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26º Prêmio Fundação FEAC de Jornalismo reconhecerá reportagens sobre violência de gênero

Crédito: Ricardo Lima

Estão abertas até 20 de outubro as inscrições para a 26ª edição do Prêmio Fundação FEAC de Jornalismo, organizado pela Fundação FEAC, que neste ano reconhecerá trabalhos jornalísticos sobre violência de gênero. Podem ser inscritas reportagens veiculadas entre 1º de janeiro e 20 de outubro de 2026.

Na modalidade Jornalista, as categorias são Fotojornalismo, Impresso, Online, Rádio, Televisão e Cinegrafista. O vencedor de cada categoria receberá R$ 5 mil. A mesma quantia será entregue aos vencedores das modalidades Profissional da Comunicação e Universitário. A grande novidade deste ano é o prêmio honorário Comunicação de Impacto FEAC 2026, que reconhecerá uma produção jornalística em qualquer formato de alcance nacional relacionada ao tema da violência de gênero.

Os finalistas serão anunciados até 30 de novembro, e a cerimônia de premiação está marcada para 10 de dezembro. Confira o regulamento completo e inscreva-se aqui.

Inscrições para Prêmio Sebrae de Jornalismo terminam em 8 de junho

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) segue com inscrições abertas para a 13ª edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo, que valoriza e incentiva trabalhos sobre empreendedorismo e negócios de pequeno porte no Brasil. As inscrições vão até 8 de junho.

O prêmio tem quatro categorias para profissionais de imprensa: TextoÁudioVídeo e Fotojornalismo, além da categoria especial Jornalismo Universitário, voltada a estudantes de comunicação. O melhor trabalho entre as categorias profissionais será reconhecido com o Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo. Podem ser inscritos trabalhos veiculados entre 9 de junho de 2025 e 7 de junho de 2026.

O primeiro colocado de cada uma das categorias profissionais receberá um notebook, enquanto o vencedor da categoria universitária será premiado com um celular de última geração. Já o Grande Prêmio Sebrae concederá também um notebook e um celular de última geração.

O Sebrae traz uma lista de temas recomendados sobre o universo do empreendedorismo e de pequenos negócios, como Bioeconomia, Negócios Verdes e Sustentabilidade; Acesso a Crédito e Gestão Financeira; Produtividade e Competitividade; Inclusão Produtiva e Desenvolvimento Territorial; Transformação Digital; Empreendedorismo Feminino; Políticas Públicas e Legislação; Inovação e Startups; Empreendedorismo Social; e Educação Empreendedora.

Vale lembrar que o prêmio é realizado em três etapas: a primeira, em nível estadual, classificará os concorrentes para a etapa regional, que definirá os finalistas da etapa nacional. A cerimônia de premiação, que revelará o vencedor do Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo, está prevista para novembro, com data ainda a ser divulgada.

Mais informações e inscrições aqui.

MyNews lança projeto que compartilhará conhecimento e modelo operacional de jornalismo em vídeo

MyNews lança projeto que compartilhará conhecimento e modelo operacional de jornalismo em vídeo
credito-Jonas-Leupe-Unsplash

O MyNews lançou a Incubadora de Jornalismo em Vídeo, feita com o apoio do Google, que compartilhará estrutura, conhecimento e modelo comercial sobre criação de conteúdo em vídeo com jornalistas de todo o Brasil. Com quatro meses de duração, de junho a setembro, os participantes terão acesso a mentorias estratégicas, suporte técnico, representação comercial e treinamento em ferramentas de inteligência artificial aplicadas à prática jornalística.

A iniciativa ocorre em meio a um aumento significativo no consumo de conteúdo noticioso em vídeo. Segundo dados do Reuters Digital News Report 2025, em cinco anos o consumo em vídeo aumentou de 52% para 65%. Na faixa etária de 18 a 24 anos, esse número sobe para 73%, principalmente de vídeos curtos de notícias.

Ao longo do programa, o MyNews oferecerá aos selecionados um diagnóstico completo de sua presença digital, acompanhamento individual focado em monetização, SEO e retenção de audiência, apoio técnico para gravação e edição, além de representação comercial para parcerias com marcas. Mais informações aqui.

NeoMondo publica especial sobre biodiversidade

O portal NeoMondo, especializado em questões ambientais e sustentáveis, publicou em 22/5, Dia Internacional da Biodiversidade, o maior especial de sua história, com reportagens e entrevistas com especialistas sobre a biodiversidade como ativo estratégico nacional e como a sociedade brasileira deve superar barreiras ideológicas para promover um movimento sinérgico com benefícios coletivos mútuos.

O especial teve curadoria científica de Alexander Turra e coordenação editorial de Lorena Nogaroli, com entrevistas especiais de Helton Freitas, Érica Pacífico, Fabíola Siqueira de Lacerda e Nathalie Gil, além de conteúdo produzido pelos colunistas Daniel Medeiros, Marcela Baraldi, Carollina Arbex e Gabriel Ralile (LACLIMA) e dos articulistas convidados Carlos Alfredo Joly, Eduarda Antunes, Letícia Veras Costa Lotufo Moreira e Thomas Lewinsohn.

Leia as matérias completas aqui.

Folha de S.Paulo e UOL firmam parceria de conteúdo com OpenAI, dona do ChatGPT

O Grupo Folha e o Grupo UOL firmaram uma parceria de conteúdo com a OpenAI, dona do ChatGPT. Com o acordo, os veículos fornecerão conteúdo jornalístico para alimentar as ferramentas de Inteligência Artificial da OpenAI, com o objetivo de garantir respostas mais confiáveis, bem fundamentadas e baseadas em fontes legítimas.

Segundo a parceria, Folha e UOL passarão a compartilhar, em tempo real, as notícias publicadas pelos veículos para alimentar o ChatGPT. Com isso, usuários que utilizarem o chatbot receberão respostas com base em reportagens de Folha e UOL, incluindo atribuições e links para as matérias completas. O acordo prevê ainda que os dois veículos tenham acesso às ferramentas de IA da OpenAI, como Codex, o ChatGPT Enterprise e APIs da empresa, que serão utilizadas para apoiar e desenvolver novos projetos e funcionalidades jornalísticas.

Este é o primeiro acordo entre empresas de mídia e a OpenAI no Brasil. Para Paulo Samia, CEO do UOL, “as plataformas de IA precisam de fontes confiáveis. É natural que remunerem os autores de conteúdo qualificado por isso”. E Sérgio Dávila, diretor de Redação da Folha de S.Paulo, declarou que “o interesse de uma gigante da inteligência artificial como a OpenAI pelo conteúdo da Folha e do UOL só reforça a importância do jornalismo profissional”.

Com a parceria, a Folha encerrou a ação judicial que movia contra a OpenAI por uso indevido de conteúdo. Em agosto do ano passado, o jornal apontou que a empresa de inteligência artificial estaria usando e coletando de forma indevida conteúdos produzidos pela Folha, sem autorização ou pagamento. Agora com a parceria, as duas empresas entraram em um acordo e a ação foi encerrada.

Cojira-SP lança pesquisa sobre perfil racial e mercado de trabalho de jornalistas em São Paulo

Crédito: Scott Graham/Unsplash

A Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial de São Paulo (Cojira-SP), do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, lançou uma pesquisa sobre o perfil racial dos profissionais de imprensa em SP, além de informações sobre o mercado de trabalho de jornalistas no estado. A pesquisa segue aberta até 12 de junho.

O objetivo da iniciativa é traçar um panorama detalhado da profissão em São Paulo, sob a perspectiva racial e trabalhista, identificando desafios estruturais, desigualdades de acesso, permanência e oportunidades dentro do jornalismo paulista. A participação é anônima e sigilosa.

“A realização desta pesquisa é fundamental não apenas para mobilizar e ampliar a participação da base de jornalistas, especialmente de profissionais negros e negras, no debate sobre igualdade racial no jornalismo, mas também para aprofundarmos a compreensão sobre as dinâmicas do mercado de trabalho da categoria no Estado de São Paulo”, explicou Fabio Soares, coordenadora da Cojira-SP. “A partir de dados concretos e organizados, teremos mais capacidade de identificar desigualdades, compreender os desafios enfrentados pelos profissionais e atuar com maior incidência política e sindical na defesa de melhores condições de trabalho para toda a categoria”.

Os dados obtidos pela pesquisa serão divulgados pela Cojira-SP e o Sindicato, e servirão de base para debates, ações institucionais e iniciativas em defesa da igualdade racial e de melhores condições de trabalho para a categoria. Participe da pesquisa aqui.

Paulo Markun faz defesa de dissertação de mestrado sobre DN Brasil e governança no jornalismo

Paulo Markun faz defesa de dissertação de mestrado sobre DN Brasil e governança no jornalismo
Paulo Markun (Crédito: Reinaldo Azevedo Conversa/YouTube)

Paulo Markun fará na quinta-feira (28/5) a defesa pública de sua dissertação de mestrado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) sobre a trajetória do DN Brasil, veículo jornalístico multiplataforma criado para atender a comunidade brasileira em Portugal. A defesa é aberta ao público e será realizada de forma online, às 14h30.

Experiente profissional, com passagens por diversas redações, Markun retornou à faculdade cinquenta anos depois de concluir a graduação na ECA-USP. Seu mestrado trata sobre sua experiência como diretor editorial da DN Brasil, projeto inovador que acabou enfrentando crises estruturais e de governança. O projeto traz um relato crítico de Markun sobre inovação, gestão e sustentabilidade no jornalismo contemporâneo.

“A principal lição é que nenhuma inovação jornalística sobrevive sem transparência na propriedade e governança sólida”, afirmou Markun, que defende a ideia de que o DN Brasil não fracassou editorialmente, mas na verdade, o colapso veio da estrutura empresarial que deveria sustentá-lo.

A banca de defesa será composta pelos professores João Canavilhas, da Universidade da Beira Interior (UBI), em Portugal, e Caio Túlio Costa, como membros externos. A presidência será da professora e orientadora do mestrado, Suzana Barbosa. Interessados devem solicitar o acesso à defesa pública por meio do link gerado pelo Grupo de Jornalismo Online, da UFBA.

Markun atuou por dez anos como âncora e diretor do Roda Viva, e foi diretor-presidente da Fundação Padre Anchieta. Trabalhou como repórter, editor, colunista e chefe de reportagem em diversos veículos da imprensa brasileira. Como publisher, participou dos lançamentos de publicações como as revistas Imprensa e Radar, a edição paulista do jornal O Pasquim, a newsletter Deadline, o Jornal do Norte (Manaus) e o site JD.

Livro de Janaína Figueiredo explica o colapso da Venezuela e seus impactos no Brasil

Janaína Figueiredo, colunista do UOL, lançou neste mês de maio o livro ¿Qué pasa, Venezuela? (Globo Livros), que explica e detalha a crise na Venezuela, bem como seus impactos políticos e econômicos no Brasil. A obra, fruto de 24 anos de experiência cobrindo o País, explica, em linguagem acessível, como a Venezuela chegou à situação que se encontra hoje, passando pelas origens da crise até desdobramentos mais recentes.

Em ¿Qué pasa, Venezuela?, com base em reportagens de fôlego, entrevistas e informações de bastidores, Janaína escreve sobre o cenário de hiperinflação, escassez e instabilidade que levou milhões de venezuelanos a deixar o País, passando pela ascensão de Hugo Chávez até a recente captura de Nicolas Maduro pelos Estados Unidos. Além disso, a obra debate os impactos de toda essa crise para o Brasil, especialmente no que se refere à questão imigratória, uma vez que o País se tornou um dos principais destinos de migrantes venezuelanos.

“Espero que o livro ajude a ampliar a consciência sobre como é importante cuidar das democracias”, declarou Janaína. “O livro busca mostrar a origem do drama venezuelano, criar consciência política e cívica, e exemplifica como decisões políticas e disputas de
poder podem redefinir o destino de um país inteiro”.

¿Qué pasa, Venezuela? é o segundo livro de Janaína, que anteriormente lançou ¿Qué pasa, Argentina?, sobre a política e sociedade argentina. A jornalista cobre a América Latina desde o começo de sua carreira. Foi repórter especial do jornal O Globo na Argentina entre 1999 e 2018. Trabalhou ainda cnos jornais argentinos El Cronista e Perfil.

Amazon vai rescindir contrato com Galvão Bueno após 18 meses

Com projeto para a Copa do Mundo no SBT, Galvão Bueno deixará a Band em dezembro
Galvão Bueno (Crédito: Instagram)

A Amazon vai rescindir o contrato com o narrador esportivo Galvão Bueno, que deixará o comando de transmissões de eventos esportivos como jogos do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil no Prime Video. O vínculo entre narrador e empresa, anunciado no começo de 2025, era válido até o final de 2027. As informações são de Gabriel Vaquer, do F5 (Folha de S.Paulo).

Segundo a reportagem do F5, os advogados de Galvão negociam com a Amazon a multa pela quebra contratual. Os argumentos apresentados incluem críticas às transmissões comandadas pelo narrador nas redes sociais. Além disso, a decisão poderia estar relacionada com a mudança na liderança do setor de Esportes da Amazon na América Latina, que passou a responder mais diretamente ao escritório da empresa na Inglaterra.

Galvão foi contratado em 2025 para ser a principal voz do futebol no Prime Video. A empresa, inclusive, utilizou a imagem e voz do narrador em propagandas e eventos para vender assinaturas do seu serviço de streaming. Vale lembrar que Galvão narrará jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo em transmissões do SBT e NSports, canal do qual é sócio.

7º Curso de Comunicação Pública: Fazer comunicação pública é antecipar, planejar, ser transparente

Para abrir os trabalhos da 7ª Edição do Curso Completo de Comunicação Pública, a ABCPública e a Aberje convidaram secretários de comunicação de governos a apresentar, aos mais de 20 alunos da nova turma, suas experiências, estratégias e resultados alcançados.

Wendel Palhares (AL), Frederico Souza (MS) e Ilziane Launé (ex-secretária no AP) destacaram, dentre as várias estratégias de comunicação apresentadas, a busca de credibilidade ancorada na antecipação de cenários, no planejamento e na transparência, inclusive em situações de crise.

Para os secretários, o comunicador lida hoje com uma diversidade de cenários que demandam habilidade analítica, pedagógica, de relacionamento, dentre outras tantas. Tudo isso vai muito além da rotina operacional de uma assessoria de comunicação pública. Além disso, “enfrentar fatos criados para desestabilizar a administração pública é outra realidade que se tornou corriqueira”, destacou o secretário de comunicação em Alagoas, Wendel Palhares.

Além da expertise nas áreas da comunicação, há necessidade de recorrer a estudos de gestão, ter política de comunicação e ouvir o cidadão. E também ir para as ruas para entender o que não está dando certo e fornecer informações para subsidiar as decisões da administração pública. “Hoje, os secretários de comunicação exercem principalmente a função estratégica e ocupam espaço cada vez mais importante para o bom andamento das políticas públicas nos governos”, explicou Wendel Palhares.

Em sua experiência no Mato Grosso do Sul, o secretário Frederico Souza chamou a atenção para a tendência a uma comunicação puramente reativa. A partir de experiência na gestão do maior incêndio no Pantanal, em 2020, a gestão seguinte implantou um plano de comunicação que se antecipou à chegada da crise para fortalecer credibilidade e se antecipar ao movimento de desinformação que dominou as notícias na crise anterior.

“A partir dos alertas de que 2024 seria o ano mais seco no bioma. Desde janeiro, a equipe começou a divulgar informações sobre clima e riscos de incêndio, buscando manter o controle da narrativa antes da escalada da crise. Com o agravamento da situação, foi criada uma base de comunicação em Corumbá para aproximar a imprensa da realidade do Pantanal, além da realização de boletins e lives diárias com dados atualizados. A estratégia, marcada pela transparência e pela resposta rápida à desinformação, transformou o case em referência nacional de comunicação pública em situações de crise”, contou Frederico.

“A informação no momento de crise é necessária, primeiro porque você dá o tom da narrativa. Quando você sai depois com a comunicação pública, você vai correr atrás da resposta”, destacou a Ilziane Launé sobre a sua experiência na Secretária de Comunicação no Amapá, quando atuou na crise da Covid e a opção foi por informar rapidamente e com transparência a população.

O curso ABCPública/Aberje tem como eixo central formar o comunicador para pensar e agir estrategicamente nas assessorias de comunicação pública. Para os curadores do curso, Jorge Duarte e Emiliana Pomarico, o papel do profissional de comunicação pública deve ir além das questões operacionais e o programa busca dar subsídios nessa perpsectiva. O comunicador público analisa cenários, atua em situações difíceis, elabora estratégias e planeja a comunicação com base na realidade, mas também nas perspectivas futuras, destacam os coordenadores do curso .

Nesses sete anos de parceria, ABCPública e Aberje já formaram mais de 100 comunicadores em assuntos centrais para a atuação em assessorias de comunicação de governos, como estratégia, planejamento, linguagem simples, inteligência artificial, comunicação interna.

O 7º Curso de Comunicação Pública promovido pela ABCPública e Aberje tem aulas até outubro de 2026, com módulos individuais. Ainda são aceitas inscrições e as aulas são gravadas. Clique aqui para conhecer a programação.


Link: https://escolaaberje.com.br/curso/curso-completo-em-comunicacao-publica/

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