A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo medida cautelar contra a Lei nº 15.325/2026, que institui a profissão de multimídia. Para as entidades, a lei pode causar uma indevida sobreposição de atribuições com o jornalismo, a precarização das relações de trabalho e o enfraquecimento da profissão.
Na ação, Fenaj e ABI explicam que a lei criaria uma nova categoria profissional com competências extremamente amplas, o que faria com que diversas atividades típicas do jornalismo, como produção, edição, difusão e análise de conteúdos informativos sejam exercidas sem a exigência de formação específica.
“Ao criar uma categoria genérica, com atribuições amplas e indefinidas, a lei abre caminho para a precarização e o enfraquecimento da profissão”, declarou Samira de Castro, presidenta da Fenaj. “A Fenaj e a ABI recorrem ao STF para impedir que o exercício do Jornalismo seja diluído em meio à lógica da desinformação e da exploração do trabalho”.
As entidades pedem a suspensão imediatas dos efeitos da lei até o julgamento final da ação, sob a justificativa de “risco de dano irreparável, uma vez que a manutenção da norma pode produzir efeitos concretos sobre o mercado de trabalho, a organização sindical e a qualidade da informação no país”.
Pela primeira vez na história da eleição, uma mulher fatura o lugar mais alto no pódio
Em cerimônia realizada em 11/5, em São Paulo, foram homenageados os vencedores do prêmio +Admirados da Imprensa Automotiva 2026. Em sua oitava edição, a iniciativa teve como principal destaque Giovanna Riato, eleita a +Admirada Jornalista do Ano.
Ela, que há apenas nove meses assumiu o cargo de editora-chefe do tradicional Jornal do Carro, caderno automotivo do Estadão, já vinha se destacando ao longo dos últimos anos pelo seu trabalho desenvolvido na Automotive Business, onde foi cofundadora do Movimento AB Diversidade.
E por falar em diversidade, foi a primeira vez que uma mulher venceu a premiação voltada ao segmento automotivo, a única da série +Admirados que ainda não tinha uma representante feminina entre os ganhadores. Vale lembrar que nos anos anteriores da premiação os +Admirados do Ano foram Boris Feldman (2025), Jorge Moraes (2024), Tião Oliveira (2023), João Anacleto (2022), Zeca Chaves (2021), Bob Sharp (2020) e Fernando Calmon (2015).
“Ainda estou meio trêmula de emoção e surpresa com este reconhecimento. É uma honra gigante ser reconhecida pelos colegas, por assessorias, por quem conhece meu trabalho. Fico lisonjeada, quero agradecer a quem votou em mim, parabéns ao Jornalistas&Cia pela iniciativa, estou sempre celebrando nas cerimonias, e neste ano foi ainda mais especial. Quero agradecer à minha equipe maravilhosa, pois sem eles, esse reconhecimento não seria possível, as trocas são sempre coletivas. E esse prêmio vem num momento especial de minha carreira, de transição. Depois de tantos anos na Automotive Business, assumi o Jornal do Carro, como editora-chefe. E além disso, sou a primeira mulher a ficar em primeiro lugar nesta premiação dos +Admirados do Auto. É muito incrível estar aqui representando minhas colegas mulheres”.
Leonardo Lara, editor da Bloomberg com foco no mercado automotivo, é o segundo colocado, enquanto Boris Feldman, +Admirado Jornalista de 2025, foi novamente um dos destaques, ocupando a terceira colocação geral deste ano. Ele também foi o mais votado na categoria +Admirado Colunista.
Na quarta colocação ficou Fernando Miragaya, editor de Produto da Automotive Business e apresentador do podcast Autorama, que em 2021 foi eleito o +Admirado na categoria Áudio. Completando os TOP 5, outro que guarda em casa um troféu de +Admirado do Ano: João Anacleto, fundador do canal A Roda e campeão do prêmio em 2022.
Completam as categorias destinadas aos jornalistas Karina Simões, do canal KS 1951, tetracampeã entre os Jornalistas Especializados em Duas Rodas; Aline Feltrin, da Transporte Moderno, bicampeã consecutiva da categoria Jornalista Especializado em Veículos Comerciais; e Alzira Rodrigues, cofundadora do portal AutoIndústria, na recém-criada categoria Jornalista Especializado em Negócios Automotivos.
Nas categorias para publicações as vencedoras foram CBN Autoesporte (Áudio), Autoesporte (Site/Portal), Papo de Paddock/BandSports (Vídeo) e Quatro Rodas (Periódico Especializado).
Confira aqui todos os jornalistas e publicações homenageados na eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva 2026.
Koichiro Matsuo recebe o Troféu Luiz Carlos Secco de Contribuição à Imprensa Automotiva
Pelo terceiro ano consecutivo a Comissão Organizadora da eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva homenageou um profissional do setor com o Troféu de Contribuição à Imprensa. Desta vez o prêmio especial foi para Koichiro Matsuo, que fundou e dirige há mais de 40 anos a Textofinal de Comunicação.
“Só tenho a agradecer por este reconhecimento. Já são 36 anos que atendemos o setor automotivo”, declarou Koichiro. “E nessas mais de três décadas, aprendemos demais. Vejo aqui no evento referências do setor, Fernando Calmon, Vicente Alessi, Boris Feldmann, entre muitas pessoas que me ensinaram e admiro na carreira. Ao longo da vida, vemos muitos milagres no lado profissional, e por isso fiz questão de trazer minha equipe, nossos clientes, mas hoje, quero fazer um agradecimento especial aos jornalistas, pois transparência na relação entre assessor de imprensa e jornalista é tudo”.
Criada em 2024, a primeira edição do Troféu de Contribuição à Imprensa Automotiva foi entregue a Luiz Carlos Secco. Meses mais tarde, após a morte dele, em janeiro de 2025, o prêmio foi rebatizado com o seu nome. A primeira homenageada no ano passado, já com a nova denominação, foi Alzira Rodrigues, cofundadora e diretora do portal AutoIndústria. Coube a ela, inclusive, fazer a entrega do troféu deste ano.
Koichiro Matsuo e Alzira Rodrigues
“Me senti muito honrada por entregar esse troféu, pois não só ele leva o nome do Secco, mas também ele será concedido ao Koichiro. E não existe outra palavra senão unanimidade quando falamos do Koichiro. Todos já conhecem o seu profissionalismo. Mas quero ressaltar o coração do Koichiro, é uma pessoa que ajuda todo mundo, se não fosse ele, provavelmente não existiria a AutoIndústria. Eu particularmente devo muito a ele. Então, é uma grande honra entregar este troféu”.
A eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva 2026 contou com os patrocínios de Bosch, Ford, Honda, Renault e Volkswagen Caminhões e Ônibus, os apoios de Pirelli, Volkswagen, Portal dos Jornalistas e PressID, a colaboração da Auper e Scania e o apoio institucional da Abraciclo.
Nas esquinas digitais de maio de 2026 algo curioso acontece: o cansaço. Após anos de uma dieta baseada em fluxos ininterruptos de conteúdo curto e algoritmos de recomendação frios, o público começou a apresentar os sintomas de uma “ressaca de ruído”. O diagnóstico, ecoado em análises recentes da Radio World, é claro: os ouvintes estão ativamente rejeitando programas longos sem foco e a repetição exaustiva de informações vazias. É o fim da era do “preencher horário” e o nascimento da era do propósito.
No epicentro dessa mudança, o NAB Show deste ano em Las Vegas não discute apenas antenas; discute a sobrevivência psíquica do ouvinte. Gordon Borrell, CEO da Borrell Associates, traz um alerta que ecoa como um trovão: a inteligência artificial não é um “sapo cozinhando lentamente” como foi a internet. Ela é uma mudança radical de temperatura. Mas, se a IA removeu as barreiras para qualquer um se tornar um “magnata da mídia”, ela também criou um oceano de mediocridade sintética.
É aqui que o rádio encontra sua fresta de luz. Enquanto as plataformas de música pura e podcasts gerados por IA mergulham o usuário em bolhas de isolamento, surge o “Comunicador Curador”. Não se trata mais do locutor que apenas anuncia a próxima faixa ou lê a previsão do tempo; trata-se do articulador capaz de organizar ideias complexas em um mundo caótico. A tecnologia, que antes parecia uma ameaça, revelou-se o suporte ideal para que a conexão humana se tornasse o diferencial competitivo definitivo. O público de 2026 não quer apenas som; ele quer contexto.
(Crédito: EBC)
Todavia, esse retorno ao humano enfrenta o que David Oxenford chama de “handicap competitivo”. O rádio norte-americano, em sua essência broadcast, ainda opera sob regras de propriedade da FCC que parecem fósseis legislativos diante da agilidade transacional do digital. Enquanto o rádio é o único setor com o crescimento limitado por restrições locais de mercado, seus concorrentes digitais orbitam livremente. A luta política de 2026, portanto, é para que o rádio possa expandir suas marcas e ser “onipresente”, como defende Julie Koehn, integrando newsletters, vídeos e IA sem perder a alma do jornalismo local.
Na WTOP em Washington, o futuro já foi decantado. A IA é usada como o “Collaborator” – um estagiário de luxo que processa dados e auxilia na verificação –, mas o jornalista permanece como o guardião do início e do fim do processo. Essa simbiose busca combater o viés que os mecanismos de IA demonstraram contra o rádio, uma tendência que o setor agora corre para corrigir inserindo dados factuais e precisos no ecossistema de busca para que a IA não “alucine” o desaparecimento do meio.
O rádio de 2026, portanto, posiciona-se como um objeto de luxo intelectual. Não pelo preço, mas pela raridade da atenção que ele proporciona. Ao contrário do ruído algorítmico que fragmenta a percepção, o rádio curado oferece uma “curadoria de confiança”. Como discutido nas sessões da Broadcast Management & Monetization, o desafio é transformar esse valor em receita política e comercial, provando que o impacto de uma voz humana em um ambiente de propósito supera, em muito, os milhares de impressões vazias de um robô.
(Crédito: Radio World)
O rádio não está mais apenas “navegando nos rios do digital”; ele está construindo as margens que impedem que esses rios transbordem em direção ao nada.
A anatomia da mudança (análise sintética)
Conceito antigo (2020-2024)
Realidade emergente (Maio 2026)
Vetor de valor
Volume de conteúdo
Filtro de relevância
O “Menos é Mais” contra a fadiga de decisão do ouvinte.
Playlist algorítmica
Curadoria contextualizada
A voz humana como o guia que explica o “porquê” da música ou notícia.
Hardware local
Cloud & Virtualização
Agilidade para estar em todas as telas (Smart TVs, Carros, Wearables).
Audiência de massa
Ecossistema de criadores
Transformar o locutor em uma marca multiplataforma (Creator Economy).
Este cenário sugere que as emissoras que insistirem no modelo de “fluxo contínuo e repetitivo” estarão acelerando sua própria obsolescência. Desta forma, o rádio volta a ser é uma mídia de significado.
Álvaro Bufarah
Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.
(*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo.
O dia 11 de setembro de 2001 entrou para a história como um dos mais trágicos do mundo.
Naquele dia, terroristas oriundos do Oriente Médio jogaram contra as Torres Gêmeas do agora extinto World Trade Center, em Nova York, dois aviões com passageiros e tudo, provocando a morte de mais de três mil pessoas. Chocante!
As torres estavam desabando quando, em uma delas, estavam um cego e a sua cadela-guia, Roselle.
O cego, um certo Michael Hingson, conseguiu tranquilizar-se perante a loucura que então sucedia, enquanto a cachorrinha o guiava em direção à saída do edifício. Dezenas e dezenas de pessoas que lá se encontravam seguiam o cego, que seguia a cachorrinha. Ao fim de mais de mil degraus todos chegaram sãos e salvos à rua. Detalhe: Roselle não parou até chegar à casa onde ela e o cego moravam.
A cachorrinha chegou a receber muitos prêmios e até virou a heroína central de um livro: Thunder Dog, de Michael Hingson.
Michael Hingson e Roselle
Em 2025, no Canadá, boa parte da população daquele país tomou conhecimento da existência de um cachorro e de um gato. No melhor dos sentidos, a dupla parecia duas pessoas amigas e educadas convivendo na maior paz e amizade do mundo. O curioso nessa história é: o cachorro, Spike, era cego e o gatinho, Max, todo sadio e vendo tudo, virou o seu guia.
O mundo animal é cheio de bons exemplos e curiosidades. E também de maus exemplos.
Em 1950, o compositor cearense Humberto Teixeira e o cantor e sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga levaram ao disco (78 rpm) a toada Assum Preto. É cantiga triste, muito triste. Fala da tristeza de alguém que sofre com a perda do seu amor, como o pássaro do título que perdeu seus olhos pela malvadeza de quem assim fazendo o ouviria cantar melhor.
Historicamente é de conhecimento geral de que os cães sempre foram amigos dos homens. E dos cegos, mais ainda.
Os chamados vira-latas são cães que sempre docilmente acompanharam pedintes cegos.
Esses cães não recebem nenhum treinamento especial para desenvolver-se como guias.
Fora isso, há cães de raça especialmente treinados para guiar pessoas sem visão.
O Labrador e o Golden Retriever são as raças mais procuradas para treinamento como guias.
No Brasil há pouquíssimos canis construídos especialmente para treinar esses cães.
A população de cães e gatos no Brasil é muito grande.
Se o 11 de setembro de 2001 chocou o mundo, pode-se dizer que o dia 13 de maio de 1888 levou o nome do Brasil como o último país a livrar do trabalho forçado os negros vindos de fora e mesmo nascidos aqui. Emblemático, não?
Um dos mais agitados abolicionistas da história brasileira foi José do Patrocínio (1854-1905), filho de um padre fazendeiro e de uma escrava adolescente. É dele a frase: “A escravidão é um roubo e todo dono de escravo é ladrão”.
Patrocínio formou trio com André Rebouças (1838-1898) e Luís Gama (1830-1882).
José do Patrocínio, André Rebouças e Luiz Gama
André foi o primeiro engenheiro negro do Brasil e Luís, o primeiro poeta saído dos grilhões, já que foi vendido pelo próprio pai quando tinha apenas 10 anos de idade.
Antes de a princesa Isabel assinar a Lei Áurea, outras leis foram aprovadas no Império em favor das pessoas escravizadas: a Lei Eusébio de Queiroz (1850), a Lei do Ventre Livre (1871) e a Lei do Sexagenário (1885).
O 13 de maio de 88 pôs literalmente na rua todas as pessoas escravizadas, porém sem nenhuma maneira que as possibilitasse viver com dignidade através da própria força. Quer dizer, ficaram todas ao Deus-dará.
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República publicou o Guia Digital de Publicidade com informações, em linguagem simples e acessível, sobre os procedimentos adotados pela publicidade do Governo do Brasil.
O guia também apresenta orientações e requisitos necessários para o cadastramento de veículos e agentes de veiculação no Cadastro Nacional de Agentes de Veiculação – Midiacad, base utilizada pelos órgãos e entes integrantes do Sistema de Comunicação de Governo do Poder Executivo Federal (Sicom) para a contratação de mídia.
A publicação do Guia decorre de uma série de iniciativas e reflete o esforço da Secom em conferir transparência ao funcionamento da publicidade e ampliar as oportunidades de participação para diversos veículos e agentes. O objetivo também é aumentar a pluralidade de agentes aptos a veicular campanhas públicas e contribuir para a diversidade informacional no país.
Marina Pita, diretora de Promoção de Liberdade de Expressão da Secom da Presidência da República
“Como a Secom passou a ter a atribuição de promoção da sustentabilidade do jornalismo, passamos a ter uma visão estratégica do que representa a publicidade oficial para o ecossistema informacional, o pluralismo, a diversidade e a integridade da informação”, explica Marina Pita, diretora de Promoção de Liberdade de Expressão do órgão. “Percebemos que haviam muitas dúvidas de como era o fluxo para seleção de veículos para veiculação de publicidade, então estabelecemos uma parceria com a Secretaria de Publicidade e Patrocínio para disponibilizar informações, conforme a concepção de transparência ativa, de forma simples, para facilitar que qualquer veículo ou agente de veiculação de publicidade possa estar apto a ser selecionado pelas agências que atendem a Secom para comporem o Plano de Mídia de campanhas. Esse é um passo inédito para a Comunicação em nível Federal. Não temos conhecimento da disponibilidade de informações como essas por nenhum outro integrante da Federação”.
Entre as mudanças realizadas está a atualização do sistema do MidiaCad e implementação gradual do autocadastro dos veículos utilizando o módulo gov.br para pessoas jurídicas. Assim, os próprios empresários, empreendedores ou seus representantes legais podem realizar o cadastro. A nova sistemática por meio da conta gov.br e do e-CNPJ, reduz burocracias, amplia a segurança das informações e facilita o registro dos agentes de veiculação.
Ainda, com intuito de democratizar o acesso à publicidade, o governo do Brasil passa a permitir o cadastro de Microempreendedores Individuais (MEI) na plataforma. O Guia detalha os critérios de transparência e integridade previstos na Instrução Normativa Secom/PR nº 4/2024, que estabelece medidas para mitigar riscos à imagem das instituições públicas e impedir a monetização de sites, aplicativos ou conteúdos que violem a legislação, incluindo crimes como racismo, pedofilia, incentivo ao suicídio e promoção de jogos ilegais.
Além do Guia Digital de Publicidade, as informações sobre patrocínios do Governo do Brasil também podem ser acessadas em página específica no portal gov.br, organizada como um guia prático, com orientações passo a passo e linguagem simples. A disponibilização dos conteúdos reforça o compromisso do Governo do Brasil com a transparência ativa e o acesso à informação.
Fred Caldeira, correspondente internacional da TNT Sports na Inglaterra, anunciou nesta segunda-feira (11/5) sua saída da emissora, após 15 anos de casa. Segundo apuração de Gabriel Vaquer, do F5 (Folha de S.Paulo), Fred está em negociações avançadas com a CazéTV.
Formado em Jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro, Fred iniciou a trajetória jornalística em 2011, no Esporte Interativo, nome antigo da atual TNT Sports. Lá, atuou como editor e produtor antes de trabalhar como repórter. Em 2016, mudou-se para a Inglaterra e assumiu o cargo de correspondente internacional da TNT Sports no País, cobrindo o campeonato inglês de futebol, a Premier League. Diretamente de Manchester, focou na cobertura do dia a dia dos principais times da Inglaterra. Seu último trabalho na TNT Sports foi uma entrevista com o volante Casemiro sobre as perspectivas para a Copa do Mundo.
Em publicação no Instagram, Fred comentou a decisão, agradecendo pelo tempo de trabalho na TNT Sports/Esporte Interativo: “Foram 15 anos de formação, desenvolvimento, encontros, desencontros, realizações, alegrias e, acima de tudo, absoluta gratidão. Correndo o risco de ser extremamente injusto com tantas pessoas que me ajudaram nessa estrada, escolho destacar três: André Henning, Vitor Sergio Rodrigues e Julia Vieira. Eu não era absolutamente sombra de nada promissor e eles viram algo em mim. e eu nunca vou esquecer disso. Depois, na correspondência, fiz novos irmãos e irmãs. Carolina Albuquerque, Arthur Quezada, Marcelo Bechler, Tati Mantovani e Clara Albuquerque: o meu muito obrigado por todas as coberturas, programas, cafés, cervejas, confissões e tudo do tanto que dividimos”.
Segundo o F5, Fred deve ir para a CazéTV para atuar na cobertura da Copa do Mundo deste ano, em Estados Unidos, México e Canadá. Deve participar ainda de transmissões de campeonatos exibidos pelo canal, como as ligas de França e Itália, além de UEFA Europa League e UEFA Conference League.
A Associação Brasileira de Franchising (ABF) anunciou os vencedores do Prêmio ABF Destaque Franchising 2026, que valoriza, incentiva e reconhece iniciativas que contribuem para o desenvolvimento do franchising. O prêmio possui a categoria especial José Lamônica de Jornalismo, que premiou reportagens de veículos de imprensa.
Faltam poucos dias para o início do Curso Completo de Comunicação Pública 2026, promovido pela Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública) em parceria com a Aberje. As aulas começam em 16 de maio, em formato on-line, com encontros aos sábados e acesso às gravações.
O presidente da ABCPública, Jorge Duarte renova o convite aos interessados pelo tema: “essa é uma parceria entre a ABCPública e a Aberje na qual nos dedicamos a oferecer uma formação voltada para fortalecer a comunicação pública como instrumento de cidadania. Este curso é um convite à qualificação em favor da promoção do interesse público. Esperamos você para pensarmos juntos sobre práticas estratégicas e transformadoras”, destaca
Voltado a profissionais, estudantes e pesquisadores da área, o curso oferece 60 horas de formação com foco prático em temas como estratégia, comunicação digital, relacionamento com a mídia, mensuração de resultados e gestão de crises.
A abertura contará com um seminário reunindo especialistas e gestores públicos para debater desafios e boas práticas da comunicação no setor público.
As inscrições seguem abertas, com condições especiais para associados e grupos.
Um novo relatório da Federação Internacional de Jornalistas (IFJ, na sigla em inglês) aponta que a vigilância contra profissionais de imprensa deixou de ser uma prática isolada e passou a funcionar como uma “indústria internacional”, envolvendo spyware, rastreamento de celulares, exploração de vulnerabilidades em redes de telecomunicações e inteligência artificial.
O Brasil aparece entre os dez países analisados no estudo, divulgado na semana passada. No caso brasileiro, o documento cita investigações sobre o uso da plataforma FirstMile pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) para geolocalizar milhares de dispositivos móveis de jornalistas e opositores políticos sem autorização judicial.
A análise também descreve ferramentas como Pegasus, Predator e Graphite, capazes de invadir celulares, acessar mensagens, fotos e áudios e ativar microfones ou câmeras. No Brasil, a IFJ afirma que há alegações sobre o uso do Pegasus, mas que as evidências baseadas em investigações são mais limitadas do que em países vizinhos, como México e El Salvador.
O relatório aponta ainda riscos ligados a falhas em redes de telecomunicações, IMSI catchers e sistemas de IA capazes de cruzar dados de localização, chamadas, redes sociais e dispositivos apreendidos para mapear relações entre jornalistas, fontes e redações. Entre as recomendações, a IFJ defende moratória para spyware invasivo, mais controle público, proteção legal a fontes e investimento em capacidade técnica e investigativa para jornalistas e organizações de mídia.
Samar Al Halal, engenheira de computação e comunicações e especialista em segurança e direitos digitais, é a autora do estudo. Ela falou sobre os efeitos do problema para a sociedade: “A vigilância é a arma usada para matar silenciosamente a liberdade de expressão. Quando os jornalistas são observados, as fontes desaparecem, as investigações param e a autocensura torna-se normal”.
A matéria completa e a íntegra do relatório podem ser vistos em MediaTalks.
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Foram definidos os jornalistas e veículos que serão homenageados na edição 2026 do prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio. Depois de dois turnos de votação, com intensa participação de profissionais de comunicação de todo o País, 50 jornalistas e 25 publicações que atuam na cobertura do setor foram eleitos para integrar a lista dos +Admirados do Ano.
Foi uma edição marcada por intensa renovação entre os jornalistas homenageados. Dos TOP 50 +Admirados do Ano, apenas 24 profissionais estiveram entre os premiados de 2025, sendo que 21 apareceram na lista dos +Admirados do Ano pela primeira vez em suas carreiras: Alda do Amaral Rocha (Valor Econômico/Globo Rural), Cleyton Vilarino (Globo Rural), Cristiane Norberto (CNN), Eliza Maliszewski (Canal Rural), Fernanda Pressinott (CNN/CNN Money), Gabriella Weiss (CNN/CNN Money), Guilherme Nannini (Broadcast/Agência Estado), Gustavo Lustosa (AgFeed), Isaac Rufino (Terraviva), Italo Bertão Filho (AgFeed), Jaqueline Silva (Canal Rural), Julia Maciel (Broadcast/Agência Estado), Karina Souza (The Agribiz), Malu Cavalcante (Terraviva), Pasquale Augusto Di Salvo (Money Times), PH Lopes (Agro em Campo), Priscila Alves (Notícias Agrícolas), Sandra Jassa (Rádio Agro Hoje/Agro Pesquisa), Tatiana Corrêa (NDTV Record), Valéria Benites (Canal do Boi) e Victor Faverin (Canal Rural).
Outros cinco nomes que já figuraram entre os mais votados em edições anteriores do prêmio, mas que não estiveram na lista de 2025, retornaram neste ano: Alessandra Bergmann (Campo e Batom), Clarice Couto (Valor Econômico/Globo Rural), Denise Saueressig (Globo Rural), Michelle Valverde (Diário do Comércio/MG) e Regina Dourado (Agromais).
E dentre os homenageados de 2025 que aparecem novamente em 2026 estão Aleksander Horta (Notícias Agrícolas), Alessandra Mello (AgFeed), Aline Merladete (Portal Agrolink), Arno Baasch (Agência Safras News), Cassiano Ribeiro (Globo Rural/Valor Econômico), César Rezende (Exame), Cristina Vieira (TV Globo), Fabiano Reis (Canal do Boi), Flávia Marques (Canal Rural), Gabriel Azevedo (Broadcast/Agência Estado), Ingrid Alves (Record News), Isadora Camargo (CNN/CNN Money), Isadora Duarte (Broadcast/Agência Estado), Kelly Godoy (Record News), Mariana Grilli (Terraviva), Marusa Trevisan (Canal Rural), Mauro Zafalon (Folha de S.Paulo), Michelle Valverde (Diário do Comércio/MG), Nayara Figueiredo (Globo Rural), Pryscilla Paiva (Canal Rural), Rafael Walendorff (Valor Econômico), Renata Afonso (Terraviva), Sidnei Maschio (Terraviva), Virgínia Alves (EPTV) e Wanessa Ferri (Urbana Caipira).
“O ano de 2025 marcou uma guinada na história dos +Admirados do Agro”, lembra Vinicius Ribeiro, diretor de projetos da Jornalistas Editora. “Para celebrar os cinco anos da premiação aumentamos de 30 para 50 o número de jornalistas homenageados e o resultado foi tão positivo que o mercado pediu e decidimos manter o reconhecimento aos TOP 50 mais votados de 2026. Uma prova clara da grandiosidade e competitividade desse setor”.
Entre as oito categorias destinadas aos veículos, a premiação registrou três estreias: o programa CNN Agro News, que pela primeira vez aparece entre os TOP 3 da categoria Programa de TV – Mídia Geral; o Fechamento de Mercado, do Notícias Agrícolas, que estreia entre os homenageados em Programa de TV – Mídia Especializada; e o Agro em Campo, que foi um dos mais votados na categoria Site/Portal.
Na cerimônia de premiação, marcada para 22 de junho, em São Paulo, além dos reconhecimentos aos TOP 50 +Admirados Jornalistas do Ano e aos TOP 3 das categorias destinadas às publicações, serão anunciados os dez primeiros colocados na categoria geral e o vencedor de cada uma das categorias especiais: Agência de Notícias, Áudio, Canal de Vídeo, Periódico Especializado, Programa de TV Especializada, Programa de TV Geral, Site/Portal e Veículo Geral.
Vale lembrar que, nas cinco edições anteriores do prêmio, quatro jornalistas já levantaram o troféu de +Admirado do Ano: além da atual bicampeã Kelly Godoy (2024-25), da Record News, já ocuparam o lugar mais alto do pódio Renata Maron, do Terraviva (2023), Beatriz Gunther, do Canal Rural (2022) e Sidnei Maschio, também do Terraviva, em 2021.
A eleição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026 conta com o oferecimento da Syngenta; patrocínios de BHP, Cargill, Copersucar, Corteva e Faesp; apoios de Bosch, CNA Senar, Elanco, VitalForce e Yara; colaboração da MBRF e PressID; apoio institucional da Rede Agrojor; e assessoria de imprensa da Gisele Gomes Comunica.