ABI é impedida de apurar o resultado da eleição

Foi realizada em 16/5 a eleição na ABI. Porém, após o encerramento da votação, a contagem dos votos foi suspensa por decisão da Justiça. Fichel Davit Chargel, responsável por conduzir o processo eleitoral, recebeu a intimação determinada pelo desembargador Marcelo Lima Buhatem, da 22ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

A decisão judicial atende ao agravo de instrumento impetrado por Domingos Meirelles (ex-presidente da ABI e candidato à reeleição pela chapa 1. Representantes das chapas 2, Paulo Jerônimo de Sousa, o Pagê, e 3, Carlos Augusto Martins de Aguiar, estiveram presentes à lacração da urna, além de observadores externos e associados. Pela chapa 1, participou Nacif Elias, candidato a vice-presidente. A urna foi guardada em sala também lacrada na sede da ABI.

A decisão não anulou o processo eleitoral, apenas houve a paralisação da contagem dos votos.

O imbróglio na ABI prossegue, agora com a convocação da próxima reunião mensal do Conselho Deliberativo para a próxima segunda-feira (27/5), na sede da entidade, no Rio. Luiz Carlos Azedo, presidente do Conselho, fez a convocação e informou a pauta; na mensagem de convocação, o gestor em exercício Fichel Davit Chargel fez um adendo, informando que três dos itens contrariavam os estatutos da ABI; em novo adendo, na sequência, o próprio Azedo desautorizou Fichel, considerando “despropositada e desrespeitosa a nota (…) agregada à convocação do Conselho Deliberativo da ABI”. Tudo isso bombardeando os associados da instituição, que certamente estão desnorteados em relação ao futuro da ABI.

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