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sábado, abril 11, 2026

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Mudanças em Época: Hélio Gurovitz fala ao Portal dos Jornalistas

Em entrevista ao Portal dos Jornalistas, Helio Gurovitz, que está deixando as diretorias de Redação e Editorial de Época, fala de seu legado, dos desafios que enfrentou e de como enxerga o futuro do jornalismo, em especial no segmento de revistas. Confira: Portal dos Jornalistas – O que você destacaria como seu principal legado nesses nove anos em que esteve à frente da revista Época? Helio Gurovitz – Acredito que deixo um legado de duas naturezas. A mais importante é humana: nossa equipe. Tive a oportunidade e a honra de trabalhar com (e ao lado de) alguns dos maiores profissionais da imprensa brasileira, que muito me ensinaram sobre nosso ofício. Também pude trazer para cá muita gente boa e contribuir para formar jovens extremamente talentosos. Hoje, a redação de Época reúne uma turma heterogênea, atilada e capaz, da qual tenho bastante orgulho. A segunda natureza do legado está justamente no trabalho produzido por essa turma. Graças a ela, Época tornou-se uma revista madura, com rosto próprio e uma personalidade antenada com os tempos atuais. Não há no Brasil outra revista com a nossa cara, com o nosso olhar ou com a nossa voz. Portal dos Jornalistas – Como definiria a revista Época, hoje? Helio – Primeiro, não definiria Época apenas como uma revista. Produzimos conteúdos em várias plataformas, sempre com o mesmo olhar. Queremos ser relevantes, sofisticados, úteis e inspiradores para o público. Queremos que, em Época, ele saiba antes, entenda o mundo e aprenda. Devemos fazer isso com o maior apuro estético, tanto no texto quanto no visual ou nos conteúdos interativos. E, naturalmente, respeitando à risca os Princípios Editoriais do Grupo Globo. Portal dos Jornalistas – Quais os principais furos trazidos pela revista nesse período? Helio – Poderia citar dezenas de furos de grande repercussão, nacional ou internacional. O mais importante: demos furos em todas as áreas. Não apenas no papel, boa parte deles saiu em primeira mão na internet. Aí vai uma breve lista, não exaustiva, que faço de memória: dos sargentos gays ao menino Sean; da mãe da menina Isabella à viúva da Mega Sena; do analfabetismo de Tiririca ao inquérito sobre o goleiro Bruno; do câncer maligno do jogador Nenê ao vídeo de Marcola na prisão; do DNA dos bebês produzidos por Abdelmassih aos exames médicos da presidente Dilma; dos arquivos secretos da Marinha aos relatórios da NSA sobre escutas na ONU; do treinamento dos blackblocs (entre os quais infiltramos um repórter) às investigações que mostram a extensão do PCC; das escutas do esquema de Cachoeira ao relatório da PF sobre o Mensalão; do cafofo do Agaciel no Senado ao caso da ex-babá usada como laranja por um diretor da casa. Só no caso Petrobras fomos protagonistas ao publicar o depoimento de um lobista do PMDB, os documentos que Paulo Roberto Costa tentara destruir – e divulgamos em primeira mão vários lances da Lava Jato. Além dos furos, Época também se destaca por falar antes de assuntos que o resto da imprensa demora bem mais a tratar. Um exemplo disso é nossa cobertura de meio ambiente. Fomos os primeiros a lançar, já em 2006, uma Edição Verde e, em 2007, demos uma capa prevendo uma crise de abastecimento de água dentro de até cinco anos – erramos por muito pouco, não é mesmo? Também falamos na vida sem empregada ou na vida sem carro meses antes da nova lei das domésticas ou de as ciclovias se espalharem pelas cidades. Todos esses exemplos e furos revelam o grau de conexão da nossa redação com a atualidade e o interesse público. Portal dos Jornalistas – Que outros projetos editoriais destacaria nesse período como marcantes de sua passagem pela revista? Helio – Fomos a primeira revista brasileira a lançar um aplicativo para iPad, a primeira semanal no iPhone e a primeira a oferecer o mesmo site para telas de todos os formatos. Lançamos anualmente Época 100, a lista dos 100 brasileiros mais influentes no ano. Criamos o Projeto Generosidade, uma iniciativa da Editora Globo para reconhecer iniciativas de quem faz o bem ao próximo. Entregamos prêmios a quem se destaca em diversas áreas – as melhores empresas para trabalhar, as melhores empresas para o meio ambiente e as melhores empresas para o consumidor. Ampliamos nossas iniciativas regionais por meio das marcas Época São Paulo e Época Rio, que também premiam o melhor em cada cidade. Acima de tudo, conseguimos implementar na redação uma cultura digital madura, capaz de produzir conteúdos em todas as plataformas. Portal dos Jornalistas – Onde poderia ou gostaria de ter ido mais longe, se tivesse tempo e recursos humanos e materiais? Helio – É difícil raciocinar sobre hipóteses. De todo modo, acredito que nosso maior desafio neste momento, como para todo produtor de conteúdo, é a transição para a plataforma digital. Embora tenhamos feito muita coisa nessa área, ainda há muito a fazer. Também gostaria de ter investido mais em conteúdos de fôlego, como reportagens e edições especiais. Certamente essa é uma das essências do jornalismo em revista que sobreviverá no futuro. Portal dos Jornalistas – Como foi dirigir uma das mais importantes revistas do País num período de profundas transformações tecnológicas e de comportamento social e de permanentes desafios de sobrevivência para o jornalismo tradicional? E que lições extrair desse “contencioso”? Helio – Foi uma aventura que vivi 24 por dia, sete dias por semana, praticamente o ano todo. A principal lição é que não devemos temer ou resistir à transformação. A realidade exige que nós, jornalistas, deixemos a posição defensiva e encaremos os desafios. Nem sempre dará certo, mas é melhor tentar e errar do que ficar parado. Esse foi o maior aprendizado para mim. Portal dos Jornalistas – Saímos da última eleição com um País dividido e com muitas acusações contra a mídia tradicional, em especial por parte do PT. Qual o grau de pressão enfrentado por vocês, na revista, e como a redação e a empresa se posicionaram em relação a isso? Helio – Pressão é da natureza da nossa profissão. É algo cotidiano. Quanto à eleição, o Grupo Globo tem princípios editoriais cristalinos, expressos num documento público, que procuramos seguir à risca. Eles estabelecem claramente que devemos praticar um jornalismo apartidário. Foi o que fizemos durante a eleição. Que eu saiba, nem o PT nem nenhum outro partido jamais fez qualquer reserva ao jornalismo praticado em Época. Evidentemente, há diferenças entre o modo como as diferentes publicações cobriram as eleições, muitas delas com claro viés partidário. Isso é absolutamente natural num país em que vigora a plena liberdade de imprensa. Cabe ao público decidir em quem confiar e o que ler. Tenho absoluta convicção de que, como resultado dos nossos princípios editoriais, contamos com a plena confiança e o respeito do meio político e dos formadores de opinião. As acusações e críticas oportunistas, feitas na internet por gente a soldo de interesses difusos, devem ser relegadas a sua própria insignificância. Portal dos Jornalistas – Como você vê o futuro da Mídia Revista, em termos de mercado, baseando-se em sua experiência à frente de Época e de outras publicações onde atuou? Helio – Acredito que o meio revista sobreviverá às turbulências, sobretudo porque proporciona algo que interessa ao consumidor: informação, prazer e entretenimento. Nisso, revistas são mais parecidas com livros do que com jornais. Conquistam leitores em formato eletrônico, mas ainda resistem muito bem em formato papel. No caso das semanais, acreditamos que o futuro está associado aos três pilares do projeto editorial de Época: conteúdos exclusivos, reportagens originais que decifrem a atualidade e prestação de serviços relevantes.  

Novo comando para Época e Época Negócios em 2015

Helio Gurovitz e David Cohen despedem-se em janeiro da Editora Globo e serão substituídos respectivamente por João Gabriel de Lima e Dárcio Oliveira A Editora Globo inicia 2015 com várias mudanças em suas equipes editoriais e com um corte que pode chegar a 30 profissionais, conforme apurou o Portal dos Jornalistas. As principais mudanças acontecem nas revistas Época e Época Negócios, cujo comando editorial passará por uma troca de guarda no começo do ano. Houve cortes adicionais na própria revista Época (saídas do repórter Luiz Maklouf e do diretor de Arte Marcos Marques, um premiado capista), na revista Globo Rural (o redator-chefe Sérgio de Oliveira), na revista Marie Claire (produção) e na área de Livros. Em Época, sairá, a pedido, após nove anos de empresa, o diretor de Redação e diretor Editorial Helio Gurovitz, e para o seu lugar sobe o adjunto João Gabriel de Lima. A mudança se completa com a promoção e transferência de Diego Escosteguy, atual diretor da sucursal Brasília da revista, a redator-chefe em São Paulo, e sua substituição interina na Capital Federal por Leandro Loyola. João Gabriel, que é escritor, autor dos romances O burlador de Sevilha e Carnaval, foi repórter na Folha de S.Paulo e editor de Cultura de Veja, tendo por três anos atuado na sucursal do Rio de Janeiro. Ele trabalhou pela primeira vez em Época entre 2006 e 2007, como editor executivo, cargo que deixou para ser diretor de Redação da revista Bravo. Seu retorno deu-se no início de 2012, como redator-chefe. Diego, que também está em sua segunda passagem por Época, começou na revista como repórter na sucursal de Brasília em 2004 e ficou até 2005, regressando em março de 2011, aí como editor de Brasil. Desde julho de 2012, é diretor da sucursal de Brasília. Formado em Jornalismo pela UnB e mestre em Jornalismo Político pela Columbia University, em Nova York, já trabalhou em O Estado de S.Paulo, Jornal do Brasil e Veja.  Outra revista da Editora Globo que entrará o ano de comando novo é Época Negócios, saindo o diretor de Redação David Cohen, que estava na função desde maio de 2011, e em seu lugar entrando Darcio Oliveira, num movimento que deslocará a revista para um núcleo que conta também com Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Globo Rural e AutoEsporte, sob a liderança do diretor Ricardo Cianciaruso (Ciancia). David, que é carioca e cursou três anos e meio de Engenharia na UFRJ, de lá saindo para fazer Jornalismo na PUC-Rio, ficará em Época Negócios até o final de janeiro, fazendo, segundo ele, “uma transição lenta, gradual e segura para o Darcio”. Ele começou a carreira no Rio, tendo passado por TV Manchete e O Dia. Já morando em São Paulo, trabalhou em Folha de S.Paulo (editoria de Internacional), Jornal da Tarde (Economia) e Exame, onde foi editor executivo, além de redator-chefe de Época por cinco anos. Darcio formou-se em Jornalismo pela Fiam em 1994 e sua primeira experiência profissional foi como estagiário na Gazeta Esportiva. Chegou a ter uma rápida passagem por assessoria de imprensa, até ser contratado para a editoria de Economia e Negócios da revista IstoÉ. Ficou 13 anos na Editora Três, três deles na IstoÉ e dez na IstoÉ Dinheiro, revista que ajudou a fundar em 1997. Depois esteve na Revista da Semana, da Editora Abril, onde ficou até o final de 2007, época em que migrou para Época Negócios. Ficou dois anos e meio, saindo para participar do projeto de criação do jornal Brasil Econômico, mas apenas por um curto período, pois regressou para a própria Época Negócios, que agora irá dirigir. Sérgio de Oliveira, que desde 2012 estava como redator-chefe da revista Globo Rural e agora deixa a publicação, foi por três anos revisor e copidesque de Veja e editor da revista Produtor Rural, de 2001 a 2010. Proprietário da produtora de conteúdo Multimídia desde 1996, teve também uma passagem pela Comunicação da Universidade Estadual do Mato Grosso. Hélio Gurovitz fala ao Portal dos Jornalistas

Produtores de conteúdo de internet de SP poderão ser considerados jornalistas 

O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo reuniu-se no último dia 11/12 com o Sindicato de Empresas de Internet do Estado de São Paulo, na Superintendência Regional do Trabalho, para tratar da implantação de uma Convenção Coletiva de Trabalho para jornalistas que atuam no segmento de internet. Trata-se da primeira vitória para fazer com que os produtores de conteúdo na rede sejam considerados jornalistas, uma vez que empresas como Terra e iG, entre outras, não os reconhecem dessa forma e, por isso, esses profissionais têm jornadas de trabalho superiores às legais, salários e benefícios inferiores e diferentes dos que atuam em outros veículos, como jornais e revistas. Na reunião ficou acertado que as duas entidades negociarão a CCT dos jornalistas de internet mas, por enquanto, até a transição definitiva, a data base inicial será em 1º de maio e não em 1º de junho, como é para o restante da categoria (exceto Rádio e Tevê). Os dirigentes sindicais, tanto dos trabalhadores como dos empresários, concordaram em realizar negociação mediante apresentação de contraproposta pelo sindicato patronal até 1º de março, acompanhada do calendário de negociação. Vale lembrar que desde 2011 o Sindicato dos Jornalistas tenta formular uma CCT para os profissionais de internet. Até agora, a negociação era realizada de forma irregular com o Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas e Cursos de Informática no Estado de São Paulo.

Ensino da história de padre Landell passa a ser obrigatório nas escolas de Porto Alegre

Após mais de quatro anos ininterruptos de luta pelo reconhecimento de Roberto Landell de Moura como inventor do rádio, o Movimento Landell de Moura e Jornalistas&Cia acabam de celebrar uma de suas mais importantes conquistas: a obrigatoriedade da inclusão da saga do padre cientista no currículo obrigatório do Ensino Básico de Porto Alegre. Agora é lei, pois a edição de 12/12 do Diário Oficial do município publicou a sanção do prefeito José Fortunati à Lei que faz essa inclusão nas disciplinas de história, ciências e língua portuguesa ministradas nas escolas da rede pública municipal. De autoria do vereador João Carlos Nedel (PP), que havia sido aprovada em 27/10, entrará em vigor no início do ano letivo, conforme calendário da rede municipal de ensino. Projeto semelhante, de autoria do vereador Eliseu Gabriel (PSB), tramita na Câmara Municipal de São Paulo. Nascido em Porto Alegre, Landell é considerado pioneiro das telecomunicações no País, tendo feito a primeira transmissão de voz no mundo em 1899, utilizando equipamentos de rádio que ele mesmo construiu. Ele morreu aos 67 anos, vítima de tuberculose, no ostracismo. Jornalistas&Cia e Movimento Landell de Moura preparam uma homenagem pela passagem do 154º aniversário de nascimento de Landell, a completar-se no próximo dia 21 de janeiro. Os detalhes estarão em nossas próximas edições.

The Communication (R)evolution: RBS apresenta investigação conduzida por Flávia Moraes

O Grupo RBS apresentou ao público nesta 3a.feira (16/12), durante o evento VOX,  os resultados da investigação The Communication (R)evolution, conduzida por Flavia Moraes, cineasta e diretora-geral de Inovação e Linguagem do Grupo. O estudo aponta novos caminhos para a indústria da comunicação e traz 11 premissas para o setor (veja abaixo). Flávia entrevistou mais de 150 profissionais de diversas áreas e perfis entre julho de 2013 e maio deste ano em cidades do Brasil e do exterior, entre eles Nick Bilton, colunista e repórter do New York Times, e James Canton, futurista que colabora com a Casa Branca e com a Apple e é CEO do Institute of Global Futures. A plataforma onde a investigação está disponível contém hoje 50% do material captado, segundo Flávia Moraes, e continuará a ser ampliada. “Seguiremos alimentando constantemente o site. Vale lembrar também que as premissas que acabamos de revelar não pretendem ser uma fórmula para o futuro. Elas são um índice, um indexador concebido a partir dos assuntos recorrentes nas entrevistas. O grande valor desse trabalho está na colaboração de centenas de profissionais e entrevistas que, a partir deste momento, estão acessíveis a todos”, disse Flávia durante o evento.   As 11 premissas apontadas pela investigação The Communication (R)evolution:   #Be True (Seja Verdadeiro) – Você está numa vitrine 24X7. O que o separa da sua audiência é uma linha cada vez mais tênue e transparente. Posicione-se clara e autenticamente. Seus interlocutores estão cada vez mais preparados para identificar erros. Se errar, admita. Seja verdadeiro. Autenticidade e coragem encantam. O falso é démodé. #Be Trusted (Seja Confiável) – Informação e tecnologia são commodities e ponto final. A sua audiência precisa de curadores criteriosos e confiáveis, e confiabilidade se constrói através de relações de mão dupla. Em meio ao Data-Tsunami em que vivemos, assuma o compromisso de filtrar, informar e surpreender. Antecipe-se, descubra o que seu público quer, necessita e ainda não sabe. #Be Part (Seja Parte) – A cultura da participação rejeita fortalezas, muros altos e intransponíveis. O encastelamento é inaceitável: onde ainda é muralha, construa aberturas. Participe, compartilhe, aproxime-se, humanize-se. Você tem todos os meios e os melhores motivos para fazer parte. Logue-se logo, e descubra as múltiplas oportunidades que esse o mundo multidimensional oferece. #Think Plural (Pense Plural) – Dualismo e bipolarização são comprovadamente restritivos. Ajude a construir uma cultura do diálogo e da criação coletiva em diferentes plataformas. Pense conceitos abertos, flexíveis, múltiplos. Rejeite verdades absolutas. Nenhuma merece crédito. A verdade é multifacetada e permite variadas interpretações e narrativas. Aprenda a contextualizar. #Think Mobile (Pense Mobile) – O mundo está em nuvem, acessível e sem fronteiras e há fortes indícios de que poderá estar, num futuro próximo, em outro lugar igualmente improvável. Aceite o inimaginável. Assuma a possibilidade de novos formatos e novas configurações; mobile é convívio, conveniência, é recriar experiências. Pense mobile e subverta antigas concepções de tempo e espaço. #Be Beta (Seja Beta) – As versões beta subvertem a lógica dos cronogramas industriais e ajudam consumidores a satisfazer o desejo de interagir com quem produz. Beta pressupõe questionamento, autocrítica e abertura para a mudança. Não case com as suas ideias, seja permeável, insatisfeito, incansável. O definitivo é provisório. Só o estado beta é permanente. #Think Ahead (Pense à Frente) – Abandone as zonas de conforto e as certezas reducionistas do passado. Evite as fronteiras construídas pelo chamado senso comum. A vida produz erros e acertos, aprenda com ambos. Vá em frente, inovação é coragem, experimentação, aprendizado e risco. E o lucro, é a remuneração do risco. #Think Higher (Pense Mais Alto) – Eleve o pensamento atribuindo aos seus propósitos significados mais nobres. Business também existem para servir e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Transparência, responsabilidade social e gratidão são moedas fortes. Elas criam um círculo virtuoso comprovadamente eficaz para os negócios. O lucro não perdeu a importância. Apenas não é mais a única razão de ser das empresas #Be Colaborative (Seja Colaborativo) – A era digital fragmentou o mercado de trabalho. Babyboomers, gerações X, Y ou Z, ligadas à corporações ou a home-offices, precisam construir alianças e aprender a operar em rede. Entenda que hoje o valor está no comprometimento coletivo, na colaboração e na qualidade do que você e seus aliados entregam #Be Intuitive (Seja Intuitivo) – Intuir significa olhar com atenção, ver com todos os sentidos. A sabedoria resulta deste olhar atento e observador. A intuição revela, antecipa, prediz, subverte e busca as respostas onde elas geralmente estão: no espaço invisível que conecta um acontecimento ao outro. Liberte-se das amarras do pensamento cartesiano. Demostre com a lógica, descubra com a intuição #Be Useful (Seja Útil) – Utilidade é um valor subjetivo diretamente relacionado a um grau de satisfação. Portanto, utilidade é percepção. Ela não está no que você realiza, mas no modo como o que você realiza é percebido. Use as premissas deste estudo para aumentar nos outros a percepção de utilidade naquilo que você faz e descubra em The Communication (R)evolution conhecimento capaz de fazer diferença na sua vida, e na vida dos demais.

Já pensou ver seu TCC se transformar em livro?

O Grupo Editorial Autêntica lançou um concurso destinado a acadêmicos e jornalistas recém-formados que tenham escolhido fazer seus trabalhos de conclusão de curso em forma de livro-reportagem. É o Prêmio Autêntica de livro-reportagem, cujo objetivo é selecionar, produzir e publicar um livro-reportagem apresentado como TCC em universidade brasileira credenciada pelo MEC e que tenha sido defendido há no máximo cinco anos. Para participar, a obra precisa ser inédita – ou seja, não pode ter havido publicação total ou parcial do material. Cada autor pode inscrever até dois originais. As inscrições, gratuitas, são realizadas apenas via site do prêmio, e se estendem até 28 de fevereiro de 2015. O vencedor assinará um contrato de publicação do livro, com lançamento e distribuição previsto para 2016. No contrato, são garantidos a ele R$ 5.000 de adiantamento de direitos autorais, além de, quando iniciadas as vendas, 8% de direitos autorais sobre o preço de capa de cada exemplar vendido e 25% do valor líquido das vendas de livros digitais (sujeito à tributação prevista em lei) “O prêmio traz fôlego novo para o mercado de jornalismo literário, pois é uma ação que promete revelar talentos e bons projetos”, afirma o coordenador do prêmio Edison Veiga.

Zuenir e Mauro Ventura encerram temporada de Sempre um papo esta noite em SP

Zuenir Ventura e o filho Mauro são os convidados desta noite do Sempre um papo, a partir das 20h, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo. Afonso Borges conversará com eles sobre jornalismo, literatura, política e edição de livros. E mais o que o público perguntar.  O programa encerra a série de 20 edições anuais em parceria com o Sesc. A entrada é gratuita e os dois autores vão autografar seus livros após o evento (Mauro com O mais triste espetáculo da Terra e Zuenir com diversos títulos, entre eles, Sagrada família e 1968, o ano que não terminou.  Assista às demais edições de Sempre um papo, gravadas ao longo do ano.

Após reforço na equipe, CarPoint News anuncia nova seção

Depois de reforçar seu time na semana passada, com a chegada de Renato Pereira, que passa a colaborar com avaliações de automóveis e reportagens sobre manutenção de veículos e dicas de mecânica, o CarPoint News terá outra novidade este mês: o quadro Day by day. “Os testes e avaliações de veículos na maioria das vezes são muito iguais. É bastante difícil criar-se uma fórmula que saia do lugar-comum e mostre o produto de forma menos impessoal e distante”, explica o editor Marcus Lauria. “Pensando nisso, resolvemos criar um espaço onde mostraremos, diariamente, com fotos e textos claros, curtos e objetivos, o uso do veículo no dia a dia, em trânsito urbano e em viagens, na chuva, no sol, no asfalto, na terra. Enfim, traremos a realidade do que o veículo oferece ao consumidor”. A estreia será em 22/12, com a avaliação do JAC J3S 1.5.

Grupo RBS debate futuro da comunicação nesta 3ª.feira em Porto Alegre

O Grupo RBS promove nesta 3ª.feira (16/12) o VOX, evento que pretende provocar reflexões sobre a comunicação a partir do compartilhamento de conteúdo e experiências. Inspirado em iniciativas bem sucedidas no exterior, como o festival SXSW e o evento Zeigeist, do Google, o Grupo RBS convidou personalidades ligadas a inovação, literatura, jornalismo, artes, gastronomia e tecnologia para trazer contribuições ao debate sobre o futuro da comunicação. A lista de convidados inclui o performista espanhol Pep Bou, a chef Carla Pernambuco, o pesquisador Ronaldo Lemos, a empreendedora Lorrana Scarpioni e os jornalistas Paulo Lima, Sonia Bridi e Xico Sá. Também estão confirmadas as participações de Luciano Huck, Fernando Grostein Andrade eNilton Bonder, entre outros. VOX terá ainda com o lançamento da investigação The Communication (R)Evolution, trabalho desenvolvido pela cineasta Flavia Moraes – recentemente designada diretora-geral de Inovação e Linguagem do Grupo RBS –, que aponta novos caminhos para o mercado da comunicação. O evento acontece na casa NTX, das 9h às 19h, para 400 convidados. Haverá transmissão ao vivo pela TVCOM e por streaming, via internet, no site www.rbsvox.com.br.

Coletivo de jornalistas pró-Conselho se reúne em São Paulo nesta 2ª.feira 

O coletivo Jornalistas Pró-Conselho se reúne em São Paulo nesta 2ª.feira, às 19h30, na sede do Sindilex (rua Japurá, 43). O grupo tem debatido desde abril de 2013 os caminhos da categoria com o objetivo de organizar um conselho profissional. O coletivo elaborou um manifesto online em que pontua sua base de atuação, objetivos e princípios, e que já conta com 500 assinaturas. 

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