O Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, em parceria com a BBDTVM – área de fundos do Banco do Brasil –, preparou um workshop gratuito exclusivo para jornalistas sobre Atualidade Econômica e Investimentos, com o objetivo de apresentar grandes temas do mercado de investimentos e economia, sanar dúvidas e gerar maior conhecimento para suporte em suas análises diárias. Nesta 6ª.feira (17/5) o seminário terá como tema Jornalistas e números e será conduzido pelo prof. Júlio Figueiredo da FGV. A palestra, que será realizada na FGV (rua Itapeva, 474, sala 2002), das 9h às 12h, tem por objetivo esclarecer e orientar o uso de dados numéricos e estatísticas em matérias jornalísticas, discutindo a relação entre os profissionais e as técnicas de apuração quantitativa com enfoque no jornalismo de precisão de Philip Mayer. Serão tratados temas como clareza na edição de informações baseadas em números; cruzamento e interpretação de dados, percentuais e projeções; gráficos; e erros quantitativos comuns cometidos em reportagens. Como as vagas são limitadas, é preciso confirmar participação pelo [email protected] ou [email protected] ou pelos 11-3030-3000 / 6620-2234. A iniciativa conta com o apoio deste J&Cia.
Marcos Mendonça assumirá TV Cultura cercado de reservas
Eleito por 35 dos 43 presentes à reunião do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da Rádio e TV Cultura, na última 2ª.feira (13/5), Marcos Mendonça assumirá em 14/6 a Presidência da FPA para um mandato de três anos, em substituição a João Sayad, que ocupa o cargo desde 2010. Mendonça, que já havia presidido a entidade de 2004 a 2007, foi vereador na capital paulista (1983 a 1994), deputado estadual (1995 a 2002) e secretário de Estado da Cultura (1995 a 1998 – 1999 a 2002). Sayad anunciou nesta 3ª que deverá deixar o posto semana que vem ou, no máximo, até 28/5, sem aguardar o final do mandato. Seus dois vice-presidentes, Neide Hahn (Gestão) e Eduardo Brandini (Conteúdo), permanecem até lá. Os gerentes se preparam para a chamada transição, período em que o futuro presidente e seus assessores poderão frequentar a Fundação a fim de obter informações de cada departamento. Candidato único à sucessão, já que Sayad – que teria direito a um segundo mandato –, desistiu ao observar a resistência do Palácio dos Bandeirantes ao seu nome, Marcos Mendonça irá assumir cercado de muitas reservas dos funcionários mais antigos. O informativo Jornalistas&Cia apurou que a lembrança de sua gestão traz de volta um período conturbado na administração, com inchaço de funcionários PJs, que chegaram a ser maioria em relação àqueles do regime CLT. É desse tempo também a designação de uma cooperativa – externa à Fundação – que intermediava a contratação dos PJs, cobrando destes uma porcentagem. Do mesmo modo, a explosão de horas extras, especialmente entre funcionários da área operacional (Operações, Engenharia, Transportes), que acabou desencadeando multas aplicadas por DRT e Ministério Público do Trabalho, culminando com a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), em 2012, pelo qual a FPA se compromete a autorizar horas extras de funcionários apenas em casos excepcionais. Entretanto, o saneamento administrativo levado a cabo na gestão Sayad não poderá ser rompido sem quebra de compromissos jurídicos.
Eduardo Faustini e equipe do Fantástico ganham Grande Prêmio no Embratel
O Grande Prêmio Barbosa Lima Sobrinho, único resultado que faltava ser divulgado no 14º Prêmio Imprensa Embratel, foi para Eduardo Faustini, André Luiz Azevedo e Renato Nogueira, com equipe do Fantástico, da TV Globo, pela série de reportagens A cara da corrupção. Esta categoria recebeu R$ 32 mil líquidos. Escondidos do mundo depois de tantas denúncias, os responsáveis pela inscrição no concurso foram representados pelo chefe da equipe de produção Carlos Eduardo (Cadu). Ele contou no palco detalhes da matéria, exibida em marco de 2012, e que revelou o que acontece em um gabinete onde são fechados contratos com dinheiro público. Durante os dois meses em que o repórter Eduardo Faustini se fez passar por gestor de compras em um hospital público federal, empresas que vendem serviços e materiais médicos foram convidadas a participar de concorrências fictícias. Câmeras escondidas – gravando as imagens probatórias em três ângulos diferentes, precisou ele – flagraram como são feitas licitações com cartas marcadas, combinação de pagamento de suborno e simulações para fugir da fiscalização do governo. Como resultado, as empresas perderam contratos que somavam, na época, R$ 250 milhões. Mas a propina é mais tentacular que o Fantástico, e o próprio Cadu admitiu que várias dessas empresas fecharam para reabrir com nova razão social, e atuam agora no âmbito municipal, em que há menos fiscalização. A cerimônia de entrega de troféus do Prêmio Embratel aos vencedores – divulgados em J&Cia 895 – ocorreu nesta 3ª feira (14/5), no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico do Rio. Teve apresentação de Ronaldo Rosas e show com a banda Encanta Marisa. A organização editou um livro com o registro da 13ª edição do Prêmio (2011). Nos assentos do lounge que abrigou os convidados para o coquetel pós-solenidade havia almofadas estampadas com os títulos das matérias premiadas e que todos levavam como lembrança.
Record lançará edição atualizada de Morcegos Negros, de Lucas Figueiredo
Na esteira do julgamento dos réus acusados de envolvimento na morte de Paulo César Farias e Suzana Marcolino, a Editora Record vai lançar uma edição atualizada de Morcegos Negros – PC Farias, Collor, máfias e a história que o Brasil não conheceu, de Lucas Figueiredo.
A edição original, de 40 mil exemplares, lançada em 2000, que ficou 14 semanas nas listas dos mais vendidos da Veja, está esgotada. A nova edição terá texto revisado e posfácio inédito, uma espécie de balanço dessa história, com a análise do resultado do julgamento e dos principais fatos ocorridos nesses 13 anos.
Segundo Lucas, “estará tudo lá: a volta de Collor à política como aliado do PT, o sumiço da fortuna que o Esquema PC Farias angariou com achaques e negociatas, a impunidade que protege até hoje corruptos e corruptores envolvidos no caso, os ‘filhotes’ de PC Farias e os novos esquemas de corrupção em Brasília e como os mandantes da morte de PC e Suzana conseguiram escapar ilesos da Justiça”. Ele diz estar “trabalhando duro” com a Record para que o livro chegue às livrarias o quanto antes.
Idas e vindas para a nova diretoria da ABI tomar posse
Na 2ª.feira (13/5) o juiz da 8ª Vara Cível do Rio, Gustavo Henrique Nascimento Silva, concedeu uma liminar suspendendo a posse da nova diretoria da ABI, até decisão em sentido contrário. Nascimento Silva substitui a juíza M. da Glória Bandeira de Mello, que está de férias. A posse dos novos diretores e conselheiros da ABI – eleitos sub judice em 26/4 – estava marcada para esta 2ª.feira. Como a decisão judicial se referia apenas à posse da diretoria, a ABI empossou os 45 membros efetivos e 45 suplentes do Conselho Deliberativo. No dia seguinte (14/5), o mesmo juiz reconsiderou sua decisão, com a justificativa de “se evitar graves danos na administração da ré (ABI) que ao menos por ora, de fato, encontra-se acéfala”, mas desde que a mesma comprove ter comunicado aos associados que todo o processo eleitoral está sub judice. O andamento do processo no 0107472-04.2013.8.19.0001 está no site do Tribunal de Justiça (www.tjrj.jus.br).
Livro aborda papel de GZM e Estadão no caso Pimenta Neves
Depois de O caso Pimenta Neves – Uma reportagem, de Luiz Octavio de Lima, lançado em março passado, a história de Antonio Pimenta Neves, ex-diretor de Redação do Estadão, assassino confesso de sua ex-namorada Sandra Gomide em agosto de 2000, está prestes a ganhar mais uma obra: À queima-roupa – O caso Pimenta Neves (LeYa), de Vicente Vilardaga, busca desmontar o cenário de glamour construído em torno da imprensa brasileira e mostra como um diretor de Redação tornou-se um homem megalomaníaco e violento sem ter sido freado por seus superiores. O autor, que trabalhou com os dois protagonistas do caso na época da Gazeta Mercantil, e entrevistou Pimenta para o livro em 2009, define sua obra como um “thriller corporativo”, por questionar a falta de governança do Grupo Estado e da extinta Gazeta Mercantil, que teriam permitido atitudes pouco convencionais do jornalista. “Por que decisões irracionais de Pimenta nunca foram questionadas? Até que ponto as redações ficaram à mercê dos desmandos de homens perturbados psicologicamente? Profissionais com excelentes currículos estão acima de qualquer suspeita? Por que não foi aceito o pedido de demissão feito por ele no Estadão, quando dava sinais visíveis de perturbação mental, 22 dias antes de cometer o assassinato? Por que não se combatia o nepotismo nas redações?”, são alguns dos questionamentos que o autor faz no livro. Em entrevista ao Portal dos Jornalistas, Vilardaga adianta alguns detalhes da obra, que deverá chegar ao mercado em julho: Portal dos Jornalistas – Sua obra sai quase na mesma época em que outro livro sobre o caso é lançado. Qual principal diferença de abordagem de seu trabalho? Vicente Vilardaga – Procurei traçar uma narrativa sobre a história ambientada nas redações, que vai de 1995, na Gazeta Mercantil, até 2000. O que interessou para mim foram os acontecimentos ligados à vida profissional e não pessoal dos envolvidos. Portal – Como você aborda o papel das empresas por onde ele passou nesses anos em que atuou ao lado da Sandra? Vicente – As redações da Gazeta Mercantil e do Estadão foram muito permissivas com o Pimenta Neves, tanto que autorizaram que ele desse promoções sucessivas para a Sandra. Em empresas que têm governança corporativa isso é impossível. A Gazeta faliu e entre os motivos de sua quebra foi não ter uma política de RH descente. Infelizmente, as empresas jornalísticas apresentam uma série de contrassensos, vigiando casos de nepotismo no serviço público mas sem estabelecer limites dentro de sua própria casa. Portal – Você acha que esse tipo de história, sem necessariamente ter o mesmo fim, pode se repetir nos dias de hoje? Vicente – Acredito que o caso do Pimenta representa o colapso do modelo de funcionamento das redações. Não por acaso ele era discípulo do Cláudio Abramo, que apesar de bastante organizado e competente, muitas vezes tinha métodos no trato com as pessoas que não eram tão convencionais. Acho que esse caso significa o fim de um ciclo e que as coisas têm melhorado nos últimos anos, mas ainda considero que a governança nas empresas de comunicação não é tão boa quanto em outros setores. Portal – Você não estava no Estadão na época do assassinato. Esse fato dificultou de alguma forma no acesso às informações para produzir o livro? Vicente – Não. Eu entrevistei cerca de 50 pessoas que trabalharam lá e fui juntando os pedaços. O fato de a notícia ter sido amplamente coberta pela imprensa ajudou e eu também já fazia um acompanhamento à distância do que vinha acontecendo, porque eventualmente conversava com a Sandra. Portal – Como foi a entrevista com o Pimenta Neves? Vicente – Se não me engano, ele não falava com nenhum jornalista desde 2005 e decidiu me atender em abril de 2009. Marcamos uma conversa para falar não do assassinato em si, mas do ambiente da imprensa e de suas experiências como diretor da Gazeta e do Estadão, e os acontecimentos políticos que culminaram com a volta dele ao Brasil. Claro que no meio da entrevista a conversa evoluiu para o caso da Sandra e suas decisões, explicando seus motivos para as promoções dela. Ele respondeu a tudo que perguntei. Claro que algumas informações contrastavam com as de outras pessoas e até com o meu próprio ponto de vista sobre o ocorrido, por também ter sido uma testemunha do acontecimento. Publiquei trechos dessa entrevista na segunda edição da revista Alfa, em outubro de 2010, três meses antes de ele ser preso novamente. Ficha técnica: Livro: À queima-roupa – O caso Pimenta Neves (LeYa) Autor: Vicente Vilardaga Formato: 16×23 Nº de páginas: 304 Sobre o autor: Formado em Jornalismo pela PUC de São Paulo e com mestrado em Comunicação Social pela Universidade Autônoma de Barcelona (UAB), Vilardaga foi repórter de Jornal da Tarde, Veja e Estadão. Trabalhou por 13 anos na Gazeta Mercantil, onde foi editor-chefe e diretor de Novas Mídias. Atualmente, é um dos editores da revista Alfa, da Editora Abril.
Boris Feldman estreia coluna em O Povo (CE)
O jornal cearense O Povo passou a contar desde 8/5 em sua página Veículos com coluna semanal publicada por Boris Feldman ([email protected]). Editor do caderno homônimo no Estado de Minas, ele já vinha tendo participações regulares em outros veículos do Grupo de Comunicação O Povo, com o quadro Auto Papo nas rádios Calypso FM, O Povo/CBN e Globo O Povo. Com seu estilo excêntrico, irá aproveitar o espaço para corrigir informações equivocadas que os leitores encontram principalmente na internet. “A última que li era que aumentar a calibragem dos pneus reduz o consumo de combustível. De fato, reduz o consumo, mas aumenta o desgaste do pneu muito mais do que reduz o consumo de combustível. A calibragem tem que ser a recomendada pelo fabricante”, exemplifica Feldman sobre um desses “mitos”. “Vamos abordar assuntos de segurança, política de transporte e meio ambiente também”.
Veja Brasília monta equipe e planeja lançamento para junho
A edição de estreia da Veja Brasília será oficialmente lançada em 8/6, com direito a festa, cujos detalhes ainda estão sendo acertados. Assim como Veja São Paulo, Veja Rio e Veja BH, a edição brasiliense será pautada por reportagens sobre a cidade nas áreas de entretenimento, lazer, programas e serviços. A revista será dirigida por Ricardo Castanho ([email protected]), vindo da Veja São Paulo, onde era editor-chefe de Veja Cidades. A redação (61-3315-7510) terá 22 profissionais, todos de Brasília ou com forte ligação com a cidade, divididos entre texto, arte e site. A editora-chefe será Viviane Kulczymski. Com passagens por Veja SP, Estadão e Folha, ela está há dois anos no DF, para onde foi acompanhando o marido e para atuar como frila. Érika Klingl, vinda do Correio Braziliense, será a editora de Roteiros. Além dela, compõem a equipe, entre outros, os repórteres Gabriela Almeida, Felipe Morais, Lilian Tahan, Olívia Meireles (ex-Correio Braziliense) e Ulysses Campbell – que também foi do Correio, mas ultimamente estava frilando em São Paulo.
Agência Aids completa dez anos e recebe homenagem
A Câmara Municipal de São Paulo realiza sessão solene em 20/5 para homenagear a Agência de Notícias da Aids, que completa este mês seu décimo aniversário. O tema Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids) cruzou o caminho de Roseli Tardelli, fundadora da agência, pela impactante experiência que viveu com o irmão, o tradutor Sérgio Tardelli, falecido em 1994 em decorrência da doença. Após a morte dele, a família Tardelli vivenciou um drama público, ao ter publicada em alguns veículos sua briga judicial contra o convênio médico, que havia se recusado a atender o profissional. Desde então, Roseli passou a desenvolver projetos de prevenção e informação sobre a doença para empresas e governos, e, em 2003, criou a agência, onde conta com apoio de uma equipe – formada por Lucas Bonanno (chefe de Redação), Nana Soares (repórter), Jéssie Panegassi (repórter) e Maurício Barreira (coordenador de produção de eventos) – para produzir e fornecer informações atuais sobre o tema. Roseli também implantou o projeto em Moçambique (www.agenciasida.co.mz), onde conta com o apoio do repórter Ricardo Machava). Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo, produtora cultural e apresentadora, foi a primeira mulher a ancorar um radiojornal no Brasil, o Jornal Eldorado, na rádio Eldorado AM (SP), ligada ao grupo Estado. Na mesma emissora, criou e apresentou o programa Espaço Informa. Apresentou ainda os programas Opinião Nacional e Roda Viva, na TV Cultura. Em entrevista ao Portal dos Jornalistas, ela falou, entre outros assuntos, sobre a criação da agência, as mudanças na abordagem da mídia em relação ao tema e o apoio que recebe. Portal dos Jornalistas – A inspiração para fundar a agência foi o caso de seu irmão. Como foi esse processo – que durou nove anos – entre a morte dele e a criação da agência? Roseli Tardelli – Quando o perdi ficou um buraco muito grande em mim; ser somente jornalista não tinha mais graça. Assim, comecei a me envolver em ações, até que em 1998 o Sinval de Itacarambi Leão, diretor da Revista Imprensa, me convidou para fazer o 1º Fórum Aids Imprensa&Cidadania. Foi a primeira vez que juntamos jornalistas e ativistas para abordar o tema. Eu fui curadora desse seminário, chamei todo mundo. Ele virou um encarte da Revista Imprensa e então eu percebi que faltava uma informação cotidiana e profissional para a questão da Aids. Nessa época eu fazia gestões; cuidava da ONG que fundei, a Parceiros de Vida; fazia shows, eventos. Com o decorrer dos anos fui desenvolvendo a ideia e em 2003 lancei a Agência de Notícias da Aids, que objetiva trazer notícias atuais, fornecer material profissional para os veículos e, principalmente, quebrar os estigmas sobre a doença. Portal dos Jornalistas – Nesse período, o que considera ter mudado em relação à cobertura da mídia sobre o tema? Roseli – Ajudamos a mídia a ter um olhar mais profissional, mais solidário, mais cidadão para a questão da Aids. Hoje os colegas de profissão ligam, pedem ajuda para encontrar personagens, pedem informações, discutem a pauta, pedem dicas. Ajudamos a mídia a dar um tratamento mais humano para a doença. Portal dos Jornalistas – E o que mudou na percepção da sociedade e das pessoas que contraíram o vírus? Roseli – Todo mundo amadureceu. Quando a cobertura amadurece, a sociedade amadurece também. Ainda há um estigma grande em torno da doença, é claro, mas evoluímos muito nesses dez anos. A percepção da doença mudou. Portal dos Jornalistas – Na agência, além de produzir conteúdo sobre o tema, vocês organizam eventos. Como isso funciona? Quem apoia e patrocina? Roseli – Quando há algum fórum ou evento normalmente procuramos apoio no programa municipal, estadual, da secretaria de saúde, e eventualmente, de farmacêuticas. Cada hora procuramos um parceiro. O que mais fiz nesses anos, e continuarei fazendo, é procurar apoios, e ensinar que ninguém está imune ao HIV, pode acontecer com qualquer um, com qualquer família. Portal dos Jornalistas – E como a agência se sustenta hoje? Roseli – Temos parceiros na iniciativa privada; eventualmente apoio do Governo Federal, estadual ou municipal etc. Hoje quem nos apoia são a Anglo American e o Senac. Procuramos sempre ter uma mescla, porque a agência é independente, provém de uma causa, de uma história, não de um governo ou ONG. Portal dos Jornalistas – Em dezembro você lançará um livro. Do que ele trata? Roseli – O livro, que será lançado pela Editora Senac, vai relatar minha história com o meu irmão, meu envolvimento com o tema Aids, a história da agência, seu crescimento… tudo. Toda a minha história. Mas como o trabalho não para – estamos para abrir mais uma agência na Angola –, quem cuida disso para mim é a Cristina Santana, da Parole Editorial.
Marco Piquini lança blog My God is Rock?n?Roll
Marco Piquini, ex-diretor de Comunicação da Iveco América Latina e hoje consultor em comunicação empresarial em Minas com sua Três Meia Zero, está lançando My God is Rock’n’Roll (http://mygodisrocknroll.soubh.com.br), blog criado a convite do portal de entretenimento de Belo Horizonte SouBh. “Trabalho em parceria com um superamigo, Ezio Fara, italiano que é uma enciclopédia viva do rock, o cara sabe tudo mesmo, além de tocar baixo numa banda punk em BH”, explica Piquini. A página traz histórias curiosas, fatos desconhecidos, letras de músicas traduzidas e explicadas e muito mais. “Tudo feito com a linguagem do rock, que é a irreverência e a contestação. Não esperem lide, sublide etc. pois aqui vai ser new journalism misturado com rock”.







