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Lucas Figueiredo começa biografia de Tiradentes

Terminado seu contrato com a Comissão Nacional da Verdade, Lucas Figueiredo mergulha em outro grande projeto de livro: a biografia de Tiradentes, que terá lançamento no início de 2015 por sua nova editora, a Companhia das Letras. Ele afirma, porém, que não pode dizer que está deixando a Editora Record, pois neste exato momento as livrarias estão recebendo a nova edição de Morcegos Negros (2000), com texto revisado, atualizado e posfácio inédito. Na Record, tem cinco livros – os outros são Ministério do silêncio (2005), O operador (2006), Olho por olho (2009) e Boa ventura! – A corrida do ouro no Brasil (2011) –, que, segundo ele, venderam juntos quase 100 mil exemplares. Lucas, a propósito, comemora ter vencido no último dia 12/9 mais uma “das muitas disputas judiciais para as quais fui arrastado nos últimos anos pelo fato de exercer o chamado – detesto esse nome, mas vá lá – ‘jornalismo investigativo’. Desta vez, o questionamento recaia sobre meu livro Ministério do Silêncio – A história do serviço secreto brasileiro de Washington Luís a Lula (1927-2005). Na sentença, a juíza Ana Luiza Morato, da 7ª Vara Cível de Brasília, entendeu que o livro ‘exerceu seu dever de levar informação de interesse público à sociedade’. O processo ficou oito anos na Justiça”.

Costábile Nicoletta lidera revista eletrônica sobre contabilidade

Foi para a rede nesta 2ª.feira (23/9), sob o comando editorial de Costábile Nicoletta (ex-CartaCapital e Brasil Econômico, entre outros), a revista eletrônica Dedução, cujo público-alvo são os cerca de 500 mil contadores registrados nos conselhos da categoria no País. Seu objetivo é mostrar como a contabilidade pode contribuir para a melhoria do ambiente de negócios no Brasil. A publicação é editada pela De León Comunicações, agência com mais de 20 anos de experiência em assuntos relacionados à contabilidade. Inicialmente, Dedução terá periodicidade mensal, mas em breve passará a ser quinzenal. A matéria principal da primeira edição mostrará por que as normas internacionais de contabilidade ainda não são aplicadas no setor público e como poderiam melhorar a transparência das contas dos governos federal, estaduais e municipais se já estivessem em vigor, dificultando o uso da contestada “contabilidade criativa”. Além da revista eletrônica, o projeto contará, no mesmo endereço, com um portal com atualização diária de conteúdos úteis ao dia a dia dos profissionais que atuam no mundo contábil e aos empresários que se utilizam dos seus serviços. Além de Costábile como diretor de Redação, integram a equipe a publisher Lenilde Plá De León, o editor colaborador Luciano Feltrin e os repórteres Danielle Ruas, Débora Luz, Kamyla Cardoso, Paloma Minke e Paulo Prendes, com projeto gráfico e diagramação de Dênia Oliveira. E-mails formados por [email protected].

MEC homologa Diretrizes Curriculares de Jornalismo

Após quatro anos, o MEC homologou no começo do mês as novas Diretrizes Curriculares para os Cursos de Jornalismo. O próximo passo será solucionar dúvidas dos professores da área e acompanhar o processo de transição das novas medidas. Elaborada em 2009 por uma comissão de especialistas composta por José Marques de Melo (que a presidiu), Alfredo Vizeu, Carlos Chaparro, Luiz Gonzaga Motta, Lucia Araújo, Sergio Mattos, Sônia Virgínia Moreira e Eduardo Meditsch, a proposta foi formulada a partir de consulta pela internet e de três audiências públicas que contaram com a participação da comunidade acadêmica, profissionais, empresas do setor e representantes de entidades da sociedade civil. Nesse processo, atuaram conjuntamente em defesa das propostas o Fórum Nacional de Professores de Jornalismo, a Associação Brasileira de Pesquisadores de Jornalismo e a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. As diretrizes reproduzem, em grande parte, o Programa de Qualidade do Ensino de Jornalismo que a Fenaj elaborou e defendeu juntamente com aquelas entidades.

Vaivém das redações!

Confira o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de São Paulo, Minas Gerais e Bahia: São Paulo: Leão Serva e a arquiteta e urbanista Raquel Rolnik são os novos colunistas das 2as.feiras do caderno Cotidiano da Folha de S.Paulo. Com espaço a cada duas semanas, em sistema de revezamento, Serva deverá abordar alternativas de transporte individual e discutir questões como o enterramento de fios e postes da Eletropaulo – que, para ele, degradam o visual da cidade. Já Raquel vai incluir questões relacionadas à experiência urbana de outros países nos temas que estão sendo hoje discutidos no Brasil. José Donizete, que estava desde abril na reportagem da TV Gazeta, concluiu seu período contratual e deixou o canal. Doni, como os amigos o chamam, esteve por cinco anos na EBC (apresentou o Repórter Brasil e o Diálogo Brasil) e passou por veículos como Folha de S.Paulo, Gazeta Mercantil e tevês Globo, Record, Cultura e Manchete. Seus atuais contatos são [email protected] e 11-999-680-035. Beth Caló ([email protected] e 11-5645-1000, ramal 19) é a nova editora da Gold, empresa que produz conteúdo impresso (livros) e digital (plataformas como smartphone e e-book). Beth estava desde 2011 no jornal Propaganda&Marketing. Minas Gerais: Francelle Marzano ([email protected] e 31-3263-5146) é a nova repórter de Economia do Estado de Minas. Com passagem pelo Jornal Aqui, em Betim, ela atua principalmente em pautas com foco em defesa do consumidor e prestação de serviço. Thaine Belissa (ex-Portal UAI) começou como repórter de Gestão e Negócios no Diário do Comércio. O contato dela é [email protected]. Ligia Heringer deixou a produção do programa De tudo um pouco, da Rede Super, e foi substituída por Fabiano Frade, ex-BandNews (31-3253-3326). A repórter de Veja BH Raíssa Pena passou a assinar no site da revista o blog Sem moldura, em que apresenta os ateliês de Belo Horizonte por meio de fotos e textos, mostrando imagens referenciais, ferramentas, rascunhos e outros materiais do local de trabalho dos artistas da cidade. Bahia: Nelson de Barros Neto despediu-se do posto de correspondente da Folha de S.Paulo na Bahia para assumir a Gerência de Comunicação do Esporte Clube Bahia, conforme anunciou na última 2ª.feira (16/9) o próprio clube. Jayme Brandão e Vítor Tamar, que já atuavam na assessoria de imprensa, permanecem na equipe. A chegada do novo gerente fortalece o institucional do time, assim como o marketing e a ligação direta entre a torcida e a diretoria. “O desafio é gigante, a antiga gestão deixou o clube numa situação bastante complicada e os pedidos da torcida falaram mais alto”, disse Nelson a Jornalistas&Cia. “A ideia é tentar revolucionar o setor com uma transparência e uma interação jamais vistas”. Antes da Folha, que ainda não definiu quem o substituirá, ele passou por A Tarde e Rede Record. No Correio, Camila Jasmin e Nina Atala foram contratadas para o caderno Vida, enquanto Luciana Rebouças, do Mais, está de mudança para a Austrália. Mariana Caldas, repórter do Bazar, também deixou o jornal. E Rafael Rodrigues, repórter de Política, substitui interinamente a Jairo Costa Junior, na coluna Satélite, que retorna ao jornal em outubro. Cris Montenegro deixou a editora Canal 2, onde trabalhava com as revistas de Yacht, Acomac, Nosso Bairro e Núcleo de Decoração, e passa a se dedicar integralmente à Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Lauro de Freitas. Paula Outerelo, que foi assessora de Carlinhos Brown, agora integra a equipe carioca da Revista Quem. Lívia Rangel despediu-se da CBN Salvador e do Portal iBahia, onde trabalhava na editoria Cultura & Arte, e partiu para uma temporada em Londres. 

Memórias da Redação – As minhas rádios favoritas

Reproduzimos, com a permissão do autor, texto que Cesar Barroso publicou em 3/5 no Achei USA – Brazilian Newspaper. Cesar ([email protected]), que foi repórter do Jornal do Brasil e vive hoje nos Estados Unidos, é editor de texto e de fotografia da revista online miamihoje.com.

As minhas rádios favoritas

Definitivamente não sou saudosista. Isso também não quer dizer que desprezo o passado. Continuo a gostar de minha infância e juventude, das ruas por onde andei no meu Rio de Janeiro, das pessoas com as quais convivi. Mas ficar a toda hora lembrando daqueles lugares e acontecimentos, lamentando os dias de hoje em comparação aos de ontem, me iludindo com a volta ao passado, não é o meu estilo.

Faço essa introdução para falar sobre a Rádio Nacional do Rio de Janeiro e sobre a WLRN de Miami. Uma foi a minha rádio de ontem, a outra é a minha rádio favorita de hoje. A Rádio Nacional pontificava na década de 1950. O Repórter Esso era obrigatório para quem quisesse se julgar bem informado. A famosa música de abertura soava como a corneta de convocação geral de um quartel. Todos corriam para junto dos aparelhos de rádio. A voz de Heron Domingues tinha a autoridade da de um chefe de estado.

Quando era anunciada uma “edição extraordinária” as pessoas se entreolhavam assustadas e ao mesmo tempo mortas de curiosidade. Outro forte da Rádio Nacional eram os programas de auditório de Manoel Barcelos e de César de Alencar. O primeiro tinha como atração principal a cantora Marlene. O outro, Emilinha Borba. Ambas eram excelentes cantoras e seus fãs clubes se digladiavam, inclusive fisicamente. Dessa época guardo ainda recordações de Jorge Veiga, Luiz Gonzaga, as irmãs Linda e Dircinha Batista, Isaurinha Garcia, Ruy Rei e do chorado Francisco Alves.

Quando eu tinha oito anos, uma vizinha me levou com sua filha ao Programa César de Alencar. Foi uma experiência marcante estar ali, vendo, ouvindo e sentindo a presença de todos aqueles dos quais eu conhecia apenas as vozes. Fiquei na primeira fila e recebi uma piscadinha de olho da Emilinha. Que felicidade! Outro fato inesquecível, risível, e que ficou na história da família, foi que no dia do capítulo final da novela O direito de nascer, que durara quatro anos, nosso aparelho de rádio parou de funcionar. Salvou-nos o meu avô Levino, que conseguiu um rádio emprestado na vizinhança.

E o humorístico Balança mas não cai, cujas piadas eram repetidas por toda a gente no dia seguinte à sua apresentação; quem não lembra? Os tempos mudaram e eu também. A Rádio Nacional já não brilha mais, eu vivo em Miami, tenho outros interesses na vida, mas certamente o amor pelo rádio ficou. E aqui eu tenho a minha rádio, a WLRN, a FM 91.3 MHz, que faz parte da rede National Public Radio. Para o brasileiro que está aprendendo a língua da casa e para aquele que já sabe, o inglês culto falado na WLRN educa.

Alia-se à forma o conteúdo, e nisso a minha rádio é imbatível, tanto na programação local quanto na nacional, quando opera em rede com a NPR. Jamais deixo de aprender alguma coisa interessante no programa de entrevistas de Diane Rehm, que vai ao ar de 2ª a 6ª.feira das 10 da manhã ao meio-dia. Entrevistadora experiente, Diane conversa com seus convidados sobre assuntos palpitantes, e procura colocar juntas no ar vozes divergentes.

Outro programa excelente é o de jazz, a partir das 21h30, com Tracy Fields. A seleção é de primeira, e a voz de crooner da apresentadora dá um toque elegante ao show. Vai até à uma da manhã. Nada melhor do que ouvir um Miles Davis inesperado, à meia-noite… Bonnie Berman e Joseph Cooper, cultos, bem-humorados e irônicos, comandam Topical Currents, um programa local sobre os problemas da cidade, história e estórias de Miami, vida cultural e gastronomia.

Eles convidam frequentemente Linda Gassenheimer, colunista de gastronomia daqui mas de fama nacional, quando o assunto é restaurantes e culinária. O programa acontece de uma às duas da tarde, nos dias de semana. Altamente recomendável para quem quer saber o que está acontecendo em Miami. Para assuntos interessantes e pitorescos sobre o nosso mundo, ouço The World, das três às quatro da tarde.

Foi ali que fiquei sabendo que na Copa do Mundo no Brasil o instrumento musical oficial será a caxirola, usada na capoeira. Faz um barulhinho de chuva, e certamente menos irritante do que o da vuvuzela da copa da África do Sul.

Jornal do Carro lança versão online

Lançado em agosto de 1982, o Jornal do Carro, caderno do Estadão especializado em veículos, ganhará na próxima 4ª.feira (25/9) um site próprio (www.jornaldocarro.com), de olho em ganhos de abrangência, maior oferta de conteúdo e agilidade. Nele, os usuários poderão conferir valores de carros, motos, usados e terão uma página de serviços que trará, entre outras, informações sobre documentação, recalls e preços de pedágios. Em entrevista ao Portal dos Jornalistas, o editor do JC Tião Oliveira garantiu que a versão online não concorrerá com a impressa, mas será complementar a ela; confira: Portal dos Jornalistas – Qual será a dinâmica de atualização de notícias da página em relação ao impresso? Tião Oliveira – Pretendemos ser o mais completo e ágil site de notícias sobre veículos do País. Portanto, nosso objetivo, assim como ocorre no impresso, é o furo jornalístico, a busca por surpreender o leitor, oferecer facilidade ao acesso à informação quente e analítica, sem deixar de lado as reportagens de serviço, como dicas de manutenção, documentação, legislação, valores de pedágio etc.. Ou seja, também vamos ajudar o internauta a resolver questões do dia a dia. Não haverá concorrência entre o impresso e o eletrônico – são mídias complementares. O site, por sua própria natureza, dará a informação de agora, hoje; o impresso manterá a característica mais analítica. Portal dos Jornalistas – O direcionamento editorial será o mesmo do impresso ou pretendem abordar outros tipos de temas ou abrir espaço para novas reportagens? Tião Oliveira – A linha editorial do site do Jornal do Carro é a mesma adotada para o impresso e consagrada ao longo de mais de três décadas de história. Ao mesmo tempo, o site terá entradas exclusivas para motos e antigos, assuntos pouco ou nada explorados pela concorrência. Portal dos Jornalistas – Há quanto tempo estão estudando a criação desse novo espaço? Tião Oliveira – O Grupo Estado vem investindo pesado no aprimoramento da oferta de conteúdo, seja no papel ou por meio eletrônico. O site do JC reforça essa política e faz parte de um processo natural de atuação cada vez maior no meio digital. Portal dos Jornalistas – Que benefícios vocês imaginam que a versão trará para a marca Jornal do Carro? Tião Oliveira – Entre os ganhos para a marca estão a abrangência – no digital, o JC passa a ter alcance global –, a maior oferta de conteúdo e a agilidade na publicação da informação. Para o internauta, além de oferecer a informação mais confiável e abrangente 24 horas por dia, o site cria a possibilidade, por exemplo, da consulta às tabelas de preços de usados mais respeitadas do mercado. Portal dos Jornalistas – Houve algum reforço na equipe para tocar essa área? Tião Oliveira – Além do editor-assistente do site, que passará a integrar o time em breve, a equipe dedicada contará com Tainá Tonolli, que colaborava com a TV Estadão e será a produtora responsável pelos vídeos e acabamento visual (fotos, gráficos, etc.), com o repórter Rodrigo Lara e com um fotógrafo exclusivo. Os demais integrantes do time, até então focados no impresso e no blog, também contribuirão com conteúdo para abastecer o site e as redes sociais.  

Câmara de SP faz Sessão Solene pelos 18 anos de J&Cia

A Câmara Municipal de São Paulo, por iniciativa de seu presidente, o também jornalista José Américo Dias, fará uma Sessão Solene nesta 2ª.feira (23/9), às 19h30, no Salão Nobre, em celebração aos 18 anos de vida de Jornalistas&Cia. Constará da programação o seminário Olhares mutantes – Horizontes da Comunicação Corporativa, com participações confirmadas de Audálio Dantas (revista Negócios da Comunicação), Carlos Carvalho (Abracom), Carlos Chaparro (USP), Decio Paes Manso (Maxpress), Eduardo Ribeiro (Jornalistas&Cia), Marco Rossi (Mega Brasil), Paulo Nassar (Aberje e USP) e do próprio José Américo. Perto de 150 pessoas já confirmaram presença. Edição de Aniversário – E na 4ª.feira (25/9) circulará a edição de aniversário de J&Cia com as notícias da semana e uma síntese das discussões do seminário da Câmara Municipal. Para anunciar nessa edição especial, falar com Silvio Ribeiro ([email protected]) ou Vinícius Ribeiro ([email protected]) pelo 11-3861-5280.

David Friedlander deixa o Estadão e retorna à Folha de S.Paulo

David Friedlander, repórter especial de Economia do Estadão desde novembro de 2008, despediu-se na última semana do jornal e começa em outubro na Folha de S.Paulo, como repórter da Secretaria de Redação. Ele já esteve por lá entre 1999 e 2001, também como repórter especial. Passou ainda por Gazeta Mercantil (editor), Veja (editor) e Época (editor-executivo).

De papo pro ar – Afrodescendente

O Jogral, de Luiz Carlos Paraná, foi uma casa de espetáculos paulistana que marcou época pela qualidade de seus comes e bebes. E dos espetáculos musicais, naturalmente. Muita gente boa passou por lá, de Martinho da Vila, Ismael Silva a Luiz Gonzaga.

Lá, Paulo Vanzolini dava uma de garçom e até se arriscava a cantar. Seu último diretor musical foi o maranhense Papete, que dava canjas etc.. Uma noite, feliz pela presença inesperada da cantora Carmen Costa, ele pegou o microfone e começou a dizer que ali, a seu lado, estava um monumento, uma deusa negra, uma brasileira de voz incrível, um exemplar raro de mulher etc..

– Ela gostou de tudo que eu disse, mas não de ser chamada de negra. Ficaram por mais de dois anos sem se falar.

Mais de 30 jornalistas estarão na final do Jabuti

O comitê organizador do Jabuti divulgou nesta 4ª.feira (18/9) os resultados da primeira fase de sua 55ª edição, com os dez finalistas de cada uma de suas 27 categorias, que incluem mais de 30 jornalistas. Na primeira etapa, cada um dos três jurados de cada categoria deu notas de oito a dez aos dez títulos escolhidos por eles dentre todos os inscritos na categoria em questão. Na segunda fase, cujo resultado será conhecido em 17/10, a pontuação é zerada e os jurados avaliam todos os livros finalistas em suas categorias. Os vencedores receberão R$ 3.500. No dia 13/11, serão escolhidos os grandes vencedores de Livro do Ano em ficção e em não-ficção, que receberão R$ 35 mil cada. Na categoria Comunicação, estão na final História do Jornalismo itinerário crítico, mosaico contextual (Paulus), de José Marques De Melo; História da imprensa paulista (Três Estrelas), de Oscar Pilagallo; A notícia como fábula: realidade e ficção se confundem na mídia (Mackenzie/Summus), de Renato Modernell; No jornalismo não há fibrose (Cassará), de Felipe Pena; Radiodifusão no Brasil: poder, política, prestígio e influência (Atlas), de Genira Chagas; História das livrarias cariocas (Edusp), de Ubiratan Machado; História e cultura estudantil: revistas na USP – José Tavares Correia de Lira (Editora da Universidade de São Paulo); Manual de jornalismo para rádio, TV e novas mídias (Elsevier), de Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo de Lima; Design para um mundo complexo (Cosac Naify), de Rafael Cardoso; e Midiatização da ciência – Cenários, desafios, possibilidades (Eduepb), de Antonio Fausto Neto. Em Reportagem, os finalistas são As duas guerras de Vlado Herzog (Civilização Brasileira), de Audálio Dantas; Dias de inferno na Síria (Benvirá), de Klester Cavalcanti, Mãos que fazem história (Verdes Mares), de Cristina Pioner e Germana Cabral; Dignidade! (LeYa), de Eliane Brum; Carcereiros (Companhia das Letras), de Dráuzio Varella; 1943: Roosevelt e Vargas em Natal (Bússola), de Roberto Muylaert; Luzes da África (Civilização Brasileira), de Haroldo Castro; U-507, o submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial (Schoba), de Marcelo Monteiro; Nabuco em pretos e brancos (Massangana), de Fabiana Moraes; e O fole roncou (Zahar), de Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues. Também estão na final, entre outros, os jornalistas Zuenir Ventura, com Sagrada família (Objetiva), em Romance; Luis Fernando Verissimo, com Diálogos impossíveis (Objetiva); Fabricio Carpinejar, com Bem-vindo – Histórias com as cidades de nomes mais bonitos e misteriosos do Brasil (Bertrand Brasil); Roniwalter Jatobá, com Cheiro de chocolate e outras histórias (Nova Alexandria); Ignacio de Loyola Brandão (coautor), com São Paulo – 1971-2011 (Olhares), todos em Contos e Crônicas. Antonio Prata, com Felizes quase sempre (34), e Ziraldo, com Os meninos de Marte (Melhoramentos), em Infantil; Luiz Antonio Aguiar, com Os anjos contam histórias (Melhoramentos), em Juvenil; Mário Magalhães, com Marighella (Companhia das Letras), e Lira Neto, com Getúlio: dos anos de formação à conquista do poder, 1882-1930 (Companhia das Letras), em Biografia; Laerte, com Felizes quase sempre (34), em Ilustração de livros infantil e juvenil. A lista completa dos finalistas você confere no site do Prêmio Jabuti.

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