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domingo, abril 12, 2026

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Inscrições para o Roche de Jornalismo em Saúde se estendem até 26 de março 

Profissionais interessados em participar da terceira edição do Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde, realizado em parceria com a Fundação Gabriel García Márquez para o Novo Jornalismo Ibero-americano (FNPI), têm até 26/3 para inscrever seus trabalhos nas categorias de Jornalismo escrito e de Televisão e vídeos pelo site www.premiorochedejornalismo.com. Serão consideradas matérias, em português ou espanhol, publicadas ao longo de 2014, envolvendo um ou vários dos seguintes temas: inovação nos cuidados com a saúde; biotecnologia em saúde; acesso a tratamentos de saúde; pesquisa e desenvolvimento de temas de saúde; regulação e políticas públicas de saúde; oncologia. Os ganhadores poderão optar entre uma bolsa com todas as despesas pagas para participar do workshop da Fundação Gabriel García Márquez para o Novo Jornalismo Ibero-americano (FNPI), de acordo com perfil profissional, ou então, um convite para o Festival do Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo, que se realiza todos os anos em Medellín, na Colômbia. Além disso, os vencedores e finalistas de todas as categorias serão convidados para a cerimônia de premiação que será realizada durante o Roche Press Day – fórum de jornalismo científico organizado pela companhia – em julho, em Cartagena das Índias, na Colômbia.  

Vaivém das Redações!

Veja o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias redações de São Paulo e Ceará: São Paulo Com o fim da parceria da Rádio Capital AM de São Paulo com a ESPN, em 31/12, o Esporte da emissora fez acordo com outra equipe: a partir de 12/1, Alexandre Barros, no comando de Futebol Capital, Equipe de Alexandre Barros, transmitirá os principais jogos dos grandes clubes paulistas, além de manter um programa diário de Esportes no antigo horário ocupado pela ESPN (das 18h às 19h). Neste período de transição, o horário vem sendo preenchido por David Nascimento, que apresenta o Esporte Capital. Ceará  Hébely Rebouças e Samaisa dos Anjos deixam O Povo para cursar mestrado em Comunicação na UFC.   Lauriberto Braga voltou a escrever a coluna diária Esportes em O Estado.

Portal dos Jornalistas começou 2015 com perfil nº 5.615

Na virada do ano, o Portal dos Jornalistas colocou no ar a trajetória do jornalista Alexandre Figueiredo, perfil que, coincidentemente, ganhou o nª 5.615. Especialista em música e cultura brasileira, Alexandre tornou-se leitura das mais presentes na internet desde os tempos da coluna Pelos porões do rock e de suas participações em um jornal comunitário de Salvador, até os blogs Mingau de aço e Kylocyklo. Lançou no final de 2014 o livro Pelas entranhas da cultura rock, obra que reúne artigos originalmente publicados em diversos veículos da mídia independente. O balanço do ano mostra que, na média, os 5.615 jornalistas perfilados estão em mais de uma editoria, veículo ou tipo de mídia, assim distribuídos: Cidades – 854; Comportamento – 406; Comunicação, Propaganda e Marketing – 416; Cultura e Entretenimento – 804; Economia e Negócios – 926; Educação – 205; Esporte – 807 (número amplificado com a Copa do Mundo); Gastronomia – 103; Gente – 22; Geral – 2.249; Imagem – 176 (fotógrafos e cartunistas); Indústria Automotiva – 24; Indústria de Base e Petroquímica – 209; Infraestrutura – 15; Internacional – 253; Política e Opinião – 722 (número aumentado por ocasião das eleições); Religião – 73; Saúde, Medicina e Ciência – 205; Sociedade e Variedades – 22; Sustentabilidade e Meio Ambiente – 294; Telecomunicações e Tecnologia – 277; e Turismo – 154. Entre as funções que desempenham, mais de 1.600 são repórteres e 1.235, blogueiros. Os colunistas são 830; âncoras, 226; comentaristas, 338; executivos de Redação, 227; e correspondentes estrangeiros, 100. Entre eles, 209 são professores de Jornalismo em universidades do País e 848, jornalistas escritores.

Corte em O Globo extingue equipe de Carro etc

O corte de 30 profissionais anunciado na 5ª.feira (8/1) na redação de O Globo atingiu em cheio um dos mais tradicionais espaços da imprensa automotiva brasileira, o caderno Carro etc. Editado desde 1992, o espaço seguirá com conteúdo próprio até o final deste mês e a partir de então trará apenas anúncios, classificados e conteúdo editorial terceirizado. A decisão pegou o mercado de surpresa, uma vez que este era um dos espaços mais respeitados do segmento. Apesar da já tradicional crise que vive nos últimos anos a imprensa brasileira, mesmo com redações enxutas as publicações da área automotiva, principalmente aquelas ligadas aos grandes grupos de comunicação, sempre tiveram mais fôlego e audiência para manter suas atividades. Editado desde 2001 por Jason Vogel (que havia começado na página em 1994), o caderno serviu como uma das plataformas para que ele fosse recentemente eleito um dos 100 mais admirados jornalistas brasileiros, segundo votação entre executivos de comunicação corporativapromovida por Jornalistas&Cia, em parceria com Maxpress. Com as mudanças, Jason vai para a editoria de Economia, onde atuará como repórter. O editor-assistente Roberto Dutra segue escrevendo sobre automóveis e editando o caderno Motor Extra, do Extra (mesmo grupo de O Globo), enquanto os repórteres Fernando Miragaya e Marcelo Cosentino deixaram a publicação já nesta 5ª.feira. Formado em Jornalismo pela Universidade da Cidade, Fernando estava no caderno desde 2011 e soma mais de 20 anos de carreira. Nesse período passou por Auto Press, Jornal do Brasil, onde foi redator e editor dos cadernos Carro&Moto e Viagem, e Jornal dos Sports, em que chegou ao posto de editor-chefe. Em 2008 foi um dos vencedores do Prêmio Denatran de Jornalismo. Mais novo, mas também com bastante experiência no setor, Marcelo começou a carreira como repórter na AutoPress e em 2011 mudou-se para São Paulo, onde assumiu o posto de editor da Car and Driver. Após um ano na revista, retornou ao Rio de Janeiro e desde então integrava o time do Carro etc.  

O Globo demite cerca de 20 profissionais da redação

Cerca de 20 profissionais foram demitidos da redação de O Globo esta semana. Extraoficialmente, fala-se em mais de 140 demissões em todos os setores da Infoglobo. Na lista dos dispensados da redação estão profissionais consagrados como os colunistas Artur Xexéo (Cultura) e Agostinho Vieira (Meio Ambiente). Em sua página no facebook, Vieira demonstrou surpresa com a notícia: “Estou de férias fora do País e soube pelo FB que minha coluna não será mais publicada no Globo. É a mídia digital, mais uma vez, chegando na frente. A confirmação do mundo analógico veio há poucos minutos por e-mail. Agradeço a quem se preocupou comigo antes mesmo de eu saber. Minha solidariedade com os cerca de 100 excelentes profissionais que estão deixando a empresa. Vida que segue. Abrs”. Também deixaram o jornal Fernanda Escóssia (País), Angelina Nunes (Rio) e Jorge Antônio Barros (blog Repórter de Crime). Na área automotiva, foi extinto o caderno Carro etc. O editor Jason Vogel segue no jornal como repórter de Economia, o editor-assistente Roberto Dutra continua no Extra Motor (do Extra) e os repórteres Fernando Miragaya e Marcelo Cosentino saíram. No Esporte, Jorge Luiz Rodrigues não foi demitido, mas saiu pouco antes dos cortes por conta de um convite do SporTV, onde já começou como chefe de Produção do Jornalismo. Marcos Penido se aposentou, conforme pretendia desde o semestre passado. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro publicou nota em que repudia as demissões promovidas pela Infoglobo. Segundo a entidade, “a empresa negou que esteja em crise e tratou as demissões como uma ‘medida de otimização após a revisão de dos processos da empresa’. Essa revisão, ainda segundo a Infoglobo, ‘constatou que havia diferentes unidades produzindo o mesmo tipo de trabalho’ e a necessidade de ‘um modelo de convergência’. A explicação, fria, vaga e tecnicista, só demonstra o lamentável descaso da Infoglobo com profissionais que dedicaram anos de sua vida ao sustento e ao crescimento do jornal. Indignada, a nossa diretoria cobrará mais explicações da empresa em reunião marcada para o início da semana que vem”. Sobre as demissões, o Jornal GGN, de Luís Nassif, reproduziu análise publicada no carioca Conexão Jornalismo, que associa as demissões em Infoglobo ao processo milionário que o Grupo vem enfrentando na Justiça do Trabalho. “O Grupo responde a um processo judicial por conta da demissão de jornalistas e outros profissionais que estão prestes a completar 60 anos. A medida de caráter empresarial, que visa reduzir despesas, foi durante três anos alvo de investigação do Ministério Público do Trabalho. […] Durante três anos a procuradora do Trabalho, Luciana Tostes, constatou que o comportamento da empresa feriria princípios que deveriam proteger o trabalhador e o idoso. Como o Infoglobo não concordou em rever o modelo de gestão considerado discriminatório contra a pessoa idosa, o MP acabou por encaminhar, em junho de 2013, pedido de ação civil pública à 24ª Vara do Trabalho. A ação foi registrada sob o número 0010309-05.2013.5.01.0024. Nela, Luciana Tostes pede multa de R$ 5 milhões à empresa e que a editora deixe de dispensar empregados em virtude, unicamente, de sua idade”, diz o texto. O que se especula é que a tal “expulsória” estaria sendo antecipada na tentativa de evitar problemas futuros. 

Nelson Cadena lança livro sobre festas populares da Bahia

Nelson Cadena lança em 14/1, no terceiro piso do Shopping da Bahia (Iguatemi), em Salvador, a partir das 18h30, Festas Populares da Bahia – Fé e Folia. A obra dá destaque para 24 festas baianas da atualidade, dentre elas as do Senhor do Bonfim, Iemanjá, 2 de Julho, Nossa Senhora das Candeias, Festa de Reis e Santa Bárbara. Segundo Cadena, o diferencial do livro são as fontes primárias colhidas em jornais do século XIX, mais de 80 títulos consultados, com novidades que permitem o aporte de elementos e uma revisão histórica quanto à cronologia de origem de algumas dessas manifestações. Na ocasião do lançamento, será inaugurada no terceiro piso do Shopping da Bahia, na Praça Mãe Menininha do Gantois, uma exposição contendo 30 painéis com fotos e textos das principais festas populares da Bahia. A mostra fica em exposição até 16 de fevereiro. Colombiano de nascimento, Cadena vive em Salvador desde 1973. É articulista de publicidade e propaganda de diversos veículos, diretor da agência ABC Mídia e autor de livros sobre a área e sobre a história da Bahia.

Prêmio Sebrae prorroga inscrições até 31/1

Interessados em concorrer ao Prêmio Sebrae de Jornalismo têm até 31/1 para se inscreverem. Dividido nas categorias Jornalismo impresso, Radiojornalismo, Telejornalismo, Webjornalismo e Imagem jornalística, o prêmio reconhece reportagens que tratem de temas ligados aos microempreendedores individuais e às micro e pequenas empresas. A melhor reportagem entre todas receberá o Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo. O primeiro lugar de cada categoria ganha R$ 15 mil e o vencedor da premiação principal leva mais R$ 15 mil.

Memórias da redação ? Solidão experimental

A história desta semana é uma colaboração de Flávio Tiné, ex-Abril, Estadão e Diário do Grande ABC, assessor de imprensa do Hospital das Clínicas de São Paulo durante 21 anos, que hoje atua como escritor e cronista de Jornal do Commercio do Recife e revista Medicina Social de São Paulo. Solidão experimental Um dos maiores problemas das cidades grandes é a solidão. Quanto maior a cidade, maior o isolamento das pessoas de todas as idades, principalmente as idosas, cujos filhos ou parentes partiram em busca de suas próprias vidas. Os filhos casam, os parceiros viajam antes do tempo normal, ocorrem divórcios e separações pelo desgaste dos relacionamentos, e assim por diante. Percebendo ou não, sofrendo ou não, um dia a gente se surpreende morando só. Todos conhecem as vantagens e desvantagens da solidão. A liberdade, o direito de escolher o livro, o programa de televisão, o filme, o que fazer nas horas vagas, sem o inconveniente de outras pessoas exercendo também o mesmo direito, num mesmo ambiente, atrapalhando nosso desfrute. As desvantagens são incontáveis, talvez em maior número. Não ter com quem dividir os sentimentos é o mais premente. Tenho uma vizinha mais solitária do que eu. Não tem carro, não vai ao cinema, não discute futebol, não vai sequer à missa, como eu. Identifico-me com ela quando abro ou fecho a janela, ligo ou desligo a televisão, acendo ou apago a luz do banheiro, abro ou fecho a janela para espiar os que desfilam no passeio que divide os prédios. Quando percebo, é um horror. Sinto-me a mais infeliz das criaturas, tendo que repetir gestos de uma idosa de oitenta anos, tão solitária quanto eu. Certa vez ela me contou que passou o dia inteiro preparando uma sopa especial que uma das filhas apreciava. Foi ao mercadinho, comprou todos os ingredientes, caprichou no tempero, e ela não veio. Teve de tomar a sopa no jantar e no almoço e ainda me trouxe uma porção, para não jogar fora, e dividiu com os gatos, que proliferam entre os prédios em notívagos miados. Eu, pelo menos, ainda dirijo e quando quero vou à casa dos filhos, ao cinema, às livrarias e até ao Sesc, onde ocorre a maior concentração de idosos no exercício de um lazer programado. Só me recuso a ir às praças onde alguns homens jogam dama ou baralho. Prefiro os cafés, onde além de saborear uma iguaria, pode-se jogar conversa fora com alguma classe, dependendo do interlocutor. Minha vizinha solitária não reclama de quase nada, exceto do calor, quando faz, ou do frio, quando incomoda. Nunca está mal-humorada. Sempre que o telefone toca lembro-me do personagem de Gabriel Garcia Marquez em Ninguém escreve ao coronel, que li e reli tentando buscar similitudes. Não achei nenhuma, ainda. Ele se queixava da falta de cartas. Ia aos Correios diariamente perguntar se não chegou alguma. Quase todo dia recebo holerites, multas de trânsito, pedidos de ajuda, cobranças indevidas e folhetos de pizzas as mais variadas. Daria pra viver o resto da vida sem sair de casa, só comprando por telefone e pagando com cheque ou cartão. Uma colega de trabalho me relatou que o maior sonho de sua vida seria alugar alguns filmes e passar uns três dias em casa. Marido e filha não permitem. Fiz a experiência, ou melhor, tentei. Uma coisa é ver um filme no cinema, em casa não tem graça. E quando tentei a solidão experimental, permanecendo um fim de semana em casa, foi também a pior experiência. Caiu de vez a tese que tentava defender de que a gente pode viver bem, sem depender de ninguém. Na verdade, a solidão é boa em algumas circunstâncias, ruim em outras. Num determinado momento pode ser conveniente, mas já me convenci de que não deve ser adotada como estilo de vida.  

Estado de Minas demite 13 jornalistas

O Estado de Minas demitiu nesta 4ª.feira (7/1) 13 jornalistas de sua redação, entre os quais profissionais experientes, com muito tempo de casa, como o então editor de Opinião Pedro Lobato. Além dele, estão na lista Arnaldo Viana (Gerais), Carlos Herculano Lopes (Cultura), Gracie Santos (Cultura), Eduardo Aquino (Veículos), Paula Takahashi (Suplementos), Silas Scalioni (Suplementos), Marlyana Tavares (Suplementos), Leonardo Augusto de Azevedo (Política), Norma Ferreira (Veículos), Marcos Michelin (Fotografia), Eustáquio Soares, o Taquinho (Fotografia) e Alexandre Coelho (Arte). O jornal ainda não se pronunciou oficialmente sobre os cortes. Extraoficialmente, a informação é de que mais profissionais deixarão a redação em fevereiro e março. Em sua página do facebook, o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais emitiu nota solidarizando-se com os demitidos e afirmando que “o fortalecimento da profissão e da liberdade de imprensa passa pela produção de um jornalismo vigoroso, informativo e democrático, exatamente o oposto das medidas que vêm sendo tomadas pelo Estado de Minas. A renovação urgente do jornalismo mineiro não pode prescindir de profissionais experientes como estes que acabam de ser dispensados.”.

Diário da Região fecha edições em Votuporanga e Catanduva

O Grupo Diário de Comunicação, de São José do Rio Preto, no noroeste do Estado, fechou nesta 3ª.feira (6/1), o Diário da Região/Votuporanga e o Diário da Região/Catanduva, veículos com o mesmo padrão gráfico do Diário da Região/Rio Preto, tiragem de 1,5 mil exemplares cada, que havia lançado naquelas cidades no final de março do ano passado. O motivo, segundo a direção do Grupo divulgou internamente, foi que, em função da queda da atividade econômica no País a partir do segundo semestre, eles não deram o retorno esperado. Com isso, deixaram a empresa oito dos 13 profissionais das equipes fundadoras que ainda permaneciam na casa. Ademir Terradas, editor-chefe da edição de Votuporanga, é o único a ficar, em função ainda não definida. Segundo o Portal dos Jornalistas apurou, editorialmente os dois jornais haviam sido bem-sucedidos, mas, ante o cenário pouco promissor, a empresa desistiu de apostar no amadurecimento do projeto de jornalismo hiperlocal. Com essas oito baixas, mais as seis que houve quando da saída do diretor de Redação Decio Trujilo, em meados de dezembro, o Grupo Diário perdeu perto de 20% de sua equipe editorial em menos de um mês.

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