Por Assis Ângelo
É certo que não é comum um físico ou cientista dar crédito às ditas Sagradas Escrituras. Mas não se espante, meu amigo e amiga.
No correr da nossa vida é comum ouvirmos histórias do “arco-da-velha”. Ou de Trancoso, não é mesmo?
A história conta que o grande e aplaudido físico inglês Isaac Newton (1643-1727) punha toda a sua fé no Livro de Daniel. Desse livro era leitor extremado.

Numa carta a um amigo datada de 1704, Newton traçava suas impressões pessoais sobre a grandeza do Universo. Ele, como Nicolau Copérnico (1473-1543), não endossava a crença da Igreja sobre a Terra como centro de tudo. Dizia, com extrema clareza, que a Terra e todos os demais planetas giram em torno do Sol.
Isaac Newton escapou das garras do Santo Ofício. O mesmo não sucedeu com o matemático e estudioso do Universo Giordano Bruno.
Bruno, italiano de Nola, foi sem dúvida um grande sabichão.
Também por discordar da Igreja, foi preso pelos inquisidores e condenado à morte na fogueira. Morreu em Roma, queimado vivo, em 17 de fevereiro de 1660. E pouco antes de ser queimado foi torturado de maneira… não, não vou dizer. Apenas que foi algo completamente desumano. Terrível!

Fim diferente de Bruno teve Galileu Galilei (1564-1642).
Galileu estudou o Universo de tudo quanto foi jeito e chegou à mesma conclusão dos seus pares passados. Com uma diferença: na hora do vamos ver negou o que achava sobre o Universo.
Mesmo negando que a Terra gira em torno do Sol, Galileu foi condenado a nunca mais sair de casa.
Observadores comprometidos com a história afirmam até hoje que o velho Galileu, no leito de morte, balbuciou: “Mas que gira, gira”.
Referia-se, claro, à Terra no seu movimento giratório em torno do Astro Rei.
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