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segunda-feira, abril 13, 2026

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Ao menos três profissionais de comunicação querem disputar a Prefeitura de São Paulo

Pelo andar da carruagem, tudo faz crer que a próxima disputa pela prefeitura de São Paulo, em 2016, terá pelo menos três candidatos da área de comunicação, todos com presença na televisão: José Luiz Datena, Celso Russomano (que chegou a liderar a corrida pela sucessão de Gilberto Kassab, em 2012) e João Doria Jr., presidente do Grupo Doria, que há anos apresenta um programa semanal de negócios, atualmente na TV Bandeirantes. Sem contar Marta Suplicy, que também se projetou para a política por meio das aparições matinais no histórico TV Mulher, da Rede Globo, nos anos 1980, apresentado por Marília Gabriela. Claro, todos enfrentando como oposição o atual prefeito Fernando Haddad, do PT, que tem despertado amor e ódio entre os paulistanos, por suas ciclovias e outras ousadas e polêmicas propostas de intervenção urbana numa das maiores cidades do mundo. Vale lembrar que Doria formalizou sua pré-candidatura em 28/8, pelo PSDB. Ainda na semana passada, Datena pediu sua desfiliação do PT(!) para concorrer à Prefeitura pelo PP, ao qual se filiou em julho passado. Marta, que por meses vem negociando sua entrada em algum partido de prestígio em que possa sair candidata, entre eles PSB e PMDB, deverá confirmar sua filiação ao segundo este mês; e o também deputado federal Russomano defenderá mais uma vez o PRB.

Luís Nassif decide processar o ministro Gilmar Mendes, do TSE

Por causa de declarações do ministro Gilmar Mendes na sessão do TSE de 12/12/2014, na qual não conseguiu levar adiante a tentativa de cassar o mandato da presidente Dilma Rousseff por meio da rejeição das contas de campanha dela, Luís Nassif decidiu entrar com um processo contra o magistrado. No texto em que explica a decisão, Nassif diz que Gilmar não conseguiu atingir seu propósito graças ao recuo do ministro Luiz Fux, que não aceitou avalizar a manobra, e por isso despejou sua ira sobre ele, valendo-se de um espaço público nobre: a tribuna do TSE. Disse o ministro naquela ocasião: “Certamente quem lucrou foram os blogs sujos, que ficaram prestando um tamanho desserviço. Há um caso que foi demitido da Folha de S.Paulo, em um caso conhecido porque era esperto demais, que criou uma coluna ‘dinheiro vivo’, certamente movida a dinheiro (…) Profissional da chantagem, da locupletação, financiado por dinheiro público, meu, seu e nosso! Precisa ser contado isso para que se envergonhe. Um blog criado para atacar adversários e inimigos políticos! Mereceria do Ministério Público uma ação de improbidade, não solidariedade”. “A intenção do processo foi responder às suas ofensas”, diz Nassif no texto. “Mais que isso: colocar à prova a crença de que não existem mais intocáveis no País. É um cidadão acreditando na independência de um poder, apostando ser possível a um juiz de primeira instância em plena capital federal não se curvar à influência de um ministro do STF vingativo e sem limites”. Em outro texto, Nassif afirma que o TSE lhe deve o direito de resposta, porque este “existe para assegurar ao ofendido o mesmo espaço dedicado às ofensas”; porque “um tribunal (…) dispõe de um poder de disseminação de fatos imensamente superior ao de um cidadão comum e, muitas vezes, superior ao de um único veículo”; porque “Gilmar valeu-se do poder de disseminação de informação de uma sessão relevante do TSE para me imputar acusações difamatórias”; e porque “o crime não foi cometido por nenhum veículo em especial, mas por um membro do TSE valendo-se de um conjunto de circunstâncias criadas pelo próprio TSE – obviamente, sem a intenção de propalar difamações”. Em função disso, lançou um desafio aos “juristas de boa vontade”: ajudar a desenvolver a tese do direito de resposta em linguagem e raciocínio jurídicos. “Não adianta argumentar que essa questão é inédita. É inédita porque comportamento como o de Gilmar Mendes também é inédito. No mínimo, essa discussão ajudará a abrir algumas picadas para se começar a pensar em antídotos contra autoridades que não respeitam o próprio poder que representam”.

Luciane Aquino deixa o Terra para tocar projeto digital

Chief Media Officer do Terra desde 2013, Luciane Aquino deixou o portal no bojo das mudanças por que passou nas últimas semanas e parte para um novo projeto na área de conteúdo digital ainda em gestação. Ela disse ao Portal dos Jornalistas que seu sentimento a respeito do Terra é de pura gratidão e orgulho: “Lá eu tive os mentores mais incríveis que alguém pode desejar. É a empresa que me formou como profissional do mercado digital, e que forjou em mim e em centenas de outros um comportamento inquieto, inovador, questionador e obstinado. É o que chamamos de sangue laranja. O Terra continuará fazendo história, tenho certeza disso”. Luciane entrou no Terra em 1999 como editora-executiva para criar a primeira editoria de Noticias do portal. Foi gerente-geral de Conteúdo, gerente de Produtos, diretora de Produtos e por último CMO, respondendo pela cobertura editorial e pelas áreas de produtos e conteúdo de todos os países em que o Terra está presente. Foi também repórter e editora no Zero Hora, em Porto Alegre, e depois repórter de política da Agência RBS em Brasília, como setorista da Presidência da República. Com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, é pós-graduada em Comunicação Digital pela Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona, e em Comunicação pela Universidade Autónoma de Barcelona.

O Globo: hoje já é outro dia

A Infoglobo – dos jornais O Globo, Extra e Expresso – começou a semana demitindo o que se especula ser algo em torno de 20% de seu pessoal, em todas as áreas. Redação e Comercial teriam perdido, cada uma, cerca de 60 pessoas, e o total pode chegar a 300, segundo Claudia Penteado, no site propmark. O critério foram os mais altos salários. Mas despesas como encargos de CLT, viagens e até o papel de jornal estão entre as restrições. Em janeiro deste ano, haviam sido cortados aproximadamente cem postos de trabalho. Não foi o suficiente. O Globo investiu em pessoal, nos últimos tempos, e se orgulhava de ter uma redação sênior, talvez uma das poucas do Brasil com experiência em bloco para interpretar e analisar qualquer notícia. Isso tornou o jornal detentor de uma característica internacionalmente valorizada pelos tradicionais do ramo – os que cobram o acesso ao seu conteúdo na internet, desprezam a fartura de notícias gratuitas e mal apuradas, às vezes equivocadas, na web. Investiu também em transformar essa expertise em novas fórmulas de acesso virtual ao conteúdo. O que resultou, como eles próprios esperavam, em reconhecimento, como o Esso de Contribuição à Imprensa, em 2012, pela edição do Globo A+, com Pedro Doria à frente. Lista de cortes é interminável Com o corte, os editores executivos de O Globo são agora apenas três. Pedro Doria sai, vira PJ e mantém a coluna Vida Digital, de tecnologia. Entre os editorialistas, sai George Vidor. Das colunas, Cora Rónai, Helena Celestino e Mario Sergio Conti. Flávia Oliveira também vira PJ e continua uma vez por semana. Alguns nomes da Rio são o premiado Sérgio Ramalho, Ana Cláudia Costa, Bruno Amorim. Da Economia, Renata Malkes e Luísa Xavier. Do Segundo Caderno, Débora Ghivelder. Luciana Froes, da Gastronomia, manterá uma coluna. E Aydano André Motta, do digital. Do Esporte, o editor Marceu Vieira, e Mauricio Fonseca, Pedro Motta Gueiros, Allan Caldas. Da Fotografia, Hudson Pontes, Guilherme Leporace e Marcelo Piu. Da Arte, Márcio Coutinho e Maraca. Foram descontinuados os cadernos Prosa e a Revista da TV. Saem a editoras Manya Millen e Valquíria Daher, além de Adriana Oliveira. Também Bolívar Torres. Em São Paulo, estão confirmadas as saídas do repórter especial Germano Oliveira, no jornal há 20 anos, 12 deles como chefe da sucursal paulista; da repórter de Política Tatiana Farah; e do repórter de Economia Lino Rodrigues ([email protected]), com nove anos de casa. Outras sucursais pelo Brasil também tiveram baixas. No exterior, saíram os correspondentes Isabel De Luca, de Nova York, e Fernando Eichenberg, que recentemente fora contratado em Paris. No Extra, o corte foi fundo. Está confirmado o editor de Economia Clóvis Saint-Clair. O jornal deve perder boa parte da área digital, em que vinha avançando com sucesso até aqui. Editorias como Esportes e TV, e até mesmo parte da Rio, devem fundir-se com as de O Globo. Motivos No último sábado (29/8), às vésperas de se concretizar o corte definido, a capa de O Globo estampou, com fontes em um corpo quase do mesmo tamanho que o título do jornal, a palavra Recessão, como bem observou o site Brasil 247. Será que a culpa é do Governo? É claro que, na recessão, todos são penalizados, tanto patrões como empregados. Também é do conhecimento geral que todos os governos, independentemente da coloração, desde o fim da ditadura, subsidiaram concorrentes para que o Grupo Globo não se caracterizasse como um monopólio. Afinal, o que se chama aqui de grande imprensa são jornais impressos, sem canais de televisão; assim como as outras tevês não estão, com força, em todas as mídias. A economia do País, neste caso, ajuda, mas não determina. Seria a retração das verbas publicitárias? Sem dúvida, é uma percepção generalizada. Mas a Infoglobo se permite manter menos de 5% de propaganda governamental, exercendo um controle para diversificar suas fontes de receita por acreditar que só assim pode ter independência editorial. Existe receita para pagar as rescisões trabalhistas. O prédio que está em construção vai ser terminado e ocupado. Somadas todas as dispensas, Folha de S.Paulo e Estadão fizeram cortes equivalentes entre 2010 e 2015, e foram se ajustando. O Globo fez tudo em 2015. Parece que empresa encontra-se em uma situação de desastre administrativo pouco característica do Grupo Globo, depois de alguns anos aumentando os gastos de forma desmedida. Outro dia Marceu Vieira, editor de Esportes vindo da coluna de Ancelmo Gois, mantinha-se nesse espaço.com a seção Botequim da Lapa. Ali marcou sua saída com um emocionante texto de despedida, devidamente compartilhado nas redes, que terminava assim: “Outro dia, eu era só uma semente no útero da minha mãe, até que minha mãe me expulsou do útero, e, como toda criança, eu chorei muito ao sair do conforto daquele útero. Mas foi bom quase tudo o que veio depois. Outro dia.” E recebeu o comentário de Fernando Molica, de O Dia, que analisou a situação do ponto de vista editorial e concluiu: “Hoje já é outro dia”. Repercussões O Portal dos Jornalistas selecionou alguns comentários que viralizaram nas redes sociais tão logo a informação das demissões na Infoglobo tornaram-se públicas: Luciana Medeiros (Blue Bus): “Sob o impacto do choque, amigos e colegas reclamam que o Globo, única publicação de peso no Rio depois da derrocada de O Dia no mercado – jornal que fez muitas demissões há pouco tempo, também – está virando uma gazeta: sem força de trabalho, sem postos fora, com sucursais combalidas. Um grande amigo e grande jornalista me disse um dia que uma redação, para ser relevante e independente, tinha que ter sempre alguém à toa. Essa realidade não existe há muito tempo e agora parece nunca ter existido. E, nessa ótica, ver grandes repórteres, grandes editores, grandes pessoas na maioria saindo como se não fossem necessárias, fundamentais mesmo… soa como uma derrocada. Aparentemente o jornal impresso acusa um golpe muito parecido com o que a indústria fonográfica sofreu anos atrás, com a entrada do MP3 no mercado. Música/informação disponível na rede, descartável, acessível a qualquer um como consumidor e produtor. As gravadoras tiveram que se reinventar, trabalhar seus artistas em espetáculos ao vivo, descobrir uma maneira de sobreviver na pulverização do mercado. Será que a imprensa consegue?” Mario Marona (Conexão Jornalismo): “Aos donos dos jornais e seus estrategistas: Na última década e meia vocês destruíram de maneira sistemática a credibilidade das empresas que dirigem e condenaram o jornalismo a um período de degradação só comparável aos tempos da ‘imprensa marrom’ dos anos 1950. Na última década e meia vocês tentaram matar a reportagem e trabalharam de forma metódica contra seus próprios veículos, expondo-os ao ridículo perante os leitores e assinantes, muitos dos quais decidiram abdicar de hábitos antigos para procurar alternativas na internet. Na última década e meia vocês interditaram seus veículos à presença de articulistas e colunistas moderados, isentos ou progressistas, optando por entregar praticamente todos os seus espaços de opinião a jornalistas e especialistas facciosos, grosseiros, deselegantes, manipuladores e mentirosos, quando não assumidamente golpistas.” Pedro Doria (em seu próprio facebook): “Hoje é um dia muito duro na redação do Globo. Passaralhos são momentos tristíssimos, e falo de quem já viveu alguns em todos os papéis: do repórter que, tenso, não entende bem o que ocorre à volta; do editor que tem de fazer a lista e as muitas demissões; o de quem é demitido. É ruim, é triste, mas passa. Sempre passa. De minha parte tenho um livro já bem adiantado no qual mergulhei, uma história do tenentismo. Sairá no ano que vem pela Record. Os tenentes de 22 são os generais de 64. Sem entendê-los, sem compreender a crise que levou ao fim a República Velha, não entendemos o que ocorre hoje, em 2015. Há vícios que o Brasil já perdeu, há vícios que o Brasil mantém… Fui muito feliz naquela redação, onde reencontrei amigos, fiz novos. Do primeiro ao último dia sempre me senti tratado com todo respeito. E, sabe, a vida é boa mesmo quando triste.” 

Paulo Henrique Amorim lança livro em São Paulo

Paulo Henrique Amorim lança nesta 5ª.feira (3/9), em São Paulo, O quarto poder – uma outra história, livro de memórias que também aborda a trajetória dos meios de comunicação no Brasil e bastidores de grandes momentos da história contemporânea. Às 19h30, na Livraria Saraiva do Shopping Higienópolis. Interessados em cobrir o evento devem enviar solicitação para [email protected] ou [email protected].  

Banco de investigações jornalísticas da América Latina está na rede

Está na rede o primeiro Banco de investigações jornalísticas da América Latina (BIPYS), criado pelo Instituto de Imprensa e Sociedades (IPYS, na sigla em espanhol). Apoiado por Ford Foundation, Open Spciety e UNESCO, consiste em uma compilação digital completa e sistematizada de 300 investigações jornalísticas latino-americanas de destaque, ganhadoras e finalistas do Prêmio Latinoamericano de Jornalismo Investigativo, promovido pelo IPYS há três anos. O banco conta ainda com uma vasta coleção de investigações feitas por colaboradores de toda a América Latina. A apresentação da plataforma inclui a publicação original de cada notícia, a metodologia utilizada para a sua elaboração, uma entrevista audiovisual com o autor, além de detalhes da sua confecção, como o que motivou o trabalho (um dado, uma decisão editorial), quanto dinheiro foi investido e quais dificuldades foram encontradas. O motor de busca permite encontrar o material desejado cruzando vários critérios, como país, autor, ano e tema.

Bienal do Livro do Rio ? Muitos jornalistas, nos palcos e nos corredores 

Estrutura e homenageados Mais uma edição da Bienal do Livro do Rio, a 17ª, estará montada no RioCentro (av. Salvador Allende, 6.555, na Barra da Tijuca), de 3 a 13 de setembro. Em tempos de homenagens aos cartunistas, o autor escolhido é Maurício de Sousa. Fora os lançamentos e sessões de autógrafos e selfies, ele estará no feriado de 7/9, às 11h, no Auditório Madureira do Pavilhão 4 Verde, na série Encontro com autores, para conversar com os leitores sobre seu processo de criação. A Argentina, país homenageado, trouxe uma delegação de 15 autores. Entre eles, estão: Eduardo Sacheri, dos contos sobre futebol, que colabora com a revista El Gráfico mas ficou famoso por ser autor do romance que deu origem ao filme O segredo dos seus olhos, ganhador do Oscar; María Moreno, que dirige duas publicações feministas – Alfonsina e o suplemento La Mujer, do jornal Tiempo Argentino – surgidas nos anos 1980, depois da queda da ditadura; a jovem Mariana Enríquez, subeditora do caderno Página 12, do jornal Radar, colunista de quatro revistas, também trabalhou em rádio – como autora, faz parte do grupo conhecido como “nova narrativa argentina”; Mempo Giardinelli, que fundou a revista literária Puro Cuento e a dirigiu por seis anos, atualmente colabora com regularidade para publicações argentinas e de outros países; o veterano crítico literário Noé Jitrik, que esteve exilado na França e no México; Sergio Olguín, que trabalhou em vários jornais, como La Nación e no El País de Montevidéu, e hoje é chefe de Redação da revista La mujer de mi vida e editor de cultura da El Guardián; e o cartunista Tute. O Café Literário, no Pavilhão 3 Azul, é o maior espaço de debates da feira, e ali se concentram os nomes mais consagrados. Os escritores também se dividirão entre outras sessões. Para comportar a imensa audiência de obras celebradas pelo público adolescente, foi criada a sessão Conexão Jovem, no Pavilhão 4 Verde, com capacidade para cerca de 700 pessoas, onde ocorrem Encontros com os autores. No SarAll, um sarau com grafia diferente, todos os dias, Júlio Ludemir e Écio Salles recebem poetas e grupos de regiões do País para trocar experiências, discutir a tradição da poesia oral e a literatura alternativa. O Cubovoxes tem atividades para jovens e o Bamboleio, para crianças.   Programação dos organizadores Para quem quiser acompanhar os amigos, segue a programação dos jornalistas participantes: > 3/9 (5ª feira) no Café Literário ·                     13h, Helena Celestino recebe o prefeito Eduardo Paes para conversar sobre A Olimpíada carioca: planos para a cidade. ·                     18h30, Paulo Roberto Pires faz mediação do debate Rio 450: histórias da cidade, com Alberto Mussa e outros autores. > 4/9 (6ª feira) no Café Literário ·                     17h30, Roberto Pompeu de Toledo discute com o sociólogo Jorge Caldeira Boa vizinhança: para conhecer a história de São Paulo, mediados por Merval Pereira. no Cubovoxes ·                     15h e 17h, Simone Magno é mediadora, às 15h e às 17h, de debates entre autores jovens, que falam sobre violência, conflitos étnicos e questões de gênero. Simone segue depois, em painéis todos os dias. no Fórum de Educação ·                     11h30, Bianca Ramoneda media Diálogo literário: o jovem produtor e consumidor de literatura. > 5/9 (sábado) no Café Literário ·                     11h, Malu Gaspar e outros autores discutem Livros-caixa: a literatura de negócios, com mediação de Mara Luquet. ·                     13h30, Pedro Bial debate Por que Shakespeare no Brasil de hoje?. ·                     20h, Viva o povo brasileiro: homenagem a João Ubaldo Ribeiro, mediado por Juva Batella. no Cubovoxes ·                     19h, Chris Mello media blogueiras no De Jovem para jovem. no Conexão Jovem ·                     11h, Thalita Rebouças bate papo com leitores. > 6/9 (domingo) no Café Literário ·                     12h, a paranaense Gisele Eberspächer media O Pequeno Príncipe está no Brasil. ·                     15h30, Mauro Ventura media O Brasil em crise. ·                     20h, João Gabriel de Lima e outros, com mediação de Daniel Benevides, falam sobre O povo na rua: as manifestações populares de 2013 para cá. > 7/9 (2ª feira) no Café Literário ·                     11h, Rodrigo Garcia Lopes fala sobre Investigando o romance policial, com mediação de Carlos Marcelo Carvalho. ·                     13h30, Arthur Dapieve media o debate Senta a pua! 70 anos da II Guerra Mundial, entre César Campiani Maximiano, Paulo Gurgel Valente (que é filho de Clarice Lispector) e William Waack. ·                     15h30, Manya Millen media debatedores sobre 70 anos sem Mário de Andrade. ·                     17h30, Laurentino Gomes conversa sobre História em Epopeias brasileiras. Mais tarde, lança O caminho do peregrino, livro que foge ao tema que caracteriza sua obra. ·                     19h30, Miriam Leitão e Edney Silvestre discutem Ditadura e literatura. no Cubovoxes ·                     15h, o ninja Filipe Peçanha discute Crônica digital: a narrativa pelo lado de dentro dos acontecimentos. > 8/9 (3ª feira) no Cubovoxes ·                     15h, Miriam Leitão e Matheus Leitão, mãe e filho, debatem Família, memória e sociedade. ·                     17h, Marina Carvalho bate papo com os fãs. > 9/9 (4ª feira) no Café Literário ·                     19h, Hugo Sukman media Rio 450 anos: o Rio de Janeiro nas letras de música, com Wagner Homem e outros. no Cubovoxes ·                     15h, Gregório Duvivier discute Sociedade, política e criação literária. ·                     17h, Ana Paula Lisboa e outras debatem Novas escritas do corpo e do feminino. > 10/9 (5ª feira) no Café Literário ·                     18h, Iesa Rodrigues e Márcia Disitzer mostram que O Papel está na moda e vice-versa, mediadas por Maria Prata. no Cubovoxes ·                     15h, Eduardo Spohr discorre sobre Paraíso perdido: narrativas e universo fantástico. na Conexão Jovem ·                     16h tem Carolina Munhóz nos Encontros com autores. > 11/9 (6ª feira) no Café Literário ·                     16h, Ignácio de Loyola Brandão e outros discutem Feito de homens e livros: a formação de leitores no Brasil, mediados por Dolores Prades. ·                     18h30, Graziella Beting, Sônia Rodrigues e Rodrigo Lacerda, todos com pais ou avô no jornalismo, falam sobre Enciclopédias cariocas: Nelson Rodrigues, João do Rio e João Antônio, sob mediação de Mona Dorf. ·                     20h30, Rogério Pereira, Robinson Borges e Paulo Roberto Pires têm muito a dizer sobre Jornalismo cultural: modo de usar. > 12/9 (sábado) no Café Literário ·                     11h, Mary Del Priore e o crítico francês Jacques Leenhardt mostram Rio 450 anos: vida cotidiana no Rio de Janeiro. ·                     13h30, Julio Maria e outros, com mediação de Italo Moriconi, discutem Os bastidores das biografias. ·                     15h30, Ruy Castro, memorialista, fala sobre si mesmo em Rio 450 Anos: o Rio na memória de Ruy Castro. ·                     17h30, Valéria Lamego media a discussão de três autores contemporâneos sobre Grandes lançamentos. ·                     19h30, Alberto Dines é o mediador da conversa entre dois antropólogos sobre Matrizes culturais brasileiras. no Cubovoxes ·                     15h, Flávia Oliveira defende: Jovem negro morto… Vamos mudar essa notícia? na Conexão jovem ·                     15h, Sophie Kinsella, a inglesa que trocou o jornalismo de economia e finanças pelos livros chicklit – ou consumismo. em bom português –, tem encontro com leitores. ·                     16h, é a vez de Paula Pimenta se encontrar com eles. > 13/9 (domingo) no Café Literário ·                     15h, Ferreira Gullar: poesia e prosa, traz o próprio para falar sobre sua obra. ·                     17h30, Arthur Dapieve e autores ligados à música, mediados por Sílvio Essinger, discutem Tocando no papel: no embalo dos livros sobre discos. ·                     19h30, João Máximo e outros falam sobre Noel Rosa e Cartola: o samba do Rio, com Maria Lúcia Rangel. na Conexão Jovem ·                     15h, Thalita Rebouças, desta vez acompanhada de outras autoras, encerra a série Encontros com o Leitor.   Programação das editoras Mas a movimentação não para por aí. Os expositores têm suas próprias agendas, com alguns destaques. A Amazon, no estande L05, no Pavilhão Verde, terá um espaço dedicado aos e-readers Kindle, Kindle Paperwhite e Kindle Voyage, com descontos de até 33% para visitantes do evento. Além disso, haverá espaço também para o Kindle Unlimited e o Kindle Direct Publishing (KDP), plataforma de autopublicação da empresa. São mais de 3,5 milhões de livros digitais, mais de 60 mil deles em português, por R$ 20 por mês. É muito livro! Autores que fizeram sucesso com o KDP estarão no estande, entre 4 e 13/9, para conversar com leitores, compartilhar informações sobre suas obras e dar dicas aos interessados em publicar seu e-book pelo KDP. A Amazon.com.br também oferecerá duas palestras sobre o assunto: Autopublicação: aprenda estratégias de divulgação para seus livros (6/9, às 20h), e Publicação independente: por que se autopublicar? Bate-papo com autoras do KDP (12/9, às 20h). E ainda uma oficina de escrita, que será realizada no Auditório Lapa, em 13/9, às 14 horas. Nei Duclós estará todos os dias na Bienal falando de História, em estande próprio, o C18 do Pavilhão Laranja, dos Autores Independentes. No sábado (5/9), relança Tudo o que pisa deixa rastro, em edição caprichada que foi selecionada para o Programa Petrobras Cultural, resultado de 20 anos de pesquisa sobre os bastidores dos conflitos que fizeram parte da formação do Brasil. Ele volta em 7/9, às 16h, com Abordagem literária da Guerra da Independência, em que expõe como compor um livro a partir das fontes. No dia 8 (3ª.feira), às 16h, participa de uma conversa informal na Oficina do autor, sobre como escrever e editar o próprio livro. E no dia 9, às 16h, tem um Dominó Literário, em que os nove primeiros leitores que comparecerem e tiverem interesse receberão de graça um exemplar do livro de contos e crônicas O refúgio do príncipe, histórias sopradas pelo vento; o único compromisso é que o livro seja depois repassado para outros leitores ou bibliotecas. Maurício de Sousa, que começou, há mais de 40 anos, desenhando na revista publicada pela editora Ave Maria, não renega as origens. A editora Ave Maria publicou o livro mais vendido da história da Turma da Mônica até hoje (mais de um milhão de exemplares), Jesus é nosso amigo, nos anos 1970, de conotação ecumênica. Ele é o homenageado desta edição da Bienal, mas estará em 7/9 no estande de 020 do Pavilhão Verde, autografando seu lançamento Minhas orações Turma da Mônica, com a presença dos personagens Mônica e Cebolinha. No dia 12 (sábado), às 15h, Paulo Carneiro faz palestra Os judeus do Recife na fundação de NY: relato de uma saga inacabada, seguida do lançamento de Caminhos cruzados, pela editora Autografia. Com prefácio de Reinaldo Azevedo, a primeira obra refaz o percurso dos judeus ibéricos que chegaram a Pernambuco no século XVII, construíram no Brasil a primeira sinagoga das Américas e foram pioneiros na fundação de Nova York. No Pavilhão Verde, estande Q15b. Liliane Prata autografa Eu odeio te amar, romance cosmopolita cheio de referências tecnológicas, no dia 5, às 14h, no estande do grupo Autêntica (H12 e I11). E Ariane Freitas, criadora da fanpage Indiretas do bem, com mais de sete milhões de seguidores, lança três títulos pelo selo Gutenberg, no dia 6, às 12 horas. Patricia Lages, especializada em economia, autografa no dia 5, às 16h, no Pavilhão Laranja, seu terceiro livro, Virada Financeira, lançado pelo selo Vida Melhor, da editora Thomas Nelson Brasil. A editora Valentina, no estande G03 do Pavilhão Azul, vem com Fernanda Belém, de Niterói, que autografa Ah, o verão! na 6ª.feira, 11, às 14 horas. No dia seguinte, 12, às 13h, é a vez de Tammy Luciano, bestseller do infanto-juvenil, com Escândalo!!!, em que fala também para o público adulto sobre o culto às celebridades, com apresentação de Chris Melo. E a editora aposta em Mariza Gualano, que assina colunas sobre filmes, e ganha coquetel na 5ª.feira, 3, às 18h, para o lançamento de Royale com queijo – As mais deliciosas frases sobre gastronomia do cinema. Chama a atenção o elenco de peso da editora Record. Na programação oficial, terá Malu Gaspar e Eduardo Spohr. Este, no domingo (6), às 14h, bate papo no auditório Madureira e segue para autógrafos no estande. Também Rodrigo Garcia Lopes e Edney Silvestre, além da inglesa Sophie Kinsella. A mineira Marina Carvalho, diferentemente dos muitos de redação, vem das assessorias. E Adrilles Jorge autografa Antijogo, seu livro de estreia, no dia 13, às 15 horas.

Fundação alemã oferece bolsas para jornalistas

O programa de intercâmbio da Fundação alemã Heinz-Kühn Stiftung está oferecendo bolsas de estudo para graduados em Jornalismo que tenham até 35 anos de idade. O intercâmbio poderá ter duração de até quatro meses, e inclui curso de alemão e estágio na área de comunicação. As inscrições podem ser feitas até 30 de novembro. O programa busca profissionais com experiência comprovada e conhecimento mínimo do idioma. A entidade cobre os gastos dos selecionados na Alemanha durante todo o período, incluindo auxílio com o voo e materiais de pesquisa.

Jairo Bouer estreia coluna na Rádio Estadão  

O psiquiatra Jairo Bouer estreou nesta 2ª.feira (31/8) coluna na Rádio Estadão. Ele participará diariamente, ao longo da programação, falando sobre sexualidade, saúde e comportamento. Formado em Medicina pela USP, com residência médica em Psquiatria pelo HCUSP, Bouer trabalha com comunicação há 20 anos, focando seu trabalho em prevenção, saúde e sexualidade dos jovens. Já colaborou com veículos como Folha de S.Paulo, Rede Globo, MTV, TV Cultura, Canal Futura, Rede Record, SBT, Jovem Pan, 89 FM, Rádio Metropolitana, entre outros. Atualmente é colunista de Estadão, Época, Revista da Cultura, UOL e Rede Atlântida de Rádios (RS e SC).

BBC Earth começa no Brasil nesta 3ª.feira

O canal BBC Earth estreia no Brasil nesta 3ª.feira (1º/9), às 22h, com produções sobre vida selvagem, saúde e tecnologia. O primeiro a ser exibido será Life Story, série de seis episódios filmada em 4k. Na sequência entra Life Below Zero, reality de aventura, indicado ao prêmio Emmy 2015, que conta sobre quatro famílias do Alasca. À meia-noite, o novo canal apresenta o reality educativo Infested! Living With Parasites, que mostra como o dr. Michael Mosley infestou-se com sanguessugas e piolhos em nome da ciência.  Disponível em inglês com legendas em português, o BBC Earth pretende mostrar ao público que a vida real é melhor do que a ficção, com séries de aventuras e documentários sobre as mais recentes descobertas nas áreas de ciência, saúde e tecnologia. BBC Earth estará disponível pelo canal 590 da Net e 148 da Oi TV.

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