O Instituto Vladimir Herzog, de Direitos Humanos está em campanha de fund raising, buscando apoio financeiro de pessoas físicas e jurídicas para seus projetos. Segundo Ivo Herzog, seu diretor executivo, isso pode ser feito inclusive via Lei Rouanet, que na pessoa física permite doações de até 6% do IR com 100% de crédito (na jurídica, 4%). O IVH atua principalmente em projetos de Educação em Direitos Humanos, com mais de 500 educadores e dez mil alunos beneficiados por suas ações. Saiba mais sobre como participar
Edu Ribeiro tira chapéu para os admirados. Kotscho homenageia Audálio Dantas
De terno azul marinho e chapéu Panamá que não combinava com aquele traje formal, o anfitrião Eduardo Ribeiro, diretor deste Portal dos Jornalistas, causou alguma estranheza. Mas, ainda que ninguém entendesse muito bem o motivo daquele adereço, foi uma ótima referência para que todos pudessem localizá-lo em meio a dezenas de convidados (veja as fotos). Ao dar início à cerimônia de entrega dos troféus aos +Admirados, Edu por fim esclareceu o mistério: Muitos dos que me conhecem devem estar estranhando eu vir a essa festa de chapéu, um adereço incomum para mim. Pois bem, decidi usar pela primeira vez em minha vida um chapéu, um típico chapéu Panamá, para poder tirá-lo em público e nesse meu gesto simbólico homenagear a todos os jornalistas brasileiros, em especial esses 101 profissionais eleitos como Os +Admirados do País. Sim, para todos eles eu tiro o meu chapéu!!! E peço uma grande e intensa salva de palmas!! Espero que esta seja uma noite de emoções, alegrias, confraternização, encontros e reencontros. E que possamos sair daqui não só mais felizes, mas também esperançosos de dias melhores, de dias de um jornalismo cada vez mais comprometido com a ética, com a pluralidade, com a verdade e com a relevância. Mas paro por aqui, porque o dia, quer dizer, a noite, é de festa e eu não quero estragá-la com um longo discurso. Espero que vocês gostem e se divirtam com o que preparamos ao longo desses últimos dois meses. A admiração de um dos +Admirados No próprio dia da festa, Ricardo Kotscho decidiu fazer em seu Balaio do Kotscho uma homenagem pública ao profissional que ele considera o mais digno de admiração dentre todos: Audálio Dantas. Reproduzimos o texto a seguir, com a permissão do autor, fazendo apenas a ressalva de que Ricardo nele não menciona sua condição de também integrante da galeria dos +Admirados. Pois é, quem diria, Audálio Dantas está na moda O tempo passa, o tempo voa, o tempo não perdoa, mas ele continua aí firme e forte, na batalha. Aos 85 anos de idade e 60 de profissão, em plena atividade, o jornalista Audálio Dantas, alagoano de Tanque D´Arca, testemunha e protagonista da nossa História, prepara-se para receber esta noite mais um prêmio pelo conjunto da obra. Muito justo. Audálio está entre os Cem mais admirados jornalistas brasileiros que receberão seus troféus nesta noite de 2ª.feira, em São Paulo. Prêmios e homenagens já fazem parte da sua rotina, principalmente nestes últimos anos, mas o de hoje é especial: foi baseado numa pesquisa inédita promovida pelas empresas Maxpress e Jornalistas&Cia com mais de dois mil executivos de Comunicação Corporativa de todo o País, em votação direta, num universo que reúne 55 mil jornalistas profissionais. Firme nos gestos e lhano no trato, Audálio foi e é mestre e exemplo de várias gerações de jornalistas. Repórter por gosto e vocação, está fora do mainstream da grande imprensa desde o final dos anos 1970, quando foi presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e nele teve papel central na denúncia do assassinato do nosso colega Vladimir Herzog, tema do livro As duas guerras de Vlado Herzog – Da perseguição nazista na Europa à morte sob tortura no Brasil, que lhe valeram os prêmios Jabuti (Livro-reportagem e Livro do ano de não ficção) e Intelectual do Ano (Juca Pato), em 2013. Somos amigos desde aquela época, mas nunca tive a oportunidade de trabalhar junto com ele numa redação. Foi em feiras de livros, debates, seminários e nas diretorias e conselhos de entidades sindicais que passei a admirar cada vez mais esse cidadão brasileiro que teve papel fundamental na longa e penosa trajetória da ditadura à democracia, sempre fiel a seus princípios, colocando os interesses da sociedade acima daqueles da sua vida pessoal. Sei o quanto isso lhe custou, e ainda está custando, mas nunca o vi reclamar da vida. Ao contrário, está sempre disposto a encarar o próximo desafio, ao lado da inseparável Vanira, sua mulher, geralmente em atividades não remuneradas, sua especialidade. “Você está ficando muito rabugento”, queixou-se ele, com razão, na última vez em que viajamos juntos para participar do Fórum das Letras de Ouro Preto, em novembro. Para Audálio, ao contrário, não tem tempo ruim, mesmo tendo enfrentado seríssimo problema de saúde no ano passado. Não fosse por seus cabelos branqueados já faz tempo, ninguém seria capaz de adivinhar a idade dessa figura, sobre a qual, aliás, ainda há controvérsias. Esta é apenas uma das muitas lendas que se criaram em torno dele, tantas quanto as reportagens e os livros que escreveu, desde que começou a trabalhar como repórter da Folha da Manhã (hoje Folha de S. Paulo). Uma das suas primeiras reportagens premiadas foi uma entrevista “não dada” por Guimarães Rosa, quando o escritor veio lançar Grande Sertão: Veredas em São Paulo. Sem conseguir falar com Rosa, Audálio ficou fuçando em torno da mesa em que ele dava autógrafos, anotando as respostas dadas aos leitores e copiando algumas dedicatórias. Além das características inatas de repórter que nunca desiste da pauta, Audálio sempre levou uma grande vantagem sobre a concorrência: sabe escrever, e escreve muito bem. Outra vantagem que levava nas redações é que saia para fazer uma matéria e voltava com várias, sobre os mais diversos assuntos. Nunca foi um especialista em nada. Claro que não dá para resumir neste breve texto os seus 60 anos de carreira, com passagens marcantes pelas revistas O Cruzeiro e Realidade. Uma das passagens mais marcantes da longa trajetória de Audálio foi a descoberta, durante uma reportagem, da fantástica personagem Carolina Maria de Jesus, favelada que se tornou escritora com o best-seller Quarto de Despejo, editado também no exterior. Nas voltas que a vida dá, foi deputado federal pelo extinto MDB e primeiro presidente eleito pelo voto direto da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), vice-presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), onde ainda atua como conselheiro, atividades que lhe renderam o Prêmio de Defesa dos Direitos Humanos da ONU.
Prêmio principal do Embratel Claro vai para imagem de Domingos Peixoto
O fotógrafo Domingos Peixoto, de O Globo, é o vencedor do Grande Prêmio Barbosa Lima Sobrinho, principal premiação do Embratel Claro. A sequência de imagens jornalísticas de maior repercussão este ano – o momento em que o cinegrafista Santiago Andrade foi atingido durante manifestações no Rio – sob o título de Crime à liberdade de imprensa, já levara o CNT, o Ministério do Trabalho e, finalmente, o Esso na categoria, na semana passada. Agora mais contido do que no Esso, Peixoto foi lacônico no agradecimento, ergueu o troféu acima da cabeça e repetiu o lema “Viva Santiago!”. Na noite desta 3ª.feira (9/12), a 15ª edição do Embratel Claro entregou os troféus aos ganhadores de 16 categorias (quatro regionais e 12 nacionais). A festa foi na casa de espetáculos Miranda, no conjunto de salas Lagoon, no Rio, apresentada por Ronaldo Rosas e Flávia Fernandes. Flávia participou também da organização do evento, e foi comentado, até no palco, como é pouco comum uma RP apresentar prêmios jornalísticos.
Simpósio comemora os 20 anos do Labjor/Unicamp
O Labjor – Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade da Unicamp comemora 20 anos com o simpósio gratuito A questão da Imprensa: tecnologia, transparência, autorregulação e desconcentração, nesta 5ª.feira, 11 de dezembro, no campus da universidade, em Campinas (SP). O objetivo do evento é debater as mudanças que vêm ocorrendo na imprensa ao longo dos anos, os novos formatos, provenientes das novas tecnologias, e os mercados e perfis profissionais que o novo recorte do jornalismo começa a oferecer. O simpósio também vai debater o contexto histórico do Brasil e da imprensa nos anos 1990, quando foi criado o Labjor. Pela manhã a mesa de discussão terá como foco o momento de criação do Labjor, com a participação dos fundadores do Laboratório e dos membros da direção do Projor – Carlos Vogt, José Marques de Melo, Mauro Malin, Luiz Egypto Cerqueira, Caio Túlio Costa e Eugênio Bucci –, que deu origem ao Observatório da Imprensa. Após o almoço, haverá um debate sobre as tendências do jornalismo e desafios como a autorregulação e a desconcentração da mídia e a formação de recursos humanos para atuarem no jornalismo e na divulgação científica, com as presenças de Alberto Dines, Carlos Eduardo Lins da Silva, Marina Amaral, André Maleronka, Rafael Evangelista e Mariluce Moura. Um vídeodocumentário em comemoração ao aniversário também será exibido. O simpósio está sendo apoiado por Diretoria Geral da Administração/Unicamp, Unimed Campinas, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), CPqD, Sanasa, Banco do Brasil, Vininha e Associação Campineira de Imprensa. Inscreva-se! Serviço: Data: 11/12/2014 Horário: das 9h às 17h Local: Auditório II da AFPU, Prédio da DGA, Cidade Universitária Zeferino Vaz /Unicamp. Inscrições e programação: http://migre.me/nkvwf Contato: Simone Pallone ([email protected]) e Viviane Lucio ([email protected]) –19-3521-2586
Paulo Vinícius Coelho deixa a ESPN
Paulo Vinícius Coelho, o PVC, deixou nesta 3ª.feira (9/12) a ESPN, onde estava desde 2000. Segundo Folha de S.Paulo – onde o comentarista esportivo também é colunista –, ele deve assinar contrato nos próximos dias com a FoxSports, e estará à disposição da nova emissora a partir de 1º de janeiro. No post de despedida – publicado em seu blog da ESPN na tarde desta 3ª.feira (9/12) –, PVC diz: “José Trajano me telefonou em novembro de 1999 e mudou minha vida. O convite era para comentar a Copa da África de 2000. ’Depois a gente vê como a coisa anda, negão!’ Na época, eu assinava com o Lédio Carmona uma coluna sobre futebol internacional no Lance O Trajano lia e gostava. Já tinha feito participações em 1999 no Futebol no Mundo e no Bola da Vez. Comecei a fazer transmissões e depois programas. Prorrogação, com o Amigão após as rodadas do Brasileirão. O Sportscenter Meio Dia, com a Soninha e o Paulo César Vasconcellos… Linha de Passe, com o Milton Leite, depois com o Palomino, com o Paulo Andrade. Putz! Quanta gente legal. Aprendi com o Plihal, o Cledi, o André Kfouri, Palomino, Renata Netto, João Simões, Mauro Cezar, amigo desde a redação de Placar. Aprendi com quem você conhece do vídeo e com quem me conhece na tela. Aprendi que há uma coisa que distingue a ESPN de todos os outros lugares: o fã de esportes. Aprendi tanto e até hoje não sou um cara de TV, mas um jornalista de revista que põe conteúdo em todas as mídias. Se as pessoas ainda acham estranho quando eu digo isto é porque minha cara virou a ESPN. Minha cara, não. Minha casa! ‘Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar…’ Nem o Renato Russo nem a Cássia Eller são para sempre. Nem eu na ESPN. Cobri três finais de Copas do Mundo, nove decisões de Champions League, é hora de ir. A decisão é minha. Impossível dizer o que será de mim. Possível apenas saber que sigo minha vida de colunista na Folha de S.Paulo aos domingos e segundas-feiras. E que vou sentir uma falta desgraçada de vocês todos. Darei notícias”.
+Admirados confraternizam em São Paulo
Festa teve 41 dos 100 homenageados e perto 500 convidados Os discursos foram breves, pois a organização solicitou a todos que limitassem ao máximo de 15 segundos seus comentários, mas um tema foi bastante repetido nos pronunciamentos: a condenação a qualquer tentativa de censura à imprensa. Mas a confraternização de companheiros de profissão que há muito não se encontravam foi a tônica da festa com que Jornalistas&Cia e Maxpress homenagearam 41 dos 100 +Admirados Jornalistas Brasileiros, escolhidos em dois turnos de votação por mais de dois mil executivos de comunicação corporativa do País. Com patrocínio de Samsung e Coca-Cola, mais o apoio de Grupo TV1, Mercedes-Benz e Portal dos Jornalistas, a festa reuniu também perto de 500 convidados nesta 2ª.feira (8/12), no Club Homs, em São Paulo, com apresentação de Carlos Tramontina e Fátima Turci, também eles integrantes dos homenageados. O tom dos pronunciamentos e a oportunidade de congraçamento foram bem resumidos em mensagem que um dos +Admirados, Rolf Kuntz, enviou a Eduardo Ribeiro, diretor deste Portal dos Jornalistas: “Mais que uma cerimônia de premiação, o encontro de tantos profissionais, na maioria veteranos, foi uma celebração da imprensa. Novas festas ainda terão sentido enquanto os meios de comunicação forem capazes de informar, analisar, comentar e opinar livremente. Isso dependerá das instituições, mas a ordem institucional será em parte moldada pelo trabalho dos jornalistas. A eles, em primeiro lugar, caberá resistir às tentativas de implantação da censura, aberta ou disfarçada, chamada por seu nome verdadeiro ou por algum codinome enganador. Esse codinome poderá vir acompanhado de um adjetivo – provavelmente social ou ‘democrático’. Alguns cidadãos poderão ser enganados. Mas o risco será atenuado se a maioria dos jornalistas for capaz de resistir à sedução”. Além dos três mencionados, compareceram à festa Adriana Mattos, Audálio Dantas, Bárbara Gancia, Carlos Nascimento, Carlos Alberto Sardenberg, Chico Otávio, Cida Damasco, Cláudia Vassallo, Cleide Silva, Clóvis Rossi, Cristiana Lobo, Eduardo Barão, Eliane Brum, Eliane Cantanhêde, Elio Gaspari, Ethevaldo Siqueira, Eugênio Bucci, Fernando Calmon, Flávia Oliveira, Gerson Camarotti, Gilberto Dimenstein, José Hamilton Ribeiro, Juca Kfouri, Luciano Martins Costa, Lúcio Flávio Pinto (representado por seu filho Lívio da Cunha Pinto), Luís Nassif, Marli Olmos, Mauro Zafalon, Miriam Leitão, Paulo Moreira Leite, Ricardo Boechat, Ricardo Kotscho, Roberto Cabrini, Rosenildo Gomes Ferreira, Ruy Castro, Sônia Araripe, Vera Brandimarte e Vicente Nunes. Veja as fotos!
Bruno Paes Manso e Tutty Vasques saem do Estadão
Bruno Paes Manso e Tutty Vasques anunciaram nos respectivos blogs (SP no Divã e TuttyHumor) que mantinham no portal do Estadão que estão deixando o jornal. “É com mega, giga, tera tristeza que anuncio o fim deste blog. Já estava fazendo planos para o aniversário de um ano, que seria comemorado no começo de fevereiro, mas infelizmente não deu tempo”, escreveu Bruno em 5 de dezembro. Ele afirmou ainda que em 20 anos de profissão sua satisfação profissional nunca havia sido tão grande: “Poderia passar o resto da vida fazendo isso: acompanhando a agenda da segurança pública e dos direitos humanos pelo SP no Divã, trabalhando como pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência – USP e escrevendo na Ponte Jornalismo. Estava bom demais. Não poderia durar para sempre”. Após dar exemplos de coberturas marcantes ao longo do período, não escondeu a surpresa por sua dispensa do jornal: “Ao Estadão, só tenho a agradecer a oportunidade. Foram dez anos de casamento e mais dez meses escrevendo no blog, quando passamos a dormir em camas separadas. Achei que a relação estava mais madura e produtiva. Mas pelo jeito só eu achava isso. Pessoas queridíssimas do Estadão, com quem sempre mantive relação de enorme respeito, aquele abraço”. Em seu post de despedida, Tutty (Alfredo Ribeiro) diz que a parceria foi marcada por “profissionalismo e delicadeza”: “Sete anos e três meses de uma relação que parecia improvável e enquanto durou foi marcada por profissionalismo e delicadeza, convenhamos, não é para acabar mal. O Tutty está deixando o Estadão sem broncas! No fundo, no fundo – cá pra nós! – gostaria até de estar saindo censurado para pegar metade das mulheres do Xico Sá. Por outro lado, se eu contar por aí que dancei por questões de ’gestão‘ ou de ’orçamento‘, francamente, não arrumo um mísero colo pra chorar. Espalhem, por favor, que foi eterno enquanto durou. Amei trabalhar com vocês!”.
Brasileiro vence etapa global do Metro Photo Challenge e ganha expedição fotográfica por NY
Brasileiro vence etapa global e ganha expedição fotográfica por Nova York O Brasil bateu recorde de inscritos no Metro Photo Challenge 2014, concurso internacional de fotografia promovido pelo jornal gratuito Metro. A premiação, que chegou ao fim em 5/12, dividiu-se em três categorias: Magia da Cidade, Fuga Urbana e Cidade Verde, além da categoria exclusiva para brasileiros EU SOU Cidadão by Nikon. Vencedor da etapa brasileira na categoria Magia da Cidade, com a foto Rio, Cidade Maravilhosa, o carioca Jankel Grubman fez um registro do Cristo Redentor e foi premiado na final do concurso ao lado do belga Bernard Caelen (Cidade Verde) e do sueco Malin Jochumsen (Fuga Urbana). Vanessa Acioly Lopes de Vasconcelos, com a imagem Maracatu Rural de Nazaré da Mata, cidade do interior Pernambuco, venceu a categoria especial EU SOU Cidadão by Nikon. Os vencedores ganharam uma expedição fotográfica por Nova York. O júri local e o público elegeram uma foto vencedora em cada uma das categorias. Além de Jankel, os escolhidos do júri brasileiro foram Giovani Cordioli, em Cidade Verde, com Mirror and flowers at street, Paraty; e Nario Barbosa, em Fuga Urbana, com imagem de Capão Redondo-SP. Para o público, os melhores trabalhos foram de Douglas Cajueiro, em Magia da Cidade, com foto do Pão de Açúcar, no Rio; Eugênio Faria Ventura, em Fuga Urbana, com Durante a manhã, você no tráfego indo para o trabalho na Cidade Maravilhosa… não há quem deseje uma fuga urbana maior do que esse momento; e Fabio Wellisch, em Cidade Verde, com registro do Parque Lage, também no Rio. Os três premiados pelo júri ganharam uma viagem com um acompanhante para qualquer destino no Brasil operado pela GOL e uma câmera digital Nikon DSLR D3200; os três escolhidos pelo voto popular também ganharam a câmera Nikon.
ABI promove debate Direitos Humanos ontem e hoje
Em alusão ao Dia Internacional dos Direitos Humanos, a Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da ABI realizará nesta 4ª.feira (10/12), às 18h, no Rio de Janeiro, o debate Direitos humanos ontem e hoje. Participarão como debatedores Margarida Pressburger (comissária de Direitos Humanos da ONU, ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ e da OEA). Rumba Gabriel (coordenador do Movimento Popular de Favelas, membro do Conselho Estadual de Direitos Humanos e da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da ABI), Orlando Zaccone (delegado de Polícia) e André Barros (membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ, membro do Instituto dos Advogados Brasileiros e advogado da Marcha da Maconha). A mediação será de Daniel Mazola (conselheiro ABI, presidente da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos e editor da Tribuna da Imprensa online). Interessados em participar devem confirmar presença via facebook. SERVIÇO Debate Direitos humanos ontem e hoje Data: 10 de Dezembro (4ª.feira) Horário: 18h Local: rua Araújo Porto Alegre, 71, 7º – Rio de Janeiro
R7.com tem podcasts gravados por Heródoto Barbeiro
A partir desta 2ª.feira (8/12), o R7.com passa a ter diariamente um podcast gravado por Heródoto Barbeiro comentando os assuntos que estão repercutindo no momento. “Com o podcast será possível divulgar muito mais informação para o público do R7.com. Todo dia vou selecionar um assunto que mexe com os direitos do cidadão, para que ele conheça melhor o país em que vive”, disse Heródoto em nota. Segundo o portal, os podcasts também serão gravados em formato de vídeo e ganharão um espaço nobre na home do R7.com.







