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Último dia para escolher os +Admirados da Imprensa Automotiva 2025

Último dia para escolher os +Admirados da Imprensa Automotiva 2025

Termina nesta quinta-feira (27/3) o segundo turno da eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva 2025, iniciativa que definirá os TOP 25 +Admirados Jornalistas e os TOP 3 nas categorias Jornalista Especializado em Duas Rodas, Jornalista Especializado em Veículos Comerciais, Colunista, Áudio, Periódico Especializado, Site e Vídeo. Para participar, basta acessar o link de votação e preencher um rápido cadastro.

Os homenageados deste ano serão conhecidos em uma edição especial que circulará na próxima terça-feira (1º/4), enquanto os TOP 5 +Admirados Jornalistas e os primeiros colocados de cada categoria temática serão anunciados na cerimônia de premiação, marcada para 5 de maio, em São Paulo. O evento também reservará um momento especial para homenagear Alzira Rodigues, cofundadora e editora do site AutoIndústria com o Troféu Luiz Carlos Secco de Contibuição à Imprensa.

A eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva 2025 conta com os patrocínios de Bosch, Ford, GWM, Honda e VWCO, apoios de BYD, Volkswagen, Portal dos Jornalistas e Press Manager, colaboração de Renault e Scania, e apoio Institucional da Abraciclo. Mais informações com Vinicius Ribeiro ([email protected]).

Sergipe sediará evento sobre comunicação pública, emergência climática e direito à informação

Sergipe sediará evento sobre comunicação pública, emergência climática e direito à informação

De outubro de 2025, será realizado o III Congresso Brasileiro de Comunicação Pública (III ComPública) no Campus São Cristóvão da Universidade Federal de Sergipe (UFS). O evento discutirá diversos temas relevantes para a comunicação pública no Brasil, com ênfase no papel dos profissionais de comunicação frente à emergência climática e no direito à informação. O congresso é destinado a estudantes, pesquisadores e profissionais da área.

O congresso contará com palestras, mesas-redondas, oficinas e apresentações de artigos científicos. Segundo o presidente da ABCPública, Jorge Duarte, será “um espaço fundamental para a troca de experiências, a qualificação profissional e o aperfeiçoamento das práticas de comunicação voltadas ao interesse público. Em um cenário de enormes desafios, investir em aprendizado contínuo e boas práticas é essencial para fortalecer a transparência, a participação cidadã e a democracia.”

O III Congresso Brasileiro de Comunicação Pública, Emergência Climática e Direito à Informação é uma iniciativa da Associação Brasileira de Comunicação Pública em parceria com a Universidade Federal de Sergipe, por meio do Departamento de Comunicação Social (DCOS). A organização do evento é realizada por professores e estudantes da UFS, integrantes da ABCPública, ALESE e outras instituições parceiras que colaboram para viabilizar as estruturas física, logística e científica desta terceira edição.

Jorge Duarte reforça, ainda, a importância do debate sobre comunicação pública: “A comunicação pública precisa ser constantemente aprimorada para atender às demandas da sociedade. O ComPública é um momento essencial para qualificar profissionais, incentivar a aprendizagem e estimular práticas inovadoras que tornem a informação mais acessível e útil para todos os cidadãos.”

A expectativa é reunir presencialmente cerca de 400 participantes de todo o país para discutir e refletir sobre os desafios. Será também uma oportunidade de conhecer práticas de excelência em comunicação pública. Para mais informações e inscrições, acesse o site oficial do III ComPública: https://doity.com.br/iii-compublica/, acompanhe o site da ABCPública (abcpublica.org.br) e o perfil no Instagram (@abcpublica).

Para Pábulo Henrique, coordenador do III ComPública, este congresso é uma oportunidade para repensarmos o papel da comunicação no enfrentamento das crises que impactam a sociedade. “Discutir a emergência climática e o direito à informação é essencial para que os comunicadores atuem de forma crítica, ética e comprometida com o interesse público. Sergipe se torna, assim, um ponto de encontro para a construção de caminhos mais justos e democráticos por meio da comunicação”, reforça.

Serviço

III Congresso Brasileiro de Comunicação Pública: Emergência Climática e Direito à Informação

Tema: Emergência Climática e Direito à Informação

Local: Universidade Federal de Sergipe – Campus São Cristóvão/SE

Data: 20, 21 e 22 de outubro de 2025

Plataforma oficial: https://doity.com.br/iii-compublica/

Mais informações: abcpublica.org.br

Redes sociais: @abcpublica (Instagram, YouTube e LinkedIn)

Pesquisa atualiza cenário de assédio sexual e moral contra mulheres jornalistas do DF

Pesquisa atualiza cenário de assédio sexual e moral contra mulheres jornalistas do DF
Crédito: Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF

O Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF lançou em 22/3 uma nova edição da pesquisa sobre o assédio moral e sexual e condições de trabalho em redações e assessorias de comunicação. O objetivo é atualizar dados sobre a realidade enfrentada por mulheres jornalistas no DF, com foco em segurança, assédio e ambiente laboral. Apesar do recorte regional, jornalistas de todo o País podem participar, indicando sua localidade. O formulário estará disponível para respostas até 30 de junho.

A primeira edição da pesquisa, realizada em 2016, revelou dados alarmantes: 77,9% das 535 participantes relataram ter sofrido assédio moral por colegas ou chefes, enquanto 78,5% enfrentaram atitudes machistas durante entrevistas. Em 2019, novo levantamento mostrou que 73% das participantes haviam sido assediadas por superiores, 44,3% por colegas e 32,2% por entrevistados.

Os dados reforçam a urgência de combater práticas abusivas e promover ambientes de trabalho mais seguros e igualitários. A edição atual da pesquisa busca não apenas atualizar esses números, mas também ampliar a discussão sobre os desafios enfrentados por mulheres no jornalismo, reforçando a luta por respeito e equidade na profissão.

Conheça os vencedores do 1º Prêmio Poder de Jornalismo Janio de Freitas

Conheça os vencedores do 1º Prêmio Poder de Jornalismo Janio de Freitas
Crédito: Reprodução/Poder 360

Foram anunciados os vencedores do 1º Prêmio Poder de Jornalismo Janio de Freitas, iniciativa do Poder360 para reconhecer jornalistas do veículo que se destacaram na missão de informar e inspirar leitores. O prêmio também homenageia Janio de Freitas, articulista do jornal digital. Os três primeiros colocados receberam prêmios em dinheiro e um certificado personalizado.

O vencedor foi Guilherme Waltenberg, pela série de reportagens sobre problemas na gestão dos Correios. Seu trabalho revelou diversas camadas da crise financeira e administrativa da estatal, com base em entrevistas, análise de mais de 250 documentos e pedidos via Lei de Acesso à Informação (LAI).

Na segunda colocação, Naomi Matsui foi premiada pela reportagem Congresso evita projetos com cortes de gastos durante Lula 3, que analisou centenas de propostas legislativas durante o terceiro mandato do presidente Lula.

O terceiro lugar ficou com Maria Laura Giuliani, autora da reportagem Motta alterna entre PT e PL nas votações prioritárias para Lula. O trabalho analisou as votações nominais de Hugo Motta (Republicanos-PB) para traçar seu perfil diante de projetos-chave do governo e da oposição na disputa pela presidência da Câmara.

Confira as menções honrosas e vídeos dos premiados no Poder360.

Midiã Noelle lança guia para comunicação inclusiva e antirracista

Midiã Noelle lança guia para comunicação inclusiva e antirracista
Crédito: Natan Fox

Reconhecida como uma das 100 pessoas negras mais influentes dos países de língua portuguesa pelo prêmio Bantumen Powerlist 100, a jornalista e ativista soteropolitana Midiã Noelle está lançando Comunicação Antirracista: um guia para se comunicar com todas as pessoas, em todos os lugares (Planeta).

Destinada a todos os públicos, a obra sistematiza reflexões importantes sobre as hierarquias sociais na comunicação e foca na superação desses desafios pela via do antirracismo. “A comunicação antirracista é, primordialmente, um desafio de construção, desconstrução e reconstrução de sentidos, não necessariamente nessa ordem, que precisa ser contemplado por todas as pessoas, em todos os espaços”, reforça a escritora.

2º Prêmio de Jornalismo Sistema Faemg, Senar, Inaes e Sindicatos abre inscrições

Crédito: Dan Meyers/Unsplash

Estão abertas até 7 de setembro as inscrições para a segunda edição do Prêmio de Jornalismo Sistema Faemg, Senar, Inaes e Sindicatos, que vai premiar trabalhos jornalísticos sobre diversos aspectos da agropecuária de Minas Gerais.

Na edição de 2025, o tema do prêmio será Agro, motor da economia mineira: diversidade, inovação e impacto social. A organização incentiva reportagens sobre temas como diversidade, clima, solo, produtividade, impacto na geração de empregos, conexão de produtos agrícolas mineiros com o mundo, inovação e tecnologia.

São ao todo seis categorias em disputa: Jornalismo ImpressoJornalismo em VídeoJornalismo em ÁudioJornalismo Digital ou Web Jornalismo e Fotojornalismo, além da categoria especial Jornalismo universitário. O primeiro colocado de cada categoria receberá R$ 8 mil, o segundo, R$ 5 mil e o terceiro, R$ 4 mil. O vencedor da categoria para estudantes será premiado com R$ 2 mil.

Os vencedores serão anunciados em cerimônia de premiação durante o mês de novembro, em Belo Horizonte. Mais informações e inscrições aqui.

Visibilidade de marca e redes sociais são as prioridades da Comunicação Corporativa na América Latina, diz estudo da And, All

Visibilidade de marca e redes sociais são as prioridades da Comunicação Corporativa na América Latina, diz estudo da And, All
Crédito: Jason Goodman/Unsplash

A And, All divulgou na última semana os resultados da pesquisa Tendências de Comunicação Corporativa na América Latina − Trends 2025, realizada em 18 países da região no final de 2024 e início deste ano. O estudo apontou, segundo a agência, que “a comunicação corporativa na América Latina tem como prioridade aumentar a visibilidade das marcas e investir em mídias sociais”.

“Não é de hoje”, assinala mensagem que acompanha o estudo, “que a experiência de compra está cada vez mais conectada às plataformas sociais, uma vez que o público utiliza tais canais como meios de pesquisa, interação e consumo”. E prossegue: “Neste cenário, o marketing de conteúdo, eventos e o marketing de influência também aparecem como focos da atuação e investimentos. Em termos de valores, metade das empresas afirmaram que manterão o orçamento no ano”.

O trabalho aponta que “os recursos financeiros limitados, sempre considerados como barreiras para o setor, continuam na primeira posição entre os desafios, mas aparecem muito próximos de itens como dificuldade de mensurar resultados (2ª) e falta de pessoal especializado (3ª)”.

São dois pontos que impactam diretamente no desejo de 60% dos participantes, que buscam ampliar o uso de dados nas estratégias de comunicação, incluindo contratação de ferramentas de análises de dados, acompanhamento em tempo real e integração de dados de diferentes fontes.

Para Leandro Bornacki, Chief Growth Officer da And, All, que conduziu a pesquisa, o cenário traz boas oportunidades. “No ambiente digital, tudo pode ser mensurado. O ponto de atenção para as empresas é contar com um olhar especializado para reunir dados, interpretá-los e transformar em ação”, comenta.

O estudo completo pode ser solicitado pelo e-mail [email protected].

Repórteres da Folha são vítimas de ataques e ameaças por cobertura do 8 de janeiro

Repórteres da Folha são vítimas de ataques e ameaças por cobertura do 8 de janeiro
Crédito: Joédson Alves/Agência Brasil

As repórteres Gabriela Biló e Thaísa Oliveira, da Folha de S.Paulo, estão desde a semana passada recebendo diversos ataques e ameaças nas redes sociais em decorrência do trabalho de cobertura feito por elas sobre os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

Gabriela, repórter fotográfica da Folha, e Thaísa, que atua em Brasília, produziram reportagens sobre os presos após os atentados. Os ataques tiveram início após um perfil no X (ex-Twitter) insinuar que as duas profissionais seriam as responsáveis pela prisão de Débora dos Santos Rodrigues, mulher que pichou a estátua A Justiça com a frase “Perdeu, mané”. O caso está sendo julgado pela primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e Débora, se condenada, pode pegar 14 anos de prisão.

Diversos perfis em diferentes redes sociais enviaram às jornalistas ataques e ameaças, incluindo de violência física e de morte. Familiares de Gabriela e Thaísa também foram ameaçados. Os ataques incluem ainda vazamento de informações pessoais das profissionais. Além disso, os perfis afirmam que as jornalistas enviaram dados pessoais sobre a autora da pichação ao STF, o que é mentira.

Gabriela e Thaísa registraram Boletim de Ocorrência e o departamento jurídico da Folha está acompanhando o caso. Entidades defensoras da liberdade de imprensa como Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos no Estado de São Paulo (Arfoc) e Associação Nacional de Jornais (ANJ) repudiaram o caso.

A Abraji classificou as ameaças às jornalistas como uma “ação coordenada de ofensas pessoais, exposição de dados pessoais e ameaças de violência física e morte, difundidas pelas redes sociais com o claro intuito não só de atacar as duas profissionais como também de silenciar o trabalho da imprensa. Não é papel do jornalista julgar ou condenar, tampouco se omitir diante de informações relevantes para a sociedade”.

A Arfoc escreveu que, “em um momento em que a liberdade de imprensa e o direito à informação estão sendo ameaçados, é inaceitável que profissionais da comunicação sejam alvo de ataques por exercerem sua função com seriedade e compromisso com a verdade”.

A ANJ declarou que o caso faz parte de um “método mafioso que está chegando ao Brasil. É preocupante isso porque visa exatamente intimidar a investigação, destruir reputações, destruir o patrimônio pessoal e profissional do jornalista para impedir que ele faça seu trabalho. É uma violência absurda, inaceitável”.

Abraji e Transparência Brasil levarão 12 jornalistas da Amazônia Legal para o 20º Congresso em SP

Abraji e Transparência Brasil levarão 12 jornalistas da Amazônia Legal para o 20º Congresso em SP
Crédito: Vlad Hilitanu/Unsplash

A Abraji e a Transparência Internacional − Brasil oferecem 12 bolsas para profissionais que atuam na Amazônia Legal participarem presencialmente do 20º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo. O evento será realizado de 10 a 13 de julho de 2025, em São Paulo.

Terão prioridade as candidaturas de profissionais que tenham publicado ao menos uma reportagem sobre crimes ambientais, impactos socioambientais de grandes obras de infraestrutura ou defensores ambientais. Além do apoio com passagens aéreas, os jornalistas selecionados receberão hospedagem e ajuda de custo para alimentação e transporte durante o período do congresso.

Cada selecionado dividirá o quarto com outro bolsista. Após o evento, será necessário prestar contas do repasse dentro do prazo estipulado no regulamento e responder aos questionários de avaliação, especialmente sobre questões ambientais. O projeto cobre passagens em categoria econômica, sem custear multas por alteração de data e horário. Os interessados devem conferir o regulamento e preencher o formulário até 3 de abril.

TJ-RJ derruba reportagem sobre suposto envolvimento de ex-procurador-geral de Justiça em esquema de propina

Conselho Nacional de Justiça e Jusbrasil lançam painel com dados de processos sobre liberdade de imprensa
Crédito: Tingey Injury Law Firm/Unsplash

Em decisão liminar, a Justiça do Rio de Janeiro derrubou uma reportagem do portal Metrópoles, assinada por Arthur Guimarães, sobre o suposto envolvimento do ex-procurador-geral de Justiça do estado, Marfan Martins Vieira, em esquema de propinas. Em segredo de justiça, Marfan move uma ação contra o jornalista e o Metrópoles e pede uma indenização de R$ 130 mil por danos morais. O caso ainda aguarda julgamento de mérito.

A reportagem em questão citava uma delação premiada do ex-secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes, que apontou Marfan como um dos destinatários de pagamentos irregulares. O TJ-RJ determinou o arquivamento da investigação pois o Ministério Público Federal informou que não possuía documentos que corroborassem com a delação. Tal decisão ocorreu após a publicação da reportagem.

O TJ-RJ entendeu que a matéria era abusiva, pois não havia nenhuma condenação criminal contra Marfan, apenas a citação em delação premiada. A defesa do ex-procurador-geral de Justiça alegou que a reportagem viola os limites da liberdade de expressão e afirmou que o jornalista não ouviu Marfan antes da publicação do texto.

A defesa de Arthur e do Metrópoles argumentou que a reportagem apenas relatou fatos de interesse público e destacou que o repórter e o portal tentaram entrar em contato com Marfan via assessoria, mas não obtiveram retorno.

Em nota, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) escreveu que enxerga a ação como um risco à liberdade de imprensa: “É preocupante que um membro do Ministério Público busque censurar o trabalho jornalístico e utilize ferramentas como pedidos de condenação excessiva e sigilo judicial para impedir a publicação de informações de interesse público”, declarou Katia Brembatti, presidente da entidade.

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