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sexta-feira, abril 10, 2026

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De papo pro ar ? Coisa de macho

Essa quem me contou foi Papete, o rei do berimbau. Mestre Sivuca caminhava tranquilo por uma calçada em Belo Horizonte, ao lado do amigo Gilson Peranzetta. Precisavam atravessar a rua. Mas antes do sinal indicar o verde de segurança, Sivuca adiantou-se no exato momento em que uma carreta passava buzinando, e à toda velocidade. Num reflexo mecânico e salvador, Gilson puxou o sanfoneiro pelo braço. Ufa! Sem se dar conta de que escapara por um triz, Sivuca disse com toda a tranquilidade possível: – Oxente, rapaz, calma! Eu sou é macho!

Petrobras lança o maior prêmio brasileiro para o jornalismo

Graça Foster, presidente da Petrobras, anunciou na manhã desta 5ª.feira (9/5) a primeira edição do Prêmio Petrobras de Jornalismo, que vai distribuir R$ 461.150 brutos, o maior valor entre todos os concursos destinados a profissionais de redação. O lançamento do prêmio é parte das comemorações dos 60 anos da empresa, em outubro deste ano. As inscrições serão abertas à 0h de 10/5 (6ª.feira) e se encerram em 10/7, com regulamento publicado no www.petrobras.com.br/agenciapetrobras. Graça ressaltou que a premiação não se destina apenas à cobertura do negócio Petrobras, mas de todo o setor de óleo e gás, assim como de aspectos importantes para o País. Citou ainda a participação da imprensa para a Petrobras chegar ao que é hoje, incluindo o que ela não gosta quando lê: “As visões, percepções e também acusações nos ajudam muito”. Lúcio Pimentel, gerente de Imprensa da Comunicação Institucional da Petrobras, detalhou as características do certame. Serão quatro categorias temáticas – Cultura, Responsabilidade socioambiental, Esporte, e Energia, petróleo e gás –, nas mídias Jornal/Revista, Televisão, Rádio e Internet, além de um trabalho de Fotojornalismo sobre qualquer um dos temas previstos. Essas categorias, por sua vez, se enquadram em Nacional, em que o candidato deve comprovar a abrangência do trabalho, sendo cada uma contemplada com R$ 17.200; e Regionais, na qual os estados brasileiros estão agrupados em quatro regiões, nos mesmos temas e em qualquer mídia, recebendo cada uma R$ 7.150. Será escolhido ainda o vencedor do Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, que fará jus a R$ 30 mil, contemplando os temas citados em qualquer mídia, com exceção de Fotojornalismo. Serão ao todo, portanto, 35 vencedores, incluindo o GP. O julgamento está previsto para outubro. A Comissão de Seleção, composta por cinco membros com experiência comprovada de pelo menos dez anos em jornalismo, vai selecionar cinco trabalhos por tema, sob supervisão da Secretaria Executiva da Coordenação do prêmio. Na segunda etapa, a Comissão Julgadora, também composta por cinco membros com vasta experiência, escolherá os vencedores, encaminhando seus votos isoladamente para tabulação pela Secretaria. A celebração dos 60 anos da Petrobras, descrita em linhas gerais pelo gerente-executivo de Comunicação Institucional Wilson Santarosa, terá várias outras ações, dentre as quais se destaca a campanha publicitária a ser veiculada até outubro, sob o tema O que inspira a gente. Aos jornalistas, com certeza, acaba de ser dado um bom incentivo para inspiração.

Rede Bom Dia corta no interior mas deve contratar em São Paulo

Como resultado do compartilhamento de conteúdo e do fechamento centralizado na sede do Diário de S.Paulo das edições de Jundiaí, Sorocaba, Bauru, São José do Rio Preto e ABCD da Rede Bom Dia, que começou a ser feito em 21/4, 22 profissionais deixaram as redações desta última na semana passada. Segundo Fernando Miziara, diretor-geral da Rede Bom Dia, os cortes ocorreram nas funções do interior que passaram a ser desempenhadas na capital. Ele diz porém que 12 delas terão novos ocupantes em São Paulo. O processo de integração das redações começou há cerca de dois meses e a primeira edição dele resultante foi às bancas em 28/4, com o conteúdo nacional gerado pelo Diário encartado num suplemento de 16 páginas. Com isso, informa Fernando, as edições locais passaram de 32 para 48 páginas e de R$ 1 para R$ 1,50 o preço de capa. “A circulação cresceu 15% nessa primeira semana, embora ainda seja cedo para garantir que a tendência se mantenha”, ressalva ele. Ainda como resultado do processo, Carlos Frey de Alencar, editor-chefe da Rede Bom Dia, passa a diretor de Redação de todos os jornais, posto que estava sem titular desde a saída de Leão Serva, em agosto de 2011. Ivan Finotti assumiu interinamente em 6/5 a edição da sãopaulo, revista dominical da Folha de S.Paulo. Finotti começou a carreira no Notícias Populares, trabalhou em diversas editorias da Folha, como Ilustrada e revista Serafina, e passou por outros veículos. É coautor de Maldito, biografia de Zé do Caixão.

Brasil Econômico entra em nova fase

O Brasil Econômico monta a redação do Rio, que deixa de ser sucursal e passa a sede do jornal, com nomes conhecidos no mercado. Chamam a atenção a coluna de Nadja Sampaio (ex-Defesa do consumidor de O Globo) e o Informe New York de Heloisa Villela. Para a equipe da editora-executiva Sônia Soares chegam Josete Goulart, editora de Finanças, vinda de Brasília, e Rachel Cardoso, sub de Empresas, vinda de São Paulo. Foram contratados Flávia Galembeck, editora de Empresas; Paulo Henrique Noronha, editor de Brasil; Eliane Velloso, editora-assistente de Finanças; Nicola Pamplona, repórter especial (que deixou a coordenação de imprensa da Transpetro); e Cassiano Viana, repórter (ex-Agência CMA). Continuam na casa Érica Ribeiro, antes repórter e agora editora-assistente de Empresas, mantendo sua coluna às 2as.feiras com o novo título de Plano de negócios, e a repórter Gabriela Murno. Desde 6/5 o jornal circula com novo projeto gráfico – de André Hippert, com Renata Maneschy –, em papel-jornal e não mais na cor salmão, com espaços abertos que deixam o texto arejado e destaques para artes e fotos, incluindo um editorial semanal apenas de imagens, na seção À vista.

Nair Suzuki deixa o Estadão

Nair Keiko Suzuki, editora-assistente de Economia e Negócios do Estadão, decidiu encerrar nesta 2ª.feira (6/5) sua segunda passagem de oito anos pelo jornal. Segundo informou ao informativo Jornalistas&Cia, o motivo principal foram as pressões de familiares, que insistiam para que reduzisse seu ritmo de trabalho após 44 anos de profissão. Mas, embora sequer insinue, certamente pesou na decisão o recente corte por que passou o jornal, que provocou aumento de tensão e de trabalho. Por ora, garante não ter planos profissionais: “Estou encerrando mais um ciclo de oito anos. Vou ficar mais perto da família, curtir minha netinha que mora em Uruguaiana mas está vindo aí, descansar… Só mais à frente, se não me acostumar a esse novo ritmo, decidirei o que fazer” (quem a conhece aposta que esse “mais à frente” não vai demorar muito). Na primeira passagem dela pelo Estadão, de 1986 a 1994, atuou como sub de Economia. Dois anos depois, período em que editou a revista Notícias Fiesp, iniciaria outro ciclo de oito anos, agora na Gazeta Mercantil, onde entrou para coordenar o caderno de Empresas e depois passou a adjunta do editor-chefe. Antes, teve três passagens pela sucursal do JB, duas pela Agência Folhas e uma na Folha de S.Paulo, também por oito anos (1975-1983), na pauta da Economia, Atuou ainda em IstoÉ e na extinta Afinal. O contato de Nair é [email protected].

Época chega às bancas com novo projeto gráfico

A revista Época foi às bancas esta semana com novo projeto gráfico e a reformulação de algumas seções. Helio Gurovitz, diretor de Redação do Grupo Época da Editora Globo, disse a J&Cia que o mais relevante do projeto do diretor de Arte Marcos Marques e do editor-executivo de Arte Alexandre Lucas “é valorizar as autorias e criar um produto jornalístico com uma voz própria, formada pela união das vozes dos seus autores. Nossa intenção é ter um tom e um olhar originais para os temas da pauta”. No texto da revista em que apresenta as mudanças, Helio informa que o objetivo delas é tornar mais claras e aprofundar algumas características de Época, citando entre estas a qualidade de fotos, quadros e gráficos, bem como “a clareza, limpeza e organização de suas páginas”, além da convivência da apuração “criteriosa e equilibrada” dos fatos com os diferentes estilos de prosa e tons da equipe de texto: “Época cultiva a reputação de ser uma revista escrita por autores – e continuaremos assim”. E para destacar o estilo desses autores, explica, criaram vinhetas “que representam não apenas o tema ou a área abordada, mas também o olhar e o tom de quem escreve”. Com isso, algumas seções, como Mente Aberta, tornam-se vinhetas a partir desta edição. Já as seções Tempo (concentrada nas notícias e reportagens exclusivas), Ideias (voltada para o conhecimento) e Vida (destinada a contar histórias inspiradoras e sofisticadas), que ele classifica como “os pilares de nosso projeto editorial”, permanecem intocadas. Como parte desse processo de reforçar autorias, Helio Gurovitz informou que os editores e os repórteres passaram a trabalhar em pools, o que para ele aumenta a sinergia da equipe, favorece as trocas e intercâmbios e permite que os primeiros também façam matérias: “Na realidade, apenas tornamos oficial o que já vinha ocorrendo na prática”.

Lance faz mudanças na redação, cria editoria e Academia Lance

O Lance promoveu mudanças em suas redações com o objetivo de agilizar a produção e o fechamento de conteúdo das plataformas do grupo. A primeira foi a criação da editoria Conteúdos Externos, a cargo de Tiago Pereira, que deixou o núcleo Botafogo. Ele vai cuidar do programa Craques do Futuro, do Serviço de Atendimento ao Torcedor e da troca de informações entre a Rede Nacional Lance. Ao núcleo Botafogo chegou Vinícius Andrade, ex-Rádio Tupi e Metro. Outra novidade é a formação da Academia Lance, um time de 60 especialistas de várias áreas relacionadas ao esporte (medicina, direito, marketing, gestão, entre outras). A coordenação é de Claudinei Queiroz, que deixou o Lancenet em São Paulo. Nas redações, os editores-executivos regionais Daniel Bortoletto e Mateus Benato passam a coordenar, da pauta à edição, todo o material de Lance, Lancenet, LanceTV e LanceMobile. Já Flávio Garcia e Alessandro Abate, respectivamente editores de fechamento de Rio e São Paulo, vão trabalhar como executivos, discutir capas e executá-las. Por fim, Aurino Leite, que passou pelo jornal entre 2001 e 2003, vai chefiar a editoria do Vasco. O editor-chefe do Grupo Lance é Luiz Fernando Gomes. 

Estadão e Tetra Pak promovem ações de Jornalismo Ambiental

A Tetra Pak e o Grupo Estado anunciaram esta semana parceria para promover a Semana Estado de Jornalismo Ambiental e o Prêmio Tetra Pak de Jornalismo Ambiental. Iniciativas complementares, as ações têm como foco estudantes de Jornalismo de todo o País e envolvem palestras na sede do jornal, em São Paulo, e viagens para Paraná e Suécia aos alunos que se destacarem durante o evento. De 4 a 7/6, especialistas em mares, rios e represas, representantes de ONGs e jornalistas da área debaterão com os estudantes os principais desafios da preservação do meio ambiente. A temática da água ganha mais importância já que a ONU definiu 2013 como o Ano Internacional de Cooperação pela Água. Haverá, ainda, blocos sobre questões florestais, reciclagem, desenvolvimento sustentável e meio ambiente urbano. Os participantes que tiverem 100% de presença nas palestras poderão produzir uma reportagem sobre algum dos temas debatidos e os seis melhores trabalhos terão sua matéria publicada no portal do Estadão (www.estadao.com.br), estarão classificados para a final e ganharão uma viagem ao Paraná para conhecer reservas florestais locais. Após esta fase, os finalistas serão entrevistados por jornalistas do Grupo Estado, representantes do meio acadêmico e da Tetra Pak. O vencedor, além de ter sua reportagem veiculada na versão impressa do Estadão, ganhará uma viagem à Suécia para conhecer florestas do país. Interessados podem se inscrever até 24/5 diretamente com os coordenadores dos cursos de Jornalismo de todas as universidades do País. Mais informações em www.tetrapak.com.br.

Fred Carvalho deixa AutoData

Após 21 anos à frente da AutoData, onde além de sócio era diretor e editor, Fred Carvalho desligou-se da editora e desde 23/4 assumiu a Diretoria de Relações Institucionais da Anfavea, no posto antes ocupado por Ademar Cantero. A informação de sua saída, que já vinha sendo ventilada pelo mercado, foi confirmada no dia seguinte à posse da nova diretoria da entidade. “A decisão já estava tomada havia algum tempo, mas uma cláusula de confidencialidade me impedia de divulgar essa notícia oficialmente ao mercado antes da posse da nova diretoria. Com a minha ida para a Anfavea, encerro um longo ciclo na AutoData, profundamente agradável e criativo”, explica Fred. Esta será sua segunda passagem pela entidade, onde já havia atuado antes de fundar a AutoData ao lado de Sergio Duarte (que também não está mais ligado à empresa), Márcio Stéfani, S Stéfani e Vicente Alessi, filho. Com a posse da nova diretoria e o convite do presidente Luiz Moan, com quem já havia trabalhado em sua primeira passagem pela entidade, Fred deixa a sociedade na editora, vendendo para a empresa seu ¼ das ações, a exemplo do que já havia feito Duarte quando deixou a sociedade para fundar a SD&Press. “Quando criamos a AutoData, combinamos entre nós que sempre que alguém fosse assumir um posto de assessoria deveria se desligar do negócio para que não houvesse nenhum tipo de conflito de interesses. Isso aconteceu com o Sergio Duarte, quando ele montou sua agência, e agora com o Fred, que foi atrás de um sonho antigo, que era voltar a atuar mais próximo das fabricantes”, explica S Stéfani. Carvalho também era o representante da AutoData no Centro de Estudos Automotivos, instituição de ensino com cursos de pós-graduação associada à editora, posto para o qual a empresa ainda não indicou substituto. Os novos contatos dele na Anfavea são 11-2193-7800 e [email protected].

J&Cia Memória da Cultura Popular ? Paulo Vanzolini

O Brasil perdeu na noite de 28/4 um de seus maiores herpetologistas, Paulo Emílio Vanzolini. Com ele morreu também o compositor Paulo Vanzolini, autor de clássicos como Ronda e Volta por cima. Embora tenha sido mais pelo lado musical que Vanzolini ganhou manchetes ao longo de sua vida, ele sempre fez questão de se declarar apenas um cientista que compunha de vez em quando. Na 13ª edição de Jornalistas&Cia Memória da Cultura Popular, para homenagear o amigo Vanzolini Assis Ângelo resgatou do acervo do seu Instituto Memória Brasil entrevista que fez com ele, em 8/4/1990, para o D. O. Leitura, extinto suplemento cultural do Diário Oficial do Estado de São Paulo, e que, como sempre, contextualiza e enriquece com novas informações. Confira: Jornalistas&Cia Memória da Cultura Popular – Paulo Vanzolini

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