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Edward Pimenta assume nova Diretoria de Apoio Editorial da Abril

Edward Pimenta, gerente de Treinamento Editorial da Abril, assume a recém-criada Diretoria de Apoio Editorial da empresa. Ele também será responsável pelas áreas Dedoc (arquivo editorial e para pesquisas), CTI (Centro de Tratamento de Imagens) e Vídeos, respondendo diretamente a Alexandre Caldini, presidente da Editora Abril.

A função foi definida na reforma organizacional realizada por Caldini em agosto último, que reconfigurou a estrutura das Unidades de Negócios e criou áreas de orientação e suporte corporativos. Egresso do Curso Abril de Jornalismo (turma de 2001), Edward ([email protected]) trabalha na Abril desde 2004, quando entrou como editor do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoas (NDP).

Desde 2008, coordena o Curso Abril de Jornalismo e o Prêmio Abril de Jornalismo. Além disso, colaborou com diversos veículos da casa, entre eles Veja, Superinteressante, Vip, Playboy e Bravo. Também passou pelas redações de Estadão e Brasileiros.

Atuou como repórter e editor de sites e jornais regionais diários, e foi proprietário da Gazeta de Mirassol durante cinco anos. Também atuou como professor de Jornalismo das universidades Unilago e Unorp, ambas em São José do Rio Preto (SP). É autor dos livros Duas histórias (Scortecci) e O homem que não gostava de beijos (Record).

Grupo Sinos demite editores-chefes de dois de seus jornais

O Grupo Sinos confirmou na última semana as demissões de Guilherme Schmidt e Thamy Spencer, respectivamente, editores-chefes de Jornal VS e Diário de Canoas. A alegação da empresa foi a necessidade de uma reestruturação para se adequar à realidade de mercado. Pela nova estrutura, os cargos de editores-chefes dos cinco jornais do grupo foram extintos e substituídos pelos cargos de editores-executivos, que passaram a ser ocupados por editores dos respectivos veículos. Eles responderão a Jeison Rodrigues, que assume como editor-chefe do grupo, com base em Novo Hamburgo, mas que circulará pelas sedes dos jornais. Jeison reporta-se ao diretor de Conteúdo Multimídia Nelson Matzenbacher Ferrão. Até o fechamento desta matéria, Ana Nejar já havia sido confirmada como substituta de Guilherme na liderança da redação do Jornal VS. Está em sua segunda passagem pelo Grupo Sinos, onde nos últimos dois anos vinha atuando como como editora no Jornal NH.  

Ecos do Fórum Brasil de Comunicação Pública

Organizadores do Fórum Brasil de Comunicação Pública, realizado na semana passada na Câmara dos Deputados, entregaram a Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, presente ao evento, um documento intitulado Plataforma pelo fortalecimento da comunicação pública. Carvalho, que representou a presidente Dilma, reafirmou a disposição do Governo Federal em promover a regulação das comunicações no País, incluindo o sistema público (composto por emissoras públicas, educativas, universitárias, legislativas, comunitárias). Ele sinalizou a possibilidade de um encontro entre a presidente e os movimentos sociais de luta pela democratização, em resposta à solicitação feita pelas organizações. O documento também foi entregue a Fabrício Costa, representante do ministro Thomas Traumann, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República. A Plataforma, que pode ser consultada aqui, contém as demandas históricas do campo público da comunicação, como a regulação do setor. Além de um panorama histórico, faz um diagnóstico da situação das emissoras, pontuando os principais desafios, como a infraestrutura de sinal e equipamentos, fontes de financiamento, gestão e participação social, independência e políticas para diversidade e pluralidade de conteúdos e valorização dos trabalhadores. Além da Plataforma, as discussões durante os dois dias do Fórum serão incorporadas a um relatório final, a ser posteriormente distribuído para as entidades e órgãos de governo nas esferas municipal, estadual e federal. Presente também ao encontro, Nélson Breve, presidente da EBC, defendeu a criação de operador único para emissoras públicas: “É quase muito tarde para se criar um operador de rede para todo o campo da comunicação pública. Se o acordo não for firmado logo, perderemos ainda mais espaço”. O operador único ou operador de rede para a TV Pública Digital será a infraestrutura de transmissão dos sinais de diversas emissoras do campo público, nacionais e locais, que deverão fazer parte do sistema. O instrumento está previsto no Decreto 5820/06, que instituiu o Sistema Brasileiro de TV Digital, mas ainda não foi criado. Com ele, segundo Breve, seria possível às emissoras públicas reduzirem custos operacionais por meio do compartilhamento da infraestrutura de transmissão. E esse seria o primeiro passo para criar uma rede nacional que beneficiaria todo o sistema de comunicação pública – que é constituída pelas emissoras geridas pela EBC (TV Brasil e TV NBr), emissoras legislativas (TV Senado e TV Câmara), do Judiciário (TV Justiça) e os canais da Educação (MEC), Cultura (Minc) e Cidadania (Minicom). Sobre o sinal digital para rádio, disse que não seria necessário abrir mão das plataformas analógicas de ondas curtas e médias, mas replicá-las e inseri-las no âmbito geral. Durante a exposição de Nélson Breve, em 13/11, o auditório da Câmara recebeu grades faixas coloridas, carregadas por trabalhadores de emissoras públicas, questionando terceirizações de serviços, práticas antissindicais e enfatizando a necessidade da valorização do plano de carreiras para os profissionais. A ação teve protagonismos de seis sindicatos de jornalistas e radialistas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Quando questionado sobre a falta de valorização dos funcionários, Breve afirmou que a diretoria da EBC tem o papel de “zelar pela empresa do ponto de vista da sociedade e não dos servidores”. O diretor reconheceu que os salários são baixos em comparação com os pisos para profissionais do setor privado, mas afirmou que é preciso haver pressão social para o avanço do sistema de comunicação de caráter público: “Se a sociedade não entender, não reivindicar, não pressionar, os recursos da comunicação pública sempre serão escassos e ineficientes para atender às demandas. É muito caro fazer comunicação de qualidade”.

Sentenças indenizatórias marcam semana da imprensa

Se até pouco tempo atrás as notícias sobre processos judiciais contra a imprensa tinham como característica predominante sentenças censórias, os últimos dias parecem indicar, mesmo que por coincidência, o crescimento de uma nova tendência; a das indenizações. Foram três as sentenças nesse sentido, todas ainda pendentes de recursos, que ganharam as manchetes: Fernando Pimentel vs. IstoÉ, Raí vs. Fabíola Reipert e juiz João Carlos de Souza Correa vs. O Globo/Ronaldo Braga. A seguir, breves explicações sobre os três casos: O juiz Geraldo David Camargo, da 30ª Vara Cível de Belo Horizonte, condenou IstoÉ a indenizar em R$ 60 mil o governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), “por exceder o direito de informação e publicar informação sem provas”. Para ele, a revista teria distorcido fatos ao publicar notícias sobre um suposto envolvimento de Pimentel no esquema do mensalão, julgado na Ação Penal 470. O político reclamou de uma notícia de 2013 e de outras duas de 2014. A revista afirmou que as reportagens são de interesse público e que nos textos constam reproduções de informações oriundas de documentos e investigações oficiais, mas o juiz apontou que não houve nenhuma prova de que Pimentel tivesse algum envolvimento com o mensalão do PT. IstoÉ diz que vai entrar com recurso. A Justiça de São Paulo condenou Fabíola Reipert, blogueira do R7, a indenizar em R$ 72,4 mil por dano moral o ex-jogador Raí, pela publicação de notícias que insinuaram que ele teria um envolvimento amoroso com o apresentador Zeca Camargo, da TV Globo. A notícia teve ampla repercussão na internet, que passou a reproduzir o boato de suposto relacionamento homossexual entre os dois. Ao Portal Imprensa, Fabíola disse “estranhar que seja proferida uma condenação baseada em suposições. A nota que eu publiquei não contém nenhuma afirmação de que Raí é homossexual ou teve algum caso com qualquer pessoa”. O caso está a cargo do Departamento Jurídico do R7. A 11ª Vara Cível do TJ-RJ condenou O Globo e Ronaldo Braga a pagarem uma indenização de R$ 18 mil ao juiz João Carlos de Souza Correa, que questiona reportagem publicada em 17/2/2011 que traz o título Juiz dá calote e tenta prender cobrador. Segundo o Conjur, o magistrado é o mesmo que deu voz de prisão à agente da Lei Seca Luciana Tamburini após ser parado em uma blitz, também em fevereiro de 2011. A decisão ocorreu um dia após o TJ-RJ confirmar sentença contra Luciana, fato que teve grande repercussão. Ao noticiar a confusão envolvendo Correa e Luciana, O Globo fez um histórico de polêmicas nas quais o magistrado esteve envolvido. Um dos fatos teria ocorrido em 2006, quando ele deu voz de prisão a funcionários da empresa Ampla que foram até a sua residência para cortar o fornecimento de energia elétrica por falta de pagamento. Correa se sentiu ofendido e solicitou uma indenização de R$ 100 mil. A juíza Lindalva Soares Silva, titular da 11ª Vara Cível, deu ganho de causa ao colega, mas reduziu o valor da indenização porque o considerou exagerado. Também ainda cabe recurso.

Masterianos participam de Semana Internacional na Flórida

Alunos dos cursos Master em Jornalismo do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS) participaram de 10 a 14/11 da Semana Masteriana na Flórida, com apoio da Odebrecht. Os 32 profissionais de todo o Brasil puderam aprofundar o conhecimento em práticas e tendências do jornalismo norte-americano, nas várias visitas a instituições de ensino e redações.

A primeira foi à Universidade de Miami, onde o grupo foi recebido pelos professores Rich Beckman e Kim Grinfeder, e pelo decano Gregory Shepherd, além de assistirem a uma vídeo-aula de Alberto Cairo sobre a utilização de dados no jornalismo moderno. No cerne da discussão da primeira manhã, jornalismo multimídia, design para web, mídias sociais e tecnologia. “Estou treinando meus alunos para empregos que ainda não existem”, disse o professor Grinfeder, dando a dimensão de como a tecnologia é fundamental e cada vez mais presente na formação do profissional de comunicação egresso da Universidade de Miami.

Os alunos dos diferentes cursos são estimulados ,inclusive financeiramente, a trabalharem juntos, justamente para explorar habilidades múltiplas.  A segunda visita foi ao lendário Miami Herald, hoje com uma redação bem menor ,embora bastante moderna e funcional – da que ostentava até pouco tempo à beira da Biscayne Bay. A equipe do jornal explicou a concepção e execução do especial multimídia Innocents lost, publicado em março deste ano, que se tornou referência em jornalismo investigativo, conquistando prêmio da Associação de Notícias Online.

O grupo de masterianos teve um encontro com o diretor editorial da Knight Foundation Michal Bolden. A instituição apoia soluções criativas e inovadoras que colaborem para o desenvolvimento do jornalismo. “Não apoiamos projetos editoriais específicos, e sim ferramentas que possam ser aplicadas para que o trabalho jornalístico se desenvolva”, disse Bolden. Integração e multimídia A maior emissora em espanhol dos Estados Unidos, que também figura entre as cinco maiores de canal aberto do país, abriu as portas para os brasileiros.

Para ciceronear o grupo, foi destacado o gaúcho Luciano Ibias, diretor sênior de Social Media da Univisión, que migrou para lá em 1999. No bate-papo, Ibias explicou como funcionam as estratégias para manter as redes sociais do canal em alta. Junto a ele, o jovem grupo que cuida da parte gráfica do site da companhia apresentou exemplos de como o design pode colaborar para o sucesso de reportagens da web. Mais uma vez, integração e multimídia foram palavras de ordem.

Após visita a obras da Odebrecht no aeroporto de Miami e no Adrienne Arsht Center for the Performing Arts, o grupo seguiu para St. Petesburg para participar de três workshops no Poynter Institute, da Univertsity of South Florida, especializado em Jornalismo. As aulas foram conduzidas por Kenny Irby, diretor de Relações com a Comunidade e de Jornalismo Visual e Diversidade: Ferramentas e estratégias de mídias sociais, Ferramentas e estratégias para mobile e Multimidia Storytelling. A semana se encerrou com uma visita à redação do Tampa Bay Times, que soma dez prêmios Pulitzer em sua galeria.

Recepcionado por Ron Brackett, o grupo também acompanhou uma – para surpresa de muitos – civilizada reunião de pauta dos editores do jornal. Realizada anualmente, a Semana Masteriana Internacional está aberta a masterianos de qualquer turma. As inscrições para o Programa Avançado em Jornalismo Digital, Master em Jornalismo: Gestão Estratégica e de Marcas e Programa  de Jornalismo de Dados e Visualização estão abertas pelo www.iics.edu.br.

Na equipe do IICS destacada para o evento estavam Glaucia Crema (diretora Acadêmica), Mônica Paula (coordenadora de Comunicação), Luis Jarussi (assistente) e Adriana Pires (secretária). No grupo de alunos, Adriana Ferronato (Notícias do Dia), Adriana Teixeira (Brasil Econômico), Adriene Trinca (Canal Rural), Ana Dubeux (Correio Braziliense), Ana Luiza Machado (Diário de Pernambuco), Andrea Cantarelli, Bruna Siqueira Campos (Diário de Pernambuco), Carlos Etchichury (Diário Gaúcho), Celso Calamita (Abal), Claudia Paixão (Amazonsat), Denys Grellmann (Revista 100 Fronteiras), Edílson Segundo (Diário de Pernambuco), Eduardo Aguiar (Gazeta do Povo), Ewandro Schenkel (Jornal de Londrina), Gabriel Attuy (Análise Editorial), Gabriela Canseco (Afipe), Giovani Ferreira (Gazeta do Povo), Lenara Londero (Canal Rural), Lorena Ferrário (assessoria de imprensa), Luciana Cardoso (Estadão), Luiz Eduardo Leal (Amazonsat), Maria Fernanda Delmas (O Globo), Mariana Ribeiro (J&Cia/Portal dos Jornalistas), Mariane de Souza (Amazonsat), Marta Cury (Estadão), Cilene Rabello (Correio Braziliense), Phelippe Daou Jr. (Amazonsat), Sabrina Passos (Zero Hora), Silvia Bessa (Diário de Pernambuco), Tatiana Ramos (TV Cabo Branco), Vandeck Santiago (Diário de Pernambuco) e Vera Ogando (Diário de Pernambuco).

Laurentino Gomes e Marina Colasanti levam o Jabuti de livros do ano

Em concorrida cerimônia realizada na noite desta 3ª.feira (18/11), no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, os organizadores da 56ª edição do Jabuti entregaram os prêmios aos vencedores das 27 categorias (conhecidos desde outubro) e anunciaram os melhores livros de 2013: Breve história de um pequeno amor, de Marina Colasanti (Ficção); e 1889 – Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da monarquia e a Proclamação da República no Brasil (Globo Livros), de Laurentino Gomes (Não ficção). Vencedor do Jabuti com seus dois primeiros livros, 1808 e 1822, Laurentino afirmou, segundo Rodrigo Casarin, do UOL, que “não lemos história apenas como entretenimento, ela é uma formação de identidade. Só olhando para o passado para sabermos o que somos hoje e aí, estarmos mais aptos para fazer o Brasil do futuro. Não podemos cair no cinismo, na acomodação, de achar que o Brasil não tem conserto, pois o País já superou muitas dificuldades no passado”. A grata surpresa foi a conquista de Marina, em Ficção, com o infantil Breve história de um pequeno amor, no qual retrata a saga de uma escritora que resolve cuidar de filhotes de pombo encontrados em um ninho abandonado. Marina reconheceu ser absolutamente inusitada a conquista, já que “nós, dos infantis, sempre achamos que somos vistos como outra categoria. Não ganho pra mim, mas para as crianças que nos leem e para todos nós que batalhamos para fazer um Brasil leitor”. 

Moisés Rabinovici lança blog com suas reportagens

Moisés Rabinovici, o Rabino, que deixou o Diário do Comércio de São Paulo em 31/10, com o fim da edição impressa do jornal, onde era diretor de Redação, decidiu publicar no blog Escritos com a pele as grandes reportagens que fez na época em que os repórteres escreviam no telex. Segundo ele próprio explica no blog, “texto no telex não tem volta. Teclada a primeira palavra, passa-se à segunda, e assim até o ponto final. Sem retoque, sem delete, sem return e sem esc. A isso chamava-se ‘escrever com a pele’, na guerra do Líbano, em 1982. Foi a melhor escola de jornalismo. Este blog reúne meus ‘escritos com a pele’”. Correspondente no exterior por mais de 20 anos, Rabino já postou no blog alguns textos que produziu nesse período.

Ricardo Feltrin é novo desfalque na Folha

Depois de Fernando Rodrigues e de Eliane Cantanhêde , mais um colunista longevo deixou a Folha de S.Paulo: Ricardo Feltrin, há 21 anos na empresa, não mais escreverá sua coluna às 6as.feiras no F5, canal de entretenimento no site do jornal que ele ajudou a criar em 2011.

Feltrin seguirá, porém, escrevendo a coluna Ooops!, do UOL, às 3as. A J&Cia, ele disse ter preferido dedicar-se só ao UOL, “já que o programa e as colunas lá estão bombando. Também venho fazendo palestras pelo interior, isso tira parte do tempo para fazer a coluna do F5, que era imensa e dava um trabalhão”.

Profissional desde 1991, quando integrou a 9ª turma de trainees da Folha, foi posteriormente repórter, redator, editorialista, colunista político e de tevê na extinta Folha da Tarde, e colunista principal do Agora, que substituiu a FT a partir de março de 1999. Estreou a coluna Ooops! em outubro de 2000 na Folha Online, onde também exerceu os cargos de editor de Brasil e Cotidiano (2001-2002). No site, ganhou destaque em 2001 ao assumir o posto de editor-chefe.

Em 2007, passou a secretário de Redação, cargo em que ficou até 2010, quando foi para a Secretaria de Redação de Novas Mídias do jornal, função em que ficou até sua saída do dia a dia da Redação, em 2012, permanecendo apenas como colunista. Pianista e tecladista, entre 1983 e 1988, trabalhou como músico profissional. Mantém uma coluna sobre tevê em A Tarde, da Bahia.

Líbero Badaró será entregue na Câmara Municipal de São Paulo 

O Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo (viaduto Jacareí, 100) será palco, na próxima 2a.feira (24/11), às 19h30, da premiação da 11a edição do Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo, promovido por revista e portal Imprensa. Foram mais de 1,8 mil trabalhos inscritos de todas as regiões, número superior ao da edição passada, que registrou em torno de 1,3 mil inscritos. As categorias que mais receberam inscrições foram Jornalismo Impresso e Webjornalismo, com 479 e 337, respectivamente. Emissoras de tevê estão concorrendo com 259 reportagens. Rádio e Fotojornalismo, com 125 e 116 trabalhos.   Concorrem matérias veiculadas de 8/4/2013 a 7/4/2014 em dez categorias, mais dois prêmios especiais: Grande Prêmio Líbero Badaró e Contribuição à Imprensa.

Fred Melo Paiva estará na TV Gazeta-SP em 2015

Fred Melo Paiva  é o novo contratado da TV Gazeta de São Paulo. Ele fará parte do time de apresentadores da casa. Sob direção do Núcleo de Criação da TV Gazeta, comandará um programa – já em fase de produção – na faixa das 23h30, reservada pela emissora ao público jovem. A estreia deverá acontecer no primeiro semestre de 2015.

Em seu mais recente trabalho na televisão, Fred foi o protagonista e o responsável pelo texto da série O Infiltrado, do History Channel, cuja segunda temporada estreou em setembro. A atração, que coloca o repórter como jornalista “gonzo”,  foi indicada ao Emmy Internacional na categoria non-scripted entertainment.

Os vencedores do prêmio serão conhecidos em 24/11, em Nova York. Além da série e do novo programa na Gazeta, o jornalista é colunista de Esportes do Estado de Minas. Foi diretor de redação das revistas Trip e Tpm, editor-executivo de Época Negócios, editor do Estadão e repórter de Veja, IstoÉ e Playboy. Atualmente trabalha no lançamento do filme baseado em O atleticano vai ao paraíso”, livro de sua autoria.

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