Como alternativa de trabalho, depois de duas décadas escrevendo crônicas no Correio Braziliense, Conceição Freitas estreou este mês seu blog Banca da Conceição. A iniciativa rendeu mais de 200 compartilhamentos e 718 curtidas. Segundo ela, a interação com o público está cada vez maior, tanto que, agora que saiu do Correio, recebe todos os dias de seis a dez pessoas que a procuram para conversar, dar sugestões de histórias e ideias de como movimentar o espaço. No período em que esteve no jornal, Conceição dedicou-se a escrever depoimentos corriqueiros, regados a imaginação e poesia para pessoas simples, do dia a dia da cidade. O blog é apenas um dos empreendimentos em que aposta, pois também comprou uma banca de revistas na 308 Sul. Mais do que vender publicações, quer transformar o local em um espaço cultural: “Aqui, montei um posto de observação da cidade e pretendo escrever as minhas crônicas. Não acho que teria espaço em outro jornal para continuar fazendo o que eu amo. Por isso, decidi montar minha própria redação”. Conceição ganhou em 2006 o Esso com a série Amores possíveis – que registrou dez histórias de amor entre pessoas portadoras de deficiências, mendigos, prisioneiros e pacientes psiquiátricos – e continua apaixonada pela profissão, mas diz que está reaprendendo a viver fora de uma redação tradicional: “Costumo dizer que o jornalismo me salvou desde sempre. A gente tem nossas questões existenciais e a redação era sempre um renascimento diário e contínuo…”.
Portal Vírgula ganha três reforços
Hélio Gomes, que há duas semanas assumiu como CEO do Portal Vírgula, reforçou sua equipe com três de seus ex-companheiros do Terra: a diretora de Conteúdo Cricia Giamatei, que por cinco anos foi editora executiva de Vida e Estilo e Diversão no Terra, com passagem também pela Editora Online; o diretor de Produto Fábio Condutta, ex-gerente de Arte, que estava há 14 anos naquele portal; e o coordenador de vídeo Eduardo Palácio. Hélio disse ao Portal dos Jornalistas estar “especialmente feliz por conseguir contratar três pessoas supertalentosas que, infelizmente, perderam seus postos de trabalho no Terra com a morte do jornalismo no portal”.
Ivan Proença assume a Presidência do Conselho Deliberativo da ABI
O professor Ivan Cavalcanti Proença, mestre e doutor em Literatura, autor de vários livros nesse campo e também sobre folclore, música e cultura popular, assumiu em 26/10 a Presidência do Conselho Deliberativo da ABI, sucedendo Joseti Marques, que ali estava desde dezembro de 2014 e renunciou em setembro, em função das novas atribuições que assumiu na EBC – Empresa Brasileira de Comunicação, da qual é também ombudsman. Aclamado na reunião, Ivan tomou posse no cargo e imediatamente também na presidência dos trabalhos. Em sua fala inicial, de forma tocante afirmou aceitar a missão com a convicção de que o seu papel é buscar o entendimento entre o Conselho e a Diretoria da instituição, presidida por Domingos Meirelles, tendo como foco o engrandecimento da Associação. Sublinhou a sua trajetória na ABI e ressaltou o papel da entidade na defesa das liberdades e dos direitos humanos: “Gostaria de lembrar que esta é terceira oportunidade que tenho de ocupar um cargo na ABI. Fui presidente do Conselho em um momento muito delicado, quando o este manteve seus questionamentos, alguma oposição em relação àquela Diretoria, porém movido pelo princípio básico que é a união em torno do histórico, do presente e do futuro da ABI. A junção dos três fatores permitiu que a minha gestão fosse tranquila. Maurício Azêdo, como todos sabem, tinha um temperamento ativo, agitado, e, graças a esse temperamento, quase tudo o que ele fez seguiu os princípios democráticos e de defesa dos direitos humanos. Em razão da virtude inabalável de Maurício Azêdo, que muitas vezes se sentou à mesa com ideias diferentes das nossas, mantivemos uma relação cordial e respeitosa. A ABI ganhou muito com esta aproximação e união. Portanto, neste momento desejo que nós nos entendamos e tenhamos a oportunidade do ‘bom combate’, e que este não gire em torno de pequenos desentendimentos… Tenho a certeza de que teremos o apoio da Presidência e da Diretoria para que a ABI acompanhe a OAB, o Clube de Engenharia, o Grupo Tortura Nunca Mais diante de um quadro preocupante. A ABI estará sempre lutando em defesa da democracia e da soberania nacional.” O novo presidente do Conselho Deliberativo cursou a Academia Militar das Agulhas Negras, onde se formou no início da década de 1950. Publicou diversos livros sobre literatura e cultura brasileira, entre eles A ideologia do cordel, Futebol e palavra e O poeta do eu, este sobre o poeta Augusto dos Anjos. Com o golpe militar de 1964, afastou-se do Exército e, em 1965, prestou vestibular para Português/Literatura na Universidade do Estado da Guanabara. Sua saída do Exército se deu devido a divergências com os militares, sendo por isso preso e cassado. Segundo o grupo Tortura Nunca Mais, “no dia 1º de abril de 1964, no Largo do CACO, perto do Campo de Santana, no Rio de Janeiro, estudantes e populares discursavam contra o golpe, quando, reprimidos, fugiram para o interior da Faculdade de Direito. O ataque continuou com bombas de gás lacrimogêneo. Uma fumaça branca saía das janelas de todos os andares. Do lado de fora, metralhadoras apontavam para a porta principal do prédio cercado. Ivan Cavalcanti Proença, então capitão do Regimento Presidencial, no comando dos tanques que vigiavam a Casa da Moeda, foi informado de que centenas de jovens encurralados, sem armas e sem ar, corriam risco de vida no interior da faculdade. Proença cercou quem cercava o CACO e apontou as armas para os golpistas, que fugiram do local. Com os seus soldados subiu as escadas e abriu todas as janelas. Ele sabia que os oficiais direitistas ganhavam a guerra – ele mesmo já havia recebido ordens para se apresentar ao comando do QG. Mas coordenou os trabalhos até o momento em que o último estudante conseguiu escapar. Preso, Cavalcanti Proença foi levado para a Fortaleza de Santa Cruz e, depois, para o Forte Imbuí”. Depois de passar cerca de 50 dias na prisão, lhe foi dada uma chance de perdão, mas queriam em troca seu silêncio diante das atrocidades que viu. Não aceitando, teve seus direitos militares cassados e passou mais de 20 anos sendo perseguido na vida civil. Ministrou aulas na Faculdade de Letras da UFRJ nos anos 1970, na cadeira de Literatura Brasileira, e, a partir dos anos 1980, tornou-se professor titular na FACHA – Faculdade de Educação Hélio Alonso, no Rio de Janeiro, na cadeira de Literatura Brasileira, desenvolvendo pesquisa sobre as produções poéticas populares, entre as quais o cordel e os sambas. Nas palavras de Domingos Meirelles, ”historicamente todos os presidentes do Conselho foram associados que se destacaram em sua vida pessoal, profissional e política, como foi o caso de Barbosa Lima Sobrinho, Prudente de Moraes, neto, e Fernando Segismundo, que antes de presidirem a Casa integraram o Conselho Deliberativo. Desta forma, uma das prerrogativas do cargo é que os candidatos à sucessão de Joseti Marques tivessem perfil semelhante ao dos companheiros que citei e de tantos outros nomes que por aqui passaram. Ivan Proença é um grande intelectual: crítico literário renomado, além de autor consagrado de uma vasta obra sobre o nosso passado recente, e que desempenhou também um papel importante na história político-contemporânea”.
Silvia Poppovic substitui Rachel Sheherazade na Jovem Pan
Confirmado o nome de Silvia Poppovic como substituta de Rachel Sheherazade na Jovem Pan. “Estreio na próxima 3ª.feira (3/11), assim que chegar de viagem! Estou animada com a nova experiência e acho que vai ser muito bom ancorar o tradicional e querido Jornal da Manhã”, disse ela à coluna de Flávio Ricco, no UOL. Sheherazade deixou a rádio no último dia 19 de outubro.
Gazeta do Povo cria núcleo de branded content
A Gazeta do Povo anunciou a criação do núcleo Gazeta do Povo Branded Content (GPBC), seguindo passos de veículos como Abril e Folha de S.Paulo, que recentemente lançou o Estúdio Folha. “A premissa é que o branded content não é publicidade, é uma comunicação de marca”, disse em nota Axeu Beluca, diretor de Marketing da Gazeta do Povo Jornais. “Ele tem carga editorial e é promovido por uma marca. É preciso ter um equilíbrio muito grande entre os valores de marca com a linguagem editorial e que seja relevante para o público”. Ana Amélia Filizola, diretora da Unidade Gazeta do Povo Jornais, afirma que o diário está em constante renovação para acompanhar esse mercado em transformação: “O que está ocorrendo é uma grande mudança na forma de as empresas se relacionarem e se comunicarem com o público. Por isso, estamos com o olhar muito à frente, pensando em inovações para transformar nosso jeito de se relacionar, entregar e atender a nossos parceiros comerciais”. O objetivo do jornal é valer-se de sua plataforma de conteúdo, serviço e relacionamento, com foco em trazer mais relevância para o público que consome o seu conteúdo. “Com esse background, estamos lançando o GPBC – Gazeta do Povo Branded Content, que busca produzir conteúdos relevantes e gerar relacionamentos fortes para seus clientes”, conta Guilherme Krauss, head de Planejamento de Marketing da Gazeta do Povo Jornais. “O núcleo já nasce com escritórios em São Paulo e Curitiba e conta com uma equipe experiente e com profissionais de peso”. Além de Krauss, cofundador de A Grande Escola e que foi sócio-diretor de planejamento da TheGetz, a equipe é formada por Sandra Pires, Roberta Castro, Bruna Castro, Rocky Santos e Isabela Cascaes, que, juntos, acumulam experiências com marcas como TIM, Ambev, Volvo, Coca-Cola, Banco do Brasil e Prefeitura de Curitiba. Na estrutura comercial, o executivo Milton Fabrício Pereira, com experiência de 18 anos no mercado de vendas de publicidade, atua como gerente de vendas GPBC e Agronegócio no mercado nacional.
Projeto transfere para a PF investigação de crimes contra comunicadores
O senador Paulo Bauer (PSDB-SC) apresentou Projeto de Lei que transfere para a Polícia Federal a investigação de crimes praticados contra profissionais de Comunicação no exercício da profissão. A medida já havia sido recomendada ao Governo Federal em 2014, em um relatório da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Dados da Fenaj mostram que, só em 2014, foram registrados 129 casos de violência contra profissionais da imprensa no Brasil. Na região Sul, Santa Catarina lidera o ranking, com sete agressões. Na América Latina, o Brasil está em terceiro lugar com o maior número de assassinatos de jornalistas, ficando atrás apenas de México e Colômbia; de 2000 a 2014 foram 38 profissionais assassinados. Segundo Bauer, “passou mais de um ano desde a publicação desse relatório e nada foi feito”. O PLS 665/2015 tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde aguarda designação de relator, em caráter terminativo. Já relatório da ANJ, que abrange os períodos de agosto de 2014 a setembro de 2015, contabilizou 65 casos de violência contra jornalistas no Brasil, entre eles quatro assassinatos: dos radialistas Gleydson Carvalho, no Ceará, em agosto deste ano; Djalma Santos da Conceição, em maio, no distrito de Timbó (BA); o paraguaio Gerardo Ceferino Servían Coronel, da rádio Ciudad Nueva FM, em Ponta Porã (MS); além de Evany José Metzker, que mantinha o blog Coruja do Vale, em Padre Paraíso, região do Vale do Jequitinhonha (MG). A Abert traz os mesmos casos de assassinatos em seu relatório, com exceção do de Gerardo. A ANJ relata ainda 73 casos de jornalistas que sofreram algum tipo de agressão no período de outubro de 2014 a outubro de 2015.
Mais admirados: finalistas serão conhecidos esta semana
Após a expressiva votação do 1º turno, que gerou mais de 1.200 nomes de redações de todo o País para figurar entre Os +Admirados Jornalistas Brasileiros, a Comissão de Organização reúne-se nesta semana para definir a lista de finalistas que irão ao 2º turno eleitoral, concorrendo aos Top 10, Top 50 e Top 100 nacionais e Top 10 das Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Na nova etapa, cada eleitor será convidado a indicar livremente, entre os finalistas, até dez nomes de jornalistas de sua admiração para o certame nacional e até cinco nomes para cada uma das cinco regiões. A escolha por eleição direta está movimentando todas as redações do País, num total de 45 mil profissionais; e cerca de 3 mil executivos de comunicação corporativa. Os vencedores nacionais serão conhecidos na edição de Jornalistas&Cia de 25/11 e os vencedores regionais, na de 2 de dezembro. Interessados em apoiar essas edições e também a festa dos +Admirados, marcada para março de 2016, podem procurar a área comercial de J&Cia, pelo 11-3861-5280, com Silvio Ribeiro ([email protected]) ou Vinícius Ribeiro ([email protected]).
Os 80 anos de Maurício de Sousa
Um dos mais famosos cartunistas do Brasil, criador da Turma da Mônica, imortal pela Academia Paulista de Letras, Maurício de Sousa completou 80 anos nesta 3ª.feira (27/10). No início da carreira foi repórter policial na Folha da Manhã (atual Folha de S.Paulo), mas deixou o jornalismo para se dedicar ao desenho e aos seus personagens infantis. Sobre aquela época, diz que nunca deixou de ser jornalista: “Sempre usei do ‘faro’ jornalístico para fazer minhas histórias. E aprendi, na Redação, a ‘arte da concisão’, ou seja, condensar as ideias, mensagens, de forma a que coubessem em poucas linhas. O que foi o ideal quando parti para as histórias em quadrinhos, onde temos que fazer caber textos e mensagens em pequenos balões”. Dele, diz a filha Magali, que inspirou uma de suas personagens: “É um pai sábio. Sempre nos deixou livres mas sempre nos orientando!! Além de pai é meu melhor amigo, pois sei que posso contar com ele. Os piores problemas se tornam mais fáceis depois de uma boa conversa com ele!”. Nesta página, J&Cia presta uma singela homenagem a Maurício pela data, reproduzindo o perfil dele no Portal dos Jornalistas e algumas de suas frases sobre a profissão e a vida. Mauricio de Sousa nasceu em Santa Isabel (SP), no dia 27 de outubro de 1935, filho de pai poeta (Antônio Mauricio de Sousa) e mãe poetisa (Petronilha Araújo de Sousa). Passou a infância em Mogi das Cruzes (SP), cidade onde começou a desenhar cartazes para rádios e ilustrações para jornais. Viveu lá até mudar para a capital. Já em São Paulo, aos 17 anos, em busca de emprego na sua área de atuação, acabou por ocupar a vaga de repórter policial na então Folha da Manhã. No jornal trabalhou por cinco anos, escrevendo e ilustrando suas reportagens. Maurício começou sua história nos quadrinhos em 1959, com o cachorrinho Bidu. As tiras que fazia do cão e seu dono, Franjinha, eram publicadas periodicamente na Folha de S.Paulo. Mais tarde, Bidu passou a mascote e marca dos Estúdios Maurício de Sousa e da Maurício de Sousa Produções (MSP). Em 1963, com a jornalista Lenita Miranda de Figueiredo, a Tia Lenita, criou o caderno infantil Folhinha de S.Paulo. Mônica e sua turma nasceram nos anos 1970, em revistinhas da Editora Abril. Criou a Revista da Mônica, que foi lançada com tiragem de 200 mil exemplares. Em 2013, a personagem dentuça e brava completou 50 anos. Entre as comemorações, o Memorial da América Latina, em São Paulo, fez uma exposição sobre a personagem e seu coelhinho Sansão. Depois de Mônica vieram outros tantos personagens que incorporam vários mundos e ainda arrancam suspiros. Entre eles, Cebolinha, Cascão, Magali, Chico Bento, Horácio (que segundo “quase” confirma, é o próprio Maurício), além de Piteco, Astronauta, Jotalhão, Zé Vampir, Tina, Penadinho, Papa-Capim, Tarugo, Coelho Caolho, Pelezinho… e Neymar Jr.. Todos carismáticos e queridos. Criou a Maurício de Sousa Produções, que atingiu as impressionantes marcas, entre elas mais de um bilhão de revistas vendidas até 2015. Líder absoluta, detém mais de 80% do mercado brasileiro de revistas em quadrinhos infantis; assina mais de 300 títulos de livros (por 25 editoras) e os conteúdos Turma da Mônica têm presença massiva nos livros didáticos brasileiros. Só em 2014, foram mais de 520 títulos desses livros, com um total de 7.749.742 exemplares, por 58 diferentes editoras. Criou dois parques temáticos infantis, um em São Paulo e outro em Curitiba. De personagem em personagem, a cada revista criada, que divertiram gerações e continuam alegrando os que chegam, o trabalho dele cresceu e conta com uma grande equipe de desenhistas, roteiristas e editores. Seu estúdio é um dos maiores empregadores de profissionais da área no Brasil. Aos quadrinhos se somam livros ilustrados, revistas de atividades (com jogos, caça-palavras, etc.), álbuns de figurinhas, CD-ROMs, livros tridimensionais, filmes e livros em braile. Mais de 100 indústrias nacionais e internacionais são licenciadas para produzir quase 2.500 itens com os personagens de Mauricio de Sousa, entre jogos, brinquedos, roupas, calçados, decoração, papelaria, material escolar, alimentação, vídeos e DVDs, revistas e livros. Em 1986, Mauricio saiu da Editora Abril e levou seus personagens para a Editora Globo. Em 1998, recebeu do então presidente da República Fernando Henrique Cardoso a Medalha dos Direitos Humanos. Em dezembro de 1998 foi premiado no Festival Internacional de Animação, em São Paulo (na Linha do Tempo do perfil dele relacionamos alguns dos prêmios que recebeu). Em 2006, deixou a Editora Globo após 20 anos. Em janeiro de 2007 todos os títulos da Turma da Mônica passaram à multinacional Panini, que na época detinha os direitos das publicações de super-heróis da Marvel e DC Comics. O mais famoso e premiado autor brasileiro em quadrinhos é membro da Academia Paulista de Letras, ocupando a cadeira nº 24 desde 13 de maio de 2011. Mesmo com toda a estrutura de que dispõe em seu estúdio, ele, no entanto, não dispensa a responsabilidade de escrever e desenhar as histórias de um personagem, que usa como escape autobiográfico: o dinossaurinho Horácio. Como o próprio Maurício disse uma vez: “Quer saber como me sinto? Leia o Horácio”. Sobre a sua trajetória, em entrevista à revista Educar para Crescer, da Editora Abril, Mauricio de Sousa fez um agradecimento de vida: “Desde que nasci numa casa cheia de livros, / Desde que mamãe me ensinou as primeiras letras nas historinhas dos gibis, / Desde que encontrei professores conscientes do seu papel, / Desde que fui cercado por poetas, escritores, músicos e ilustradores, / Desde que me habituei a ler, e muito, de tudo, / Desde que pude viver do texto e da arte, / Agradeço por ter recebido a Educação nas suas diversas formas. / E agradeço mais, ainda, pela oportunidade de retribuir aos que chegam”. Maurício tem dez filhos: Mariângela Spada e Sousa, Mônica Spada e Sousa, Magali Spada e Souza, Vanda Signorelli e Sousa, Valéria Signorelli e Sousa, Mauricio Spada e Souza, Marina Takeda e Sousa, Mauro Takeda e Sousa, Maurício Takeda e Sousa e Marcelo Pereira de Sousa.
Top Blog prorroga inscrições
Prorrogado o período de inscrições para o Top Blog 2015, iniciativa direcionada à produção nacional de conteúdo independente na internet. Em novo formato, o concurso, que contemplava apenas blogs, passa a premiar também autores de conteúdo digital nos diversos formatos: blogs, sites, mídias sociais e canais de vídeo. Para participar, basta inscrever, gratuitamente, o projeto de acordo com a sua categoria. Os projetos inscritos serão escolhidos pelos internautas até 12 de dezembro. Os mais votados terão mais três meses para engajar seus seguidores e passar por uma segunda votação. Além dos internautas, os projetos também serão avaliados pelo júri técnico Top Blog nos quesitos apresentação, criatividade e interatividade. Os finalistas, 312 no total, serão anunciados em abril de 2016 e receberão certificado e selo digital de reconhecimento. Os 104 primeiros colocados também ganharão troféu e 12 mil pontos Multiplus que podem ser trocados por benefícios.
Luísa Roig Martins deixa Zero Hora e começa na sucursal do Estadão no DF
Vinda de Zero Hora, em Porto Alegre, Luísa Roig Martins começa na equipe do Estadão em Brasília. Ela entra na vaga de Talita Fernandes, que seguiu há pouco para Época. Luísa cobrirá Educação e Movimentos Sociais, entre outros assuntos. Gaúcha, ela participou do Curso de Focas do Estadão em 2013, e depois voltou para Porto Alegre. O diretor da sucursal Marcelo Moraes comentou: “Já estávamos superfelizes com as várias conquistas do Estadão no ExxonMobil. E, agora, estamos trazendo Luísa de volta para casa, que chega trazendo o bônus da conquista do prêmio”.







