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Grupo RMA deve fechar o ano com faturamento de R$ 20 milhões

O Grupo RMA, que engloba as agências RMA, Brainstory, Hook Digital e que recentemente incorporou a Perspectiva Comunicação, deverá fechar 2016 com um faturamento de R$ 20 milhões. A elevação nominal deverá fazer com que o grupo suba algumas posições no Ranking das Agências de Comunicação da Mega Brasil, possivelmente entre as 15 maiores do mercado (em 2015, ficou em 19º lugar, segundo o Anuário de Comunicação Corporativa).

O crescimento do grupo foi de 20%, segundo o CEO da RMA, Marcio Cavalieri. “Apesar do ano difícil, fizemos muitos projetos integrados que foram responsáveis por este crescimento”, explica. Sobre os passos da negociação para a aquisição da Perspectiva, anunciada em novembro passado, Márcio lembra que as conversas começaram pelo convívio dele com Luciana Vidigal, fundadora da agência, na Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom), da qual ambos são diretores. “Percebemos que uma agência completava a outra em termos de portfólio e de clientes e que, nesse sentido, uma fusão se mostrava pertinente”, diz Luciana, lembrando que outro fator determinante foi a visão que ambos tinham do negócio e o respeito no relacionamento profissional.

A Perspectiva levou toda a sua estrutura para o escritório da RMA e, segundo Márcio e Luciana, não houve necessidade de mexer na equipe. “Mantivemos todos os funcionários da Perspectiva e os integramos ao grupo”, diz Márcio, lembrando que agora o Grupo emprega 120 pessoas e atende a cerca de 100 clientes. E sobre 2017? “Continuamos apostando em crescimento e estamos otimistas com o nosso desempenho, a despeito das incertezas políticas e econômicas do País. E o investimento na Perspectiva é a prova maior da nossa confiança”, diz Marcio, que tem ao lado, no comando do grupo, o sócio fundador Augusto Pinto, na função de chairman, Leandro Monteiro (CEO da Hook) e Isabella Malucelli (CEO da Brainstory). Luciana Vidigal, além do relacionamento com os clientes advindos da Perspectiva, vai dirigir a área de novos negócios do Grupo RMA.

Elemídia demite 40

A Elemídia, atualmente controlada pelo fundo de investimentos Victoria Capital Partners, demitiu cerca de 40 profissionais nesse início de semana, de diversas áreas da empresa. A área de conteúdo, integrada por dez jornalistas, ficou com apenas cinco. Segundo nota do Comunique-se, assinada por Nathália Carvalho, a expectativa, agora, é que tudo seja automatizado, já que restaram na equipe apenas dois editores e três repórteres, que deverão fazer uma espécie de curadoria no novo esquema de trabalho. Ainda na comunicação, o marketing da empresa também sofreu baixa de dois profissionais, segundo o portal.

Dois clássicos deixam a grade de programação das tevês abertas

Programa do Jô vai até esta sexta-feira (16/12). Sem censura, com Leda Nagle, encerra as apresentações no início de janeiro Por Cristina Vaz de Carvalho, editora no Rio Dois ícones das tevês abertas – o Programa do Jô, na Globo, e o Sem censura, na TV Brasil – serão extintos no ano que vem. Como uma deferência especial, Jô Soares teve um ano de aviso prévio da Globo, e não apenas o mês convencional, o que só prolongou a repercussão de sua despedida. Leda Nagle não foi alvo da mesma consideração. Avisada em 7/12 de que seu contrato, que termina em janeiro, não seria renovado nas mesmas bases, protagonizou uma polêmica que dominou o noticiário sobre mídia. Sem muita censura no bate-boca O programa Sem censura, da TV Brasil, será descontinuado em 5 de janeiro. O motivo alegado por Laerte Rimoli, presidente da EBC, controladora da TV Brasil, foi a revisão de todos os contratos, sem exceção, de uma empresa em situação financeira insustentável, com o que Leda Nagle não concordou. Daí para um bate-boca cheio de farpas, de parte a parte, nas redes sociais, foi só um passo. Sem censura estreou há 31 anos, na então TVE. Foi apresentado por Tetê Muniz; Gilse Campos; Lúcia Leme por dez anos; Cláudia Cruz (atualmente casada com o político Eduardo Cunha); Elizabeth Camarão; Liliana Rodrigues e Márcia Peltier. Em 1996, Leda assumiu a direção e apresentação, num formato que durou até hoje, e já são 21 anos. Nas palavras de Patrícia Kogut, em sua coluna no jornal O Globo, “entre seus convidados haveria certamente alguém muito interessante, algo a aprender, uma simpática conversa para se acompanhar. […] Ninguém lançou um livro, um filme ou um CD sem passar por ali”. Boa entrevistadora, com produção afiada para conseguir até seis atrações diárias, Leda recebeu vários grandes nomes da cultura – escritores, músicos e cineastas – e alguns importantes cientistas e técnicos, fosse sobre medicina, meio ambiente, estilo de vida. O Sem censura resistiu a algumas ameaças, como na ocasião em que a TVE mudou sua razão social para TV Brasil, em 2007. Cogitou-se a extinção do programa, sob o argumento, divulgado entre os funcionários, de não haver espaço para uma equipe de produção com cerca de 20 pessoas e, portanto, fora do orçamento. Nos bastidores, os que seriam demitidos com a medida comentaram que o motivo seria o fato de a atração não condizer com a linha editorial adotada pela nova empresa-mãe, a EBC. A repercussão foi tão grande que a direção recuou e o manteve na grade. Há já algum tempo, o programa era realizado em regime de coprodução entre a TV Brasil e a Leda Nagle Produções. Sem dúvida, o ônus recaía sobre a emissora. Leda contesta os valores mencionados por Rimoli e alega que, do pagamento que recebe, sua produtora mantém quatro pessoas contratadas. No site da TV Brasil, aparece uma equipe de 27 pessoas, ainda que não exclusivas do programa, além do uso dos estúdios. Mas a principal reclamação de Leda procede: “O incorreto foi terem ficado dois meses me cozinhando, dizendo que estava tudo certo. Eles tinham todo o direito de me demitir, de não renovar o contrato, mas tinham que ter sido honestos e não foram. Falar isso na hora de assinar, achei muito deselegante”. Vale lembrar que dois meses é o tempo em que Rimoli assumiu o comando a empresa, também depois de muitas idas e vindas. Programa do Jô se despede entre lágrimas e beijos O Programa do Jô terá sua última apresentação nesta sexta-feira (16/12). Fato anunciado desde o início do ano, Jô Soares teve um ano inteiro para que sua audiência o lamentasse. Apesar da enorme versatilidade – é apresentador, humorista, escritor, roteirista, entre outras atividades como a música e a pintura – Jô é jornalista bissexto, mas, mesmo assim, é um dos mais bem sucedidos e longevos entrevistadores da tevê brasileira. Ele estreou com o late show Jô Soares onze e meia no SBT em 1988, e ali passou 11 anos. De lá, em 2000, foi para a Globo – onde estivera antes, por 17 anos, como humorista – e já se vão 16 anos do Programa do Jô. Somados, são 28 anos com um programa no mesmo formato. O apresentador, aos 78 anos, não esconde que nem pensa em se aposentar. A emissora, por sua vez, tem projeto de um talk show com Pedro Bial para estrear em abril, no mesmo horário. No decorrer deste ano, houve tentativas de manter Jô na Globo e, da parte dele, de se manter na Globo, como relata Daniel Castro no UOL, todas sem sucesso. Nenhum projeto apresentado pelas duas partes obteve a aprovação de ambas. Um deles foi a oferta de uma coluna no Jornal da Globo, recusada por Jô considerar um retrocesso – ele fora comentarista do mesmo telejornal, na década de 1980, durante quatro anos. Sendo assim, o Gordo se despede com um beijo neste final do ano – e muitas lágrimas diante de seus inúmeros amigos – e parte para novos desafios. Haja fôlego!

Autor do ?chupa Folha? é absolvido

Pedro Ivo Thomé, o jornalista do “chupa Folha”, processado por danos morais pela Folha de S.Paulo por ter usado o acróstico na última coluna de obituário que assinou no jornal, em julho de 2015, de onde saiu logo em seguida, foi absolvido por unanimidade em 13/12 pelos desembargadores da 5ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. Durante a votação, o desembargador e presidente da 5ª Turma, José Ruffolo, lembrou que o jornal utiliza da expressão “chupa” em seus textos jornalísticos, não havendo pois razão para condenação. De acordo com os desembargadores, “é incoerente que o veículo de comunicação vete a ‘liberdade de expressão’ do réu quando a atitude o desagradou e não está seguindo a sua parcial visão de liberdade”.

Entidades protestam contra condenação de Celso Nascimento, da Gazeta do Povo

Em nota conjunta, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) consideram um grave equívoco a decisão do juiz Plínio Augusto Penteado de Carvalho, da 13ª Vara Criminal de Curitiba, que condenou a nove meses e dez dias de prisão o jornalista Celso Nascimento, colunista da Gazeta do Povo. Como ele tem mais de 70 anos, a sentença foi substituída pelo pagamento de multa de dez salários mínimos, além da suspensão dos direitos políticos do jornalista.

Celso foi condenado por denunciar o atraso de parecer do relator do processo no Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Ivan Bonilha, sobre o edital para construção do metrô em Curitiba. Na reportagem, apontou como razão para o atraso um possível vínculo do conselheiro com o governador Beto Richa. Na nota, as entidades consideram a atual decisão judicial “um ataque à liberdade de expressão e ao livre exercício do jornalismo e esperam que a Justiça reforme a sentença”. (*Com informações do Portal da ANJ)

Trust Project ganha versão brasileira por Unesp e Projor

O Projor, em parceria com a Unesp, está lançando o Projeto Credibilidade, capítulo brasileiro do Trust Project, sediado no Centro Markkula de Ética Aplicada da Universidade Santa Clara, no Vale do Silício (EUA). A ação conta com o apoio de Abraji, Agência Lupa, Aos Fatos, Folha de S. Paulo. Jornal da Cidade, Jornal de Jundiaí, Nexo Jornal, Nova Escola, O Globo, UOL e Zero Hora, e tem duas missões: refletir sobre a fragmentação noticiosa no meio digital e desenvolver ferramentas e técnicas para identificar e promover um jornalismo confiável e de qualidade na internet. A primeira edição da newsletter do projeto, divulgada agora em dezembro, traz em pauta os resultados da pesquisa realizada com jornalistas brasileiros e a discussão de um diagnóstico sobre atributos de credibilidade da notícia em meio digital.

Após agressão, Julio Ribeiro processará dirigente do Internacional

O diretor-geral da Revista Press Julio Ribeiro foi agredido ao vivo nesta segunda-feira (12/12) durante exibição do programa Cadeira Cativa, da Ulbra TV. Durante a atração, comandada pelo apresentador Luiz Carlos Reche, o jornalista e o ex-presidente do Internacional Fernando Miranda discutiram rispidamente ao falar do atual momento do clube gaúcho, rebaixado no último fim de semana para a Série B do Campeonato Brasileiro. Após uma troca de insultos, Miranda levantou-se da cadeira, foi até Ribeiro e lhe acertou um soco no rosto. Por alguns instantes o programa saiu do ar, voltando em seguida com a presença do dirigente, mas sem a participação de Julio. ”Infelizmente acontece, os nervos estão à flor da pele, o presidente se sentiu ofendido e acabou partindo para as vias de fato. Fazer o quê? Aconteceu. Peço desculpas”, disse Reche ao fim do programa. Torcedor do Internacional, Ribeiro lamentou o ocorrido em sua conta no facebook. ”Estou bem fisicamente, mas muito abalado emocionalmente. Amanhã pela manhã, vou contar detalhadamente o que aconteceu. Já tem vídeo rolando pela internet – editado, sem a minha fala de menos de um minuto. Já acionei meu advogado e amanhã mesmo ingresso com uma ação contra esse descontrolado”, informou o jornalista. Ainda nesta terça-feira (13) Julio publicou em seu canal do youtube a íntegra de sua fala no programa. Tudo ocorria tranquilamente, mas após o jornalista criticar a politicagem em clubes de futebol, o ex-dirigente ficou nervoso e começou a discussão. No vídeo é possível ver Fernando Miranda, bastante exaltado, chamando Julio de asqueroso e babaca, que retrucou “babaca é tu”. Em seguida, a confusão. Em nota divulgada no final da tarde desta terça-feira, a Associação Riograndense de Imprensa repudiou a agressão sofrida pelo diretor da Revista Press. Confira: “A ARI manifesta indignação e denuncia mais um ato violento de desrespeito à liberdade de expressão e a profissão de jornalista. Condenável, sobre todos os aspectos, a agressão física do ex-presidente do Internacional Fernando Miranda ao jornalista Julio Ribeiro, diretor da revista Press, durante programa de televisão, sob o comando de Luiz Carlos Reche, da Ulbra TV, ultrapassou todos os limites, demonstrando intolerância e incivilidade. Estamos solidários com o colega em todas as medidas que venha adotar para que este episódio triste não resulte impune. Atos de selvageria não têm qualquer relação justificável com o tempo em que vivemos. O público que acompanhava o programa foi também ofendido”.

O Povo lança especial sobre educação inclusiva

O jornal cearense O Povo lançou nessa segunda-feira (12/12) o primeiro de quatro cadernos especiais do projeto Educação Inclusiva. A ideia é promover e estimular o debate sobre a inserção dos alunos com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades (superdotação).  O especial foi produzido a partir de entrevistas com gestores públicos, especialistas, pais, educadores, promotores e cidadãos engajados no aprofundamento da legislação, modelos e experiências educacionais, ações, projetos e entidades de inserção e melhoria das condições de ensino, além de auxílio aos pais, crianças, adolescentes e adultos. O caderno de estreia teve como tema Compreender, que discutiu as origens da educação inclusiva, contexto histórico, legislação e sua aplicação no Brasil. Nesta terça-feira (13) o tema é Conviver, que mostra como a família e a escola podem atuar na inclusão de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades. Na quarta-feira (14), o trabalho Crescer explicará como os professores e demais profissionais da educação podem se qualificar para transformar a escola cada vez mais em inclusiva. Fechando a série, na quinta-feira (15), Transformar trará as perspectivas e sobre como a sociedade pode auxiliar na inclusão dos estudantes com esse perfil. Para reforçar o projeto, o jornal promoveu no próprio dia 12 um debate na sede da Secretaria da Educação do Ceará, com a presença da equipe responsável pelo projeto, do vice-presidente do O Povo João Dummar Neto, do secretário da Educação Idilvan Alencar, e profissionais envolvidos com o especial. Ao final das quatro publicações, um encarte especial será produzido e distribuído aos coordenadores e professores da rede pública estadual de ensino.

Série Universidades S.A. desencadeia investigação da Polícia Federal

Especial envolveu o trabalho de jornalistas de cinco jornais: Zero Hora, Diário Catarinense, Gazeta do Povo, Estadão e O Globo Em uma parceria rara, se não inédita, entre publicações de diferentes grupos de comunicação, Zero Hora, Diário Catarinense, Gazeta do Povo, Estadão e O Globo publicaram em abril de 2015 a reportagem especial Universidades S.A.. Agora, o trabalho, que revelou a falta de transparência nas universidades brasileiras, acaba de desencadear uma operação sobre fraude e desvio de recursos envolvendo bolsas de estudos e programas de ensino na área da Saúde Pública vinculados à Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A investigação teve início depois que Zero Hora divulgou a matéria Mestrado sem frequência, dentro da série de reportagens. No total, mais de 20 profissionais daqueles jornais trabalharam durante quatro meses na apuração e na produção do conteúdo. Nesse período, ouviram 105 pessoas e pesquisaram mais de 3,2 mil páginas de documentos, entre acórdãos, contratos, convênios, inquéritos, notas fiscais, ofícios, pareceres, planilhas de pagamento e relatórios de auditoria. “Quando recebemos a denúncia de fraude em um mestrado, de que um servidor do Ministério da Saúde teria recebido título de mestre na UFRGS sem frequentar as aulas, também surgiram informações sobre descontrole e desvio de recursos de bolsas de estudo”, relembra a repórter de Zero Hora Adriana Irion. “A partir disso, a PF abriu investigação mais ampla, que resultou hoje na prisão de seis pessoas, entre elas, professores e gestores de programas abastecidos com recursos públicos”. As reportagens da série também mostraram como as relações entre universidades públicas e agentes privados deram margem a ilegalidades e conflitos éticos nas principais cidades do País. Participaram do especial, por Zero Hora, Adriana Irion, Diogo Perin, Douglas Roehrs, Humberto Trezzi, Lauro Alves, Leonardo Azevedo, Luan Ott, Omar Freitas, Rodrigo Lopes, Rodrigo Muzell e Thais Longaray; pelo Diário Catarinense, Luis Antonio Hangai, Mayara Rinaldi e Raquel Vieira; pela Gazeta do Povo, Ana Caroline Olinda, Brunno Covello, Felippe Aníbal, Guilherme Storck, Marcelo Andrade e Marisa Boroni Valério; pelo Estadão, Ana Carolina Sacoman, Clayton de Souza e Paulo Saldaña; e por O Globo, Antônio Gois, Lauro Neto e William Helal Filho.

Felipe Machado e Daniel Kondo lançam Um lugar chamado aqui

Chega às livrarias nesta semana Um lugar chamado aqui (Sesi-SP), novo livro infantil de Felipe Machado (ex-Estadão e Diário de S.Paulo) e do ilustrador Daniel Kondo (Estadão), que usa e abusa da imaginação e de alguns advérbios de lugar para criar a trama entre um casal apaixonado e seu lugar comum.

“A história nasceu da vontade de falar sobre a relação entre lugares e sentimentos em um planeta onde as distâncias estão cada vez menores”, destaca Felipe. “Embora muita gente esteja preocupada com fronteiras e nacionalidades, em um mundo conectado já não faz tanto sentido limitar a identidade apenas à origem de alguém”.

Autor de romances como Olhos cor de chuva (Escrituras/2002) e Martelo dos deuses (Artepaubrasil/2007), e livros-reportagens, como Ping Pong (Artepaubrasil/2008) e Bacana Bacana­ (Seoman/2010), respectivamente sobre sua experiência na cobertura da Olimpíada de Pequim e da Copa do Mundo da África do Sul, com esse novo livro Felipe se aventura pela primeira vez no gênero infantil.

“É algo novo para mim. Tenho uma filha que acaba de completar dez anos, idade em que parece que todas as histórias do mundo já foram contadas e não bastam mais. Com o tempo eu precisei me reinventar, adaptar histórias antigas ou criar novas, e assim surgiu o estímulo para me aventurar na literatura infantil”, afirma.

As ilustrações são do gaúcho Daniel Kondo, bem mais experiente nesse segmento, tendo sido inclusive duas vezes finalista na categoria Ilustração do Prêmio jabuti, e vencedor do Prêmio João de Barro, com o livro Psssssssssssssiu! (Callis, 2011), com texto de Silvana Tavano.

“Elas foram criadas a partir de mapas de diversas épocas e lugares para mostrar que a história é atemporal”, explica Daniel. “O formato mais clássico da narrativa, quase em tom de fábula, também permite que o livro atinja públicos de todas as idades”.

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