A In Press Porter Novelli anunciou a chegada de João Marcello Erthal ao grupo de diretores da agência. O executivo assume um novo núcleo de atendimento, com foco em mobilidade e infraestrutura, e vai centralizar os esforços de novos negócios da agência no Rio.
Com mais de 20 anos em veículos como Veja, O Dia e Jornal do Brasil, Erthal vinha atuando nos últimos dois anos de forma independente, em parceria com grandes agências. Os novos contatos dele são [email protected] e 21-3723-8097.
Anna Ramalho
Anna Maria Ramalho assumiu a assessoria de imprensa da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp). O cargo está ligado à Diretoria Geral e tem como funções a divulgação da imagem e da finalidade institucional da entidade.
Humberto Tziolas assume em janeiro como diretor de Redação do jornal Extra. No início do ano, ele chegou à Infoglobo como editor de Hiperlocal.iperHiperlocal. Até então, fora desde 2005 editor do Meia Hora, o mais popular da Ejesa. Formado pela UFF, Tziolas afirmou-se pelas capas e títulos, e obteve um Esso de Primeira Página em 2014. Ele sucederá a Octavio Guedes, que sairá no final do ano .
Hélio Gomes voltou à Editora Três, onde entre 2009 e 2012 foi editor-executivo online de IstoÉ, agora como diretor de Mídias Digitais do grupo. Entre outras ações, ele pretende fortalecer a publicidade programática nas plataformas online e reforçar a contínua transformação dos veículos impressos da editora para o mundo digital. Nos últimos anos, Hélio foi diretor de Conteúdo do portal Terra, CEO do site Virgula e diretor de inovação no Grupo Mix de Comunicação.
Ainda por lá, Celso Masson assumiu o cargo de redator-chefe de IstoÉ, em substituição a Amauri Segalla, que deixou a empresa para comandar o caderno de Economia do Estado de Minas e do Correio Braziliense. Celso começou na revista em julho do ano passado, como editor de Cultura, e este ano passou a editor de Comportamento. Anteriormente, foi editor de Artes e Espetáculos na Veja, editor-executivo do SBT Brasil, editor de Sociedade na Época e diretor de Redação de Época São Paulo.
Marcelo Espindola começou como correspondente internacional da Rede TV. Como 22 anos de carreira, ficará instalado em Hong Kong para a cobertura dos principais acontecimentos do continente asiático. Ele teve passagens por CBN, Rádio Globo e Rede Bandeirantes.
A chegada dele dá continuidade aos investimentos do núcleo de Jornalismo da emissora na cobertura de fatos internacionais no RedeTV News. Franz Vacek, superintendente de Jornalismo e Esportes, diz ter como um dos pilares da sua gestão a expansão internacional do jornalismo da RedeTV.
A EBC abriu em 18/12 a adesão ao seu Plano de Demissão Voluntária (PDV). O objetivo é adequar a estrutura da empresa, dimensionar a força de trabalho e reduzir os custos. O período de adesão termina no dia 22 de janeiro.
O PDV foi aprovado pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais do Ministério do Planejamento. Os gastos da União com o Plano poderão chegar a cerca de R$ 90 milhões, caso haja adesão total. Esse valor deverá ser recuperado nos nove meses seguintes aos desligamentos, ou seja, até dezembro de 2018, com a redução dos gastos com a folha de pagamento. Nos três primeiros meses de 2019, a estimativa é que a EBC economize R$ 42 milhões com pessoal.
Cerca de 550 empregados, em torno de 22% do pessoal, enquadram-se nos critérios estabelecidos no plano. Poderão optar pelo PDV os empregados do quadro efetivo da EBC com idade igual ou superior a 53 anos e com dez anos ou mais de exercício na empresa. E, também, os profissionais aposentados pelo INSS, independentemente do tempo de vínculo empregatício com a EBC.
O empregado que aderir terá incentivo financeiro de 24 salários mensais, limitado ao valor máximo mensal de R$ 10 mil (teto de R$ 240 mil). Essa indenização será somada a incentivos sociais relativos a planos de saúde e de previdência privada.
Para evitar prejuízos ao trabalho, a EBC realizará um Plano de Transferência de Atividades. Ele permitirá que os empregados, antes do seu desligamento, repassem o conhecimento e as atividades que desempenham a outros profissionais. Os optantes pela demissão voluntária também participarão de um Programa de Preparação para Aposentadoria, que prevê palestras e eventos sobre o tema. A previsão é que os participantes sejam desligados da EBC até o final de março.
Laerte Rimoli, diretor-presidente da EBC, comenta: “É o reconhecimento da EBC aos profissionais que a construíram. É, também, importante instrumento de gestão neste caminho que adotamos para reorganizar a empresa e torná-la mais leve e adaptada aos novos tempos”.
Joseval Peixoto, âncora do SBT Brasil, principal telejornal do SBT, deixará em 30/12 a emissora, onde está há seis anos. Segundo a assessoria de imprensa da TV, em comum acordo e de forma harmoniosa, ele decidiu não renovar seu contrato com o canal.
Em nota, o SBT informou que Joseval tomou por vontade própria a decisão de encerrar as atividades na bancada, somado ao período de reestruturação pelo qual o SBT passa, optando por deixar a casa no final de dezembro, quando terminam suas obrigações contratuais. “Eu já estava planejando parar em maio de 2018, pois achava que meu contrato venceria naquele mês”, informou Joseval na nota. “Quando verifiquei que termina agora em dezembro, resolvi me adiantar à direção”.
Com a saída dele, a bancada do SBT Brasil passa a ser composta por Rachel Sheherazade e Carlos Nascimento.
Dorrit Harazim / Crédito: Luiz Arthur Leitão Vieira
Dorrit Harazim / Crédito: Luiz Arthur Leitão Vieira
Colunista de O Globo e fundadora da revista piauí, Dorrit Harazim encerra 2017 como a +Premiada Jornalista do Ano. O levantamento, realizado por este Portal dos Jornalistas e por Jornalistas&Cia, analisou 154 premiações, das quais 84 ativas, para apontar quais profissionais e veículos foram os mais vitoriosos ao longo do ano e da história.
Com 100 pontos obtidos pela conquista do Maria Moors Cabot, um dos mais tradicionais e importantes reconhecimentos jornalísticos do mundo, concedido pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, Dorrit garantiu a primeira colocação no levantamento. É a primeira vez desde a criação de ranking, em 2011, que um profissional termina o ano na liderança exclusivamente pela conquista de um prêmio pelo conjunto da obra e não por reportagens publicadas.
Nascida na Croácia, Dorrit começou a carreira em 1966 como pesquisadora da revista semanal francesa L’Express. Em 1968, convidada por Mino Carta, juntou-se à equipe da recém-lançada Veja. Por lá, foi repórter, editora e redatora-chefe e chefiou o escritório da Editora Abril em Nova York por cinco anos. Passou ainda por Estadão e Jornal do Brasil, e desde 2005 assina coluna semanal em O Globo. Em 2006, juntamente com João Moreira Salles, Mario Sergio Conti e Marcos Sá Corrêa, fundou a revista piauí.
Três profissionais aparecem empatados na segunda colocação, com 85 pontos: os repórteres fotográficos Felipe Dana, da Associated Press, e Sérgio Ranalli, da Folha de Londrina, e a repórter Queila Ariadne, do jornal O Tempo e da Rádio Super Notícia.
Representante da nova geração, Felipe começou a carreira como assistente de fotografia aos 15 anos. Em 2009, ingressou na AP e desde então vem se especializando em questões sociais, principalmente em sua cidade natal, o Rio de Janeiro. Conquistou neste ano o SIP de Fotografia por seu trabalho na cobertura do surto de zika no Rio de Janeiro. Também acumula uma série de reconhecimentos internacionais de fotografia, entre eles World Press Photo, Pictures of the Year Internacional, NPPA e CHIPP.
Editor de Fotografia da Folha de Londrina, Sérgio Ranalli é um dos mais respeitados e premiados repórteres fotográficos do Brasil. Apesar de sua intensa atuação em hard news do jornal paranaense, é no campo e na natureza em geral onde se destaca e registra momentos que, invariavelmente, resultam em prêmios. Em 2017 conquistou pela quinta vez o Massey Ferguson de Fotojornalismo, com Domínio da Uva, e pela segunda vez o New Holland, por O agricultor observa o céu de geada. Além destes, ganhou também o bicampeonato do Sistema Fiep, com Indústria cresce 3,1% no Paraná em 2017.
Queila tem se destacado nos últimos anos pela atuação no jornal e site O Tempo, de Minas Gerais, e mais recentemente pela Rádio Super Notícia, lançada em julho passado. Pela nova emissora, conquistou em pouco tempo o primeiro prêmio de jornalismo da casa, faturando o Prêmio Abear de Jornalismo, com o trabalho Vida que vem do céu. Além dele, pelo jornal venceu neste ano o Grande Prêmio CDL/BH, com o especial Falência Múltipla, e o Abrapp de Jornalismo, com Parente de empregado poderá aderir à previdência fechada.
Completam os Top 10 de 2017 Naiara Bertão, da Exame, na 5ª posição, com 67,5 pontos; empatados em 6º lugar, com 65 pontos; estão Vinicius Sassine e Michel Filho, de O Globo; em 8º, Eduardo Matos, da Rádio Gaúcha, com 62,5 pontos; e na 9ª colocação, com 60 pontos cada, terminaram empatados Carla Bigatto (BandNews FM), Eliane Brum (El País), Ricardo Boechat (IstoÉ/BandNews FM) e Sheila Magalhães (BandNews FM).
> Confira a relação dos +Premiados Jornalistas de 2017:
Poucas são as novidades ao comparar os rankings dos +Premiados Jornalistas do Ano em nível nacional ou na Região Sudeste. O pódio, por exemplo, com exceção a ausência do paranaense Sérgio Ranalli, traz, assim como no nacional, Felipe Dana e Queila Ariadne, empatados na segunda colocação, atrás da colunista de O Globo Dorrit Harazim.
Na sequência, Naiara Bertão, da Exame, subi uma posição e terminou em 4º lugar, enquanto Michel Filho, de O Globo, assume a 5ª colocação isolada, uma vez que seu colega de O Globo, Vinicius Sassine, atua no Centro-Oeste. Os Top 10 trazem ainda, empatados no 6º lugar, Carla Bigatto (BandNews FM), Eliane Brum (El País), Ricardo Boechat (IstoÉ/BandNews FM) e Sheila Magalhães (BandNews FM), e fecha com Talita Bertolim Moreira, do Valor Econômico, na 10ª posição.
Confira a lista com os +Premiados Jornalistas de 2017 na Região Sudeste:
Imagem “O agricultor observa o céu de geada”, de Sérgio Ranalli, venceu o New Holland em 2017
Imagem “O agricultor observa o céu de geada”, de Sérgio Ranalli, venceu o New Holland em 2017
A segunda colocação entre os +Premiados Jornalistas do Ano para Sérgio Ranalli, editor de Fotografia da Folha de Londrina, também garantiu a ele a liderança na Região Sul. Com isso, desbanca a forte concorrência vinda do Rio Grande do Sul, que tradicionalmente desponta na pesquisa.
Um dos mais respeitados e premiados repórteres fotográficos do Brasil, Ranalli tem especial atenção pelo campo e pela natureza. É de lá que saem alguns dos seus mais belos trabalhos e rendem grande parte de suas premiações. Em 2017, foi a vez de conquistar, pela quinta vez, o Massey Ferguson de Fotojornalismo, com Domínio da Uva, e pela segunda o New Holland, por O agricultor observa o céu de geada. Venceu ainda o Sistema Fiep, com Indústria cresce 3,1% no Paraná em 2017. Somadas, as três iniciativas lhe renderam 85 pontos.
Da Rádio Gaúcha, celeiro de reconhecidos e premiados profissionais, vêm o segundo e o terceiro colocados deste ano. Foram eles, respectivamente, Eduardo Matos (62,5 pontos) e Cid Martins (50 pontos). Matos alcançou a marca com a conquista de quatro prêmios: Ministério Público-RS, José Lutzemberger de Jornalismo Ambiental, Asdep e ANA. O mesmo número de prêmios também conquistou Cid, que esteve ao lado de Eduardo na conquista do Ministério Público-RS, e faturou ainda o Setcergs e duas categorias, Rádio e Integração, do RBS.
Confira a lista dos +Premiados Jornalistas do Ano na Região Sul:
Vinicius Sassine (esq.) recebe o Prêmio Rei da Espanha – Crédito: Angel Diaz/EFE
Vinicius Sassine (esq.) recebe o Prêmio Rei da Espanha – Crédito: Angel Diaz/EFE
Responsável por um dos grandes furos do jornalismo brasileiro em 2016, ao lado do repórter fotográfico da Agência Infoglobo Michel Filho, Vinicius Sassine é o +Premiado Jornalista do Ano na Região Centro-Oeste.
Com a série Recusas da FAB impedem transplantes de 153 órgãos, ele faturou em 2017 o tradicional Rei da Espanha, na categoria Impresso, e o Roche de Jornalismo em Saúde, ambos iniciativas internacionais. A série começou a ser publicada em janeiro de 2016, a partir de um caso isolado, e concluiu que certas recusas da FAB em levar um órgão para transplante coincidiam com voos de autoridades.
A vice-liderança ficou com a colunista de Política do Estadão e da GloboNews Eliane Cantanhêde. Ela somou 55 pontos pelos reconhecimentos no Prêmio Comunique-se de Melhor Colunista – Jornalismo Impresso e de Melhor Coluna, no Prêmio Engenho.
Completa o pódio, na terceira posição com 37,5 pontos, a repórter Camila Samorano, do Portal Metrópoles. Ela integrou a equipe que produziu a reportagem especial Avisa quando chegar – O assédio que paralisa as mulheres, vencedor do CNH na categoria Transporte, e é autora de Chegamos à quarta idade. E agora, estamos preparados?, reportagem que venceu o Longevidade de Jornalismo, em Mídia Digital.
Veja quem foram os +Premiados do Ano na Região Centro-Oeste: