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sexta-feira, abril 10, 2026

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De papo pro ar – O baião é de morte

No começo dos anos 1950, a rainha do baião Carmélia Alves era crooner do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Ela fazia um sucesso danado com o repertório do Rei. Certa noite, um fã feliz da vida deixou a mesa e foi dançar no salão. Antes, brincando, dissera aos amigos que iria dançar até morrer, ?pois essa dança do baião é muito boa?. Nem dez minutos se passaram e o feliz dançarino foi ao chão, vítima de um enfarto. Carmélia só ficaria sabendo da morte repentina do fã horas depois. Detalhe: o enfartado era figura de destaque do governo Vargas, por isso o corpo foi retirado do salão às pressas. N. da R. : O personagem da quarta edição de Jornalistas&Cia Memória da Cultura Popular, que vai circular na próxima 2ª.feira (6/8), será Luiz Gonzaga, o ?Rei do Baião? (veja nota na pág. 1). A terceira, que reproduz entrevista do maestro Eleazar de Carvalho a Assis Ângelo, publicada em 4/7/1985 no suplemento D.O. Leitura, do Diário Oficial do Estado de São Paulo, pode ser conferida no www.jornalistasecia.com.br. 

Alexandre Freeland acerta com a In Press

Ex-diretor executivo da Ejesa, responsável pelos jornais O Dia, Meia Hora, Marca Brasil e Brasil Econômico, Alexandre Freeland começa nesta 4ª.feira (1º/8) na In Press Porter Novelli, como diretor executivo, a convite de Kiki Moretti. Na agência não vai trabalhar no contato com a imprensa, mas chega com a incumbência de montar um núcleo de Branded Content, no Rio e em São Paulo, para oferecer novas soluções de comunicação aos clientes da agência, ?conteúdo de valor para um projeto editorial, não necessariamente no papel?, explica. ?A prática é tão nova que somente agora, em 2012, foi lançada no Festival de Cannes uma categoria específica para premiar esse tipo de ação. Ou seja, é mesmo uma discussão contemporânea, está no centro dos debates no maior festival do gênero. A iniciativa da In Press também tem esse valor de enorme atualidade e de alinhamento com o que há de mais moderno no setor?. Sua área terá o apoio das diretoras Juliana Damigue, em São Paulo, e Valéria Miranda, no Rio, e ele vai contar com profissionais das áreas digital, de design e de projeto. Seu novo contato é [email protected].

Carlos Machado deixa a Abril após 30 anos de casa

Editor sênior da revista Info, Carlos Machado acaba de deixar a Abril, onde trabalhou nos últimos 30 anos, e o fez para se dedicar a projetos pessoais. Ele começou na empresa como editor-assistente da Ciência Ilustrada, então parceria com a editora norte-americana Hearst, dona da Esquire e da Marie Claire, entre outras, mas cujo projeto brasileiro não durou mais de três anos. A revista foi descontinuada (?Não era vantajosa para a Abril?, relembra), mas ele continuou por lá, transferido inicialmente para Quatro Rodas, no mesmo cargo. Em 1985 foi para Exame, quando a redação era chefiada por José Paulo Kupfer e tinha Octávio Costa no comando de Finanças. Em 1986 acompanhou a criação do suplemento Exame Informática, que circulava mensalmente em alternância com VIP Exame. Passou a colaborar para o caderno e transferiu-se de vez em 1988, ainda como caderno, quando Rui Falcão deu lugar a Antonio Machado de Barros na Diretoria de Redação. ?Notei que leitores e jornalistas tinham certo medo de tecnologia e eu, ao contrário, era interessado. Havia estudado Engenharia, sabia algo de programação de computadores, tinha já um PC em casa quando eles mal existiam nas redações… Enfim, achei que ia gostar?. Carlos chegou a sair em 1989, aceitando um convite de Caio Graco Prado para colaborar na transformação do extinto jornal Leia em revista. Foram só seis meses: acabou cedendo aos convites de Mario Watanabe para que voltasse à Info, o que aconteceu em julho de 1990, de onde não mais saiu. Antes da Abril, atuou como repórter no jornal Movimento, um dos mais importantes da imprensa alternativa, que combatia a ditadura. Como mais longevo editor de uma publicação pioneira no Brasil sobre o tema, Machado não esconde o orgulho de ter acompanhado a evolução tecnológica, tanto do ponto de vista editorial, como social, científico e industrial. ?No início do caderno, o tom das pautas era: ?Olha como é legal usar computador na sua empresa, pois tal programa pode ajudar a controlar venda e estoque, contribuir para que fulano fature mais com o seu negócio…?. Eram tempos de reserva de mercado, quando não se podia importar computador, o que só veio a mudar em 1992?, diz, comparando com o cenário atual, quando praticamente todo cidadão tem um computador, em rede, no seu bolso. Apesar do carinho pelo tema e da carreira de sucesso na revista, quer agora se dedicar a outra paixão: a literatura. Continua disponível, no entanto, para frilas e colaborações, pelos 11-8419-7071 e [email protected].

A Tarde fecha quatro sucursais e inicia processo de demissão

Depois de anunciar a dispensa de 81 profissionais, sendo 23 da redação, o grupo A Tarde dá andamento ao processo de desligamento. Começou pelo fechamento de quatro de suas sete sucursais: Itabuna, Eunápolis, Juazeiro e Vitória da Conquista, dispensando os repórteres Ana Cristina Oliveira, Mário Bitencourt, Cristina Laura e Jucelino Souza, respectivamente. De Salvador, saíram da editoria Local Marilena Neco e Mary Weinstein ? que seguiu para Vitória da Conquista, onde passa a ocupar uma vaga de professora na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia ?; Paulo Simões e Diana Gomes, de Esportes; e Alane Virgínia, do online. Também saíram os repórteres fotográficos Gildo Lima, Arestides Batista e Vaner Casaes, além do ilustrador Gentil. Segundo a presidente do Sindicato dos Jornalistas da Bahia Marjorie Moura, boa parte dos 23 profissionais apresentados pelo jornal está de férias ou de licença médica e seriam, portanto, desligados quando retornarem aos seus postos.

O adeus a Luiz Fernando Mercadante

Morreu na madrugada desta 3ª.feira (31/7), aos 76 anos, Luiz Fernando Mercadante, que marcou o jornalismo brasileiro como autor de refinados perfis para a revista Realidade e como chefe de algumas das principais redações do País. Mercadante foi homenageado recentemente pelo especial Ícones do Jornalistas&Cia, dedicado ao Dia do Imprensa (edição 848A ? leia aqui). Nascido em São Paulo, Mercadante começou a carreira ainda adolescente, como correspondente do jornal carioca Tribuna da Imprensa. Mais tarde mudou-se para a capital fluminense, mantendo-se na Tribuna como repórter, sob supervisão direta de Carlos Lacerda, dono do jornal e, posteriormente, seu padrinho de casamento. No final da década de 1950 seguiu para o Jornal do Brasil, participando da reforma gráfica e editorial capitaneada por Amílcar de Castro entre 1957 e 1959. Passou por Manchete antes de retornar a São Paulo, no início dos anos 1970, para trabalhar em Veja. Pouco depois foi contratado pela Realidade, onde ganhou um Prêmio Esso por reportagem sobre as tropas brasileiras na República Dominicana. Foi para Nova York como correspondente da Abril, voltando a São Paulo poucos anos depois, primeiro para O Estado de S. Paulo, e depois ao Jornal da Tarde, em sua fase áurea. Em 1976, por indicação de Luiz Edgar de Andrade, foi trabalhar com Armando Nogueira e Alice-Maria Reiniger na TV Globo, assumindo como editor-chefe da emissora em São Paulo. Sua gestão foi marcante e colaborou para elevar a sucursal paulista ao nível de cabeça de rede. Trouxe do meio impresso repórteres de alto nível, como Chico Santa Rita, Eurico Andrade, Dante Matiussi, José Hamilton Ribeiro, Narciso Kalili, Paulo Patarra, Raul Bastos e Woyle Guimarães Em 1980 foi responsável, ao lado de Humberto Pereira, pelo projeto do Globo Rural. Tornou-se editor-chefe do programa e transferiu-se para a TV Globo do Rio de Janeiro, onde permaneceu por dois anos. Depois capitaneou a Abril Vídeo, projeto televisivo da editora. Foi ainda diretor de programação da TV Cultura e coordenador de TV do PMDB; autor do livro Victor Civita: Uma Biografia (em co-autoria com Marília Balbi); e de 20 Perfis e Uma Entrevista, coletânea de textos editada pela Siciliano em 1994. Mercadante morava com uma filha num sítio nas proximidades de São Paulo. Sofria de Parkinson e teve um AVC há um mês. Na noite de 2ª.feira passou mal e chegou a ser socorrido, mas acabou falecendo, provavelmente por parada cardíaca. Seu corpo foi velado no Cemitério da Quarta Parada e cremado no Cemitério da Vila Alpina. A missa de Sétimo Dia está marcada para próxima 2ª.feira (6/8), às 19h, na Igreja de Santa Terezinha, localizada à rua Maranhão, em Higienópolis, São Paulo. Luís Nassif, sobrinho de Mercadante, escreveu um belo artigo de despedida ao tio, disponível aqui.

Mentira em dose dupla

Dois casos de ?jornalismo enganoso? repercutiram internacionalmente na semana. Um referia-se ao escritor americano Jonah Lherer, que pediu demissão da revista The New Yorker após ser desmascarado pelo jornalista Michael Moynihan, colaborador da revista Tablet. Fã de Bob Dylan, Moyniham detectou aspas fictícias, atribuídas ao cantor, no novo livro de Lherer, Imagine: How creativity works, que vinha aparecendo entre os mais vendidos da lista do jornal The New York Times. Confrontado, Lherer admitiu a farsa, pediu desculpas publicamente e pediu demissão na 2ª.feira (30/7). A editora de seu livro, Houghton Mifflin Harcourt, mandou recolher a obra tão logo soube da mentira. Mais audacioso foi o jornal Kronen Zeitung, maior diário austríaco, que estampou uma foto manipulada da guerra civil na Síria em sua edição de sábado (28/7). A notícia versava sobre a fuga de moradores da cidade de Aleppo e a imagem mostrava um homem com um bebê num dos braços, seguido pela mulher, atravessando uma região arrasada da cidade, como atestavam os destroços ao fundo. Leitores identificaram, porém, que o cenário era de uma imagem da Reuters e os personagens, de outra foto, da agência EPA, cujo fundo não eram ruínas, mas uma parede com escritos em árabe. A montagem chegou ao Gizmodo, que repercutiu internacionalmente (veja aqui). O Conselho de Jornalismo Austríaco condenou a fotomontagem e encaminhou uma denúncia ao Senado, que deve decidir em setembro se vai recebê-la e aplicar alguma sanção. O editor-chefe do jornal, Christopher Dichand, pediu desculpas em editorial da edição desta 3ª.feira (31/7). Ele explicou que a montagem parecia explícita para a equipe, mas deveriam ter informado sobre o truque na página dois.

São Paulo ganha praça com nome e estátua de Herzog

Em homenagem a Vladimir Herzog, torturado e morto em 1975 pela ditadura militar, a Câmara dos Vereadores de São Paulo aprovou projeto de decreto legislativo, de autoria do vereador Ítalo Cardoso (PT), que batizará com o nome do jornalista paulistano a praça atualmente conhecida como Divina Providência (na rua Santo Antônio, próximo ao Terminal Bandeira, região central da cidade). Além disso, a Câmara Municipal deu o nome de Vlado à sua Comissão da Verdade. A praça ganhará uma estátua em bronze, com cerca de 2,20m de altura, que reproduz a imagem Vlado Vitorioso, criada para a ONU, em 2008; uma réplica do troféu entregue anualmente a vencedores do Prêmio de Jornalismo Vladimir Herzog e a reprodução em mosaico do quadro 25 de Outubro; obras do artista plástico Elifas Andreato. A inauguração oficial, com todas as obras de arte expostas e a devida homenagem Vlado, está prevista para outubro, quando serão anunciados os vencedores da 34º edição do Prêmio de Jornalismo Vladimir Herzog.

J&Cia Memória da Cultura Popular homenageia Luiz Gonzaga

Vai circular na próxima 2ª.feira (6/8) a edição nº 4 de Jornalistas&Cia Memória da Cultura Popular, parceria deste J&Cia com o Instituto Memória Brasil, de Assis Ângelo. Ela reproduz entrevista que Luiz Gonzaga, o ?Rei do Baião?, deu a Assis para o extinto suplemento D.O. Leitura, do Diário Oficial do Estado de São Paulo, em março de 1984, e marca o 23º aniversário de sua morte, neste 2 de agosto, além de integrar as homenagens por seu centenário de nascimento, em 13 de dezembro. Na edição, Assis também atualiza informações sobre Lua e reproduz o primeiro capítulo do livro infanto-juvenil sobre a vida do mestre-sanfoneiro que está prestes a lançar, entre outras novidades. Uma delas ele revelou a J&Cia nesta 3ª.feira (31/7): ?Por um desses felizes acasos com que a vida nos brinda, descobri que o rei do baião Luiz Gonzaga tocou e gravou disco ao lado de Pixinguinha e outros craques da nossa música, como João da Baiana, Dante Santoro e Luiz Americano, num conjunto do português José Lemos. Isso antes de ele ingressar como profissional contratado da extinta RCA Victor, em 1941, no Rio de Janeiro. Interessante, não é? Luiz realmente era de um talento enorme. Lembro que uma vez lhe perguntei sobre se tocava outros instrumentos. E ele, rindo: ?Naquele tempo, os cabras eram cobras e eles me engoliriam se eu não tocasse pelo menos um violãozinho, né??. Eis, pois, uma bela descoberta para os leitores do Jornalistas&Cia. Certamente traremos outras novidades no livro Luiz Gonzaga, o Divisor de Águas da Música Brasileira, ainda inédito e sem editora?. 

Vitor Guedes, pra toda obra!

Na tarefa da imprensa de vistoriar as obras para a Copa do Mundo de 2014, Vitor Guedes (esq.) certamente tem papel de destaque. Com seu quadro Pra toda obra, exibido três vezes por semana pela BandNews FM, ele vem apresentando há quase um ano um retrato da transformação provocada pela construção do Itaquerão na Zona Leste de São Paulo, acompanhando o andamento da obra, as mudanças no bairro, as expectativas dos moradores e o dia-a-dia dos profissionais que trabalham na edificação do estádio que será palco da abertura daquele grande evento. Corintiano assumido e morador da região, Vitor, que também assina a coluna Caneladas do Vitão, no Agora São Paulo, defende essa postura, quase que rara no jornalismo esportivo, de não esconder sua preferência futebolística. ?Antes de ser jornalista é obvio que eu era leitor, ouvinte, e pra mim nada é mais irritante do que um profissional que mente, que diz que torce pro Milan ou pro Jabaquara. Todo mundo tem um time e acaba demonstrando isso mais cedo ou mais tarde. Como jornalistas, temos que dizer o que acontece de fato, e assumir seu time de coração não muda os fatos?. Na última 6ª.feira (27/7) ? em meio à enxurrada de jornalistas levada à obra pela visita do técnico Tite, do Corinthians, para pagar a promessa, feita durante as finais da Libertadores, de que trabalharia um dia junto com os operários se fosse campeão ?, Vitor Guedes nos recebeu para um bate-papo, em que falou um pouco sobre sua carreira, relação com o Corinthians e o acompanhamento das obras para a Copa 2014. Portal dos Jornalistas ? Como surgiu seu interesse pelo jornalismo?Vitor Guedes ? Quando adolescente eu queria mesmo era ser jogador de futebol. Mas aí, quando a gente vai chegando naquela fase de escolher o curso, eu já sabia que seria algo relacionado à área de humanas. Eu não era daqueles que pensava no jornalismo desde criança, e quando resolvi fazer o curso queria seguir pela área esportiva ou política. Ainda assim, acho que tive sorte, porque você não faz o curso sabendo se vai para aquela área ou não. Porém, um dos meus primeiros empregos foi no Lance, depois disso, todos os convites que tive foram na área esportiva. Mas é claro também que nunca fui procurar emprego no Valor Econômico, por exemplo (risos). Portal dos Jornalistas ? Você recebe cobranças de leitores por assumir seu time de coração?Vitor ? De vez em quando. Isso é normal e eu recebo com naturalidade. Mas, por incrível que pareça, a pergunta que mais me fazem é sobre o time de outro repórter que não revela. É engraçado, porque nenhum leitor tem interesse em saber em quem vota o repórter de política, mas no jornalismo esportivo essa curiosidade é muito grande. Portal dos Jornalistas ? Como reage nesses casos?Vitor ? Nunca deduro o time de ninguém, cada um que assuma o seu, mas a dica que dou é óbvia: você percebe para que time um jornalista torce muito mais pelas críticas do que pelos elogios. Com o seu time, você é mais corneteiro, mais crítico, mais exigente, tem mais lembranças afetivas das histórias e de bons momentos. Você compara e é sempre mais exigente com o que gosta. Portal dos Jornalistas ? E como surgiu essa oportunidade de fazer o Pra toda obra?Vitor ? Por ser repórter esportivo, morar na ?ZL? e brincar sempre com isso em minha coluna no Agora, acabou surgindo o convite do André Luiz Costa (N.R.: diretor de Jornalismo da BandNews FM). Fui lá, gravei, o pessoal gostou da ideia de tentar passar ao público como é o dia a dia do trabalho, o envolvimento das pessoas da obra com o local de trabalho, o crescimento que traz à região etc. Portal dos Jornalistas ? Dez meses depois do primeiro programa, como você percebe a evolução da obra?Vitor ? É tudo muito rápido, às vezes fico uma semana, dez dias sem vir gravar, e quando chego aqui muita coisa já está diferente. O ambiente aqui também tem ajudado muito para isso. O que percebo é que os trabalhadores se sentem não apenas como funcionários, mas como parte da obra. O clima realmente surpreende e você não vê gente reclamando. Para uma obra onde o trabalho não é fácil, há uma grande harmonia e o pessoal está sempre feliz, alegre. Isso eu gosto de mostrar em meu programa, o ambiente como ele é. Portal dos Jornalistas ? E como você sente que está a cobertura esportiva em relação aos assuntos da Copa? A imprensa está desempenhando bem o papel de fiscalizar o que está acontecendo?Vitor ? Primeiramente, acho que tudo em São Paulo é maior. A cobrança é maior, o acompanhamento é maior e repercute muito mais. Então, é lógico que por aqui as coisas estão diferentes do que em obras como as de Cuiabá e Manaus, por exemplo. Mas em relação à cobertura mais política do assunto e o uso do dinheiro público, vejo que a grande imprensa, ou boa parte dela, está fazendo o seu papel, prova disso foi a queda do Ricardo Teixeira. Claro que ela não foi a única responsável, mas as denúncias começaram por meio da imprensa. Fato é que toda profissão tem bons e maus profissionais, mas tenho a convicção de que nossa imprensa é formada por mais pessoas boas e bem intencionadas do que ruins. A imprensa não é polícia, não temos o papel de prender, mas sim uma importante obrigação de mostrar os fatos. * Em tempo: Vitor Guedes é irmão dos também jornalistas esportivos Marília Ruiz e Marcos Guedes, e autor do livro Paixão Corintiana ? A história de amor de um povo pelo seu time, contada em 100 histórias cotidianas (Publisher Brasil), lançado no começo do ano. Nascido em 1977, ano da quebra do jejum de 23 anos sem título do Corinthians, considera o jogador Basílio, autor do gol que deu a vitória do time paulista naquela ocasião, seu maio ídolo, tendo inclusive dado o nome do atleta ao seu filho.

Marta Salomon assume direção de IstoÉ no DF

Marta Salomon deixou na última 6ª.feira (27/7) a sucursal do Estadão em Brasília, onde desde abril de 2010 cobria Políticas Públicas, em sua segunda passagem pelo jornal, e começou hoje (30/7) no comando de Isto É/Editora Três no DF, na vaga deixada por Octávio Costa, agora diretor-adjunto do Brasil Econômico no Rio de Janeiro. Antes do Estadão, Marta esteve por 15 anos na sucursal da Folha de S.Paulo, como chefe de Redação e depois repórter especial, também respondendo por Políticas Públicas. Antes ainda, atuou, entre outros, em Rádio JB, Estadão, Gazeta Mercantil e TV Manchete. Sua substituição ainda não está definida.

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