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terça-feira, abril 7, 2026

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SP recebe eventos de jornalismo online e cultural nesta semana

São Paulo sedia entre 4 e 7/12 (3ª e 6ª.feira) dois importantes eventos sobre jornalismo online e cultural, simultaneamente e no mesmo espaço, o Itaú Cultural (av. Paulista, 149).

O 6º MediaOn: Seminário Internacional de Jornalismo Online e o 4º Seminário Internacional Rumos Jornalismo Cultural irão discutir, cada um com seu foco, temas convergentes, como o comportamento do jornalista diante dos fenômenos causados pelas redes sociais.

MediaOn: Promovido pelo portal Terra e pelo Itaú Cultural, de 4 a 6/12 (3ª a 5ª.feiras), o evento abordará temas como as novas empresas de produção de conteúdo, o futuro das notícias nos dispositivos móveis, a realidade da publicidade no meio online, as mudanças na produção e distribuição do jornalismo em redes sociais e a transparência na cobertura da Copa do Mundo de futebol. Contando com o apoio da Online News Association, o MediaOn traz um trio de curadores para esta edição: o diretor global de Produtos e Conteúdo do Terra Antonio Prada, a diretora de Criação do The Zoo, do Google, Fernanda Cerávolo e o colunista da Folha de S.Paulo Jaime Spitzcovsky. Entre os convidados desta edição estão profissionais como Pedro Dória (O Globo), Juca Kfouri e Nelson de Sá (Folha de S.Paulo), Milton Jung (CBN), José Roberto de Toledo (Estadão), Walter de Mattos Jr. (Lance) e Bob Fernandes (Terra). A programação completa e as inscrições para os painéis, que são gratuitas, estão disponíveis pelo www.mediaon.com.br.

Rumos: Este ano com o tema O jornalista e a audiência na era da mobilidade, curadoria e redes sociais, o evento acontece de 5 a 7/12 (4ª a 6ª.feiras) e tem curadoria da coordenadora do curso de Jornalismo da UFRJ Cristiane Costa. Além de jornalistas e escritores, do Brasil e do exterior, o evento terá também entre seus convidados os músicos Emicida e Lobão. A programação completa está disponível em www.itaucultural.org.br e os ingressos serão distribuídos gratuitamente meia hora antes de cada apresentação. Reservas para grupos estão disponíveis pelo [email protected]. Transmissão online Todas as mesas do 6º Seminário Internacional de Jornalismo Online e do 4º Seminário Internacional Rumos Jornalismo Cultural serão transmitidas ao vivo no site do MediaOn.

Memórias da Redação ? Eu, a ?prima?, o terno e a valeta

A história desta semana vem do fiel colaborador Plínio Vicente da Silva ([email protected]), ex-Estadão, hoje vivendo em Roraima. Eu, a ?prima?, o terno e a valeta Quando leio qualquer coisa escrita pelo Moa (é assim que chamo meu preclaro amigo Moacyr José Castro Dias, com quem tive a honra de dividir a chefia de Reportagem do Estadão nos anos 1980), viajo de volta ao passado na garupa das muitas lembranças dos tempos em que vivi na Ribeirão Preto da minha infância e juventude. É bem verdade que eu só ia à cidade de vez em quando ou por precisão, pois morava em Guatapará, um dos seus distritos, localizado a pouco mais de 40 quilômetros, no vale do médio rio Mogi Guaçu. Era 1959 quando, aos 17 anos, consegui meu primeiro emprego como jornaleiro na banca da estação da Mogiana. À noite, lá pelas 10 horas, virava plantonista de Polícia, redigindo pequenas notas para a página 8 do O Diário. A banca era do pai do jornalista Marcial Fernandes, que escrevia periodicamente para o diário da família Romano e fora diretor do grupo escolar em que me graduara no quarto ano do curso primário. Sim, porque naqueles tempos formatura no ensino básico, que tinha uma alta qualidade, era como se fosse graduação. A coisa era tão séria que depois do 4º. ano a gente tinha que fazer admissão, uma espécie de vestibular, para entrar no ginasial. Marcial viu em mim algum lampejo de jornalista e me levou para morar com sua família na Rua Barão de Cotegipe, Vila Tibério, nas proximidades do antigo campo do Botafogo. Para chegar ao jornal, tinha que descer a Rua Coronel Luiz da Cunha e cruzar a praça da estação e o córrego Ribeirão Preto. Depois, passava ao lado das obras de reforma do mercado municipal, que fora parcialmente destruído por um incêndio um ano antes, e subia a Rua São Sebastião até a Américo Brasiliense. Fazia isso de segunda a sábado, um longo trecho que, por falta de grana para a passagem de ônibus, eu percorria a pé, batucando minha bengala pelas calçadas da capital do café. Certa noite, depois de receber o pagamento do seu Fernandes e cobrir meu plantão em O Diário, resolvi ir ao Pinguim. Cheguei, sentei-me, pedi um chope e o garçom não me serviu. Desconfiou que eu era ?de menor?. Embora já tivesse burlado o porteiro do cinema do bairro para assistir Manina, a moça sem véu (Manina, la fille sans voile, 1952), com Brigitte Bardot, ?proibidaço? para a turma sub-18, confessei que era e então me contentei com uma garrafa de Cotuba. Ainda que passasse da hora para gente da minha idade estar na rua, ali fiquei, fazendo companhia aos marmanjos que, para minha inveja, iam repetindo uma caneca atrás da outra. Já de madrugada, mais parecendo um fantasma vagando pelas ruas desertas, vestindo um belíssimo terno de linho branco que ganhara de uma tia, desci a General Osório, dobrei na esquina do Hotel Brasil e em vez de ir para casa decidi passar pelo mercado para ver as ?primas?. Cheguei e comecei a contornar a construção quando dei de frente com uma delas, de uns 40 anos, roupa espalhafatosa, maquiagem sobrando no rosto já amarfanhado como o linho do meu terno. Parou, parei e nos deparamos por um momento, olhos nos olhos brilhando à luz do poste. Ela abriu um sorriso malicioso e com uma voz doce e serena me convidou. Disse-lhe que não tinha dinheiro e ela, por verdade ou galhofa, respondeu que queria apenas minha companhia. Afinal, eu tinha só 17 anos. Deu-me um abraço, me tomou pelo braço e me levou para um canto escuro, num vão do prédio ainda inacabado. O que nem ela e nem eu percebemos era que entre a rua e o vão havia uma valeta e quando demos conta estávamos os dois enterrados até à cintura na lama de terra massapé. A saia dela, rodada, feito paraquedas, boiando como uma vitória-régia; meu terno… bem, restara apenas o espectro moribundo do que antes fora um belo terno. O vigia da obra ouviu nossos gritos por socorro e veio nos acudir. Amarrou cordas em volta de nossas cinturas e nos içou. Enquanto procurava minha bengala enterrada no lamaçal, a mulher sumiu pros lados da estação. Quando cheguei em casa, dona Eugênia acordou e veio me ver. Eu vestia metade branco, metade marrom escuro. Não houve sabão que limpasse nem corante Guarany que desse jeito de devolver, pelo menos em parte, a cor imaculada do meu belo terno de linho branco amarfanhado…

Ranking J&Cia anuncia criação de Conselho Consultivo

O Ranking Jornalistas&Cia dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros de Todos os Tempos está ganhando novo desenho este ano, a começar pelo número de prêmios pesquisados, que subiu de 65 para 92. Outra inovação é a criação do Conselho Consultivo, que está avaliando a metodologia e os critérios de pontuação adotados e sugerindo mudanças para aprimorar a iniciativa, buscando torná-la mais justa, equilibrada, coerente e relevante, tanto para os mais de 5 mil jornalistas que já receberam alguma premiação na carreira quanto para o mercado. Integram esse Conselho profissionais com larga experiência e que atuam ou atuaram em praticamente todo o espectro do jornalismo brasileiro: Ari Schneider, Audálio Dantas, Carlos Chaparro, Fátima Turci, Francisco Ornellas, Hélio Doyle, Junia Nogueira de Sá, Leão Serva, Luciano Martins Costa, Roseli Tardelli e Wilson Marini. O Ranking será publicado na última edição do ano de J&Cia, destacando os 200 mais premiados jornalistas brasileiros de todos os tempos, além dos 30 mais premiados de 2012. Complementarmente, J&Cia trará ainda os mais premiados de todos os tempos e do ano de 2012 por região (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste). Veículos e Grupos de Comunicação ? A exemplo da edição de 2011, o Ranking Jornalistas&Cia também destacará este ano os mais premiados veículos e grupos de comunicação do País, nas versões todos os tempos e ano de 2012. Ele será publicado na primeira edição de 2013, reunindo os cem veículos e os dez grupos de comunicação mais vitoriosos da história e do ano. O trabalho é coordenado pelo Instituto Corda, que hoje, em parceria com este J&Cia, constituiu um Centro de Memórias de Prêmios de Jornalismo, o único do gênero existente no País.

Micheline Alves assume novo núcleo na Trip Editora

Fernando Luna e Paulo Lima, sócios da Trip Editora, decidiram implantar para as revistas Trip e TPM uma estrutura editorial que há anos adotam na área de publicações customizadas: um diretor de núcleo orientando os diretores de redação e mídias digitais. No caso, uma diretora, Micheline Alves, que, segundo Paulo, ?era a candidata natural a testar esse novo modelo, já que está conosco há muitos anos, conhece muito bem os processos, o nosso olhar e o padrão editorial da casa?. Ressalva, porém, que as redações de Trip e TPM continuam exatamente com as mesmas pessoas e cargos, dirigidas, respectivamente, por Ricardo Alexandre e Carol Sganzerla. Paulo diz que a mudança foi decidida em função da participação das duas revistas em outras mídias (Trip TV, Trip FM, Casa TPM, Prêmio Trip Transformadores, tablets, aplicativos para mobile e cada vez mais conteúdo nos sites e nas redes sociais) e do salto de circulação das duas nos últimos 18 meses, que chegaram a cerca de 35 mil novos assinantes, fruto de parceria com a Editora Três, ?aumentando nosso alcance, responsabilidade e potencial de negócios?.

De papo pro ar – Que Elvis, que nada

História contada a Geraldo Vandré: Claude François, autor da canção My Way, lançada por Frank Sinatra, morreu sem nunca sequer ter apertado a mão de Frank; e justificava timidamente que era pequeno demais para isso. Elvis Presley também gravou a música dele. No filme O mito além da música, o diretor não faz referência a Elvis. Comentário de Vandré: ? Que Elvis, que nada, a grande voz foi Frank.   Zé Limeira no J&Cia Memória da Cultura Popular Circula na próxima 2ª.feira (3/12) a edição nº 8 de J&Cia Memória da Cultura Popular, com um texto que Assis Ângelo fez sobre o repentista e cordelista Zé Limeira, falecido em 1954, conhecido como ?O poeta do absurdo? por seus versos surrealistas, nonsense e recheados de neologismos esdrúxulos. A matéria de Assis, intitulada O cantador melhor que a Paraíba criou-lo, foi publicada na edição de 5/12/1977 do jornal Movimento.

Carlos Geraldo deixa a Presidência da Record no Rio

Carlos Geraldo Santana de Oliveira deixou no último dia 26/11 (2ª.feira) a Presidência da Record no Rio. Seu substituto é Cláudio Rodrigues da Silva, vindo da Record em Minas Gerais, onde foi substituído por Fabiano Freitas. As sucursais, que foram preservadas dos últimos cortes na sede da emissora em São Paulo, veem chegar a sua vez. O Rio enfrenta em clima de velório a festa de fim de ano, marcada para 15 de dezembro. Está acertada no Rio a dispensa de 28 pessoas no decorrer desta semana, em várias áreas. Quatro jornalistas e dois radialistas saíram já na mesma 2ª.feira. Seus nomes ninguém diz; a rescisão trabalhista formal deve demorar cerca de uma semana, e a previsão é de que mais outras ocorram. Carlos Geraldo é baiano e estava no grupo Record havia mais de 20 anos. Passou pelas rádios, chefiou a Record Brasília, presidiu a Record News praticamente desde a fundação do canal. No início de 2010, passou a comandar a sucursal Rio. Desentendimentos com a cúpula da Record o levaram a bater de frente com Honorilton Gonçalves, vice-presidente do grupo. E a fritura do cargo durou meses. O primeiro movimento a ser notado foi na cobertura das Olimpíadas, quando não houve repasse de verba para o Rio. Mais recentemente, a sede da empresa em São Paulo determinou um corte de 300 funcionários no Rio, ou quase 50% do total de 630, o que Carlos Geraldo recusou, pois tornaria a sucursal inoperante. O argumento final foi o bom trânsito de Cláudio Rodrigues na política, o que seria mais conveniente para o grupo do que uma administração com predominância técnica. É possível que Carlos Geraldo seja transferido para Recife.   Fabiano Freitas assume Record Minas Fabiano Freitas, diretor-presidente do Hoje em Dia, assumiu também o comando do Grupo Record Minas, a direção do portal R7 no Estado e a do portal Hoje em Dia, em substituição a Cláudio Rodrigues. Formado em Publicidade e Propaganda, Marketing e Administração de Empresas, Fabiano foi diretor da Record São Paulo e diretor-executivo da Record Florianópolis. Está no mercado de comunicação desde 1996.

Uma vida repleta de gols de placa

Morreu na madrugada desta 5ª.feira (29/11), aos 75 anos, Joelmir Beting, âncora e comentarista do Grupo Bandeirantes, com passagens por alguns dos principais jornais, rádios e tevês do País. Ele estava internado no Hospital Albert Einstein desde 22 de outubro, onde fazia tratamento contra uma doença autoimune. Embora a terapia avançasse, Joelmir sofreu um acidente vascular encefálico  hemorrágico no domingo (25/11), quando entrou em coma. O cardiologista Antônio Carlos Lopes e o superintendente médico Miguel Cendoroglo Neto divulgaram nota nesta 4ª.feira (28/11) informando que o ?paciente está clinicamente estável, porém seu estado é grave e irreversível?. Seu falecimento foi comunicado à 0h55. Joelmir Beting completaria 55 anos de carreira em 2013. Nascido em Tambaú (SP) em 1936, começou como repórter dos jornais O Esporte e Diário Popular em 1957, antes de se formar em Sociologia pela USP. Largou o jornalismo esportivo poucos anos depois, após perder a compostura durante a narração de uma partida entre o seu Palmeiras e o Corinthians. Em 1961, após um jogo entre Santos e Fluminense (3 a 1), em 5 de março, Joelmir encantou-se com um gol de Pelé e resolveu homenageá-lo, em nome dos cronistas esportivos da época, com uma placa no Maracanã. Ali nasceu a expressão ?Gol de Placa?, hoje célebre para se referir a tentos espetaculares. Foi o primeiro editor do caderno de Automóveis da Folha de S.Paulo, em 1966, e passou a chefiar a editoria de Economia em 1970. Começou a escrever também como colunista, e tornou célebre a forma como traduzia ao público termos e temas complexos de macroeconomia, especialmente durante a inflação galopante que tomou conta do País nos anos 1980. Na época, ?emplacou? outros bordões famosos, como ?Quem não deve, não tem? e ?Na prática, a teoria é outra?. Em agosto de 1991, transferiu-se, com sua coluna, para O Estado de S. Paulo. Também teve longa experiência na tevê, passando por Gazeta, Record e Globo, emissora em que esteve de 1985 a 2003. No ano seguinte passou à Band, atuando nas bancadas de Jornal da Band, Primeiro Jornal e Canal Livre, além de fazer comentários diários na BandNews TV e na rádio Bandeirantes (Jornal Gente e Três Tempos). Homenagens de colegas, familiares e admiradores têm se replicado das mais diversas formas desde a madrugada. Mauro Beting escreveu e leu ao vivo, na Rádio Bandeirantes, após saber da morte, um texto emocionado sobre o pai (leia a íntegra aqui). O Palmeiras anunciou que todos os jogadores entrarão com o nome Joelmir na camiseta em seu último jogo neste Campeonato Brasileiro, no sábado (1º/12), em homenagem a um de seus mais ilustres e fanáticos torcedores. O corpo é velado no Cemitério do Morumbi e a cerimônia de cremação acontece, fechada a familiares, no Cemitério Horto da Paz. Deixa a esposa, Lucila, com quem era casado desde abril de 1963, e dois filhos, Gianfranco, publicitário e webmaster, além de Mauro.

O Globo vence Grande Prêmio do CNT de Jornalismo

Liane Thedim e Henrique Gomes Batista, de O Globo/RJ, conquistaram o Grande Prêmio do 19º Prêmio CNT de Jornalismo 2012, com a série O Brasil que não viaja de avião. Os vencedores das demais categorias foram: Televisão ? Maurício Ferraz, Bruno Tavares, Robson Cerântula, Wagner Suzuki e Alberto dos Santos (TV Globo/SP), com Venda de liminares para donos de empresas de ônibus;Impresso ? Lilian Tahan, Ana Maria Campos e Ana Dubeux (Correio Braziliense), com Órfãos do asfalto; Rádio ? Carolina Ercolin (Bandeirantes/SP), com O ABC do trânsito;Internet ? Roberta Soares (JC Online/PE), com Obstáculos da mobilidade;Fotografia ? Custódio Coimbra (O Globo/RJ); e Meio Ambiente ? Elisa Ribeiro Capai e Renata Ferraz (Canal Futura/RJ), com Cicloativistas. A cerimônia de entrega está marcada para 5/12, em Brasília.

Miriam Leitão fatura Jabuti não ficção com Saga brasileira

Em cerimônia realizada na noite desta 4ª.feira (28/11), na Sala São Paulo, o livro-reportagem Saga brasileira: a longa luta de um povo por sua moeda (Editora Record), de Miriam Leitão, foi anunciado como vencedor da categoria Livro do Ano Não Ficção do 54º Prêmio Jabuti. Já vencedor em Livro Reportagem, em anúncio realizado em outubro, a obra desbancou outros 24 premiados nas demais categorias de não ficção. Em Livro do Ano Ficção a premiação reconheceu a obra A mocinha do mercado central (Editora Globo), de Stella Maris Rezende, vencedora em Juvenil, que curiosamente havia ficado também em segundo lugar na mesma subcategoria com outro livro: A guardiã dos segredos de família (Edições SM). A relação completa dos vencedores de cada uma das 29 categorias está disponível em www.premiojabuti.com.br/resultado.

Beto Gerosa deixa o iG

Após três anos à frente do iG, primeiro como diretor de Conteúdo e depois na função de publisher, Beto Gerosa deixa o comando do portal nesta 6ª.feira (30/11). Segundo ele, a aposta na produção de conteúdo próprio com profissionais do mercado, serviços de qualidade e na inovação de formatos multimídia, como infográficos e programas da TV iG, resultou num crescimento de 23% na audiência de pageviews da homepage entre janeiro de 2010 e outubro 2012 e de 200% no canal Último Segundo no mesmo período (dados do Google Analytics), além de uma receita 10% acima da média do mercado em 2011. Beto diz ter fechado seu ciclo de contribuição para o iG com o processo de venda que se concretizou em abril, quando foi firmado o acordo com a Ongoing, que se tornou a controladora do portal: ?Participei do projeto vitorioso de reformulação do iG, do grupo de transição no período de venda e finalmente, sob a nova administração, na adequação dos custos à nova realidade?. Os novos contatos dele são [email protected] e [email protected].

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