13.5 C
Nova Iorque
domingo, maio 24, 2026

Buy now

Início Site Página 891

Klester Cavalcanti começa na Fundação Renova

Klester Cavalcanti
Ele passa a coordenar a comunicação das ações sociais e ambientais nas áreas atingidas pelo rompimento da barragem da Samarco

 

Klester Cavalcanti, que deixou em 18/8 a Direção de Redação do Diário do Pará, em que esteve por mais de dois anos, começou em 4/9 como coordenador de Comunicação na Fundação Renova, criada por Vale e BHP Billiton, acionistas da Samarco, para comandar as ações de reparação, restauração e reconstrução nas regiões atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em 5 de novembro de 2015. Com passagens por Veja, Vip, Domingo (JB), Fut/A+ (Lance), IstoÉ Gente, Jornal da Tarde e Estadão, entre outras redações, é a primeira experiência dele na área de comunicação corporativa.

“É um desafio que me empolga, pois acredito em causas”, diz Klester. “Ainda que estivesse contratado por uma redação, meu trabalho autoral sempre foi majoritariamente focado em questões sociais e ambientais. Espero olhar para trás daqui a quatro ou cinco anos e ter orgulho do resultado dessa empreitada que estou iniciando”. Embora deva viajar com frequência, ele fica baseado na sede da Fundação, em Belo Horizonte, onde comanda uma equipe de perto de 30 profissionais. O contato dele é [email protected].

Nascido em Recife e formado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, Klester viveu e trabalhou em Belém entre 1998 e 2000, como correspondente da revista Veja para a Amazônia. A experiência resultou no livro Direto da selva: as aventuras de um repórter na Amazônia. Depois viriam Viúvas da terra (Jabuti de 2005), em que denuncia o extermínio de trabalhadores rurais no Brasil; O nome da morte (2006), que conta a história do assassino de aluguel Júlio Santana; Dias de inferno na Síria (2012), que narra a prisão dele na Síria, onde esteve para fazer uma reportagem sobre a guerra e foi detido pelo exército daquele país; e A dama da liberdade (2015), com a história da auditora fiscal do trabalho Marinalva Dantas, que libertou 2.354 trabalhadores escravos no Brasil em pleno século 21.

“Assinei contrato com a Paris Filmes e fiz o roteiro de cinema de A dama da liberdade”, conta Klester. “Fernando Meirelles, que assina o prefácio do livro, é o produtor executivo de O nome da morte, que vai participar do Festival de Cinema do Rio, agora em outubro, pela TV Zero; vou aproveitar para relançar o livro. E fechei um outro roteiro com essa produtora, sobre uma história real que apurei e eles gostaram. Estava me preparando para dedicar mais tempo a esse trabalho de roteirização, que tenho feito nos últimos anos, quando chegou a proposta da Renova”.

Publicidade

Thaís Naldoni terá programa na AllTV

Thaís Naldoni - Reprodução: Facebook
Thaís Naldoni – Reprodução: Facebook

Thaís Naldoni (ex-portal e revista Imprensa) estreia nesta sexta-feira (15/9), na AllTV, o programa Tá na Pauta!. Ele será transmitido pelo Facebook e Youtube da AllTV e nos canais dela nessas redes, em tempo real, para falar sobre mídia, comunicação e jornalismo de forma leve.

Thaís ([email protected]) segue como coordenadora de Conteúdo na Comunicação Invitro, agência especializada em comunicação interna, na qual está desde outubro do ano passado, tocando projetos como newsletter, revistas, sites e redes sociais.

 

Publicidade

Agência Pública abre nova campanha de financiamento para reportagens

A Agência Pública começou esta semana (12/9) uma campanha de financiamento coletivo para a terceira edição da Reportagem Pública, que vai até 26 de outubro. O projeto tentará levantar R$ 80 mil para produzir oito reportagens. Os repórteres propõem as pautas e o público escolhe as que quer ver transformadas em reportagens investigativas.

A Agência propõe uma parceria com os leitores: quem contribuir com a campanha pode escolher as pautas. Quem participa do projeto tem direito a entrar no grupo de discussões da Reportagem Pública no Facebook. Lá, a equipe divulga novidades sobre as reportagens e também é possível sugerir fontes e informações para os repórteres.

Quem contribuir também ganha recompensas especiais, como adesivos, cadernos, fotografias e ingressos para um workshop sobre como identificar notícias falsas. Em tempos de fake news, a Pública reforça o caráter investigativo de seu jornalismo, com o mote Você só sabe da verdade se você investiga.

Realizado a cada dois anos – o primeiro em 2013 e o segundo em 2015 –, o projeto já rendeu 25 reportagens financiadas por 1.738 apoiadores e que ganharam seis prêmios nacionais e internacionais.

As contribuições devem ser feitas na página do projeto no Catarse. Dúvidas podem ser esclarecidas com Marina Dias ([email protected] ou 11-3661-3887 e 11-948-362-247), coordenadora de comunicação da Agência.

Conselho Consultivo

 

Na semana passada (8/9), a Pública renovou seu Conselho Consultivo, cujo papel é avaliar, opinar e aconselhar os profissionais da Agência tanto sobre o conteúdo publicado como sobre questões institucionais. Criado logo após sua fundação, em 2011, é composto por jornalistas experientes e lideranças do Terceiro Setor, já que a Pública é uma ONG sem fins lucrativos. O Conselho não tem poder decisório nem remuneração, mas se reúne para debater a produção e o planejamento realizados pelos profissionais da equipe. Após a recente renovação, formam o colegiado Ana Toni, Carlos Azevedo, Dorrit Harazim, Eliane Brum, Eugênio Bucci, Jan Rocha, Ricardo Kotscho e Rosental Calmon Alves.

Mais um mês para concorrer ao Fundação Feac

Vai até 11/10 o período de inscrições ao Prêmio Fundação FEAC de Jornalismo 2017. Em sua 20ª edição, o concurso traz como tema Organizações da Sociedade Civil: solidariedade, voluntariado e bem-estar social.

Serão distribuídos R$ 75 mil entre os vencedores de suas 14 categorias. Dentre as nacionais, podem concorrer trabalhos em Mídia Impressa, TV, Rádio, Jornalismo Online, Cinegrafista e Fotojornalismo. Já nas categorias regionais são aceitas apenas reportagens veiculadas na Região Metropolitana de Campinas – onde está instalada a entidade, que presta assessoramento para organizações da sociedade civil atuantes nas áreas de educação, assistência social e saúde –, nas mesmas categorias contempladas nacionalmente, além de Assessoria de Imprensa e Produto Universitário.

As inscrições, ilimitadas e gratuitas, permanecerão abertas até 11 de outubro pelo www.premio.feac.org.br. Podem concorrer trabalhos publicados entre 10/10/2016 e 10/102017. Mais informações pelos 19-3794-3511 / 3515 / 3526.

O concurso conta com patrocínio máster do Iguatemi Campinas, apoio da Fundação Educar DPaschoal e parceria institucional da Associação Campineira de Imprensa (ACI), Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo – regional Campinas, deste Jornalistas&Cia e do Portal dos Jornalistas.

Correio Braziliense pede desculpas por crônica machista

Última atualização: 13/09/2017, às 17h05

 

Teve ampla repercussão e muitas críticas nas redes sociais a crônica O primeiro dia de trabalho de Melissinha (versão digital) /A estagiária (impressa) que o Correio Braziliense publicou nessa segunda-feira (11/9).

O texto, assinado por Guilherme Goulart, trata de forma desrespeitosa, machista e ofensiva a passagem de uma estagiária de 19 anos pela redação do jornal brasiliense. Abusa de termos de baixo calão ao referir-se também a outras estagiárias que passam pelo Correio, e como elas são vistas pelo que ele chama de “machalhada” na redação.

Em nota de repúdio, disse o Sindicato dos Jornalistas do DF: “(…) A maneira como trata o assédio de forma corriqueira escancara o machismo e o sexismo ainda tão presentes nas redações, além de potencializar a ideia, incrustada no imaginário da nossa sociedade patriarcal, da mulher como objeto e de disputa entre colegas no ambiente de trabalho. (…) O Correio Braziliense errou feio ao publicar um texto que naturaliza o desrespeito contra a mulher em seu ambiente de trabalho. (…) É inacreditável, conforme escreveram diversos leitores e jornalistas, que o texto, sem qualquer relevância e interesse público, conforme preconizam as teorias do jornalismo, tenha passado pela chefia do setor em que fora publicado (…).”

Na manhã desta terça-feira (12), o CB publicou nota de capa, no qual diz: “O Correio errou ao publicar, em sua edição impressa e no site, a crônica A estagiária… O texto foi retirado do ar poucas horas após sua publicação na internet porque não reflete os valores nem a opinião do jornal. Pedimos desculpas às leitoras, aos leitores e aos nossos seguidores.

O autor também se desculpou pelo texto por meio da coluna Crônica da Cidade: Um erro sem perdão, no qual escreveu: “Poucos conhecem tanto o poder da palavra quanto um jornalista. E, mesmo assim, até ele, muitas vezes, esquece o tamanho dessa força. E eu, como tal, esqueci. A reação provocada pelos seis parágrafos que publiquei aconteceu de uma forma que eu jamais poderia prever. E, se a crônica repercutiu assim, é porque falhei. Por isso, entendo, percebo, admito e reconheço a minha falta. Aceito a revolta e a indignação de todas as mensagens que recebi ontem por e-mail, por WhatsApp, pelo Facebook etc. Fiz questão de ler todas, do início ao fim. E peço as mais sinceras desculpas. Pois acredito que esse seja o melhor caminho da transformação necessária para que as minhas filhas cresçam em um mundo em que não haja espaço para situações como a narrada por mim, nem textos equivocados como o meu”.

Goulart também disse que o intuito da crônica era alertar para uma situação de abuso que ocorre dentro das redações, mas que não conseguiu passar essa mensagem.

Nesta quarta-feira (13), foi a vez da editora-chefe Ana Dubeux se pronunciar sobre o caso. No editorial Hora de mudar, ela destacou momentos em que o jornal se posicionou pelo empoderamento feminino, e avaliou que a aprovação do texto, mesmo após revisão por dois profissionais do jornal (um homem e uma mulher), demonstra uma “naturalização do machismo no nosso cotidiano”. “São situações, comentários, frases soltas que consideramos normais, naturais, mas que crescem no terreno do preconceito… do machismo”, concluiu.

Ela também destacou que, como editora-chefe, assume a responsabilidade no processo de mudança no jornal: “Promoveremos políticas de conduta, rodas de discussões e, principalmente, investiremos na criação de um ambiente de aprendizado coletivo. É coexistindo que aprendemos o respeito ao próximo e às suas escolhas. Sim, isso se aprende. Peço desculpas a todas as mulheres, leitoras, funcionárias, ex-funcionárias e também aos homens que se sentiram incomodados durante a leitura. Esse inaceitável acontecimento será um marco para uma mudança mais profunda”.

Flávia Gomes é a nova sócia da SantaFé Ideias

Agência contrata e comemora novas contas

 

A Santafé Ideias, agência com sede em Brasília liderada por Etevaldo Dias e Maurício Júnior, tem agora como sócia Flávia Gomes ([email protected]), que ocupa o cargo de diretora executiva e coordena os atendimentos da empresa.

A agência recentemente reforçou o time com a contratação de Isadora Grespan ([email protected]), que foi editora da EBC e assessora especial na Casa Civil da Presidência da República, e Luiz Ribeiro ([email protected]), com atuação em comunicação pública e entidades do Terceiro Setor.

Ainda por lá, registro para as novas contas da agência: Umanizzare Gestão Prisional Privada e PMDB Mulher, para o qual a empresa está trabalhando no site Mulheres Transformadoras (mulherestransformadoras.com.br), um projeto de mobilização social para incentivar a participação feminina na política. Em Infraestrutura, a Santafé faz a comunicação com os povos indígenas Kayabi, Apiaká e Munduruku, na área de influência da Usina Hidrelétrica São Manoel, na divisa do Pará com Mato Grosso.

Domingos Fraga estreia coluna no R7

Domingos Fraga - Divulgação/R7
Domingos Fraga – Divulgação/R7

Com entrevistas exclusivas do prefeito de São Paulo João Doria e do ministro do STF Marco Aurélio Mello, Domingos Fraga, gerente de Opinião do R7, estreou no portal em 4/9 sua Coluna do Fraga. O espaço trará diariamente notícias de bastidores de política e economia, além de informações sobre cultura, esportes, entretenimento e comportamento.

“Vamos publicar textos fáceis de ler, com notícias rápidas, humor e contextualização”, diz o colunista, que conta também com uma equipe baseada em São Paulo e Brasília. Mariana Londres, Fabio Mazitelli e os jornalistas do Núcleo de Investigações Jornalística da Record TV – Lumi Zúnica, Diego Costa, Álvaro Saraiva, Henrique Beirangê e Tarcísio Badaró – compõem o time do colunista.Ao tratar de política, por exemplo, o objetivo da coluna é popularizar o tema e facilitar a compreensão do público. “A política é um assunto árido, mas necessita de um certo humor para se tornar mais palatável”, diz Fraga.

Com 58 anos de idade, ele começou a carreira no Rio de Janeiro, sua cidade natal, como repórter em Última Hora e Jornal do Commercio. Desde 1989 em São Paulo, foi redator no DCI, diretor no Diário do Comércio, fundador e diretor de Redação da revista Quem, além de redator-chefe de IstoÉ. Também foi professor de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero.  Desde 2006 na Record TV, foi redator-chefe do Jornal da Record e há três anos integra a equipe do R7, do qual já foi diretor de Redação.

Publicidade

Setembro amarelo: nova/sb vai fundo no tema suicídio

Trinta e duas pessoas se suicidam por dia no Brasil. Na conta, uma a cada 45 minutos, dado que faz do País o oitavo com mais suicídios do planeta, e os números só crescem.

Essa foi uma das razões para que a agência nova/sb, por meio do Comunica Que Muda (CQM), fosse a fundo no assunto, a partir do que se fala nas redes sociais. Foram capturadas 1.230.197 menções sobre suicídio entre abril e maio nas principais redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter e YouTube).

Nesse período, os destaques foram os expressivos números de comentários sobre o crime virtual da Baleia Azul e a série 13 Reasons Why (Netflix), o que fez o tema alcançar seu ápice de buscas no Google dos últimos cinco anos. Setembro é o Mês Internacional da Prevenção ao Suicídio.

Confira a íntegra do dossiê.

Publicidade

Projeto multiplataforma foca novo ciclo político na América do Sul

Roberto Lameirinhas, ex-editor de Internacional do Estadão, e seu filho Lucas, que é profissional de rádio e TV, partem no próximo dia 21/9 para um projeto multiplataforma que deve levá-los a visitar todos os países sul-americanos. A primeira etapa inclui visitas a Colômbia, Equador e Peru, que durarão quase um mês. Segundo Roberto, a ideia é mostrar como os países da região, que nos últimos 20 anos estiveram sob a influência de governos de esquerda, estão se adaptando agora a um novo ciclo, precipitado principalmente pela crise política venezuelana.

“Vamos, por exemplo, à fronteira da Colômbia com a Venezuela, em Cúcuta, para registrar a chegada de refugiados venezuelanos a uma nova Colômbia, com guerrilhas pacificadas e depositária da esperança de tempos menos violentos e mais prósperos – algo como o Brasil era considerado na primeira década deste século”, diz ele. “Estamos negociando a venda desse material para todas as mídias: TV, rádio, internet, agências de notícia, jornais de vários estados e revistas. Espero aproveitar minha experiência de mais de 30 anos como repórter e editor de internacional para fazer esse projeto vingar”.

Roberto ([email protected]), que deixou o Estadão em outubro de 2016 depois de 30 anos de casa, participou de grandes coberturas internacionais, inclusive dos mais importantes processos políticos da América Latina. Foi enviado especial para cobrir os conflitos no Afeganistão, em 2001, e do Iraque, em 2005. Entrevistou, na Colômbia, em 2004, líderes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em um acampamento clandestino da guerrilha nas selvas do país. Esteve duas vezes em Israel, a convite da Federação Israelita do Estado de São Paulo e da Universidade Hebraica de Jerusalém.

 

Publicidade

Renata Agostini começa no Estadão

Renata Agostini deixou a Folha de S.Paulo e começou no Estadão em 4/9 como repórter especial de Economia e Negócios. Entra no lugar de Alexa Salomão, que fez o caminho inverso.

Carioca, formada pela UFRJ, ela estava há cinco anos na Folha, onde entrou na sucursal de Brasília, vindo depois para São Paulo, como repórter da editoria de Mercado e da coluna Painel.Antes, passou por Exame, Veja e GloboNews.

Ainda por lá, saiu Felipe Corazza, chefe de Reportagem da editoria Internacional e que no Estadão.com assinava o China ETC., blog dedicado a assuntos chineses e ao tabuleiro militar, econômico e social da região. E chegou Renato Onofre ([email protected]), ex-Veja e ex-Globo, como sub de Política.

Publicidade

Últimas notícias

pt_BRPortuguese