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J&Cia apresenta os veículos vitoriosos regionais de todos os tempos

Os veículos vitoriosos regionais de todos os tempos Os campeões regionais de todos os tempos apontados pelo Ranking J&Cia são: A Crítica, de Manaus (Região Norte), com 595 pontos e 14 prêmios acumulados; Jornal do Commercio, de Recife (Região Nordeste), com 3.030 pontos e 94 prêmios; Correio Braziliense, de Brasília (Região Centro-Oeste), com 3.435 pontos e 85 premiações; Rede Globo, do Rio de Janeiro (Região Sudeste), com 8.845 pontos e 258 prêmios; e Zero Hora, de Porto Alegre (Região Sul), com 6.565 pontos e 223 prêmios. O Norte, com poucos veículos e tímida tradição em prêmios, teve apenas 21 veículos premiados até hoje. Desses, dez são paraenses, cinco amazonenses, três acreanos, um roraimense e um tocantinense. Pela ausência de outros premiados, não houve sequer linha de corte para a Região Norte. Quem ganhou ao menos um prêmio entrou no ranking. No Nordeste, Pernambuco ocupa os dois primeiros lugares e quatro no total, mas são os alagoanos que têm o predomínio entre os 20 mais premiados de todos os tempos, com seis veículos. Também os cearenses estão bem representados, com cinco veículos, enquanto Bahia e Paraíba têm dois representantes cada. O Rio Grande Norte também se faz representar com um veículo. No Centro-Oeste, praticamente não há concorrência para a imprensa de Brasília, que além de liderar com folga, com o Correio Braziliense, tem ainda outros 17 entre os 22 mais premiados de todos os tempos, haja vista que houve empate na 19ª colocação entre três veículos. O Ranking do Centro-Oeste dos Mais Premiados de Todos os Tempos é complementado com três veículos de Goiás, um de Mato Grosso do Sul e um de Mato Grosso. O Sudeste, onde a briga é muito forte, praticamente repetiu a pontuação do ranking geral, pois a maioria dos vencedores é dessa região, daí o predomínio de Rede Globo e O Globo. Apenas um mineiro, o Estado de Minas, se intromete entre os 20 mais premiados de todos os tempos, que têm São Paulo como sede de 13 veículos e o Rio de Janeiro, outros seis. São, no total: quatro emissoras de televisão, nove jornais (incluindo o já extinto Jornal da Tarde), quatro revistas e três emissoras de rádio No Sul, o predomínio da RBS é incontestável, com as conquistas das três primeiras posições, com Zero Hora, Rádio Gaúcha e RBS TV. Entre os 20 mais vitoriosos, o grupo tem ainda o Jornal de Santa Catarina na 12ª posição e O Pioneiro, na 16ª. No total, os gaúchos figuram com 15 veículos entre os 20 mais da região, incluindo os já extintos Folha da Tarde e Folha da Manhã. Os paranaenses tem quatro veículos colocados e os catarinenses, um, exatamente o Jornal de Santa Catarina, da RBS. Veja a lista dos mais premiados por região:+ Centro-Oeste+ Nordeste+ Norte+ Sudeste+ SulVeja também:+ Ranking afere exclusivamente prêmios de jornalismo e focados na figura humana dos jornalistas+ Prêmios que compõem o Ranking Jornalistas&Cia+ O Conselho Consultivo do Ranking Jornalistas&Cia

Nova York exibe filmes de Ana Maria Rocha e Jorge Oliveira

O programa Cinema nas Quintas da Brazilian Endowment for the Arts ? BEA, em Nova York, terá no próximo dia 17/1, às 18h, uma apresentação especial dos cineastas/jornalistas brasileiros Jorge Oliveira e Ana Maria Rocha. Serão exibidos Carlos Drummond de Andrade (2002), de Ana Maria, e O mestre Graça (sobre Graciliano Ramos ? de 1996), O poeta e o capitão (sobre o encontro de Pablo Neruda com Luiz Carlos Prestes ? de 2005) e Perdão Mister Fiel (que trata da morte do operário Manoel Fiel Filho no DOI-Codi de São Paulo na época da ditadura militar ? de 2009), direção de Jorge e codireção de Pedro Zoca. Após a projeção haverá debate com os diretores. A entrada é franca e a BEA fica na 240 East 52nd Street, NY 10022. Informações pelo 1 212 3711556 ou [email protected]. Jorge entrou no jornalismo na década de 1960 e trabalhou nas principais redações de jornais do Rio de Janeiro e São Paulo. Numa rápida passagem por Brasília, em 1980, levou o primeiro Prêmio Esso para o jornalismo da cidade com denúncias sobre o Acordo Nuclear Brasil ? Alemanha. De volta ao Rio, ganhou novamente o Esso no Jornal do Brasil. No final dos anos 1990 deixou as redações para criar a JCV, empresa onde se dedica à realização de seus filmes, quase todos focados em personagens históricos de Alagoas, onde nasceu. Este ano, fará mais um dedicado a outra conterrânea, a psiquiatra Nise da Silveira, revolucionária no tratamento de doentes mentais e criadora do Museu da Imagem do Inconsciente. Jorge é autor de diversos livros e finalizou Muito prazer, eu sou a morte, que a Geração Editorial lançará ainda neste primeiro semestre ? a obra, autobiográfica, relata sua trajetória jornalística a partir de um episódio em que poderia ter sido morto, em 1996. Ana Maria trabalhou nas principais emissoras de televisão do País como repórter, editora e apresentadora. Dirigiu a TV Educativa do Rio e em 2006 participou da criação da TV Brasil Internacional, que dirigiu por cinco anos. Realizou vários documentários nos países de língua portuguesa da África e no Timor Leste. Nos últimos anos tem-se dedicado ao trabalho na JCV e à produção e montagem dos filmes de Jorge Oliveira.

Memórias da Redação ? O laboratório do Leporace

O laboratório do Leporace Esse título, escrito assim desse jeito, pode levar o respeitável público a imaginar que Vicente Leporace era dono de um laboratório farmacêutico ou de um laboratório de análises clínicas. Pensar em qualquer outro tipo de laboratório seria, digamos, uma insinuação malévola (malévola é bonito, hein?), não tem nada a ver com Leporace, que era um jornalista correto e um cidadão exemplar. Se necessário, ele até poderia lavar a honra com sangue, mas, civilizado, desistiria da ideia até porque lavar a honra com sangue prejudica o hemocentro da Santa Casa. Mas do que é que eu falava mesmo? Confesso que estou mais perdido do que o Romney depois da derrota para o camarada Obama. Acho que vou pedir ajuda aos universitários, ou ao meu amigo valente Ricardo Kotscho, que manja um bocado da arte de escrever. Já me lembrei: a conversa era sobre o laboratório do Vicente Leporace e, após encher linguiça e outros embutidos, não tenho mais como enrolar vocês e, assim, vou explicar que diabo de laboratório era esse. Além do antológico O Trabuco, Leporace também apresentava na Rádio Bandeirantes o programa Laboratório Musical, no fim da década de 60 do século passado (agora é assim: sempre que mencionamos o século 20 convém acrescentar a expressão século passado). Ele apresentava discos recém-lançados, enfim, as novidades musicais e, após a execução (do disco, não do cantor), fazia os comentários de praxe. E lá vinha bomba! Se o disco era bom, como um do cantor Wilson Simonal, Leporace não economizava nos elogios e colocava o cantor nas alturas. Quando ele achava o disco medíocre, a crítica era ácida, mas com dose de humor e fina ironia. Foi o que aconteceu com o cantor Ronnie Cord, que gravara Rua Augusta, um clássico da Jovem Guarda. Leporace detonou a música. O compositor era Hervé Cordovil, pai do cantor e que também fez a versão de outro sucesso do filho, o clássico Biquíni de Bolinha Amarelinha. O original é Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polka Dot Bikini, sucesso de Brian Hyland, cantor cujo topete era maior do que o de Elvis Presley. Comentário do jornalista: ?O Hervé Cordovil, agora, virou twistista?. Em pleno ar, de improviso, ele criou um neologismo interessante, uma alusão aos cantores e compositores de twist, o ritmo consagrado por Chubby Checker (crônica também é cultura). Leporace achava o fim da picada um compositor do quilate de Hervé Cordovil render-se ao iê-iê-iê, logo ele que compusera Vida do Viajante, em parceria com Luiz Gonzaga, e Sabiá lá na Gaiola, que fez com Mário Vieira. Em outra ocasião, a vítima foi ninguém menos que Roberto Carlos, que, à época, não encontrava muito espaço nas rádios paulistanas. A exceção era a Rádio Piratininga, onde o produtor e discotecário Carlos Vidal deu uma força ao Zunga, apelido de Roberto, outro que nunca arriscou o pescoço por nada (quando lhe perguntavam sobre política, RC tirava o dele da reta dizendo que era Vasco). Não é exagero afirmar que Vidal ajudou a projetar o cantor em São Paulo. As outras rádios torciam o nariz para ele. Ou tapavam os ouvidos. O futuro rei (olha a República em perigo, te cuida, camarada Dilma!) tinha acabado de gravar Parei na Contramão. Leporace ouviu o rockinho ? ou iê-iê-iê, sei lá ? e não perdoou:?Parou na contramão? Então, merece ser multado, chamem o guarda de trânsito?. Vicente Leporace também foi apresentador de um programa dominical na Televisão Bandeirantes, hoje Band. Ele reclamava de perseguição do Ibope, achava que o instituto de pesquisas não lhe fazia justiça sobre a audiência do programa. Na avaliação do apresentador, o programa tinha boa audiência em São Paulo. No livro Na Terra do Crioulo Doido ou Febeapá 3 (Festival de Besteira que Assola o País), Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto) reservou um capítulo para falar das bobagens televisivas. Tem cada coisa do arco da moça. Mesmo não sendo analgésico, o humorista tomou as dores do apresentador. Reproduzo a seguir o trecho em que Stanislaw conta a encrenca de Leporace com o Ibope: ?No domingo seguinte, mostrou (Leporace) um cheque de um milhão de cruzeiros, logo que o programa começou e explicou que, segundo o Ibope, seu programa era visto por mais ou menos umas 20 mil pessoas. ?Muito bem? ? prosseguiu ? ?se algum telespectador receber em sua casa ou conhecer algum ?pesquisador? do Ibope, mande-o aqui com o seu respectivo cartão de identificação que este cheque de um milhão será dele. São 4 horas da tarde. Eu espero até as 7?. Até hoje não apareceu nenhum?.

Ranking J&Cia: Os Mais Premiados Veículos de Comunicação em 2012

A Rede Globo continuou demonstrando em 2012 seu poderio na conquista de prêmios de jornalismo, amealhando 19, que lhe deram 490 pontos. Com esse desempenho, liderou o Ranking dos Mais Premiados Veículos de Comunicação Brasileiros em 2012. Cinquenta pontos abaixo, a vice-liderança ficou com o Estadão, cujos profissionais conquistaram ao longo do ano passado dez prêmios, acumulando 440 pontos para o veículo.

A Folha de S.Paulo, vencedora do mais importante prêmio nacional, o Esso de Jornalismo, obteve 410 pontos, ficando com a 3ª colocação. O Globo obteve 12 prêmios e 370 pontos; e o Correio Braziliense, 11 prêmios e 305 pontos. Todos os demais ficaram abaixo dos 300 pontos, sendo que a linha de corte de pontuação no ano que passou, para se chegar aos 30 mais vitoriosos, foi de 60, número atingido por Flap Internacional, iG e Piauí.

Confira a seguir os mais premiados veículos de comunicação de 2012:Veja também:+ Ranking afere exclusivamente prêmios de jornalismo e focados na figura humana dos jornalistas+ Prêmios que compõem o Ranking Jornalistas&Cia+ O Conselho Consultivo do Ranking Jornalistas&Cia.

Vital Battaglia lança Ah!, com histórias de sua carreira

Vital Battaglia acaba de lançar Ah!: atestado de óbito do JT e outras histórias do jornalismo (Editora Detalhe), com histórias de sua carreira de 45 anos, em especial no Jornal da Tarde, onde trabalhou por 25 anos como repórter especial, editor de Esportes e editor de Projetos Especiais (antes passou por Última Hora e Notícias Populares).Foi também diretor de Esportes da TV Record (1978), comentarista da Jovem Pan, dirigiu a redação dos jornais A Gazeta Esportiva ? A Gazeta (1992/1996), atuou como assessor de imprensa da Comissão Técnica da Seleção Brasileira de Futebol (1990/1991) e em 1998 criou o extinto site Olé. São cerca de cem histórias com bastidores das principais reportagens que escreveu, desde o início da ditadura até os dias de hoje. O livro pode ser adquirido no site da editora. Pelo JT, Vital ganhou um prêmio Esso individual, na categoria Informação Esportiva, com As aventuras de um rei do futebol (1973), e oito em equipe: O casamento de Pelé (1966), A tragédia de Caraguatatuba (1967), Juiz ladrão e herói (1968), O primeiro transplante de coração na América do Sul (1968), Incêndio no Joelma (1974), cobertura de duas Copas do Mundo (1978 e 1986) e Os 20 anos do BNH (1984).

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