A organização Repórter Brasil, que desenvolve projetos de pesquisa, comunicação e combate e prevenção ao trabalho escravo, lançou um guia rápido para jornalistas. Ele contém definições de trabalho análogo à escravidão, dados sobre o perfil dos trabalhadores libertados, tratados internacionais e legislações que criminalizam o trabalho escravo, além de notícias e históricos que auxiliam o jornalista durante a reportagem. Também traz informações de contato dos órgãos responsáveis por fiscalizar e autuar empregadores desse tipo de trabalho (como o Ministério do Trabalho e a Polícia Federal), da sociedade civil e de organizações internacionais.
SBT faz chamada pública para compra de ?casos jornalísticos?
No melhor estilo “Não é feitiçaria, é tecnologia”, o SBT lançou a proposta de compra de “casos jornalísticos” por dez mil reais. “Não é concurso, é compra de casos jornalísticos”, anuncia a emissora em chamada pública, que causou alvoroço nas redes sociais. “Atenção jornalistas de rádio, jornal ou televisão! O SBT está comprando, por dez mil reais, qualquer assunto que possa ser apresentado em nossos programas de televisão. Use seu nome ou pseudônimo. Não é concurso! É compra de casos jornalísticos”, diz a íntegra do vídeo. “Tem que ser só jornalista? Não pode ser uma ideia para pautas?” e “Eu n intendo de jornal mas Eu gostaria de faser jornalista de carater e de credibilidade doa a quem doe [sic ad eternum]” foram alguns dos comentários de interessados na página do SBT. O colunista de tevê Maurício Stycer comentou em seu blog: “É normal emissoras contratarem jornalistas como colaboradores, para realizar uma ou mais reportagens. O que surpreende no caso é o SBT fazer uma convocação pública, dando a impressão de que está muito necessitado de ajuda. Como se sabe, a emissora dispõe de um departamento de jornalismo, ao qual, supostamente, caberia a realização de boas reportagens”. Polêmica à parte, interessados em vender sugestões devem enviá-las pelo site do SBT.
O Povo Online estreia versão audiovisual do Vida & Arte Guia
O Vida & Arte Guia, publicado semanalmente por O Povo, estreou em 30/6 sua versão audiovisual. Além de postado na página do jornal no facebook, o guia apresenta versão para whatsapp, com conteúdo de até dois minutos duração, veiculado às sextas-feiras. Camila Holanda e Jáder Santana revezam a apresentação da pílula. Émerson Maranhão, coordenador do Núcleo de Audiovisual de O Povo, explica que o conteúdo é pensado, antes de tudo, para a plataforma mobile: “O produto traz uma seleção ainda maior do que sai no impresso porque é pensado para ser consumido rapidamente, quando estiver parado no trânsito ou um pouco antes de sair do seu trabalho”. “É um resumo, mas é possível que, como consumidor de informação, o público fique informado do que esperar para o fim de semana e já comece a se planejar”, comenta. “É um produto que vai estar sempre em construção. E é para ser consumido de maneira fácil, rápida e orgânica”.
Prêmio CNT distribuirá R$ 270 mil
Um dos mais tradicionais concursos do Brasil e com um dos maiores valores distribuídos (R$ 270 mil), o Prêmio CNT de Jornalismo abriu inscrições para a sua 23ª edição. Promovido pela Confederação Nacional do Transporte, recebe até 11/8 trabalhos relacionados ao setor de transportes nas categorias Impresso, Televisão, Internet, Rádio, Fotografia e Meio Ambiente e Transporte. Podem concorrer trabalhos publicados entre 13/8/2015 e a data do término das inscrições. O vencedor de cada categoria ganhará R$ 35 mil, e a matéria com a melhor nota dos jurados vencerá o Grande Prêmio CNT e levará R$ 60 mil. No Ranking dos +Premiados da Imprensa, os vencedores das categorias receberão 25 pontos, e o do Grande Prêmio, 55. O processo de julgamento dos trabalhos levará em consideração questões como sua relevância para o setor de transporte, para o transportador e para a sociedade, qualidade editorial, criatividade, originalidade e temporalidade. Na categoria Meio Ambiente e Transporte, a CNT valorizará trabalhos que mostrem a sustentabilidade no setor. As reportagens deverão ser inscritas pelo premiocnt.cnt.org.br, onde também está disponível o regulamento da premiação.
Editora Escala terceiriza produção de conteúdo de Car and Driver e Auto Fácil
Luiz Guerrero e Lucas Litvay se associam e criam a Ali Studio, nova responsável pela criação do conteúdo das revistas
Em sequência à série de recentes mudanças no Núcleo Motor da Editora Escala, que envolveu nas últimas semanas a descontinuação da revista Cycle World, a mudança na periodicidade da Auto Fácil e o corte de alguns profissionais de sua equipe, a empresa anunciou oficialmente esta semana o que aparenta ser a última etapa dessa reformulação.
A partir de agora todo o conteúdo das revistas Car and Driver e Auto Fácil passa a ser terceirizado, cabendo à Escala apenas a comercialização, impressão e distribuição dos títulos. Com isso, a equipe que produzia as duas revistas desliga-se da editora e começa a produzir para ela o conteúdo por meio da Ali Studio, empresa recém-criada em parceria por Luiz Guerrero e Lucas Litvay, respectivamente diretor de Redação e editor-executivo das duas publicações.
“Pensamos em um nome para render homenagem a alguma personalidade que fosse admirada por todos, que representasse determinação e coragem e que não fosse necessariamente associado à área de automóveis, onde atuamos”, explica Guerrero, sobre o nome da nova empresa, que homenageia o campeão mundial de boxe Mohammad Ali, falecido em 3 de junho, mesmo dia em que a empresa nasceu.
“Nossa ideia é ampliar os horizontes e oferecer qualidade a clientes de qualquer setor. Será uma nova forma de trabalho”, diz Lucas. “Fora da Escala, teremos oportunidade de fazer novos negócios, mas sempre mantendo nosso DNA da área automotiva”.
Na equipe fixa foram mantidos o editor João Anacleto, o repórter Henrique Rodriguez, o coordenador de testes Diogo Dias e o chefe de Arte Pablo Gonzalez, além de colaboradores que já atuavam nas publicações, como o fotógrafo Bruno Guerreiro, o ilustrador João Kleber Amaral e o repórter e tradutor Leo Contesini.
Quem também estará entre os colaboradores da nova agência, com foco principal em especiais, será Mário Sérgio Venditti, que até um mês atrás era editor da Auto Fácil.
“Começaremos com uma estrutura equilibrada, necessária para garantir a mesma qualidade das revistas que vínhamos fazendo dentro da Escala”, diz Lucas. “Mas estamos confiantes em expandir o negócio muito em breve com a incorporação dos antigos e de novos colaboradores”.
A ideia, segundo os sócios, é que, com esse novo vínculo com a Editora Escala, a empresa terá mais liberdade para investir em outros projetos, como produção de vídeos e conteúdos para outras plataformas. Por força de contrato, a Ali não poderá produzir conteúdo apenas para outras revistas. A Ali Studio funcionará em um edifício comercial no bairro de Santana, na zona norte de São Paulo, mas enquanto a mudança não se efetiva a equipe permanecerá nas dependências da Escala, atendendo nos mesmos e-mails e telefones.
Dança de cadeiras na Folha de S.Paulo
Como faz de tempos em tempos, a Folha de S.Paulo promoveu nos últimos dias trocas em posições importantes, desta vez no DF e na sede paulista.
Em Brasília, o repórter especial Leandro Colon ([email protected]) assume a partir desta segunda-feira (4/7) a direção da sucursal, trocando de posição com Igor Gielow, que volta a São Paulo para integrar a equipe repórteres especiais da Secretaria de Redação.
Também a partir de segunda-feira, o mesmo fazem o repórter especial Ricardo Balthazar e a editora de Mercado Ana Estela de Sousa Pinto.
Graduado pela PUC-SP, Leandro teve passagens por Estadão, Correio Braziliense, iG, G1 e SBT. Na Folha há quase cinco anos, foi correspondente em Londres de setembro de 2013 a dezembro de 2015. Igor, na Folha desde 1992, atuou em diversos postos e editorias, foi correspondente internacional e está no comando da sucursal há pouco mais de três anos.
Ricardo, ex-editor de Poder, passou seis meses em estudos na Universidade de Michigan, nos EUA, e reassumiu em maio as funções de repórter especial, que ocupava antes de se tornar editor.
E Ana Estela, na Folha desde 1988, atuou em várias editorias e postos no jornal, entre eles o de responsável pelo Programa de Treinamento da Folha; estava como editora de Mercado desde 2012.
Associação de ex-Gazeta Mercantil nega venda da marca
Fábio Galvão, CEO da GME, garante que negociações estão avançadas e que vai ampliar a equipe de colaboradores A propósito da notícia a respeito da Gazeta Mercantil Experience, que publicamos na quarta-feira (29/6), a Associação dos Ex-Funcionários da Gazeta Mercantil enviou a seguinte nota, assinada pelo presidente Marcelo Moreira e pelo advogado Carlo Frederico Müller: “O mercado jornalístico brasileiro foi surpreendido nesta quarta-feira, 29 de junho, com a notícia do lançamento de um empreendimento chamado Gazeta Mercantil Experience (GME), liderado pelo empresário Fábio Galvão, que teve sua carreira construída como sócio e diretor executivo na Verticals Capital, empresa da área de investimento de venture capital, que operou na América Latina até 2014. Em um comunicado divulgado no Portal dos Jornalistas, a GME diz que, entre outras coisas, “a empresa, comandada por um grupo de empresários do setor de investimentos e TI que adquiriu a marca, passou a publicar nesta semana conteúdo temático com a qualidade editorial do jornal mas em formato digital inovador”. Sobre essa questão, a Associação dos Ex-Funcionários da Gazeta Mercantil informa o seguinte: 1 – Os advogados da entidade têm recebido nos últimos meses consultas de vários interessados em adquirir a marca Gazeta Mercantil, arrestada por medida judicial para servir de garantia ao pagamento de dívidas trabalhistas. Um dos interessados que entrou contato com os advogados foi o empresário Fábio Galvão, da Verticals, que mantém negociações para a aquisição da marca. 2 – Ressaltamos que, apesar de negociações em curso, a marca não foi vendida e continua arrestada. 3 – Reiteramos que qualquer tentativa de concretização da negociação de compra da marga Gazeta Mercantil precisa obrigatoriamente passar pelo crivo do Poder Judiciário.” “Penso que em alguns dias teremos tudo isso acertado”, diz Fábio Galvão Fábio Galvão, CEO da GME – Gazeta Mercantil Experience e que está à frente do grupo de investidores que decidiu relançar a marca no mercado brasileiro, reconheceu, em entrevista a este Portal dos Jornalistas, que o anúncio do lançamento do primeiro projeto da GME foi feito sem que ainda todos os trâmites judiciais para a aquisição da marca tivessem sido finalizados. “Houve, é certo”, diz ele, “uma precipitação no anúncio, mas isso em nada inviabiliza a iniciativa, pois estamos fazendo tudo em absoluta harmonia com a Associação dos ex-Funcionários da Gazeta Mercantil, inclusive com o grupo de advogados das duas partes conversando permanentemente sobre os passos a serem seguidos. Está tudo encaminhado e tenho certeza de que a finalização do processo judicial é questão de dias”. Galvão explicou que os primeiros passos rumo à aquisição da marca se deram em 2014, quando, junto com o grupo de investidores que lidera, começou a analisar e a entender toda a complexidade judicial e econômica que girava em torno da Gazeta Mercantil: “Até o final de 2015, ficamos imersos nas questões judiciais e em contato com a Associação dos ex-Funcionários, para que tudo fosse feito de uma forma transparente e duradoura. Queríamos conhecer a fundo toda a questão judicial e mesmo econômica, o que nos levou a realizar uma gigantesca due dillinge. E para nós era fundamental fazer isso em consonância com a Associação, pois só a partir do momento em que eles de fato entendessem a nossa proposta e aceitassem fazer um acordo é que faríamos o movimento de aquisição. E sempre deixamos muito claro que era premissa a total desconexão em relação aos grupos que administraram o jornal no passado, tanto o Tanure (Nelson) quanto o Levy (Luiz Fernando). E por aí viemos até aqui, sempre em conjunto com a Associação, buscando um acordo judicial que permita o ressurgimento da marca, num novo negócio, sendo que isso agora é uma questão de dias, pois está tudo bem adiantado no plano judicial, restando apenas a deliberação da Justiça autorizando a transferência da marca para a nossa organização”. Por enquanto, o primeiro fruto desse novo negócio são as revistas digitais temáticas – batizadas de GME HUB –, a primeira delas, sobre os Jogos Olímpicos, lançada há duas semanas. Mensais, as duas próximas também já são conhecidas: em 15/7 será lançada uma edição sobre Tecnologia&Mobilidade e em 15/8, outra sobre Educação. “Com a revista digital GME HUB, nosso desafio é fazer com que os leitores, que têm cada vez menos tempo para se informar com profundidade, absorvam o conteúdo de nossas publicações em 5 minutos por reportagem. E para isso acontecer investimos em qualidade na produção jornalística e tecnológica”, afirma Galvão. Mas quais de fato são os planos da nova empresa e do grupo de investidores? Ambiciosos, segundo o idealizador da GME: “Somos um grupo de empresários do setor de investimentos e TI e o que estamos desenvolvendo na GME é algo extremamente inovador. Em quatro meses vamos lançar o Portal GME, apoiado no tripé informação, serviços de software e serviços de publicidade, focado sobretudo no pequeno e médio empresário de todo o território nacional. Mas não vamos fazer o que os outros estão fazendo, até porque isso não faz parte de nossa formação, em que a prioridade sempre foi o capital de risco”. Empresário e investidor, agora desempenhando a função de CEO da GME, com a responsabilidade de estruturar a empresa, Galvão explica que o plano de negócios para a criação da GME apoiou-se em três premissas: 1. Blindagem do negócio, ou seja, só entrar nele sob a garantia de que não correria riscos de descontinuidade pela questão judicial; 2. Desenvolvimento de um modelo inovador de negócios, que pudesse valer-se de conteúdos de qualidade, propiciado pela marca Gazeta Mercantil, com o uso intensivo de tecnologia para oferecer ao mercado informações, softwares e serviços de qualidade e com boa competitividade; e 3. Montagem de uma equipe sênior, qualificada, que pudesse garantir ao novo negócio o mesmo nível de conteúdo que fez história nas páginas da Gazeta Mercantil. Seria possível arriscar um futuro para a empresa e para os negócios, sobretudo na comparação com o que representou historicamente a Gazeta Mercantil? “Temos de no mínimo chegar onde a Gazeta Mercantil parou, mas creio que em algum tempo poderemos até mesmo ser maiores do que foi um dia o jornal. Explico: nós vamos precisar ter colaboradores em todo o Brasil, em especial nas principais praças, pois queremos dialogar de igual para igual com os empresários dessas regiões. Queremos entender como eles consomem e produzem informações e isso não será possível sem um olhar local. Lembro que o Levy tentou fazer isso, mantendo edições regionais, impressões gráficas descentralizadas, escritórios em várias capitais com redação e equipe comercial, mas, sem os recursos de que hoje dispomos, tudo isso representou uma operação caríssima, insustentável para aquele tempo. Hoje, com a tecnologia, será possível avançar muito nesse conceito de atuação regionalizada e nós vamos investir muito nesse caminho. Vamos buscar manter estruturas regionais fortes e que usem as estratégias mais adequadas, com plataformas e insumos que façam a diferença. Sem esquecer o principal ativo: os jornalistas que, com a tecnologia a seu lado, terão condições de produzir e consumir informação de ponta. Desde a última quarta-feira, quando o Portal dos Jornalistas deu com exclusividade o lançamento da GME, a empresa tem recebido em média 200 currículos por dia, incluindo candidatos da nova geração e também muitos que trabalharam na própria Gazeta Mercantil, incluindo 80% dos jornalistas que integram a própria Associação. “Isso acabou nos ajudando imensamente, pois estamos definindo a estrutura da equipe editorial e precisamos encontrar os profissionais com perfis adequados ao projeto. Todos, sem exceção, são bem-vindos. Além disso, embora a notícia tenha saído antes da formalização da aquisição definitiva da marca, foi bom para motivar os investidores, excelente para agitar o ambiente da publicidade, que já passa a nos ver como parceiros potenciais de negócios, e para o próprio jornalismo, que vê renascer um projeto histórico e que foi um marco na atividade”. Sobre a crise, diz ele: “Nossa atitude, por si só, demonstra que há espaço para inovação no mercado editorial e é prova de nossa confiança em nossa equipe e produtos”. E sobre o futuro do negócio, assinala: “Por enquanto estamos bancando todos os investimentos, mas sabemos que a médio prazo e pela magnitude do projeto, vamos precisar de novos aportes financeiros. Mas esse não é um negócio em que entramos para sanear e depois lucrar, vendendo. Sou, como o são milhares de pessoas, um órfão da Gazeta Mercantil e esse é um resgate que estamos fazendo para trazer de volta um legado do jornalismo brasileiro”. Aos 45 anos de idade, e leitor tradicional de jornais como Wall Street Journal, Estadão e Valor Econômico, Galvão cursou publicidade e economia, embora tenha logo cedo partido para o mercado de capitais. Fundou a Verticals Capital em 2001, gestora de investimentos em participação (venture capital) com foco em pequenas e médias empresas do setor de tecnologia, até assumir a direção da GME em 2014.
Adriana Marcondes é a nova diretora da TV Câmara
Adriana Marcondes, que vinha coordenando a programação da TV Câmara, foi a escolhida para ocupar a direção da emissora, em substituição a Silvério Rios, que assumiu recentemente o cargo de diretor executivo da Secom.
STF suspende ações de magistrados contra jornalistas da Gazeta do Povo
O Supremo Tribunal Federal suspendeu nessa quinta-feira (30/6) ações promovidas por magistrados contra jornalistas da Gazeta do Povo, do Paraná. Em sua decisão, a ministra Rosa Weber determinou que “ficam suspensos os efeitos da decisão reclamada, bem como o trâmite das ações de indenizações propostas em decorrência da matéria jornalística e coluna opinativa apontadas pelos reclamantes”. Weber inicialmente havia negado o pedido dos jornalistas, representados pelo advogado Alexandre Kruel Jobim. No entanto, reconsiderou sua decisão e suspendeu as ações até o julgamento do mérito da reclamação do advogado. As dezenas de ações seriam uma reação a reportagens publicadas em fevereiro de 2016 sobre remunerações do Judiciário no Estado. Sobre o tema, a Abraji se manifestou em junho: “Para a Abraji, os processos na Justiça não buscam a reparação de eventuais danos provocados pelas reportagens, mas intimidar o trabalho da imprensa e, por isso, são um atentado à democracia”. Na sequência, a entidade lançou a campanha #foraassédiojudicial.
ZVS comemora 45 anos de jornalismo
Jornalista pretende lançar autobiografia e museu O jornalista itabirano José Vicente de Souza, mais conhecido como ZVS, comemora 45 anos de carreira em 2016. Colunista social, promoter, fotógrafo, assessor de imprensa e marchand nas horas vagas, colabora com os principais veículos dos vales do Rio Doce e do Aço (Jornal de Domingo, Carta de Notícias, O Indicador, Folha Regional, Domingo Quality) e com a Revista PQN. Antes de entrar para o mundo da comunicação, ZVS foi bancário na Caixa Econômica Estadual e na agência Informa-house da Economisa. Em 1970, passou a dividir seu tempo entre a redação da Gazeta de Valadares e a Minascaixa. Consagrado em Itabira, passou por todos os jornais da cidade e região, chegando depois ao Diário do Rio Doce, em Governador Valadares, onde ficou por muitos anos. Na capital, trabalhou em quase todos os jornais entre 1980 e 1995. Com João Euclides Salgado, fundou em 1985 o Jornal da Savassi, que se consolidou e circula até hoje na região centro-sul da cidade. Em 1995, o ex-prefeito de Governador Valadares o convidou para escrever uma coluna social em seu jornal, o que o fez voltar para a cidade. Porém, logo depois o periódico encerrou suas atividades e o colunista apostou em um novo projeto, o Gente Quality, que foi recentemente modernizado e passou a ser chamado de Domingo Quality. “O jornal aborda sociedade, artes e cultura, moda, gastronomia, politica e empresas”, diz ZVS. “A intenção é incluir em breve novas seções, como cinema e decoração”. O periódico circula em Vale do Rio Doce, Vale do Aço, Nova Era, Itabira e Belo Horizonte. Nos últimos 20 anos, João Vicente vem dividindo seu tempo entre o colunismo e a organização de eventos. Além das colunas e de arte, também gosta de escrever poemas. Algumas de suas poesias estão publicadas no livro Acontecências, lançado na década de 1990. Ele diz que nos próximos anos planeja lançar sua autobiografia e formalizar o Museu ZVS, com livros de Arte e Literatura.







