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sábado, abril 11, 2026

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Ejesa deve transferir sede do Brasil Econômico para o Rio

A Ejesa já decidiu: vai transferir a sede do Brasil Econômico para o Rio de Janeiro. A informação ainda não é oficial, mas pelo que apurou Jornalistas&Cia a mudança já começou a ser planejada.  O jornal certamente terá de buscar um novo diretor de Redação, pois Joaquim Castanheira, convidado a se transferir para o Rio, não teria aceito, por não pretender deixar São Paulo, onde tem carreira consolidada e também por razões familiares. Ricardo Galuppo, primeiro diretor de Redação e atual publisher do jornal, também deve desfalcar as hostes do Brasil Econômico. Tem convite para atuar como colunista dos veículos da Ejesa, mas, pelo visto, seus planos pessoais e profissionais vão em outra direção. Tímidos em São Paulo, os rumores sobre a mudança explodiram no mercado carioca.

Margarida Kunsch passa a dirigir a ECA/USP

Professora titular e chefe do Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo da Escola de Comunicações e Artes da USP, além de coordenadora do curso de pós-graduação Lato Sensu de Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, Margarida Kunsch é a nova diretora da ECA/USP. Designada no último dia 19/2 pelo reitor João Grandino Rodas, ela é a primeira mulher a dirigir a Escola, que completa 47 anos em 2013. Autora de diversos livros na área de Comunicação Organizacional, sendo referência nacional e internacional na área de Relações Públicas, Margarida foi recentemente homenageada com a Comenda Waldyr Gutierrez Fortes na sétima edição do Prêmio Relações Públicas do Brasil, honraria concedida apenas uma vez a cada dez anos às personalidades que atingiram status de referencial pleno na profissão e que tiveram 100% de aprovação da comissão de notáveis para a indicação. Com trajetória marcada por efetiva participação em entidades científicas e associações de classe nacionais e internacionais da área, como cofundadora e titular de diversos cargos diretivos, preside atualmente a Socicom – Federação Brasileira das Associações Acadêmicas e Científicas de Comunicação.

ProXXIma, do Grupo M&M, estreia projeto multiplataforma

A ProXXIma, unidade do Grupo Meio & Mensagem dedicada à cobertura do mercado de negócios relacionados à internet, passará nesta 6ª.feira (1º/3) a contar com novo site, newsletter diária, edição semanal para tablets iOS e Android, revista impressa trimestral com foco em análises, além de aplicativo para smartphones e perfis nas redes sociais. O site terá quatro editorias – Social, Mobile, Negócios e Criação – e seu conteúdo também poderá ser visto por meio da newsletter enviada por e-mail aos usuários cadastrados. Já o aplicativo para smartphones trará atualização em tempo real do conteúdo oferecido no site, permitindo ao usuário acesso móvel sem necessidade de conexão ao browser. A ProXXIma Semanal, dedicada exclusivamente aos usuários de tablets iOS e Android, estará disponível gratuitamente nas lojas dos dois sistemas operacionais às 6as.feiras com notas sobre a semana no mercado de marketing digital, além de reportagens com texto, gráficos interativos, áudio e vídeo acerca de temas inerentes ao segmento, como uso de redes sociais por marcas, mobile marketing, games, search e startups. Já a revista impressa trimestral terá foco em análises, estudos e reportagens especiais. Com tiragem de dois mil exemplares, será distribuída aos cem maiores anunciantes e cem maiores agências atuantes no Brasil. As quatro edições serão temáticas e vão circular em março (Creativity Issue), junho (Social Issue), setembro (Inovation Issue) e dezembro (Mobile Issue). Com perfis já ativos em facebook, twitter e google+, a ProXXIma estreará ainda em março no linkedIn e, em abril, no pinterest. A gestão da presença nas redes ficará a cargo da Agência Ideal, que atuará sob supervisão dos editores. A equipe da ProXXima é composta por Pyr Marcondes (diretor), José Saad Neto (editor-executivo), Arthur Quezada, Eduardo Mustafa e Paulo Peralta (repórteres), Gilson Schwartz e Mentor Muniz Neto (colunistas) e Carla Fujita (assistente de Redação). 

Roche e FNPI lançam Prêmio de Jornalismo em Saúde

Roche e Fundação Gabriel García Márquez para o Novo Jornalismo Ibero-americano (FNPI) lançam o Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde, que visa a promover trabalhos de jornalismo científico na área. A FNPI conduzirá desde as inscrições até a seleção do júri e a escolha dos ganhadores do prêmio. Nesta primeira edição, podem ser inscritos trabalhos publicados ao longo de 2012, sejam em texto (publicação impressa ou online) ou vídeo (tevê aberta, fechada ou publicações online). As matérias devem abordar uma das seguintes temáticas: inovação e cuidados com a saúde; biotecnologia em saúde; acesso a tratamentos de saúde; pesquisa e desenvolvimento em temas de saúde; regulamentação e políticas públicas em saúde; e oncologia. O vencedor de cada categoria (textos ou vídeos) receberá uma bolsa de estudos para participar de um workshop da FNPI na Colômbia. A cerimônia de premiação será realizada em julho, durante o Roche Press Day, fórum educativo para o jornalismo científico no Chile. As inscrições ficam abertas até 15/4 pelo www.premiorochedejornalismo.com.

Libero Badaró está de volta com sua 10ª edição

Após dez anos de sua ultima edição, foi lançada nesta 2ª.feira (25/2) a 10ª edição do Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo. A iniciativa da revista e portal Imprensa conta com apoio institucional da Associação Brasileira de Imprensa, Instituto Internacional de Ciências Sociais, Instituto Palavra Aberta e Artigo 19, além de patrocínio da Souza Cruz. O prêmio distribuirá R$ 76 mil aos trabalhos vencedores, sendo R$ 16 mil para o Grande Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo; R$ 8 mil para as categorias Jornalismo Impresso, Radiojornalismo, Telejornalismo e Webjornalismo; e R$ 4 mil para as categorias Fotojornalismo, Reportagem Cinematográfica, Ilustração, Primeira Página, Jornalismo Universitário e Cobertura Internacional, além de uma homenagem especial para o Destaque do Ano. Até sua 9ª edição, realizada em 2002, a premiação teve relevante importância no cenário nacional, tanto é que seu Grande Prêmio atribui ao vencedor 65 pontos no Ranking Jornalistas&Cia dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros de Todos os Tempos, mesmo patamar que estão as demais categorias nacionais dos prêmios Esso e Embratel. Podem concorrer, reportagens publicadas entre 8/4/12 e 7/4/13, e as inscrições podem ser feitas até dia 20/5. Mais informações no www.premioliberobadaro.com.br.

Prazo para inscrição em seminário da Abraji termina nesta 6ª.feira

Terminam nesta 6ª.feira (1º/3) as inscrições para o 1º Seminário Regional de Jornalismo Investigativo. O evento, que acontece no próximo dia 9/3 (sábado), irá contar com presenças internacionais como as do argentino Carlos Lauría, coordenador para as Américas do Comitê para Proteção de Jornalistas, e do norte-americano Mark Hunter, autor do livro Global Investigative Journalism Casebook, além de importantes nomes da imprensa brasileira como os de Ana Estela de Sousa Pinto (Folha de S.Paulo), Marcelo Moreira (TV Globo/Abraji) e Eugênio Bucci (ESPM). Outros destaques ficam por conta da presença dos atuais ganhadores da principal categoria do Prêmio Esso Filipe Coutinho, Julio Wiziack, Leandro Colon, Rodrigo Mattos e Sérgio Rangel, da Folha de S.Paulo, e de Letícia Duarte, de Zero Hora, vencedora do Esso de Reportagem. O seminário acontece das 9h às 18h, na Universidade Anhembi Morumbi – Campus Vila Olímpia (rua Casa do Ator, 275). As inscrições estão disponíveis pelo www.abraji.org.br e são gratuitas para associados da Abraji. Para profissionais não-sócios o valor da inscrição é de R$ 75 e para estudantes não-sócios é de R$ 50.

Lucia Camargo é a nova editora-chefe da Folha de Alphaville

De volta ao mercado após período de licença-maternidade, quando deu à luz sua primeira filha, Laura, Lucia Camargo Nunes chega à Folha de Alphaville para ocupar o cargo de editora-chefe. Jornal semanal do Grupo Metromídia, a Folha de Alphaville tem circulação de 20 mil exemplares e distribuição gratuita às 6as.feiras nos residenciais e condomínios de Alphaville, Tamboré e Aldeia da Serra, na Região Metropolitana de São Paulo. Antes de sua licença, Lucia era editora-chefe da revista mensal Automotive News Brasil, publicada pela Editora Sirius, e teve passagens por Automotive Business, Car and Driver e Jornal do Carro, quando este ainda era editado pelo JT. Além de editar a Folha de Alphaville, ela ficará responsável pelas reportagens de Economia, Negócios, Gastronomia e pelo caderno de Veículos, sua especialidade. Outra novidade por lá, foi a chegada do repórter Arlindo Junior que estava na equipe de Comunicação da Prefeitura de Santana de Parnaíba. Integram ainda a redação do jornal os repórteres Robson Donizete e Renata Gomes, e o repórter fotográfico Tanio Marcos. Os novos contatos de Lucia na publicação são [email protected] e 11-2424-7540, ramal 29.

A Notícia (SC) comemora 90 anos

O diário A Notícia, de Santa Catarina, completou neste domingo (24/2) 90 anos de circulação. Em cerimônia realizada na última 6ª.feira (22/2) – com a presença de profissionais da comunicação, autoridades, anunciantes, parceiros, colaboradores e a diretoria executiva do Grupo RBS –, o jornal lançou a campanha A Notícia: há 90 anos escrevendo a história com você. As comemorações pela marca começaram ainda em dezembro passado, com a publicação do caderno 90 histórias. No início deste ano, novos suplementos do jornal chegaram às bancas. Encartados nas edições de fim de semana, eles abordam universo feminino (revista + Estilo), economia (Negócios&Cia), televisão (Tevê+Lazer) e cultura (Anexo Ideias). Outra novidade é o site A Notícia – 90 anos, que registra eventos comemorativos, história, fatos e pessoas que participaram desse marco. No facebook, a página do jornal traz uma linha do tempo que relata os 90 anos, além de um álbum especial com 90 capas históricas.  Também foram anunciados os aplicativos para smartphones e tablets que estarão disponíveis a partir de 31 de março. Entre as homenagens recebidas, a Federação Catarinense de Futebol deu à taça do segundo turno do Campeonato Catarinense o nome de Taça A Notícia 90 Anos. O jornal circula em 90% dos municípios catarinenses, para 370 mil leitores. A maior parte das vendas (78%) se concentra na região Norte do Estado, especialmente em Joinville, onde foi lançado. O diretor regional do Grupo RBS na cidade, Bruno Watté, diz que as manifestações recebidas do público confirmam a importância de atentar para as necessidades locais e de dar oportunidade de fazê-lo protagonista, primando pelo bom relacionamento. Em pesquisa qualitativa encomendada ao Instituto Lupi & Associados, A Notícia alcançou nota de 8,5 em credibilidade.   

Prêmio Estácio abre inscrições para edição 2013

Estão abertas as inscrições para o 3º Prêmio Estácio de Jornalismo, que contempla matérias tendo o Ensino Superior como tema central. O concurso vai distribuir nove prêmios no valor total bruto de R$ 100 mil, divididos entre as modalidades Nacional e Regional, que se subdividem nas categorias Impresso (Jornal e Revista), Televisão, Rádio e Internet. Na modalidade Nacional, o prêmio para cada vencedor será de R$ 12 mil brutos e, na Regional, de R$ 8 mil. A partir desta edição, será concedido um prêmio principal, o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo, no valor de R$ 20 mil, para o qual concorrem todos os trabalhos finalistas, independentemente de categoria. O julgamento será feito em três etapas. Valem reportagens veiculadas entre 11/6/2012 e 10/6/2013. As inscrições serão aceitas até 11/6/2013. Outras informações estão no hotsite www.premioestaciodejornalismo.com.br. Para resolver dúvidas, os candidatos devem procurar Cíntia Marin (21-3311-9880 e [email protected]) ou André Marins (21-3311-9835 e [email protected]).

Memórias da Redação ? O leitor de manchetes

A história desta semana é novamente uma colaboração Renato Lombardi ([email protected]), comentarista para os assuntos de segurança e Justiça da TV Record. O leitor de manchetes Guilherme era seu nome. Mamamá, o apelido. Negro, instrução primária, goleiro do time da redação, sempre sorridente. Função: contínuo. O jornal era o Notícias Populares. A redação ficava na Barão de Limeira, prédio colado ao do Folhão [Folha de S.Paulo]. O jornal tinha sido incorporado ao Grupo Folhas. E lá estávamos nós, no dia a dia, fazendo um jornal que tinha extravagância em suas manchetes mas um conteúdo sério, firme, acreditado, feito por gente competente. Jornal respeitado, que chegou a vender mais de 170 mil exemplares por dia. A editoria de Polícia era comandada por Ramão Gomes Portão, que montara sua equipe com pessoal da Ultima Hora. A de Esportes tinha Celso Eduardo Brandão, também procedente da UH. Outro de lá, Moracy do Val, era o responsável pelo setor de Variedades. Afinal, a redação era composta em sua maioria por colegas – como eu – que haviam deixado a Última Hora depois que a ditadura forçou o jornal a mudar sua linha editorial e obrigou Samuel Wainer – o dono – a fechar sucursais por todo o País e a demitir centenas de jornalistas. O diretor e criador do NP era Jean Melé. Ele viera da Sibéria e fora da editoria de Internacional da Última Hora. Ao perceber que a situação política poderia provocar o fechamento da UH, preparou um projeto de jornal popular – para até tentar substituir a Ultima Hora – e entregou ao dono do então Banco América, que também era político. O NP começou no velho prédio da rua do Gasômetro. Suas manchetes eram tão criativas que na entrada do prédio havia uma vitrine onde eram deixadas a primeira página, as do esporte, de polícia. Dezenas de pessoas paravam para ler. Poucos anos depois o jornal passou a funcionar na Barão de Limeira. E lá estava o Mamamá. Todos os dias, as sugestões de manchete para o dia seguinte eram apresentadas pelos editores e entregues para Melé no começo da tarde. A maioria era do noticiário policial. Havia também uma coleção de fotos de mulheres quase nuas que Melé tirava de revistas e jornais de outros países, sem pagar nada (anos depois foi obrigado a pagar uma grana alta). A escolha da manchete e da foto era discutida entre os editores e repórteres. Mas a palavra final era do Mamamá. – Que tal esta mancheta? –, perguntava Melé. Os editores palpitavam. Duas ficavam sempre para o final. Mas quando todos voltavam para suas mesas Melé chamava Mamamá, que era o contínuo da diretoria. E era ele quem indicava o que seria manchete no dia seguinte. – É a voz do leitor do NP –, dizia Melé para justificar porque escolhia a opinião do seu contínuo. Guilherme não entendia. Um dia me perguntou: “Por que o senhor Melé pede que eu fale da manchete do jornal?”. Expliquei que seu entendimento sobre a manchete – cujo destaque era o crime do dia ou fatos da economia que iriam beneficiar trabalhadores – era o mesmo da maioria dos que gostavam de ler o jornal. Enfim, ele ali representava o leitor. Mamamá ficou orgulhoso. Dias depois, na pequena lanchonete da entrada do segundo andar, onde ficava a redação, ouvi-o falando para os outros contínuos. – Eu é que decido o que sai na manchete. A escolha é minha. Sou muito importante no jornal. E realmente era. A indicação dele fez com que o jornal vendesse muitos exemplares em banca – não tinha assinatura – por alguns bons anos. Claro que, repito, o conteúdo era excelente, pois caso contrário a manchete não teria respaldo. A equipe era tão competente que muitos tomaram caminhos diferentes. A grande maioria foi para o JT, outros para o Estadão. Eu fui para O Globo. E os que ficaram continuaram produzindo um jornal robusto e informativo. Mas com a morte de Melé o NP tomou outros rumos. Mamamá saiu do jornal e voltou para o Rio de Janeiro, onde nascera e estava sua família. Mas essa é uma outra história a ser contada aqui.

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