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segunda-feira, abril 6, 2026

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Victor Martins e Simone Caldas deixam a Economia do Correio Braziliense

Victor Martins, que cobria Ministério da Fazenda, deixou a equipe de Economia do Correio Braziliense e começou no Broadcast do Estado de S. Paulo, na cobertura do Banco Central, em substituição a Eduardo Cucolo, que seguiu há pouco para a Folha de S.Paulo. Quem também deixou a editoria do Correio foi a sub Simone Caldas, agora gerente de Comunicação na Associação dos Magistrados Brasileiros. Para o lugar dela chegou em 17/3 Rozane Oliveira, vinda da Bahia. Na AMB, além de Simone, integram a equipe Renata Brandão e Daise Lisboa, no núcleo de Conteúdo; a estagiária Fernanda Madeira; o editor de Arte Marconio Martins; e Cíntia Nunes, da In Press, no atendimento à imprensa.   Leia mais + Naira Trindade retorna ao Correio Braziliense + Mudanças na Secretaria de Imprensa da Presidência da República + Dados publicados em J&Cia apontam quase 500 demissões em redações em 2013

Adriana Reis deixa o Diário de Pernambuco após 17 anos

Adriana Reis fez acordo com o Diário de Pernambuco e deixou em fevereiro o jornal, onde estava havia quase 17 anos. Gerente de Internet desde setembro de 2007, responsável pela área de jornalismo e negócios dos portais do grupo Diários Associados em Pernambuco (Pernambuco.com e Diariodepernambuco.com.br), ela começou no jornal como repórter em 1997, foi depois editora-assistente e colunista de Informática e editora do Pernambuco.com até passar a gerente da área. É pós-graduada (lato sensu/e-MBA) em Planejamento, Gestão e Marketing Digital pela Fecap e Master em Jornalismo Digital pelo IICS, ambos em São Paulo. Disponível para frilas, atende pelo [email protected].   Leia mais + Os mais vitoriosos de 2013 – Região Nordeste + Rede Globo unifica os sites de emissoras próprias e afiliadas + Justiça cerceia imprensa em Pernambuco

Prêmio Estácio abre inscrições e vai distribuir R$ 100 mil brutos

A edição deste ano do Prêmio Estácio de Sá abriu suas inscrições, até 11/6, para trabalhos sobre o ensino superior. Serão nove prêmios, no valor total bruto de R$ 100 mil, divididos entre duas modalidades, Nacional e Regional, e estas subdivididas em Impresso (Jornal e Revista), Televisão, Rádio e Internet. Na modalidade Nacional, o prêmio para cada vencedor será no valor bruto de R$ 12 mil e, na Regional, de R$ 8 mil para cada. O vencedor do prêmio principal receberá a quantia bruta de R$ 20 mil. Todos os trabalhos finalistas, independentemente da categoria em que estiverem inscritos, concorrem ao Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2014. A apreciação dos trabalhos será realizada em três etapas. Na primeira , uma comissão da Estácio fará a pré-seleção dos trabalhos, para averiguar se os inscritos seguem os critérios definidos no regulamento. Os que atenderem a esses critérios serão julgados por uma Comissão de Seleção, integrada por professores universitários de Jornalismo, com atuação no mercado de trabalho em várias partes do País. Caberá a eles indicar os três finalistas de cada categoria, nas duas modalidades. Na terceira e última etapa, uma Comissão de Premiação, composta por formadores de opinião de projeção nacional, terá a função de indicar os vencedores. Os finalistas serão divulgados em agosto, e o anúncio dos vencedores será feito durante solenidade, em setembro. A pedido dos candidatos que participaram das últimas edições, a Estácio criou uma plataforma online de inscrição. É possível fazer o upload de matérias no www.premioestaciodejornalismo.com.br. Aqueles que optarem por enviar suas reportagens pelo Correio poderão fazê-lo, pois os dois formatos de envio serão aceitos. O endereço e outras informações podem ser obtidos na Gerência de Relacionamento com a Imprensa do Grupo Estácio, com Cíntia Marin e André Marins, pelos 21-3311-9880 / 9835 ou [email protected].   Leia mais + Prêmio CNI de Jornalismo abre inscrições + Associação Riograndense de Imprensa lança prêmio de Jornalismo Ambiental + Zé Hamilton Ribeiro mantém liderança entre jornalistas mais premiados

Sem o Marco Civil na internet, há risco para a liberdade de expressão

A liberdade de expressão e o direito à privacidade correm risco no meio de digital se o Brasil não adotar, rapidamente, o Marco Civil na internet. A afirmação foi feita pela consultora no ambiente web e diretora do Coletivo Digital Beatriz Tibiriçá, no Ciclo de Debates em Comunicação realizado nesta 3ª.feira (18/3), na Câmara Municipal de São Paulo. Sob o tema Manifestações, redes sociais e o Marco Civil da internet, o encontro ocorreu no mesmo dia que, em Brasília, o Palácio do Planalto negociava com o PMDB uma saída para colocar o assunto em pauta. A pressa do governo tem motivo: em abril o Brasil sediará conferência internacional sobre governança na internet, e as autoridades querem apresentar uma nova lei para o setor, tendo em vista, sobretudo, a polêmica de governos que espionam outros usando a tecnologia de informação. O encontro na Câmara foi mediado pelo jornalista Eugênio Araújo e contou com a presença, também, do coordenador do Portal da Câmara Flávio Munhoz, que falou sobre a importância da atuação do poder público nas redes sociais, citando o legislativo municipal paulistano como exemplo.   Leia mais + Câmara paulistana debate relação entre manifestações de rua e redes sociais + Novas pesquisas confirmam local da primeira transmissão radiofônica do mundo + Câmara paulistana vai restituir simbolicamente mandatos a 42 cassados

Justiça reconduz diretoria da ABI eleita em 2010

Na ABI, um acórdão do desembargador Roberto Guimarães, da 11ª Câmara Civil do TJ-RJ, decidiu pela recondução da diretoria eleita em 2010. Dessa forma, foi empossado Tarcísio Holanda, que ocupava a Vice-Presidência da casa e não assumiu quando a Presidência ficou vaga após a morte de Maurício Azêdo. Deve ocorrer em abril uma eleição para renovar um terço do Conselho Deliberativo, membros efetivos e suplentes. Associados que tiverem interesse em votar, mas estejam em situação irregular podem pedir reintegração ao quadro e anistia dos débitos com a entidade pelo e-mail [email protected].   Leia mais + Fichel Davit Chargel é confirmado na Presidência da ABI + Sucessão de Maurício Azêdo provoca novo racha na ABI, com suspeita de golpe + Diretores reassumem cargos na ABI

Rádio Itatiaia abre bar com estúdio-palco em BH

A Rádio Itatiaia é o primeiro veículo de comunicação brasileiro a lançar um bar e será a responsável por toda a programação do estabelecimento, além da parte comercial. Inaugurado em 11/3 no bairro Anchieta, em Belo Horizonte, o Itatiaia Rádio Bar surge com o objetivo de afirmar os 62 anos de tradição da emissora em um ambiente exclusivamente mineiro. O espaço conta com um estúdio-palco, de onde serão transmitidos alguns dos principais programas da Itatiaia, além de shows, stand-ups, palestras, mesas-redondas sobre os mais variados temas, programação voltada para o público feminino, cursos e degustações de vinhos.  O espaço tem capacidade para 250 pessoas, que de suas mesas podem acessar parte do acervo histórico da Itatiaia, ouvindo os gols mais importantes do seu clube do coração, grandes entrevistas e outros fatos relevantes do Brasil e do mundo. Para Carlos Rubes Doné, diretor de Mercados da rádio, o objetivo é oferecer ao público não só boa comida, mas interatividade. O local tem o maior telão de LED da cidade, com 4m de largura por 2,5m de altura. Outras nove televisões de 50 polegadas estão espalhadas pelo salão, nas quais o público poderá assistir a jogos de futebol e ouvir a transmissão da Itatiaia. Em dias de jogos, também haverá flashes ao vivo da programação, bolões e entrega de prêmios, entre outras atrações.   Leia mais + Sindicato vai entrar com ação coletiva contra demissões no Hoje em Dia (MG) + Ranking J&Cia: Veículos mais vitoriosos de todos os tempos – Sudeste + Vaivém das Redações!

Domingos Meirelles comandará o Repórter Record Investigação

Em coletiva realizada na tarde desta 3a.feira (18/3), a TV Record apresentou sua grade de programas para 2014. No jornalismo, o destaque é a estreia de Domingos Meirelles, recém-contratado da casa, e seu Repórter Record Investigação. “Ainda não temos um formato definido, estamos desenhando o programa, fazendo a planta baixa dele”, disse Meirelles. “Temos algumas linhas já definidas, mas certamente será um programa que vai surpreender. Pensamos em três ambientes dentro do mesmo cenário, coisa que teremos que testar para ver se funciona. Será um programa investigativo, não necessariamente policial. Iremos sempre atrás de uma boa história que tenha tido um desfecho mal resolvido. Vamos revisitar casos, além de apurar casos novos e produzir coisas do exterior. É uma proposta fantástica e que muito me envaideceu”. Segundo Meirelles, a equipe ainda está sendo montada e a expectativa é que o programa estreie no final de maio. Sobre a recorrente pergunta de como encara o desafio de um novo programa em uma nova casa, comentou no palco: “Não se trata de um desafio, porque já estou entrando em um projeto vitorioso. Ao longo da minha vida profissional eu sempre tive a sorte de participar de grandes equipes. Tenho aqui o Paulo Henrique Amorim que é testemunha, quando muito jovens participamos de um grande projeto que foi a revista Realidade. E ao longo da minha vida sempre integrei grandes equipes e é com muito orgulho, com muita alegria que hoje me sinto também um integrante da família Record. Uma coisa que muito me impressionou foi a qualidade dos profissionais que trabalham hoje no Jornalismo da casa. Talvez a Record não tenha essa consciência, mas acho que a emissora hoje tem a melhor equipe de Jornalismo da televisão brasileira. Com boa parte dos profissionais eu trabalhei ao longo de minha carreira, e acho que mais uma vez foi uma escolha acertada”. De acordo com Celso Teixeira, diretor de Comunicação que conduziu a apresentação, a emissora exibe hoje 16 horas diárias de programação ao vivo. Ele também citou a recente pesquisa Ibope – encomendada pela Secretaria de Comunicação do Governo Federal, com amostragem de 18 mil pessoas – que apontou o Jornal da Record como o segundo telejornal mais assistido do País e o terceiro programa, entre todos da tevê aberta, mais citado pelos entrevistados. “Isso nos deixa orgulhosos e aumenta nossa responsabilidade”, comentou Adriana Araújo, apresentadora do noticiário. Celso Freitas complementou a fala da parceira de bancada: “Aumenta nossa responsabilidade e a busca pelo aprimoramento da qualidade do jornalismo-verdade que apresentamos diariamente”. O jornal será cenário, entre 15 e 25/9, de entrevistas individuais, de seis a oito minutos, com os candidatos à Presidência da República. Record News, R7 e Record trabalharão em conjunto para apresentar debates e sabatinas com os candidatos à Presidência e aos governos estaduais de Rio de Janeiro e São Paulo. Como mediadores foram definidos Heródoto Barbeiro, Ricardo Kotscho, Nirlando Beirão e um colunista do portal do grupo ainda não escolhido. Os debates presidenciais do primeiro turno irão ao ar em 28/9 e, havendo segundo turno, em 19 de outubro. Os de primeiro turno com os concorrentes aos governos estaduais serão transmitidos ao vivo em 26/9 e os do segundo turno, no dia 17 de outubro. Ambos terão duração de cerca de duas horas. Este ano marca também o décimo aniversário do Domingo Espetacular, e para comemorar o programa exibirá uma série de dez reportagens especiais intitulada Grandes mistérios, na qual se especulará sobre mistérios ao redor do mundo, como a Linha de Nazca e os Moais da Ilha de Páscoa. No Esporte, foco na Copa do Mundo de Futebol. Serão três repórteres junto da seleção brasileira, além de uma base fixa da emissora ao lado do CT de Teresópolis. As equipes também estarão alocadas nas 12 sedes, reunindo, entre técnicos e jornalistas, cerca de 400 profissionais. Geraldo Luís faz o que Celso Teixeira chamou de “transição entre a notícia e o show”, e passa a apresentar aos domingos, às 11h, o programa Domingo Show. Na estreia, em 23/3, uma entrevista com Gil Gomes, ex-repórter do lendário Aqui Agora.   Leia mais + Domingos Meirelles é contratado pela Record + Rafael Rocha deixa TV Record/RS + Remanejamentos na Record atingem sede e sucursais

Alessandro Giannini retorna ao Estadão como editor-assistente de Internacional

Alessandro Giannini está de volta ao Estadão. Ele assumiu nesta 3ª.feira (18/3) o posto de editor-assistente de Internacional na equipe do editor Roberto Lameirinhas. Esta será sua quarta passagem pelo Grupo Estado, onde ingressou pela primeira vez em 1988 como repórter de Variedades do Jornal da Tarde. Após dez anos na casa, foi para Veja São Paulo, retornando no ano seguinte, desta vez ao Estadão, como repórter do Caderno 2. Entre 2000 e 2001 integrou a equipe de reportagem da IstoÉ Gente, e em 2002 voltou novamente ao Grupo Estado, onde nos quatro anos seguintes foi tradutor de Internacional para o Estadão e crítico de Cinema para o JT. De 2006 para cá foi editor de Cinema e repórter na revista Set, editor de Cinema do UOL e até recentemente vinha colaborando com a equipe do jornal Metro. “Depois de seis meses em que reencontrei o prazer de trabalhar ao lado de gente que sabe fazer jornalismo responsável sem ser careta ou abrir completamente as pernas, chegou a hora de seguir adiante. O Metro Jornal é um projeto muito legal, feito por profissionais competentes e que trabalham no limite para fazer um produto diferenciado”, destacou Alessandro em carta de despedida que publicou no facebook. “Vou integrar a equipe do Roberto Lameirinhas, com quem havia trabalhado no início do século e de quem sou amigo há mais de 20 anos. É o início de uma nova etapa, agora cuidando de geopolítica e outros assuntos mais sensíveis”.

Vaivém das Redações!

Veja o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul:   São Paulo No Estadao, a TV será integrada à Fotografia, com Eduardo Nicolau chefiando a nova editoria de Imagem, reportando-se à editora-chefe Cida Damasco. O repórter fotográfico Felipe Araújo assume a coordenação da TV Estadão. Na Broadcast, Elizabeth Lopes deixou a coordenação e foi para a reportagem, e Nivaldo Souza (ex-iG e Brasil Econômico) seguiu para a Agência Estado no DF. O escritor e especialista em educação infantil Ilan Brenman estreou 9/3 na CBN o quadro semanal Conversa de pai. A atração vai ao ar durante o Revista CBN, com apresentação de Tania Morales, a partir das 14h20.   Rio de Janeiro Orivaldo Perin  deixa O Globo no bojo das mudanças anunciadas em 10/3 e volta ao Rio na próxima semana, depois de chefiar a sucursal paulista do jornal no último ano. No diário desde 2000, participou de projetos importantes, como a integração das redações online e papel, o redesenho gráfico e a implantação da plataforma NewsGate. Antes disso, foi de Jornal do Brasil, Valor Econômico e Diário de S.Paulo.   Minas Gerais O colunista Mário Fontana retoma suas atividades no Estado de Minas a partir da próxima 2ª.feira (17/3). Helvécio Figueiredo o substituiu durante sua ausência.   Rio Grande do Sul Leitor assíduo e comentarista constante do noticiário de Coletiva.net, Júlio Sortica passa a assinar a partir desta semana uma coluna às 3ª.feiras no portal. No espaço, o profissional, que teve passagens por Zero Hora, Folha da Tarde, Jornal do Comércio e O Sul, entre outros, irá refletir sobre a qualidade do jornalismo atual. Seu primeiro texto já está disponível em http://bit.ly/1lTDtRV.   A repórter de rede Luci Jorge deixou a Band TV na semana passada, após cerca de 20 anos na emissora. Ganhadora de prêmios como ARI, Direitos Humanos, Ministério Público, Setcergs, Sebrae de Jornalismo e Vladimir Herzog, ela iniciou na reportagem local. Pelo facebook, Luci confirmou a saída e se referiu ao momento como “o fim de um ciclo na empresa onde construí minha carreira”.   Leia mais + Vaivém das Redações! + Vaivém das Redações! + Vaivém das Redações!  

PUM

* Por Sandro Villar

Presumo que corro o risco de ser tachado de chulo por causa do título da crônica, mas Deus é testemunha ocular de que não serei nem de longe chulo nessa narrativa. Aliás, este Baixíssimo pede ajuda ao Altíssimo para sair dessa encrenca que é a tentativa de explicar que o título não tem nada a ver com, digamos, ventosidade, traque, gases e flatulências com ou sem odor. Encurtando conversa: nenhuma relação com a “usina de gases” que temos no abdômen. Poxa, dei uma enrolada boa, não expliquei patavina, como certos comentaristas (chamem a Luiza Trajano), e, descaradamente, sigo em frente empurrando com o abdômen, já que a palavra foi citada e merece repeteco.

Que o Brasil é o País das siglas todo mundo está careca de saber ou, no mínimo, calvo de saber. Taí: o PUM lá de cima não sai embaixo, é só uma sigla, mas apresso-me em esclarecer que não se trata, por exemplo, de partido político, tipo Partido Unido Municipal, PUM para os íntimos, quer dizer, filiados. Calma, Zeza Loureiro, não se apoquente, pois vou desembuchar: o PUM em questão nada mais é do que o nome popular de um recinto público de Presidente Prudente, cidade onde carcará costuma voar na vertical. O PUM (desculpem-me: sou compelido a repetir o nome) é muito frequentado, pois lá é local de feiras e exposições. Claro, dona Clara, que citarei por extenso a sigla: PUM quer dizer Parque de Uso Múltiplo, mas o povo resolveu simplificar para PUM e ninguém tem nada com isso, muito menos certos cronistas metidos a besta. O recinto tem um nome oficial, homenagem a um ilustre morador, cujos parentes detestam a sigla.

Até há pouco tempo, a mídia prudentina só se referia ao centro de exposições mencionando a sigla, hoje em dia pouco usada pelos jornalistas. Vai ver alguém deu um toque e a abreviatura já não é tão citada pela reportaiada, como diria o grande Juarez Soares. Convenhamos: pega mal uma repórter de televisão, ao vivo, falando sobre uma festa no PUM. Algumas repórteres ficavam constrangidas.

Mudando de Alexandre Pato para Paulo Henrique Ganso, todos estão convidados a visitar o Parque de Uso Múltiplo, mas atenção pessoal dos rolezinhos: estão proibidos eventos exóticos, como, por exemplo, campeonato de soltar pum no PUM só para fazer jus ao nome fantasia do recinto. Se isso acontecer, aconselho os participantes a colocarem as máscaras que o atores Bryan Cranston e Aaron Paul usaram na série de televisão Breaking Bad. Acho que não será difícil convencer o produtor Vince Gilligan a liberar as máscaras aos interessados.

 

* Sandro Villar é correspondente do Estadão em Presidente Prudente (SP).

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