Por Assis Ângelo

Em 1968, quando França, Vietnã e EUA pegavam fogo e mudavam até o modo de pensar e agir de muita gente ao redor do mundo, países emblemáticos e poderosos como os aqui já citados tinham representantes sentados à mesa de discussões para assinar o que passou a ser chamado Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP).

(Crédito: vermelho.org.br)

Depois de muita polêmica, o TNP foi assinado. Porém, só passou a vigorar no dia 5 de março de 1970.

Desde os turbulentos anos da década de 70, muita água barrenta e podre passou por debaixo da ponte. Das pontes de canto a canto do mundo. Mortos, cegos, aleijados e desgraças tantas foi o saldo.

Os EUA perderam o embate com o Vietnã. E tal e tal.

Hoje a China já tem condições de bater de frente com os EUA, que não param de nos ameaçar de tudo quanto é jeito.

Pois é, já passou da hora de rezarmos por nossas próprias almas.

O embate entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza, leia-se Palestina, resultou em milhares de civis cegados por armas das forças israelenses.

Também mirados nos olhos, muitos civis iranianos tombaram mortos ou ficaram cegos de um ou dos dois olhos para sempre, por protestarem contra o regime violento de que são vítimas.

Parece absurdo, mas o que é a guerra senão um absurdo completo?

Durante muito tempo, Israel tem ensinado a atirar nos olhos dos inimigos. Esse lamentável ensinamento tem sido passado adiante por grana definida em contrato.

O Chile chegou a contratar tais préstimos dos trogloditas fardados de Israel. O Brasil também, mas essa é outra história.

No dia 5 de fevereiro de 2026, o Novo Tratado de Redução de Armas Estratégicas (NewStart) foi encerrado.

O arsenal nuclear dos EUA conta com ao menos 5.177 ogivas e a Rússia, de 5.459 a 5.580, segundo estimativas publicadas pela imprensa internacional.

Informação merecedora de algum crédito dá conta de que há nove países sabe-se lá com quantas ogivas nucleares guardadas: além da Rússia e dos EUA, China, França, Reino Unido, Paquistão, Índia, Israel e Coreia do Norte.

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