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segunda-feira, abril 6, 2026

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Memórias da Redação ? Crônica de uma morte anunciada

Ainda como repercussão do fim do Jornal da Tarde, reproduzimos neste espaço, excepcionalmente, artigo que Carlos Brickmann, hoje titular da agência Brickmann&Associados ([email protected] e 11-3885-6656), publicou em 23/10 em sua coluna Circo da Notícia, no Observatório da Imprensa. Crônica de uma morte anunciada Éramos todos jovens, muitos de nós brilhantes, a maioria absoluta de indiscutível competência. Errávamos muito, também; mas errávamos por excesso de ambição, por buscar objetivos muitas vezes inatingíveis, raramente por ignorância. Dali surgiram as sementes de várias equipes de altíssima qualidade: Realidade, Veja, Rede Globo, Rede Bandeirantes, Repórter Esso (na fase TV Record), Visão, Playboy. Mino Carta era o diretor, Murilo Felisberto o coração e a alma. Ruy Mesquita, o patrão, sentava-se à mesa de pauta para discutir o jornal do dia (e foi lá na Redação que treinou seus filhos nas artes da comunicação). Ewaldo Dantas Ferreira, um dos maiores repórteres do País, trazia matérias exclusivas, da maior importância. Em cada área da redação, buscava-se o melhor ? e o jornal conseguiu a façanha de ganhar o Prêmio Esso com a manchete de sua primeira edição, Pelé casa no Carnaval. Era a cara do nosso Jornal da Tarde, a maior revolução da imprensa brasileira desde a reforma do Jornal do Brasil: um grande furo de reportagem, um texto magnífico, a notável diagramação, e um erro na foto ? em vez de Rose, a noiva de Pelé, quem estava com o Crioulo na foto era a cunhada, a irmã de Rose. Não fazia mal: o jornal era tão bom que esses erros passavam batidos. Os salários eram ótimos, pagos em dia, com antecipação de aumento (em vez de dezembro, outubro). Os jovens mais promissores ascendiam rapidamente: João Vitor Strauss, de extrema competência e capacidade impressionante de trabalho, teve seis aumentos num só ano, sempre por iniciativa da chefia. O JT ganhou o Prêmio Esso vários anos seguidos, com o casamento de Pelé, a tragédia de Caraguatatuba (com o excesso de chuvas, a Serra do Mar desabou sobre a cidade), o primeiro transplante de coração no Brasil. Houve até uma joint-venture que o Ewaldo Dantas articulou para viabilizar o transplante: o jornal não hesitou em pagar a viagem de um médico à África do Sul, onde trabalhava o dr. Christiaan Barnard, pioneiro dos transplantes cardíacos, para buscar o know-how que nos faltava. Afinal de contas, a empresa que viabilizou a criação da Universidade de São Paulo, empresa pertencente à família que fundou a Faculdade de Medicina da USP, tinha tudo a ver com o progresso do País na área das ciências. A resposta do público sempre foi positiva. O JT começou a circular, em 4 de janeiro de 1966, com 12 mil exemplares; virou o ano com 40 mil. Um jornal jovem, chique, moderno, antenado. Fez a primeira reportagem com Roberto Carlos, quando a imprensa ignorava a música da juventude; mostrou as tendências da moda, da alimentação, da cidade. Não era como o New York Times, “todas as notícias que devem ser publicadas”; esse era o papel do irmão mais velho, o Estadão. Éramos o oposto: “todas as notícias que temos vontade de publicar”. E que, não por acaso, já que a equipe estava sintonizadíssima com os leitores, eram as notícias que o público do jornal queria encontrar no seu JT. Notícias e muito mais: certa vez, este colunista, editor de Internacional, encontrou uma pequena informação a respeito de um petroleiro a vela que o Japão estava projetando. O navio tinha velas controladas por computador, controle de rumo por um antepassado do GPS (não havia satélite, ele se guiava eletronicamente pelas estrelas) e, sempre que o vento era insuficiente para manter a velocidade, seus motores entravam automaticamente em funcionamento. A propósito, nunca mais consegui encontrar qualquer informação sobre o projeto ? deve ter sido abandonado. Enfim, a matéria era a cara do JT. Buscamos no arquivo a imagem de um dos mais belos veleiros de todos os tempos, o Cutty Sark, contamos a história dos veleiros, demos as poucas informações de que dispúnhamos sobre o veleiro-petroleiro. Por volta das três da manhã, Murilo Felisberto viu a matéria e se apaixonou por ela. Decidiu rediagramá-la: usou a página na horizontal, encheu-a com a imagem do Cutty Sark, e cada linha da matéria passou a ter um tamanho diferente, entrando pelas escotilhas, margeando as velas, envolvendo a gávea. Detalhe: não valia hifenizar as palavras. O Murilo só gostava de frases com palavras inteiras. A nova redação da matéria, cada linha com seu tamanho, durou umas boas cinco horas. Devidamente entregue, fiz a reclamação: “Murilinho, ficou linda, mas ninguém vai ler”. Ele concordou e completou: “Mas todo mundo vai comentar que este jornal tem um acabamento impecável”. Tinha razão: daquela página, todos que a viram se lembram. E quem está tão interessado assim em informações sobre veleiros e transporte de chá da China para a Inglaterra? Pois é, acabamento impecável. O que significa fot

Grupo Diários lança Revista Encontro Brasília

Um coquetel realizado no espaço de festas Unique Palace marcou, na última 3ª feira (30/10), o lançamento da Revista Encontro Brasília, que integra o Grupo Diários Associados. Dirigida por André Lamounier, chega à Capital Federal com conteúdo 100% regional, destacando a vida na cidade em suas mais diversas vertentes, como Sociedade, Política, Moda e Gastronomia. Há 10 anos no mercado mineiro, a revista sai no DF com tiragem inicial de 56 mil exemplares mensais e será auditada pelo IVC a partir de novembro. Na Redação, a editora Cristine Gentil e a colunista Denise Rothenburg vêm do Correio Braziliense. A equipe é formada basicamente por jornalistas de Brasília, exceto pela editora-adjunta Tereza Rodrigues, que veio da Encontro MG. Os demais integrantes da Redação são Leilane Menezes (sub), Cecília Garcia, Dominique Lima, Jéssica Germano e Matheus Teixeira; os colunistas colaboradores Carolina Puga, Fred Bottrel, José Carlos Vieira. Liana Sabo, Marcelo Tokarski e Zuleika de Souza. Na Fotografia estão Luis Tajes (editor), Minervino Júnior (sub), Bruno Pimentel e Raimundo Sampaio. A equipe de arte é de BH: Edmundo Serra (editor) e Roger Simões (sub).

Anuário da F1 será lançado em novembro

Está previsto para 10/11 o lançamento da próxima edição da Revista Master Guide, anuário produzido pela Editora Melro (11-3044-6977), de Roberto Vita e Fernanda Cardenuto. Com informações sobre Fórmula 1 e foco no próximo GP Brasil, que será realizado de 23 a 25 de novembro, em São Paulo, o guia contará com o apoio do São Paulo Convention & Visitors Bureau para distribuição gratuita em cerca de 650 estabelecimentos da capital paulista, e trará informações em português e inglês, além de roteiros de gastronomia, bares, teatro e cinema para turistas que vêm de fora de São Paulo e do Brasil. Outra novidade é que pela primeira vez a versão impressa virá acompanhada pelo lançamento do aplicativo Master Guide, que será gratuito e estará disponível apenas na App Store. O comando da publicação é do editor-chefe Felipe Motta.

TV Globo é destaque entre perfilados da semana

Em fase de reestruturação, o comando do Jornalismo da Rede Globo ganhou destaque entre os novos perfilados no Portal dos Jornalistas, com profissionais como Octavio Florisbal, atual diretor Geral e que a partir de 2013 integrará o Conselho de Administração das Organizações Globo, e Telmo Zanini, que há dez anos é diretor-executivo do Globo Esporte. Também integram o time o repórter especial Tonico Ferreira e os apresentadores da emissora no DF Flávia Alvarenga e Fábio William. De outros veículos, foram perfilados Verônica Machado, Marianna Rios, Cecília Pinto Coelho e Laísa Queiroz (Correio Braziliense); Leandro Stoliar, Ana Hickmann e Luiz Carlos Braga (TV Record); Alberto Pereira Junior (Folha de S.Paulo), Thaís Arbex (Estadão), Marcos Rombino (Record News), Ariosto Mesquita (Panorama Rural), Priscilla Buhr Lopes (Jornal do Commercio/PE), Joel Scala (Rádio Trianon/SP),

Grupo O Povo (CE) conclui Expedição Jornalística

Termina no próximo dia 1º/11, em Fortaleza, a Expedição Jornalística Rádio O Povo 30 Anos, que o Grupo O Povo promove desde o último dia 11/10 em parceria com a Universidade Federal do Ceará para comemorar o aniversário da emissora. Nesse período, cerca de 40 profissionais, entre jornalistas, radialistas, fotógrafos e acadêmicos de diversas áreas, estão percorrendo 25 localidades do Ceará num ônibus adaptado com estúdio para redescobrir o interior do Estado e explorá-lo jornalisticamente. De acordo com a editora-chefe da rádio, Maryllenne Freitas, a expedição contribuirá com a sociedade cearense na ampliação de seus conhecimentos. A equipe tem gravado e transmitido diretamente um programa de cada cidade visitada e a rádio abre espaços em sua grade para entrevistas e debates com os cidadãos das localidades. A Expedição Jornalística resultará em um documentário ? que será transmitido na TV O Povo e, posteriormente, convertido em DVD ? e uma exposição fotográfica com registros da expedição. Também será lançado um livro de 180 páginas com informações de cada cidade em entrevistas, reportagens e ilustrações. São as seguintes as localidades visitadas, e respectivas datas: Fortaleza e Aquiraz (11/10), Aracati e Canoa (12), Quixadá (13), Jaguaribe (14), Icó (15), Iguatu (16), Juazeiro do Norte e  Barbalha (17), Crato (18), Assaré  e Campos Sales (19), Parambú (20), Ubajara (21), Sobral e Cariré (22), Camocim (23), Jijoca e Jericoacoara (24), Pecém e Caucaia (25), Canindé (26), Maranguape e Guaramiranga (27) e novamente Fortaleza (29/10 a 1º/11).   Rádio O Povo/CBN Ainda a propósito do Grupo O Povo, a partir do próximo sábado (27/10), a Rádio O Povo/CBN passará a operar em nova banda, saindo da frequência 1010 AM para 95,5 FM e assumindo assim a faixa atualmente ocupada pela Mix Fortaleza, também do Grupo O Povo. Durante o primeiro mês, a nova programação da emissora continuará sendo transmitida em sua antiga frequência, mas após esse período será substituída pela futura Rádio Globo/O Povo; com isso, a Rádio Globo ficará exclusivamente com o prefixo AM e a CBN, apenas na FM. Inicialmente não estão previstas modificações na grade de programação, mas há projetos para reformulações nos próximos meses. No interior do Estado, os ouvintes poderão continuar acompanhando a programação da FM pela Internet.

Vaivém das redações!

Confira o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de São Paulo (capital e interior), Rio de Janeiro, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Ceará:   São Paulo: Priscilla Portugal começou no início de outubro na Globo Condé Nast, como editora da GQ. Com especialização em Moda e Comunicação pelo Istituto Europeo di Design, em Milão, passou por diversas publicações especializadas, e mais recentemente vinha atuando como editora da IstoÉ Platinum. Também edita o blog Só porque eu gosto, onde relata suas aventuras gastronômicas, viagens e afins.Paula Craveiro e Rejane Lima começaram semana passada na Editora Contadino, especializada na produção de conteúdos customizados. Paula deixa a assessoria da Apimec Nacional para somar à equipe de Christina Brentano, e Rejane regressa ao jornalismo após ano sabático em Londres. Antes disso, atuou por 11 anos no Grupo Estado, os últimos cinco como correspondente em Santos. Elas atendem respectivamente pelos [email protected] e [email protected]. São Paulo ? Interior: Dança de cadeiras na Tribuna Impressa, de Araraquara. O chefe de Reportagem Cláudio Dias deixa o jornal e segue para a mesma função na EPTV Central, em São Carlos, empresa que também controla o diário. Para o lugar dele foi promovido o editor de Cidades Emerson Bellini, em cuja vaga assume Roberto Schiavon. Na Reportagem, sai Marco Antonio e entra Michelli Valala. Na Fotografia, Kris Tavares assume a vaga deixada por Daniel Barreto. Registro ainda para a chegada de dois estagiários à redação: Naira Paschoal e Celso Gallo. Rio de Janeiro: Cesar Faccioli está na pauta da TV Brasil, sob a coordenação de Altair Thury.Márcio Beck, depois de muitos anos no Jornal do Commercio e com passagem também por O Fluminense, foi para o Globo Online.Pâmela Oliveira, que cobria Saúde em O Dia, está agora na Veja.com. Guilherme Scarpa, do Caderno D do mesmo jornal, foi para o Globo.Ana Cora Lima deixou a reportagem da IstoÉ Gente e foi para o G1. Distrito Federal: Mariana Mainenti, sub de Economia do Correio Braziliense, deixou recentemente o jornal e seguiu para a Companhia de Planejamento do DF. Ela ainda não foi substituída. Minas Gerais: Júlia Bicalho deixou a re

Memórias da Redação – Vlado

Sandro Villar ([email protected]), correspondente do Estadão em Presidente Prudente (SP), manda um texto em homenagem a Vladimir Herzog, cuja morte nos porões da ditadura completou 37 anos na última 5ª.feira (25/10). Na sequência, reproduzimos trecho do livro As duas guerras de Vlado Herzog, de Audálio Dantas, que trata do mesmo tema. Vlado Na noite de 24 de outubro de 1975, uma sexta-feira, eu cumpria normalmente minha jornada de trabalho na TV Cultura, onde integrava a equipe de Jornalismo chefiada por Vladimir Herzog. A mesa dele ficava perto da minha na redação. Era a segunda vez que Vlado trabalhava na Cultura, desta vez na condição de diretor do Departamento de Jornalismo (na primeira foi editor quando o departamento era comandado por Fernando Pacheco Jordão). Foi por volta das 21h da citada data que dois sujeitos apareceram na emissora para prender Vlado. Eles eram mal-encarados, troncudos e usavam capas numa noite quente, o que já é suspeito. A primeira atitude deles foi agarrar Oswaldo Salerno, então coordenador do telejornal Hora da Notícia e, segundo ele, primo de Vlado. O coordenador foi confundido com Vlado, que ainda estava no estúdio acompanhando a transmissão do telejornal. Depois de colocar o telejornal no ar, Vlado voltou para a redação e foi informado do que se passava: os dois estranhos tinham vindo prendê-lo e o levariam para o DOI-Codi. Àquela altura, as agências de notícias já divulgavam a prisão do jornalista. Depois de muita negociação, ficou decidido que Vlado se apresentaria às 8h do dia seguinte, 25, um sábado. Armando Figueiredo e João Batista Lemos, do Jornal do Brasil, tiveram papel importante nas negociações. Antes disso, porém, eu e os demais colegas procurávamos ganhar tempo alegando que Vladimir Herzog ainda tinha outras tarefas para cumprir na redação naquela noite. Eu entreguei a Vlado material das agências e, depois, telefonei para a Agência Estado informando que a prisão, naquela noite, estava cancelada. Lembro-me de ter dito mais ou menos o seguinte: “O nosso diretor de Jornalismo não foi preso”. Por que Vlado não fugiu? Porque não devia nada. Ele achava que, depois de dar as explicações que a ditadura queria, seria liberado no sábado mesmo e voltaria para casa. Afinal de contas, não era ativista político, não militava em nenhuma organização de esquerda, conforme foi anunciado naquela época (pelo menos foi o que se comentou). Era um homem de esquerda, mas e daí? Quem pensa quase sempre sabe de que lado sopra o vento social e, assim, aplaude o pensamento liberal ou esquerdista. No sábado de manhã lá foi Vlado ao encontro da morte no DOI-Codi, que antes era Codi-DOI e teve o nome mudado para atemorizar ainda mais os opositores do regime. “Antes o preso precisa saber que DÓI”, disse o general Fiuza de Castro, fazendo uma brincadeira de mau gosto que a maioria dos oficiais do Exército condenou. Mal entrou e o jornalista começou a apanhar. Bateram muito nele. Foi obrigado a assinar um papel em que dizia ser militante do Partido Comunista, o velho Partidão. No fim da tarde daquele sábado, Vlado estava morto. Aí começamos a saber de coisas horríveis que fizeram com ele. Além das torturas, uma pedra de sal teria ajudado a matá-lo. É que os torturadores colocaram a pedra na boca do jornalista, que acabou engasgando. Além da pedra de sal, uma mangueira também foi colocada em sua boca para abafar seus gritos, segundo algumas informações. Depois surgiu a farsa do suicídio por enforcamento, desmentida à exaustão. Sobre o “suicídio” de presos políticos, Elio Gaspari disse no livro A ditadura encurralada que, dos 38 “suicídios” ocorridos nos porões da ditadura, 18 foram por “enforcamento”, incluindo a de Vladimir Herzog. A campanha de difamação contra a TV Cultura era impiedosa naquela época. Um dos alcaguetes era o “jornalista” Cláudio Marques. Toda semana esse dedo-duro alertava sobre o “perigo” comunista no Jornalismo da emissora. Antes de Vlado assumir o departamento, a equipe que deixava a TV Cultura, chefiada por Walter Sampaio, pôs no ar uma matéria com loas ao vietcong e, maquiavelicamente, deu os créditos à nova equipe. Tudo feito de caso pensado. Bando de traíras. Vlado foi traído, não teve nada a ver com a matéria, pois, como disse acima, ele ainda não tinha assumido o cargo. Vlado jamais provocaria a ditadura de forma irresponsável e perigosa, ainda mais em uma emissora pública. A veiculação dessa matéria foi a gota d´água. Era o pretexto de que a ditadura precisava.  Marques deitou e rolou em sua coluna no jornal Shopping News, mas é preciso dizer com todas as letras garrafais que ele não agiu sozinho. Outros Iscariotes e Silvérios dos Reis da imprensa, incluindo os de um jornal que não existe mais, também detonavam a TV Cultura, onde, segundo esses delatores, trabalhavam 40 comunistas. Vai ver nem o Exército Vermelho tinha tanto comunista quando foi criado pelo camarada Trotsky. Esses “jornalistas” traíras também são, indiretamente, culpados pelo assassinato de Vladimir Herzog. A cada prisão de jornalista, Cláudio Marques Iscariotes Silvério dos Reis ironizava, afirmando que o preso era mais um hóspede do Tutoia Hilton, uma alusão ao prédio do DOI-Codi na rua Tutoia. O Hotel Hilton deveria processar esse sujeitinho, e o nome

Amigos prestigiam pré-lançamento de biografia de Claudio Carsughi

Um jantar no restaurante Sala Vip do bairro de Moema, em São Paulo, marcou o pré-lançamento do livro Claudio Carsughi – Meus 50 anos de Brasil, que revê a trajetória do profissional desde sua chegada ao País, em 1946, até a atualidade.

O biografado e a autora, sua filha Claudia Carsughi, autografaram exemplares a amigos como Bob Sharp, Luiz Carlos Secco, Emerson e Cristian Fittipaldi, Mafalda Minnozzi, José Carlos Pereira, e Marco Antonio Lage, Robson Cotta e Ricardo Dilser, da Fiat, patrocinadora máster do projeto, que também teve apoio da Ford e da Rede Caçula de Pneus, via Lei Rouanet.

A imprensa esteve presente com equipes do SporTV; do site Terceiro Tempo, de Milton Neves; e Silvia Carvalho, diretora do Joven Pan Online e filha de Antônio Augusto Amaral de Carvalho, o Tuta. Além da autoria, Claudia assina a edição do livro, ao lado de Raquel Secco (filha de Luiz Carlos) e Vicente Alessi Filho, diretor da AutoData.

A primeira edição tem 3 mil exemplares, 240 páginas, incluindo caderno interno em papel de maior gramatura com imagens de arquivo pessoal e profissional de Claudio. A obra traz ainda depoimentos de personalidades que trabalharam ou conviveram com o comentarista, como Fausto Silva, Emerson Leão, Cleber Machado, Felipe Massa, Miguel Jorge e Rubens Barrichello.

O lançamento oficial, aberto ao público, será em 5/11, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (av. Paulista, 2.073), às 18h, com nova seção de autógrafos.

De papo pro ar ? Sem dinheiro

Filha de um cearense, Raimundo, e de uma baiana, Maria, a carioca Carmélia Alves, eterna rainha do baião, excursionou por boa parte do mundo durante cinco anos. Da África à Rússia, de Portugal a países árabes. Gravou discos em todo canto. Indagada por um repórter sobre se ganhara dinheiro para não se aperrear no futuro, ela soltou uma risada dizendo que sim, mas insuficiente para suas necessidades no presente. E arrematou: ? Aprendi a cantar, mas não aprendi a ganhar dinheiro. Carmélia vive hoje no Retiro dos Artistas, no Rio. J&Cia Memória da Cultura Popular: Adoniran Barbosa estará no Cultura Popular nº 7 Adoniran Barbosa, um dos mais celebrados compositores paulistanos, será o tema da sétima edição de Jornalistas&Cia Memória da Cultura Popular, previsto para circular em 5 de novembro. Ela reproduzirá a entrevista que Adoniran deu a Assis Ângelo para a edição nº 27 da revista Homem, de novembro de 1980, pouco depois de completar 70 anos de idade e 40 de carreira artística. No site de J&Cia você pode conferir a sexta edição de Jornalistas&Cia Memória da Cultura Popular, com o compositor e instrumentista Sérgio Ricardo, que ganhou renome ao quebrar um violão e atirá-lo ao público que o vaiava no III Festival de Música Popular Brasileira, transmitido pela TV Record, em 1967.

Festa de entrega será na próxima 3ª (30/10), em São Paulo

Jornalistas&Cia e HSBC realizam na noite da próxima 3ª.feira (30/10) a festa de entrega do Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade, em cerimônia na EcoHouse, casa de eventos que tem a aplicação de conceitos de sustentabilidade, no bairro de Pinheiros, em São Paulo (rua Amaro Cavalheiro, 158). Na ocasião, receberão R$ 10 mil líquidos cada os vencedores de Mídia Nacional nos segmentos Jornal, Revista, Rádio, Televisão e Internet, o vencedor da categoria especial Rio+20 e o ganhador do Grande Prêmio, cumulativo, que somente será anunciado nessa noite; R$ 6 mil líquidos, os vencedores de Mídia Nacional dos segmentos Imagem ? Criação Gráfica e Imagem ? Fotografia; e R$ 5 mil líquidos, os vencedores de Mídia Regional (segmentos 1, 2, 3 e 4). Todos, mais os vencedores dos Prêmios Especiais para veículos e personalidade do ano, receberão ainda um troféu, feito pela artista plástica Elvira Schuartz. A festa, para cerca de 150 convidados, estará na próxima edição de J&Cia, que em função disso poderá sofrer atraso na distribuição. 

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