Segue aberto até 29/3 o período de inscrições para a 7ª edição do Prêmio de Cobertura Humanitária Internacional, organizado pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), que valoriza e reconhece trabalhos jornalísticos sobre causas humanitárias e temas relacionados a países em conflitos armados.
Nesta edição, o CICV estimula a inscrição de trabalhos que façam referência ao Direito Internacional Humanitário (DIH) e às Convenções de Genebra. Podem ser inscritos projetos jornalísticos nos mais diversos formatos, impressos, em televisão, rádio ou multimídia, publicados entre 1º de setembro de 2024 e 29 de março de 2026. Entre os critérios de avaliação estão qualidade técnica, pertinência da temática ou do assunto e abordagem qualificada.
O primeiro colocado receberá uma viagem com despesas pagas para um país onde o CICV tenha atividades operacionais. Os finalistas serão anunciados em julho e a cerimônia de premiação ocorrerá em São Paulo, com data ainda a ser definida.
A onda de cristãos-novos começou na última década do século 15 em Portugal, quando o rei D. Manuel I determinou que judeus e muçulmanos assumissem a fé católica.
O Brasil foi um dos países mais procurados pelos novos cristãos, que aqui desejavam retomar a vida que viviam, especialmente em Portugal e Espanha. Mas nem tudo ocorreu como queriam.
Centenas de cristãos-novos foram do Brasil levados para Portugal onde tiveram seu fim.
Há casos curiosos e até lendários referidos na nossa história, como o que trata de Branca Dias.
Branca, dizem alguns, nasceu em Portugal e viveu entre Pernambuco e Paraíba. Era detentora de muitos bens e esse detalhe deixava os inquisidores de olhos arregalados de tanta cobiça.
Há quem diga que Branca era brasileira e acabou-se em 1761, ardendo numa fogueira.
A história dessa mulher é muito confusa, embora seja ampla a literatura a seu respeito em Portugal e no Brasil.
O dramaturgo baiano Dias Gomes (1922-1999) escreveu, sem compromisso com a história, a peça O Santo Inquérito (1966). Ótima. A personagem central é Branca Dias.
Não há referência direta à eventual cegueira física de Branca, mas são muitas e muitas as referências figuradas ou metafóricas de quem nada enxergava da selvageria praticada pelos criminosos do Santo Ofício. Aliás, é história: os inquisidores prendiam e torturavam suas vítimas de todas as formas. Havia até um instrumento especial para cegar pessoas.
O escritor e poeta Edgar Allan Poe andou pondo no papel suas impressões sobre o tema cá em questão. Vale a pena ler os reler o conto O Poço e o Pêndulo, de 1842.
Bom, voltando a Branca Dias: o poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) publicou texto de rara beleza, incluído no livro Discurso de Primavera e Algumas Sombras (1978), enaltecendo essa controvertida personagem. Este:
Branca Dias
paixão de frade
em seu engenho
da Paraíba
repele o amor
pecaminoso.
O amor se vinga:
é acusada
de judaísmo.
Já vão prendê-la.
Atira joias
e prataria
na correnteza.
A água vira
Riacho da Prata.
Morre queimada
no santo lume
da Inquisição
em Portugal.
Reaparece
na Paraíba
em Pernambuco
sob o luar
toda de branco
sandálias brancas
cinto azul-ouro.
Branca Dias
– garantem livros –
nunca existiu,
é lenda pura
de lua cheia.
E a Inquisição
provavelmente
outra ilusão.
Não foram poucos os literatos brasileiros que se debruçaram sobre o tema judeus e cristãos-novos.
Machado de Assis, uma das nossas glórias literárias, não deixou por menos. No seu livro Americanas (1875), de poesias, se acha a pérola que intitulou A Cristã-Nova. Um trecho:
Durante mais de cem anos, o rádio viveu de um pacto simples: falar para todos ao mesmo tempo e vender esse tempo como audiência coletiva. Neste 2026, a iHeartMedia começa a desmontar esse modelo por dentro. Não mudando a programação, não substituindo locutores, mas alterando silenciosamente a lógica de venda do próprio meio. O rádio, enfim, aprende a negociar com algoritmos.
O acordo entre a iHeartMedia e a Viant marca um ponto de inflexão histórico: spots de rádio AM/FM passam a ser comprados da mesma forma que banners, vídeos e anúncios em streaming – dentro de uma plataforma programática, ao lado de podcasts, CTV e mídia digital. Pela primeira vez em larga escala, o rádio tradicional entra no mesmo “shopping center algorítmico” onde já circulam todas as outras mídias.
Não é apenas integração tecnológica. É uma mudança ontológica: o rádio deixa de ser tratado como um meio excepcional e passa a ser tratado como mais um ativo endereçável dentro do ecossistema digital. Do horário nobre ao perfil probabilístico
O grande problema histórico do rádio nunca foi audiência. Sempre foi mensuração. Enquanto o digital sabe exatamente quem é o usuário, o rádio sempre trabalhou com estimativas, painéis, pesquisas amostrais e métricas de alcance coletivo. O ouvinte era estatística, não indivíduo.
A solução da iHeartMedia, via Triton Digital, não é identificar pessoas, mas modelar comportamentos. A partir dos dados reais do streaming, dos apps e dos podcasts, a empresa cria perfis probabilísticos que são projetados sobre o rádio over-the-air. Não se sabe exatamente quem está ouvindo, mas se sabe qual tipo de pessoa está mais provavelmente ouvindo naquele momento.
É o mesmo princípio utilizado por plataformas como Netflix, Spotify e Amazon: não se vende para João ou Maria, vende-se para “adultos urbanos com interesse em tecnologia”, “pais com filhos pequenos”, “jovens interessados em esportes”.
O rádio não vira digital. Ele vira estatisticamente previsível.
Talvez o elemento mais disruptivo não seja a compra automatizada, mas a introdução da atribuição no rádio. Pela primeira vez, um anunciante pode acompanhar como uma inserção em FM contribuiu para uma venda online, um download, um cadastro ou uma visita ao site.
Isso desmonta um dos últimos mitos do meio: o rádio como mídia “intangível”, de branding puro, impossível de mensurar. A partir de agora, o spot entra no mesmo funil de conversão do Google Ads, do Instagram e da Amazon.
O rádio deixa de ser apenas meio de impacto e passa a ser meio de performance.
Relatórios passam a mostrar, no mesmo dashboard, podcasts, streaming, CTV e rádio AM/FM. Para o anunciante, não existem mais meios separados – existe apenas jornada do consumidor.
Curiosamente, essa transformação acontece sem alarde, sem campanhas públicas, sem discursos grandiosos. Enquanto todos falam de metaverso, IA generativa e mundos virtuais, o rádio faz sua revolução mais importante em silêncio: tornando-se compatível com o sistema nervoso do capitalismo digital.
Bob Pittman resume o paradoxo com precisão quase cruel: a audiência do rádio está maior do que há 10 ou 20 anos. O problema nunca foram pessoas. Sempre foi modelo de negócio.
O rádio não morreu. Ele apenas não sabia se vender no idioma dos algoritmos.
Ao entrar nas DSPs de Viant, StackAdapt e Amazon, o rádio passa a circular junto com CTV, DOOH, display e vídeo online. Ele deixa de ser uma compra “especial” e se torna uma compra transversal, invisível dentro de pacotes omnichannel.
(Crédito: Zydigital)
O anunciante não pensa mais: “Vou anunciar no rádio”. Ele pensa: “Vou atingir esse público em todos os pontos possíveis”.
E o rádio passa a ser apenas um desses pontos – muitas vezes, o mais eficiente em custo por impacto.
É a consagração de um novo papel: o rádio como mídia estrutural da ubiquidade, não mais da centralidade.
No fundo, a iHeartMedia não está vendendo apenas áudio. Está vendendo capacidade de ativação de audiência em escala massiva, usando dados, IA, modelagem estatística e automação.
O rádio deixa de ser apenas emissor de som e se transforma em infraestrutura de distribuição algorítmica de atenção.
Ele continua falando para milhões ao mesmo tempo. Mas, agora, cada mensagem chega no momento certo, para o perfil certo, com objetivo mensurável.
O rádio não se digitalizou. Ele foi absorvido pelo sistema circulatório do marketing de dados. E talvez essa seja sua maior vitória desde a invenção do transistor.
Fonte primária
AdExchanger (2026) – iHeartMedia + Viant
iHeartMedia / Triton Digital / Viant
Programmatic & Audio
IAB – Programmatic Audio Playbook
eMarketer – US Audio Advertising Forecast
Deloitte – The Future of Audio Advertising
Mensuração e atribuição
Nielsen Audio
Edison Research
Google Marketing Platform – Attribution Models
Ecossistema de DSP/SSP
StackAdapt
Amazon DSP
The Trade Desk
Magnite / PubMatic (SSP)
Álvaro Bufarah
Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.
(*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo.
Profissionais da imprensa tradicional e executivos da indústria de mídia não são os únicos preocupados com os limites cada vez mais difusos entre jornalistas e criadores de conteúdo, como demonstra a nova edição da pesquisa anual sobre os rumos da comunicação empresarial feita pela plataforma Cision.
O estudo entrevistou 561 profissionais que atuam em agências e organizações dos EUA e do Reino Unido. Para 60% deles, essa transformação do ecossistema de mídia, que tem tirado o sono das redações devido à perda de audiência e relevância, é o principal desafio para o futuro da atividade.
Como reflexo, quando a pesquisa pergunta quais habilidades serão mais importantes em um futuro próximo, 59% apontaram “storytelling e criação de conteúdo”, enquanto “relações com a imprensa” ficou em segundo lugar, mencionada por 44% dos profissionais consultados.
As preocupações seguintes dos RPs são questões que igualmente pressionam quem está “do outro lado do balcão”: recursos financeiros limitados (citada por 58%) e a integração da IA generativa no trabalho (50%).
No entanto, quando a pergunta muda para o desafio mais urgente em 2026, o orçamento assume a liderança, citado por 34% dos participantes do estudo. A transformação do ecossistema de mídia foi citada por 21% deles, e a IA, por 18%.
Por outro lado, a tecnologia é vista como oportunidade para quase a metade dos profissionais de RP entrevistados pela Cision, como instrumento para aprimorar eficiência e insights – o que se relaciona diretamente com as pressões orçamentárias.
Na prática, o uso de IA generativa já aparece em tarefas recorrentes: 73% dizem usar ferramentas como ChatGPT para brainstorming de ideias, conceitos de campanha ou manchetes; 68% para escrever ou refinar releases e outros conteúdos; e 55% para pesquisa. Apenas 8% afirmam não usar esse tipo de ferramenta.
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Esta semana em MediaTalks
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Vai até sexta-feira (27/3) o segundo turno da eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva 2026. Em sua oitava edição (a sétima consecutiva), a iniciativa classificou 83 profissionais e 45 publicações, que seguem na disputa por um lugar entre os TOP 25 +Admirados Jornalistas do Ano e entre os TOP 3 +Admirados nas oito categorias temáticas da premiação: Colunista, Jornalista Especializado (Duas Rodas, Veículos Comerciais e Negócios Automotivos), Áudio, Periódico, Site/Portal e Vídeo.
Nesta fase final, os eleitores podem selecionar seus preferidos do 1º ao 5º colocado dentre os finalistas de cada categoria. Cada posição renderá uma pontuação, sendo 100 pontos para o 1º colocado; 80, para o 2º; 65, para o 3º; 55, para o 4º; e 50, para o 5º lugar. Ao final da votação, os vencedores serão definidos pela soma dos pontos computados.
Para fazer as indicações, basta acessar a cédula de votação, disponível no Portal dos Jornalistas, preencher um rápido cadastro e os espaços disponíveis em cada categoria. A lista completa dos finalistas está disponível em edição especial de Jornalistas&Cia.
Volkswagen confirma apoio – A eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva 2026 ganhou na última semana o apoio de mais uma marca de destaque do setor. Além dos patrocínios de Bosch, Ford, Honda, Renault e Volkswagen Caminhões e Ônibus, a Volkswagen renovou sua participação no prêmio e passa a ser uma das apoiadoras, ao lado de Pirelli, Portal dos Jornalistas e PressID. A premiação conta ainda com a colaboração da Scania e apoio institucional da Abraciclo.
Atento à escalada dos casos de feminicídio, que bateram recorde histórico no Brasil em 2025, o Grupo Radioweb, que distribui conteúdo para mais de 2 mil rádios parceiras em todo o País, está lançando a campanha Rede por Elas. Segundo a plataforma, o objetivo é “assumir o compromisso institucional de deixar a imparcialidade de lado para meter a colher e defender a vida”.
A partir de agora, a Rede por Elas usará a informação como ferramenta de transformação, dando voz às vítimas e apontando caminhos para frear a violência doméstica. Os conteúdos irão integrar a rotina editorial da plataforma a partir de seus boletins, podcasts, audiosséries e spots.
A iniciativa conta com o apoio do Instituto Patrícia Galvão, organização feminista especialista em direitos das mulheres, e o Laboratório de Estudos de Feminicídio da Universidade Estadual de Londrina, que produz e analisa dados sobre feminicídios consumados e tentados.
Encerra-se na terça-feira, 10 de março, o prazo para inscrição de obras no Edital de Seleção de Obras para Publicação Digital Gratuita – 2026, promovido pela Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública). Podem participar da seleção produções acadêmicas e profissionais para publicação em formato de e-book, sem custos para os autores e com acesso gratuito ao público.
A iniciativa tem como objetivo principal estimular e difundir conteúdos que contribuam para o fortalecimento do campo da comunicação pública no Brasil. As obras devem estar alinhadas à missão da associação, que inclui a valorização da comunicação orientada ao cidadão, o fortalecimento da atuação de comunicadores em instituições públicas e o incentivo à transparência, à prestação de contas e à participação social.
Submissão de trabalhos
Podem ser inscritas teses, dissertações e obras individuais ou coletivas, desde que já concluídas e revisadas. Trabalhos acadêmicos precisam estar previamente adaptados ao formato de livro, com os ajustes editoriais necessários à publicação.
As propostas devem ser enviadas exclusivamente por meio de formulário on-line indicado no edital.
Este é o último momento do primeiro ciclo de submissões de 2026, que vai até 10 de março.
Processo seletivo
Para participar, os autores devem apresentar resumo da obra, texto completo, currículo, declarações de ineditismo e, quando aplicável, documentação acadêmica, além do termo de concordância com as regras do edital e a cessão de direitos para distribuição gratuita.
A avaliação levará em conta critérios como relevância para a comunicação pública, alinhamento com os propósitos da ABCPública, qualidade acadêmica e editorial, clareza do texto, atualidade do conteúdo e interesse público. Obras produzidas nos últimos dois anos ou atualizadas especificamente para a chamada terão prioridade.
O Comitê Editorial realiza a seleção semestralmente e recomenda as obras à diretoria nacional da entidade, responsável pela decisão final. A previsão é de seleção de uma obra por semestre, podendo haver ajustes conforme deliberação interna.
Publicação e resultados
O resultado será divulgado em até 90 dias após o encerramento das submissões, no site da ABCPública e por e-mail aos autores. As obras selecionadas serão editadas pela própria associação, que também providenciará ficha catalográfica e a disponibilização gratuita dos e-books em seu portal. Os direitos autorais permanecem com os autores, com autorização para distribuição institucional e não comercial.
A Globo anunciou em 27/2 os profissionais que viajarão para a cobertura da Copa do Mundo, em Estados Unidos, México e Canadá. Um comunicado interno de Renato Ribeiro, diretor de Esportes, listou mais de cem nomes, contemplando todas a plataformas da emissora. No Brasil, mais de 400 pessoas vão participar.
Entre 15 narradores e comentaristas, estão Everaldo Marques e Luís Roberto, pela TV Globo; Luiz Carlos Junior e Lédio Carmona, pelo Sportv. Na chefia das transmissões, Mônica Ramos e Eduardo Melido. São cinco produtores, como Caio Casagrande. O planejamento executivo está a cargo de quatro mulheres, entre elas Flávia Pereira Lima.
Há um núcleo da Seleção Brasileira, chefiado por Ricardo Bereicoa, que responde pela cobertura, e Paloma Fukusig, pela produção. Entre eles, repórteres para TV e portal, repórteres cinematográficos (os repcines), e produtores. Flávio Winter comanda uma equipe de nove pessoas para os programas ao vivo Globo Esporte e Esporte Espetacular. E ainda há os que respondem pelas redes sociais e GE TV.
O núcleo das outras seleções é chefiado por Priscila Carvalho na cobertura, Rafael Honório na produção e Vitor Coutinho nas transmissões. Têm sob sua responsabilidade 23 pessoas, entre repórteres, repcines e produtores. E mais as equipes itinerantes ao vivo do Sportv, além dos repórteres de ge e GE TV.
Um núcleo em Nova York, sob a chefia de Isabella Guberman para o Jornal Nacional, terá uma equipe da Globo. E outros grupos do Sportv, sob Mariana Bomfim, e do GE TV.
Renato Ribeiro avisou que, em breve, cada um será procurado para saber detalhes de sua função. E em maio haverá uma reunião geral sobre a Copa, com a presença de todos os convocados.
A repórter Bianca Molina anunciou sua saída da TNT Sports após três anos de casa. Ela assinou com o Canal Goat e fará parte do projeto de cobertura da Copa do Mundo deste ano, diretamente dos Estados Unidos. Especializada na cobertura do time de futebol do Corinthians, Bianca afirmou em suas redes sociais que não deixará o dia a dia do clube. As informações são de Gabriel Vaquer, do F5 (Folha de S.Paulo).
Bianca será uma das repórteres enviadas aos EUA para a cobertura do torneio. O Canal Goat planeja realizar um projeto especial com a Copa do Mundo, mesmo sem os direitos de transmissão dos jogos. A ideia é fazer programas e análises de resultados, com profissionais atundo diretamente do país-sede. Ao todo, o Goat deve enviar mais de 30 comunicadores para a cobertura do torneio.
Em suas redes sociais, Bianca agradeceu pelo trabalho na TNT Sports e destacou que foi contratada pela emissora em um período em que estava muito insegura sobre sua carreira, pois havia acabado de se tornar mãe: “A TNT me contratou quando o meu filho, o Vitu, tinha só um mês de vida. Ser repórter da TNT Sports me devolveu a minha autoestima profissional, que estava totalmente apagada pela indefinição em relação ao futuro pós-gestação. Quem nunca conviveu com uma mulher grávida talvez não entenda o peso de se reencontrar e se ver não só como mãe. Na TNT eu consegui isso muito antes do que imaginei possível”.
Vale lembrar que nos últimos meses o Canal Goat anunciou as contratações dos ex-narradores da Globo Odinei Ribeiro e Márcio Meneghini, que também farão parte da cobertura especial para a Copa do Mundo.
Jornalistas&Cia dedicará a sua edição especial do Dia do Jornalista, celebrado em 7 de abril, ao jornalismo especializado em Ciência e Saúde, mostrando rostos e marcas que têm se dedicado à nobre função de informar e orientar a sociedade nesse campo. Esse especial vai também se debruçar sobre as múltiplas ações e o significativo apoio que a causa da saúde e da ciência tem recebido de algumas das grandes marcas do País, seja para despertar o interesse e orientar a população sobre prevenção a doenças e outros temas sensíveis, seja para combater as fake news, que infelizmente não param de inundar as redes sociais da família brasileira.
O especial abordará, entre outras, as seguintes questões: Como está a relevância do jornalismo de saúde e ciência no pós-pandemia. Como investir de maneira independente no setor – os projetos que se destacam pelo Brasil. O jornalismo de Saúde fora do Eixo Rio-SP-DF. Como anda a saúde mental dos jornalistas. Projetos corporativos que incentivam o setor e prêmios de jornalismo da área. Os influenciadores digitais e os riscos da difusão de informações mal apuradas e orientações que colocam em risco a saúde das pessoas – como o jornalismo pode combater esse mal. Divulgação científica: que bicho é esse? Pingue-pongue com os vencedores da eleição +Admirados da Saúde, Ciência e Bem-estar.
A edição circulará no próprio dia 7 de abril (uma terça-feira) e será direcionada a todas as redações e assessorias de comunicação do País.