, jornais do grupo EPTV. Na reportagem, Wesley Alcântara foi para a editoria de Política e Marcelo Fontes chegou para a editoria de Cidades.Na Tribuna Impressa, Fernando Martins assume Economia; Felipe Santilho, Esporte; Matheus Vieira, o caderno Tô Ligado; Emerson Bellini, Cidades; e Antonio Marquez chega como repórter.   Rio de Janeiro: Francisco Alves Filho assumiu nesta 3ª feira (3/7) a Chefia de Reportagem de O Dia, a convite de Aziz Filho. Ele substitui a Érika Castro, que deixou a casa. Chico foi o sub de Aziz quando este chefiou a sucursal de IstoÉ no Rio. Prêmio Embratel de Jornalismo Investigativo em 2002, um dos mais consagrados repórteres da área, leva sua experiência para o jornal. Distrito Federal: Depois de um ano e meio no escritório Brasília da In Press Porter Novelli, Deco Bancillon está de volta à Economia do Correio Braziliense. Ele começou nesta 2ª feira (2/7) na cobertura de Macroeconomia, como setorista no Ministério da Fazenda, na vaga anteriormente ocupada por Cristiane Bonfanti, que seguiu para a sucursal de O Globo. Juliana Borre também começou lá nesta 2ª, como sub, no lugar de Débora Diniz, que deixou o jornal para voltar para o Rio de Janeiro, por uma proposta de trabalho que ela não revelou. Outro que saiu foi o sub Carlos Franco, por convite para atuar na Transpetro, também no Rio. Para lá igualmente seguiu há algumas semanas Liana Verdini, ex-CNI.   Minas Gerais: Após 14 anos em Porto Alegre, Ana Mota, da revista Voto, retorna este mês a Belo Horizonte, onde morou por dez anos. Razões familiares levaram-na a ?unir o útil ao agradável?: vai seguir com projetos na área de eventos e coordenar as ações da Voto em Minas Gerais. A ideia é consolidar, entre o público mineiro, seminários como o Brasil de Ideias.Depois da saída de Glória Tupinambás do caderno de Gerais do Estado de Minas, a redação ganhou o reforço de Thiago Holanda.    Rio Grande do Sul: Haroldo dos Santos acertou na semana passada sua ida para a rádio Bradesco Esportes FM, nova emissora do Grupo Bandeirantes, onde será coordenador de Produção e terá participações como debatedor. Responsável pela implantação da rádio e da tevê do Grêmio e pela criação do Departamento de Comunicação do Novo Hamburgo, vai ajudar a montar e preparar a equipe para a estreia do veículo ainda este mês. Haroldo ficou mais de cinco anos no setor de Comunicação do Grêmio, teve passagens por Pampa e Grêmio Náutico União e até março participava do programa Virando a mesa, da Ulbra TV. Há dois anos dirige a assessoria de imprensa Chute 10.Tulio Milman anunciou que após 14 anos deixará a apresentação do Teledomingo, exibido pela RBS TV. Em entrevista ao Coletiva.net, esclareceu que sua saída ainda não tem data definida, principalmente porque viaja para Londres para a cobertura dos Jogos Olímpicos, e que a mudança é resultado de um desejo seu, articulado junto à diretoria, de dedicar-se a um novo projeto na TVCom. Ciça Kraemer dirigirá esse programa, ainda em desenvolvimento.

De papo pro ar – Gonzaga apedrejado

Pela primeira e última vez na vida, o Rei do Baião foi apedrejado. E na sua terra, Exu. Quem me conta é o compositor paulistano Paulo Vanzolini, autor de clássicos populares como Ronda e Volta por cima, lançados por Inezita Barroso e Noite Ilustrada entre os anos de 1950 e 1960. Paulo, zoólogo especializado em herpetologia, fazia pesquisas na região quando sua atenção se voltou para uma algazarra. Foi verificar e viu Luiz Gonzaga num caminhão discursando em defesa da paz. À época, a cidade vivia um clima de guerra, com as famílias Alencar, Sampaio e Saraiva se digladiando. Os simpatizantes desses clãs começaram a apedrejar o Rei do Baião, que teve de fugir. A paz voltaria a Exu uns 20 anos depois, em 1981. N. da R.: Luiz Gonzaga será o personagem da quarta edição de Jornalistas&Cia Memória da Cultura Popular, que vai circular no dia 6 de agosto. A terceira, que reproduz entrevista do maestro Eleazar de Carvalho a Assis Ângelo, publicada em 4/7/1985 no suplemento D.O. Leitura, do Diário Oficial do Estado de São Paulo, pode ser conferida no www.jornalistasecia.com.br.

Kiko Nogueira deixa direção da Alfa

Kiko Nogueira está deixando a Direção de Redação da revista Alfa, em que estava desde o lançamento, em 2010, e também a Editora Abril, onde contabilizava 24 anos de trabalho. Após fechar a edição que chegará às bancas em 13/7, ele despediu-se da equipe e agora iniciará um novo ciclo profissional, criando um site de notícias. Com a sua saída, assume interinamente a publicação a atual redatora-chefe Carolina Tarrio. Kiko começou na Abril no Departamento de Documentação ? Dedoc, seguindo posteriormente para Veja São Paulo, onde inicialmente fez resenhas de peças de teatro, até se tornar editor. Depois da Vejinha, foi para Viagem e Turismo, primeiro como redator-chefe, depois diretor de Redação, acumulando com o comando do Guia Quatro Rodas. De lá saiu para fundar a Alfa.

Duda Melzer assume a Presidência Executiva do Grupo RBS

Em cerimônia realizada nesta 3ª.feira (3/7) durante evento no Centro de Convenções do BarraShoppingSul, em Porto Alegre, o vice-presidente executivo do Grupo RBS Eduardo Sirotsky Melzer tomou posse como presidente executivo, sucedendo ao tio Nelson Sirotsky, conforme anunciado em 30 de maio. Nelson passa agora a dedicar-se exclusivamente ao cargo de presidente do Conselho de Administração do Grupo, atividade que acumulará com a liderança do Comitê Editorial da RBS. Dirigido para o público interno, o evento teve a própria empresa como tema e foi transmitido ao vivo para os mais de 6,4 mil colaboradores em 83 unidades de negócio ? no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Membros da direção da Rede Globo e de empresas sócias do Grupo RBS também participaram da cerimônia. A solenidade iniciou com um encontro de executivos da RBS, da qual participou Regis McKenna, que foi mentor de Steve Jobs durante 35 anos. Ele fez uma apresentação especial com vídeos do falecido CEO da Apple às lideranças da empresa. O violonista Yamandú Costa surpreendeu as 450 pessoas presentes ao executar o Hino Nacional. Na sequência, a atriz Fernanda Montenegro fez a abertura. Nelson e Duda falaram sobre a sucessão a Zero Hora, cujo resumo publicamos a seguir: Nelson Sirotsky ZH ? Qual a razão da troca de comando no grupo RBS? Nelson ? As boas práticas de governança corporativa dizem que a presidência do grupo e a do Conselho têm de ser exercidas por duas pessoas diferentes. ZH ? Qual o seu novo papel? Nelson ? O Conselho de Administração fixa diretrizes para a organização e apoia a gestão. Eu também continuarei liderando o Comitê Editorial. Duda Melzer ZH ? Quais serão as marcas da sua administração na RBS? Duda ? Minhas marcas serão a excelência, o crescimento e a busca por resultados. Vamos aumentar a nossa relevância. ZH ? Qual é a importância da empresa de negócios digitais? Duda ? Já investimos R$ 200 milhões adquirindo participações em empresas de inovação e vamos investir outros R$ 200 milhões. Ainda no segundo semestre vamos abrir uma empresa, com sede em São Paulo, para reunir esses negócios, e um escritório no Vale do Silício, na Califórnia. 

Diego Escosteguy assume sucursal de Época

A revista Época promoveu neste início de mês mudança no comando da sucursal Brasília. Eumano Silva deixa a função e permanece na revista como repórter especial e em seu lugar assume Diego Escosteguy, que desse modo regressa ao Brasil, após temporada como correspondente da revista em Nova York. Ele estava anteriormente na sucursal de Veja. Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília, em 2003, Diego venceu por cinco anos consecutivos (de 2008 a 2011) o Prêmio Abril de Jornalismo, na categoria Melhor reportagem de Política, sendo duas como coautor. Foi também finalista do Esso, em 2004, com a cobertura do caso Waldomiro Diniz. Além de Época, passou pelas sucursais brasilienses de Veja, Estadão e Jornal do Brasil, onde iniciou a carreira. Sempre ligado a Política e assuntos internacionais, fez reportagens especiais sobre o terremoto no Haiti, em 2010, e a guerra da Líbia, em 2011.

Marcos Guterman será editorialista do Estadão

Com um post intitulado Minha “segunda morte”, Marcos Guterman anunciou em seu blog a saída da Primeira Página do Estadão para integrar, tão logo volte de férias, em 17/7, a equipe de editorialistas do jornal. Explica que a “primeira morte” ocorreu quando teve de encerrar a versão anterior, que sofreu com uma centena de ataques preconceituosos nos comentários, dos quais não conseguia se livrar.

Resolvido o problema, fez um blog novo, mas aí veio a “segunda morte”, em decorrência da nova função que ocupará. São incompatibilidades do ofício, já que em ambos espaços emitiria opinião ? a própria, na internet, e a do jornal, na página três. Ao Jornalistas&Cia/Portal dos Jornalistas, disse estar honrado e feliz com a oportunidade de trabalhar na equipe de Antonio Carlos Pereira, editor responsável de Opinião. Seu substituto na Primeira Página ainda não foi definido.

Marcos formou-se pela Cásper Líbero em 1989, mas é também graduado e mestre em História pela PUC-SP, além de pesquisar o nazismo como tema de doutorado na USP. Começou na Folha da Tarde como repórter de Polícia e depois tornou-se editor de Internacional, cargo que também ocupou, como adjunto, na Folha de S.Paulo. Participou, em 1997, da equipe que criou o jornal O Tempo, em Minas Gerais. Começou no Estadão em 2006, como editor do portal, passando dois anos depois à Primeira Página. Também é autor do livro O Futebol explica o Brasil.

Fapesp comemora 50 anos com edição especial de revista

A revista Fapesp celebrou os 50 anos da instituição em uma edição especial, que traz 50 reportagens sobre 50 projetos apoiados, distribuídas em 258 páginas. A capa reproduz a foto da assinatura da lei, pelo então governador Carvalho Pinto, que criou a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, em 1952, cercado de personalidades como Hélio Bicudo, Fauze Carlos e Paulo Vanzolini. O texto de apresentação é de Celso Lafer, presidente da instituição. Entre as matérias, há artigos sobre esquizofrenia, diabetes, projeto genoma da cana-de-açúcar, transformações ambientais no planeta e diamante sintético. Diretora de Redação, Mariluce Moura contou na edição com uma equipe integrada pelos editores Carlos Haag, Fabrício Marques, Jorge Luiz de Souza, Marcos de Oliveira, Marcos Pivetta, Neldson Marcolin e Ricardo Zorzetto; o editor-assistente Carlos Fioravanti; os repórteres Claudia Izique, Dinorah Ereno, Eduardo Geraque, Francisco Bicudo, Igor Zolnerkevic, Jorge Luiz de Souza, Marcos de Oliveira, Maria Guimarães, Marili Ribeiro, Salvador Nogueira e Yuri Vasconcelos; o revisor Mauro de Barros; e os fotógrafos Eduardo Cesar e Léo Ramos. Abiuro, Daniel Bueno, Drüm, Guilherme Kramer, Guilherme Lepca e Tiago Cirillo fizeram as ilustrações e os infográficos.  Andressa Matias, Clair Marchetti, Ingrid Teodoro e Maria Paula Iliadis completaram o time no apoio editorial. A gerente de Comunicação da Fapesp é Graça Mascarenhas, que tem a seu lado o consultor Carlos Eduardo Lins da Silva.

Grupo O Povo divulga regras para o período eleitoral

Em documento assinado pela presidente Luciana Dummar e pelo diretor-geral de Jornalismo Arlen Medina Néri, o Grupo O Povo estabeleceu regras e procedimentos que seus funcionários deverão seguir a fim de preservar a isenção jornalística neste período eleitoral.

Segundo Arlen, os profissionais e colaboradores da empresa “devem estar alinhados com as melhores práticas éticas e de responsabilidade em saber lidar com posições naturalmente antagônicas”.

A empresa estabelece regras internas para períodos eleitorais desde 2004, “para preservar, interna e externamente, a isenção jornalística? e ?assegurar a necessidade de serem guardadas longe das atividades profissionais as preferências políticas e partidárias pessoais”.

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